sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Prazer, meu sobrenome é Preguiça.

Não é exagero dizer que todos os sete pecados capitais estão junto com a gente desde que nascemos - e você pode ir para o caixão dizendo que não que será mentira. Existe a vizinha invejosa que adora fofocar por não ter mais o que fazer - ou mesmo porque ela é uma invejosa -; tem aquele tio estressado que estoura por qualquer motivo; há o colega nerd da classe que se sente o rei porque sabe mais física do que você e é tão soberbo que chega a doer; tem também aquela professora chiquérrima que faz questão de esbanjar luxúria só pra contar vantagem; existe o primo chato e guloso que não pode ver nada mastigável que já quer comer; assim como existe a minha pessoa, que pode se considerar uma reunião destes pecados - não que eu me orgulhe disso, claro -  e que faz questão de dedicar o restante do texto para um em especial.

Dentre todos os sete pecados capitais, a preguiça é a que mais bate recordes de audiência em minha vida - e a que mais me arruma problemas pela indisposição (muito) frequente. Em certos momentos, ela toma conta de mim de tal forma que não consigo me levantar nem para tomar água, mesmo estando com a maior sede do mundo! É certo que em algumas situações ela é quase inevitável, como depois de um dia cheio no trabalho ou no colégio. Entretanto, a preguiça bate à nossa porta, entra e se instala sem dó nem piedade na maioria das vezes. Numa dessas suas "instalações" em mim, mais precisamente quarta-feira da semana passada, aconteceu algo que me assustou de verdade.

Voltando da escola à pé, como faço todos os dias, a maldita preguiça resolveu atacar. Num trecho bastante movimentado do meu itinerário, vi o cadarço do meu tênis desamarrado. Qualquer ser humano normal e já disposto por ter andado vários metros teria parado e se agachado para amarrar de novo o cadarço. Mas eu não parei pra amarrar o cadarço do tênis. Preguiça, sabe. No ápice da passagem dos carros, motos e ônibus, eis que parece que a preguiça some do meu corpo. Eu corro para atravessar a rua. Mas aí tive a infelicidade de pisar no cadarço, tropeçar, cair de quatro no chão. Por um triz não fui atingido por um caminhão que transportava botijões de gás.

Tudo porque eu não quis parar pra amarrar os benditos cadarços. Por culpa de quem? Tan-tan-tan-taaaaaan... da preguiça.

Mas veja se essa experiência de quase morte me fez repensar essa preguiça toda na minha vida. Agora mesmo acabei de reclamar por ter que digitar esse texto imenso até a meia-noite!



Pauta para o Blorkutando - 104ª Semana : Meu Pecado.


***
Eu me diverti muito escrevendo esse texto, espero que vocês gostem! Vocês não sabem o quanto é ruim sentir preguiça pra tudo... Não desejo isso pra ninguém!
Só explicando a minha ausência, a internet pra cá esses dias esteve péssima
. PÉS-SI-MA. Mesmo ligando pra reclamar, não melhorou em nada. Mas isso não vai interferir em nada mais aqui no blog porque eu já arrumei maneiras mais eficazes de blogar - *cri-cri-cri*.
E rufem os tambores, porque amanhã tem TUDO DE BLOG aqui do A Pseudociência! Propus um tema forte desta vez, quero muito ver a opinião de vocês!
E por hoje é só! Amanhã eu volto com mais novidades!

Beeeijos, do

6 pseudocomentaram:

Natália disse...

A preguiça predomina no meu corpo, noite e dia, dia e noite, na hora de deitar e levantar, caminhar e sentar... Beijo

Jota disse...

As vezes dá preguiça de ler o texto inteiro uahsuahshahs
Sabe como vencer ela? Força de vontade. Mas nem sempre ela também estará do nosso lado. E agora?

Jeniffer Yara disse...

HUAHSUAS Concordo com o Jota que ás vezes dá preguiça de ler textos grandes,rs Eu também sou preguiçosa,e nossa,pra muita coisa,me diverti mesmo lendo o texto.*.*

Beijo

Buba. disse...

Meu nome é gula, com sobrenome preguiça.

Nath disse...

Oi,meu nome é preguiça
;*

Edy disse...

A preguiça parece perseguir a gente. Aff, nunca vi!