quarta-feira, 31 de março de 2010

Happy birthday to you, BK!

Há dezesseis anos atrás, eu fui gerado. Cresci, evolui e aprendi a ser feliz. Não nego que não tinha muito prazer pelas comemorações dos meus aniversários, nunca fui muito fã de festas. Mas como faz parte da vida, aprendi a apreciar o que me foi concedido. A cada vela assoprada, a cada fatia de bolo cortada, mais eu constatava que eu havia sido agraciado com o dom da vida. Porém, além deste dom, desenvolvi outro, que por sis ó já é um presente: escrever.

Comecei a escrever e, ao perceber que as pessoas precisavam conhecer este meu talento, criei alguns blogs para expressar minha visão de mundo, da minha realidade. Alimentava-os com textos, sínteses, contos. E aí que entra o destino. Em meados de março do ano passado, após meses de buscas incansáveis por algo que me incentivasse a escrever cada vez mais, descobri um certo projeto, que tinha exatamente o perfil que eu procurava e que caiu como uma luva em minha necessidade de falar para quem quisesse ler meus pontos de vista: o Blorkutando. Com temas inteligentes, legais e dinêmicos, o BK, como carinhosamente é chamado, faz parte de minha vida internáutica há quase um ano. Um ano de postagens curtas e longas, boas e péssimas. Sempre que posso, posto os textos correspondentes aos temas. Algumas vezes, consegui me colocar entre os melhores da semana. Fatos estes que me deixaram imensamente feliz. O Blorkutando não é apenas um projeto que manda as pessoas escreverem sobre os mais variados assuntos. O BK é uma escola. Um aprendizado. Uma fonte de conhecimento. Foi através dele que conheci blogs de todos os tipos, gente de todos os jeitos. Graças ao BK, adquiri uma certa admiração por meus leitores, que viram minhas vitórias e perceberam o quanto posso ser capaz de escrever. Devo ao Blorkutando, grande parte de minhas conquistas com este blog.

É por isso, e outros inúmeros motivos, que quero agradecer ao Blorkutando, por ter me feito amadurecer como blogueiro e por ter, tantas vezes, me ajudado quando mais precisei, mesmo sem nem ter conhecimento do que eu necessitava. BK, você segurou a minha mão e a soltou, quando sentiu que eu já podia andar sozinho. Neste aniversário de dois anos, apesar de eu ainda não ser muito fã de festas e nem de comemorações, quero fazer parte da festa que é a sua existência. Você faz o aniversário, Blorkutando, mas quem ganha o presente somos nós, blogueiros, que lhe respeitamos e lhe veneramos, por ser tão importante em nossas vidas.




Feliz aniversário!



* Pauta para o Blorkutando - 79ª Semana: Contos de Aniversário.

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Olá, gente! Tudo bom?

Tô correndo contra o tempo de novo! Ia postar só na sexta, mas como é o dia da Paixão de Cristo, não poderei sair de casa para ir na lan house. O que resulta na postagem quase colada com o meu Tudo de Blog.
Aê! Vocês gostaram, não é? Querem que eu repita? Só preciso do sinal verde de vocês! Várias ex-tudodebloguetes amaram! Tô feliz demais!

Arrasado pelo Dourado ter ganhado o BBB. ÉATREVA.COM.

Bem, sem mais novidades e achando que vou me dar mal nessa semana do Blorkutando, eu encerro minhas atividades bloguísticas essa semana por aqui. Segunda eu volto, tá?

Beijos, abraços, bom feriado e até a próxima!

segunda-feira, 29 de março de 2010

(meu) Tudo de Blog


Vocês sabem que eu não me conformei nem me conformo com o fim do Tudo de Blog, não é? Pois então. Há algumas semanas, comprei a Capricho 1091 e fiquei extremamente revoltado com a nota minúscula que saiu no Oi da Editora sobre o fim do TDB; Fui logo conferir se o substituto do TDB, o CaprichoFic, estava à altura. QUEBREI A CARA. Contar história, todo mundo conta. Expressar opinião sobre temas sérios, inteligentes e cômicos é que é pra quem pode. O Tudo de Blog era melhor, sem dúvida alguma. Essa foi a deixa pra eu começar a articular minha vingança justiça, minha própra justiça. Convoquei as ex-tudodebloguetes Tayane Scott e Vanessa Bittencourt, grandes amigas e blogueiras, para fazerem uma parceria comigo em meu próprio Tudo de Blog. Elas toparam e o resultado você confere logo abaixo!

