terça-feira, 14 de julho de 2009

Virtual, quase real

Já ouvi dizer que os Estados Unidos possuem o maior número de amizades internáuticas no mundo. Se é verdade, eu não sei. Só sei que meus amigos realmente são tudo na minha vida e não se fala mais nisso!

É aí que se dividem em dois grupinhos básicos de amizade: a real e a virtual. Nossa, tenho amigos virtuais que, sinceramente, acho bem mais legais que as reais. Esclarecendo: os amigos de carne e osso são muito reais. Reais de realistas. Os virtuais não, já te ajudam mais, te entendem mais, não te zoam tanto... Cada qual com suas qualidades, né? Não é menosprezar os reais. É a descrição deles. Assim como faço com os virtuais, delimito-os de acordo com suas qualidades.

Só que um simples fato impede que meus amigos internáuticas sejam melhores que os terráqueos: não posso tocá-los, abraçá-los, sorrir com eles. Nada passa da tela do computador. Nada. Então que os reais marcam um ponto: posso senti-los, vivê-los. Posso observar cada um deles de verdade e não com uma webcam integrada.

O virtual está muito longe do real, muito mesmo.

É preciso delimitar cada um à seu lugar. Um mundo nunca(ou pelo menos penso que não!) vai vir de encontro com outro mundo. Isso aplica-se à esses dois mundos que nos rodeiam. Deixar claro o limite de um e de outro vai nos ajudar nos momentos em que precisarmos ou de um, ou de outro.

É, americanos, espero que saibam mesmo o que fazem e que não troquem nunca o mundo real pelo virtual.

Prefiro meu mundo real, minhas amizades reais e lições reais que meus amigos virtuais jamais ensinarão como meus amigos, de carne e osso, ensinam e ainda ensinarão muito bem.

*Texto para o Blorkutando -42º Semana: Amizade Virtual.

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