[Observação: qualquer expressão dita aqui não tem relação alguma com o Tudo de Blog original. Nada aqui será levado à sério, ok? Este post é apenas uma brincadeira.]

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Tudo de Blog                  Edição: Tiêgo Alencar


Críticas S.A
Blogueiros discutem o propósito das críticas em suas vidas.

Nome: Vanessa Bittencourt
Idade: 21 anos

A lente da crítica

Admito que sou uma pessoa que exige muito de si mesma e dos outros. Não tenho medo nem de ouvir críticas, nem de criticar, pois acredito que as críticas podem semear dentro de nós a vontade de melhorar e de crescer. Ok, muita gente pega pesado quando resolve criticar os outros. A lente da crítica que cada um de nós coloca diante dos olhos precisa estar sempre limpa e brilhante, pois só assim temos alguma chance de escapar do risco de cometer injustiças. Para uma crítica ser boa, ela deve ser feita com jeitinho! Uma crítica é interessante quando combina com colaboração e não com humilhação! E se por acaso você for o alvo da lente crítica de alguém, não deixe que isso abale suas estruturas! Até a crítica mais dolorosa pode ser transformada em garra poderosa o suficiente para te ajudar a dar a volta por cima!






Nome: Tayane Scott
Idade: 22 anos
Blog: http://tayanando.blogspot.com
 
Questão de verbo

Criticar é o passatempo preferido de dez em cada dez seres humanos. É impressionante, mas ninguém está satisfeito com nada que o outro faça ou apresente. Há sempre um defeitinho aqui ou um ponto ali que poderia ser melhor, que poderia ser mexido. E nem me venha com histórias de críticas construtivas. Quando a gente quer que alguém ou algo cresça, mude, aprenda, exaltamos os pontos fortes que devem ser mantidos e, como quem não quer nada, sugerimos que pontos fracos sejam eliminados ou consertados da melhor maneira possível. O que quero dizer é simples: existe uma enorme diferença entre o criticar e o apontar, sugerir que não pode ser ignorada. Portanto, da próxima vez que for criticar alguém, repense! O jeito e o verbo certo faz toda a diferença.





Nome: Tiêgo Alencar
Idade: 15 anos
Blog: http://apseudociencia.blogspot.com

Eu critico, tu criticas, ele critica

Não serei hipócrita em dizer que não critico ou critiquei alguém. Um simples gesto, como falar alto, é o suficiente para eu começar a falar dos pobres, sem nem dar chance para eles se defenderem. Eu sei, pode vir com quatro, cinco, seis pedras na mão; mas de uma coisa você não pode discordar: criticar é um ato natural e inevitável. Não há como escapar dos comentários, maldosos ou não, das pessoas. As críticas servem para aperfeiçoar nossas qualidades, deletar nossos defeitos, e inflar nossos egos, no caso de críticas boas, ou murchá-los, no caso das más. Porém, crítica é crítica e só ajuda quando estamos dispostos (mesmo) à acatá-las. Pelo contrário, pode haver tal reviravolta dentro da gente que somos capazes de perder a linha e partir para coisas piores, como a agressão física, para resolver a bendita crítica. Afinal, aqui vale um ditado antigo, passado de geração em geração e que, infelizmente, é realidade: escreveu, não leu, o pau comeu.



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Bem, eu fiz a minha parte. Façam a de vocês comentando e dizendo o que acharam!
E só pra constar, ganhei em terceiro lugar no Blorkutando junto com a Marie Amorim, que é mara, e tô numa turbulência terrível. Escola, amigos, amores, tudo! Posso até deixar esse universo de lado por alguns tempos, mas só por alguns tempos! Não vou garantir nada, ok?

Ah, e obrigado às gatíssimas que me deram a maior moral nessa empreitada! Valeu mesmo, cats!

Beijos, abraços e até a próxima!

quarta-feira, 24 de março de 2010

Mas eu me mordo de ciúmes!

Sem rodeios, eu confesso: tenho ciúmes de quem gosto. Seja lá amigo ou namorado. Sei que posso estar errado, mas sabe quando você não consegue evitar determinada sensação?  Quando você acha que aquele alguém é seu, de direito, no papel? Pois é. É disso que eu sofro. Sinto ciúmes como qualquer outra pessoa; porém, sei bem diferenciara possessão de simples ciúmes.


Se eu aprendi uma coisa em toda a minha vida, esta coisa é ter controle. Sobre tudo. Desde falar até praticar a ação. E como não poderia ser de outra maneira, consigo controlar até a ciumeira ( que pode virar doença, e precisa de tratamento! ) que me dá quando o amor da minha vida abraça um conhecido ou quando minha melhor amiga me troca pelo namorado. Parece fácil falando, não é? Mas não, não é fácil. Certos sentimentos se reúnem dentro de nós a ponto de nos fazer agir como crianças, ou seja, com mania de posse. A raiva, a possessão ( olha ela, de novo ) e a frustração podem muito bem servir como exemplo. Na única vez em que namorei, não conseguia sentir somente raiva, somente frustração ou somente possessão pela minha namorada quando a via com outros garotos. Eu sentia todos, de uma vez só. Era uma bola de neve, que descia à cem por hora numa ladeira sem fim e que ia me esmagar. Essa sensação que eu vivia, essa reunião de sentimentos pode se resumir em uma palavra: ciúmes.


Você pode me perguntar o que eu faço para controlar o ciúme, e eu respondo: tenha consciência de que aquela pessoa também é gente. Ela também gosta, ela tem amigos como você e conhece pessoas como as suas. E ela tem o direito de demonstrar sua atenção para com elas, estando ao lado destas pessoas. E eu sempre soube disso. Afinal, dias, semanas, meses e anos ensaiando um namoro perfeito não foram jogados no lixo. Posso até sentir ciúmes, mas com cautela e sem exageros!




Pauta para o Blorkutando - 78ª Semana: Pronome Possessivo.

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Pessoal, tô sem tempo. Até domingo, acho que já postarei o meu Tudo de Blog. Aguardem que logo mais eu conto as novidades pra vocês!

Até mais!

sexta-feira, 19 de março de 2010

Meu maravilhoso mundo mágico



Querido diário,


Hoje estou me sentindo feliz. Acordei disposta a fazer minha tão esperada viagem à Londres. Sei que adiei por anos esta ida, mas chegou o momento. É hora de me preparar para, talvez, encontrar meu futuro. Ou meu passado, ou meu presente, não sei. Londres sempre me pareceu tão inspiradora! Desta vez, a ideia que sumiu de minha mente iirá retornar. E para ficar.


[...]


Enfim, desembarquei na estação de King's Cross! A viagem foi longa, cansativa, mas valeu a pena. Quer saber o porquê? Aquela ideia que eu havia tido há anos atrás voltou para mim! E a história está completa agora! Sei até o nome do garotinho, que será amaldiçoado e sobreviverá: Harry Potter. Não me pergunte de como essa ideia da história voltou, porque não sei. Ainda pesquisarei muito mais para enriquecer o enredo, mas já tenho mente o suficiente para  esboçar os primeiros capítulos, de muitos que virão. Puxa vida, será que um dia eu serei reconhecida pelos livros que escrevi? Será que irão gostar do Harry, meu bruxinho encantador? Não parecerá meio estranho o enredo? É, eu tenho receios como todo mundo. Porém, não custa nada tentar, não é? E ontem mesmo eu havia pensado numa coisa: escrever será a solução para todos os meus problemas. Nada melhor que se sobressair por um ângulo que você acha legal e prazeroso. E não há algo que eu goste mais de fazer do que escrever.
Não disse que Londres era inspiradora?


[...]


Concluí hoje pela manhã, após horas de pesquisas e leituras, meu primeiro livro, Harry Potter e a Pedra Filosofal. Gostou do nome? Forte, não? Eu adorei! Mandei uma cópia para uma editora local que acolhe escritores amadores e minhas expectativas estão gigantes! Confesso que ficou exatamente como eu planejei. E estou orgulhosa do trabalho que fiz e das noites em claro que passei. Contei até a história do Harry para meus filhos e sobrinhos, que pediram mais! Mais do que nunca minha esperança me permitiu viver um momento incrível como esse. E mesmo que não dê certo, a sensação de missão cumprida já é o bastante para eu me sentir vitoriosa. E obrigada, meu amigo de todas as horas, por ter me escutado, por ter me suportado fraquejar e chorar quando pensava em desistir e obrigada por ter consentido todas as vezes em que precisava de alguém que me entendesse. Muito obrigada, mesmo!




Um beijo,

J.K.



Pauta para o Blorkutando - 77ª Semana: Querido diário...

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Olá, meus leitores lindos e atenciosos que entendem a ausência de um blogueiro grato pelos 19 comentários no post anterior! Tudo bom com vocês?

Explicando o texto do Blorkutando: eu tinha que encarnar alguém famoso, pessoa pública ou mimimi e o que ela escreveria em seu diário. Eu pensei bem antes de escrever e, ao lembrar que estava relendo Harry Potter e a Pedra Filosofal, não deu outra: incorporei a J.K Rowling, autora da série. Confesso que gostei do tema e do texto, vocês curtiram? Falem tudo!
Ah, minha semana na escola foi bastante corrida. Tive vários trabalhos para entregar, briguei com uma de minhas melhores amigas por um capricho imbecil dela (grrr!) e tive zilhares de trabalhos do Danielle Mitterrand, meu curso de francês, pra entregar. Voei contra o tempo, literalmente. Entreguei tudo em seus devidos prazos, escrevi a pauta pro Blorkutando hoje de manhã e só agora, às oito e vinte, consegui tempo pra ir na lan house. Ufa! O feriado veio em ótima hora!

E W., sumiu. Vai entender.

Novidade pra vocês: esperem por uma surpresa aqui no meu blog. Pros amantes do extinto Tudo de Blog, aguardem! #faleidemais.com


Beijos, abraços, apertos de mão, bom fim de semana e até a próxima!

sábado, 13 de março de 2010

Muitos jovens, poucos limites.



Para muitas pessoas, limitar algo ou alguém é um sinônimo de privação, tristeza. A maioria das pessoas que pensam desta forma são os jovens, que à flor da juventude não querem saber de regras, muito menos de limites. Um erro quase imperdoável. Limites são necessários em qualquer fase da vida e, na adolescência, não seria diferente.

Antigamente, os pas proibiam os filhos de sair na rua depois da oito da noite, faziam questão de que estes resolvessem todo o dever de matemática e festa de aniversário, só uma hora de duração. Atualmente, percebemos com tal clareza que tudo isto mudou. Jovens saem sem hora pra voltar e os pais sequer reclamam; cometem atos grosseiros na rede sem pensar duas vezes e cada vez mais aparecem em casa com os dizeres " estou grávida " e " tenho AIDS ". Percebe-se uma fragilidade absurda nos adolescentes de hoje. Estão propensos àos problemas do mundo sem ao menos conhecer os seus próprios. Os limites, do tempo da vovó, com certeza colocariam um freio nestes jovens que insistem na rebeldia. Tudo bem o filho ir à uma festa, mas não seria ótimo se ele voltasse assim como foi para lá? Pais, conversar com seus frutos não é nenhum bicho-de-sete-cabeças. É sadio e ainda põe certo juízo na cabeça complexa deles.


Enfim, os limites servem apenas para facilitar a vida de ambas as partes. Porém, o que fará com que ocorra esta aceitação dos limites é a capacidade que o jovem tem de estar disponível à mudanças. Afinal, limites, responsabilidade e juízo são termos um pouco desconhecidos da juventude desta geração. E cabe somente à eles decidir o que lhes convém. Ou não.




***

Olá, pessoas ;D Tudo bom com vocês?

Eu tô ótimo! Apesar de a apresentação de educação física, marcada pra essa semana, não ter rolado. Detesto quando as pessoas não cumprem o prometido.
Mas entreguei os trabalhos nos devidos prazos e tô curtindo essa fase ótima do terceiro ano. Aprendi a desprezar aquelas pessoas que só me queriam pra respostas de trabalhos e admiti pra mim mesmo que posso ser mais forte do que qualquer um pensa.
Fui criticado por estar diferente do que no ano passado. Tô nem aí. Bem ou mal , mas falem de mim ;D
Ah, e consegui me apaixonar de novo. Desta vez, vamos de letra W. Rufem os tambores, não falarei nada. HAHAHAHA. R., por acaso, leu meu post retrasado e me evitou, como se nada tivesse acontecido. Anham. Gente complicada é assim mesmo.
Nossa, vocês repararam no BBB essa semana? MELDELS, quanta coisa de uma vez só! Tô adorando! E vou confessar que venho correndo da escola pra pegar pelo menos o finzinho de Malhação e Cama De Gato, que estão perfeitas! Adoooro!

É, de novidades é só. Lembrando de mais coisas, eu posto pela semana.

Beijos, abraços, apertos de mão, sorrisos, e até a próxima!

quarta-feira, 10 de março de 2010

Pelo direito de ser feliz



Rodrigo Martinez é só mais um jovem de cidade grande. Tem vinte e três anos e é biólogo. É filho de pais separados. E é homossexual. Surpresa? Não, nenhuma. Como a mentalidade dos jovens é formada cada vez mais cedo, é obvio que suas escolhas também serão feitas mais cedo. Na adolescência, principalmente, em momentos de fraqueza e tristeza, os jovens procuram refúgio nas pessoas do mesmo sexo, já que elas irão compreender melhor seus problemas do que alguém do sexo oposto. As características em comum, entre menino e menino e menina e menina são as principais causadoras da paixão súbita. É inevitável.

Acredito, assim como você, que o amor não escolhe aparência. Nem sexo, nem raça. Então, porque não se apaixonar por alguém do mesmo sexo? O amor é cego, já diz o ditado. A felicidade acontece. Não é premeditada. Eu não sou obrigado a gostar de garotas, nem de garotos. O que tiver de ser, será. É essa a visão dos jovens de hoje. Não se tem necessidade de amar por obrigação. Tenho amigos homossexuais , que vivem com parceiros nem sempre com a mesma opção sexual, mas nem por isso deixam de ser felizes. É, felizes. Lembra que eu havia dito que o amor não escolhe seus alvos? Pois é, é sobre isso que eu estou falando. Se o homossexualismo está tão disseminado hoje em dia, não é por causa de revoltas e conflitos com seus próprios "eus". É uma simples questão de lógica: basta eu me aceitar e ser feliz comigo mesmo para a vida valer a pena. Até o próprio termo usado para designar os homossexuais, gay, significa alegria. Sempre aprendi que escolhas sexuais sempre são de responsabilidade da pessoa. Unicamente dela. Ninguém pode escolher por esta pessoa. Os indivíduos decidem o que querem por ter este direito. Todos temos este direito. O direito de ser feliz. Com ou sem o sexo oposto.

Aceitar-se perante todos é o suficiente para ter certeza do que se quer mesmo. É por isso que admiro os homossexuais assumidos. Ter peito para encarar uma sociedade que tem estampada na testa a palavra preconceito não é para qualquer um. E não tenho vergonha de admitir esta admiração. Porque o que importa é se sentir bem e satisfeito consigo mesmo. Que nem o Rodrigo, lá do início do texto, que namora com o Felipe Moura, dezenove anos, operador de telemarketing. Felizes, como qualquer outro casal neste mundo diverso.






Pauta para o Blorkutando - 76ª Semana - Linha Tênue.


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P.S mínimo: fiz o texto superimprovisado e a pressa me faz escrever de um jeito horrível! No sábado, tornarei a postar, se não, no domingo. Postarei uma dissertação que fiz na aula de Língua Portuguesa. Espero que gostem!

Beijos. abraços e até a próxima!

segunda-feira, 8 de março de 2010

Mulher, mulher, mulher

 

Mulher. Seis letras. Duas sílabas. E um significado indescritível. Talvez seja o ser mais forte que já vi. O mais incrível. O mais belo. O mais sensível. E o mais perfeito de todos. Mulher. Você simplesmente é a real razão para existirmos agora. Você é tudo o que precisamos para viver. Você, mulher, com seu poder de fazer nós, homens, felizes apenas com um sorriso, é capaz de mover montanhas. Conquistou seu espaço, seus direitos. Lutou pelo o que é seu, de fato, e conseguiu, mesmo vivendo a pressão do preconceito. É um exemplo a ser seguido. Mulher. Você, com sua aparência tão simples, de um jeito inesperado rouba nossos corações. É, mulher, você é linda, e sabe viver, já diz a música. Mulheres, meninas, garotas. Todas merecem este dia tão querido e merecido por todas. Vocês são o maior exemplo de vitória que alguém pode ter. Marias, Luísas, Vitórias, Socorros e Adrianas. Seja qual for seu nome, você é uma guerreira só por ter nascido mulher. Admiro sim, todas vocês e, podem ter certeza, pelo menos uma pessoa no mundo entende e aceita esse mundo de vocês, complicado, porém intrigante. Mulheres, vocês são tão merecedoras deste dia quanto qualquer outra pessoa.

Dedico este texto à você, mulher, que lê ou não o meu blog. Sintam-se homenageadas por mim. Mesmo.  


Feliz dia internacional da mulher!

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Olá, gente! Tudo bom com vocês?
Garotas e mulheres leitoras do meu blog, espero que tenham gostado da homenagem! Fiz de coração, apesar de estar com um pouco de pressa por também estar fazendo uma pesquisa de história, sobre a escravidão. Meio revoltante, mas faz parte da nossa história, não? E se for preciso saber disso pro vestibular, terei que aprender. Querendo ou não.

Tô sem novidades. Só espero que o Dourado saia amanhã do BBB de vez e que R. veja que não tô errado como pensa. Como as pessoas são difíceis às vezes, hein?

E duas últimas coisas: atualizarei novamente na quarta, pra retornar só na outra segunda, ok? E dou o maior apoio pra vocês escreverem a pauta do Blorkutando essa semana. Sobre como o homossexualismo tá comum atualmente. Ótimo tema, se querem saber de mim. Escrevam mesmo, coloquem o senso de criticidade pra funcionar, guys! Hahaha.

Beijos, abraços, apertos de mão, e boa semana de estudos pra vocês :D

quarta-feira, 3 de março de 2010

C-I-L-A-D-A.COM

Já era tarde e eu não tinha noção da hora. Não haviam postes acesos na rua e muito menos policiamento naquela região. Tentei sair por outra rota, mas não consegui. Eu devia mesmo enfrentar aquele escuro, aquele breu que dava arrepios. Era como um cão que havia perdido o olfato e a visão. Eu era um grão de areia perdido naquela praia imensamente negra e tenebrosa. Uma rua nunca me pareceu tão imponente e difícil de ser atravessada como aquela. Entretanto, eu não tinha escolha: para alcançar o que queria, era obrigatório que eu passasse justamente na avenida mais obscura de todo o bairro. Justo nela.

Mergulhando naquela escuridão, rapidamente fui surpreendido com um vulto alto e escuro, que apagou o último vestígio de luz que restava no final da avenida. Minhas articulações pararam na hora e apenas um segundo após o desligamento da luz, o vulto me segurou por trás. Eu me debatia com força, mas ele parecia mil vezes mais forte e rígido. Meus ossos pareciam estar sendo feitos em pedaços e uma ruptura se abria no meu peito. Meu sonho de chegar em casa e ligar para o amor da minha vida que chegava naquela sexta-feira, treze de novembro, estava acabando mesmo antes de começar. Não tinha ideia de quem era o vulto ou o quê ele era. Só sentia que seus braços me quebravam os membros. Nem a respiração dele eu sentia. O último movimento que pude conferir dele sobre mim foi um toque com três dedos, quentes a ponto de queimar, em meu ombro. Depois daquilo, meus joelhos se dobraram involuntariamente e caí, exatamente no meio da rua.  O homem havia ido embora. O vulto não havia levado minha mochila, nem minha carteira, nem meu celular. Ele queria alguma coisa que eu não portava. Eu senti isso. Ele procurava alguém. Algo que estava dentro de mim que não seria removido com facilidade. Aquela cilada armada para mim não havia sido por acaso. Eu tinha sido morto por um vulto totalmente escuro e sem olhos. E sem alma.

Recordo-me somente de luzes fortes e incandescentes piscando sobre meus olhos. Eram tão intensas que minha cabeça chegou a doer. Não era por acaso, eu sei disso. Carros passavam sobre mim, e ninguém se dava conta do que acontecia. Eu, muito menos. Até que um garotinho acompanhado de sua mãe, apontou para a árvore acima de mim. Havia algo ali. Eu não percebi, mas a marca dos dedos do vulto no meu ombro me fez despertar. Ou pior, me fez morrer de vez.


Ele havia roubado minha alma!




Pauta para o Blorkutando - 75ª Semana - C.I.L.A.D.A .

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Olá, gente! Que saudade daqui, vocês não tem noção.
Quando postei este texto, estava em cima da hora e tive que correr contra o tempo! Mas consegui escrever, improvisadíssimo, e arrumei tempo pra contar as novidades pra vocês!

Nossa, o terceiro ano tá de tirar o fôlego! Trabalhos, avaliações, pesquisas, e mimimi. Um monte de coisa pra gente não descansar mesmo! Já até me perguntei se na faculdade é assim. Se for, que seja! Já suportei coisa pior.
Ainda na escola, teve gente me irritando. Odeio gente que me irrita sem motivo. Mas já acertei os ponteiros e tá tudo bem.

No amor: tô feliz. Me acertei com R. e a gente tá de boa! Me desejem sorte desta vez! Vou precisar bastante! Nunca fui muito sortudo em minha vida amorosa. Tô cheio de expectativas!

E acho que dessa vez não rola pódio no Blorkutando. Improvisar não é meu forte.



E até segunda-feira, quando postarei, provavelmente, mais uma singela homenagem à maioria de meus leitores: as mulheres.

Beijos, abraços, e juízo no fim de semana!