quinta-feira, 29 de abril de 2010

Uma nova pessoa.

Incrível. Há algumas horas atrás, eu era um monte de fiapos desabando em uma tristeza sem fim. Bastou uma ida ao meu curso de francês pra todo o meu dia se resumir em sete palavras: o melhor de toda a minha vida. Falei tanto de W, W, W. W, pra vocês pasmarem, era Willian. Sim, fiquem boquiabertos - ou não. Nem venham me jogar pedras porque o coração não escolhe quem amar, e eu não seria exceção. O Willian faz curso de francês comigo, pelo menos fará até dia 24 de maio, quando ele, infelizmente, terá que sair para fazer um curso de especialização. E eu, claro, fiquei muito triste. Só não contava com o fato de ele ter, em apenas uma hora, transformado toda a minha vida. Ele me deu uma lição, a maior lição que alguém pode aprender : a de ser humano. Eu o moldei de uma maneira totalmente diferente do que ele é. Garotas, eu encontrei o cara perfeito, sim. Aquele bonito, que repassa segurança, recita poemas e tem uma vida totalmente estruturada, é meu mais novo melhor amigo. Eu passei a perceber que a vida não é apenas sofrer, se lamentar pelo o que não tenho ou tive. Percebi que a vida é o que pensamos sobre ela. "Somos apenas matéria" e "nada pode nos deter de fazer algo se não tivermos segurança em nós mesmos" foram as frases que marcaram minha vida desde hoje. Reconheci, em quem menos esperava, a minha felicidade, mesmo que da maneira em que menos imaginei reconhecê-la novamente. Uma conversa que mudou minha vida. Meu dia já tinha sido muito bom por pelo menos ter reunido forças pra postar alguma coisa e por ter me divertido muito com as minhas melhores amigas; mas ele ainda arrumou um jeito de ficar ainda melhor. Juro, nunca me senti tão bem com palavras tão sinceras e transparentes. Fazia tempos que não sentia um gosto tão grande só de ouvir alguém falar. E acatei tão facilmente as palavras ditas por ele que me surpreendi comigo mesmo! Não sou de ouvir qualquer um e muito menos de aceitar o que as pessoas tem pra me falar. E hoje vi que palavras sinceras podem sim mudar nossas formas de ver certas coisas. Sobre mim, estou muito feliz e meu ego está satisfeitíssimo com tudo isso que aconteceu. Minha vida deu uma guinada espetacular. E eu não aguentei ter que esperar mais para postar: aconteceu, bloguei!


Espero que me entendam e que continuem me aceitando do mesmo jeito que me aceitaram todos esses quase onze meses de blog. Passo por mudanças assim como qualquer outra pessoa. E, no momento, nada no mundo vai tirar a felicidade que estou sentindo. Agora tenho certeza que pelo menos uma pessoa no mundo me quer bem e não explora meu lado psicólogo. Enfim, descobri mesmo a felicidade em alguém, mesmo que na forma de uma amizade vinda de um amor não-correspondido. Agora vocês não verão mais o Tiêgo deprê nos posts. Podem comemorar aí, minha autoestima voltou! ÊÊÊ! Hahahaha.




Pra vocês que me amam,




@tiegoalencar, postando duas vezes seguidas em menos de cinco horas, pela primeira vez.

Um selo e uma decepção comigo mesmo.


Ganhei esse selo da Jé, que é uma fofíssima e sempre me presenteia com selos lindos! Valeu, Jé!
Segundo as regras, devo colocar o link do blog que me deu o selo: Surtos Mode ON.


E indicar 10, 15 ou 20 blogs pra receber o selo:


Cão Sem Plumas, do James;
Sacudindo Palavras, da Erica;
Incomitatus, da Carla;
Simplesmente Jeniffer, da Jeniffer;
Atrevido e Meio, do Joabe;
Despindo Estórias, da Tailany;
Just Think, da Tay Scott;
Pinguim Mongol, da Lays;
Amores e Suspiros, da Mariana;
Realidades Utópicas, da Jade.
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É, tô decepcionado comigo mesmo. Tive uma frustração amorosa muito grande e perdi totalmente a inspiraçã pra postar. Vai ser a primeira vez nesse ano que não participo do Blorkutando. Tô com medo do que isso possa fazer comigo. É uma força muito mais potente do que minha simples resistência. Preciso de um tempo pra pensar, pra me recolocar no lugar e espero, mesmo, poder contar com a ajuda de vocês nos comentários. Me aconselhem! Incorrespondência no amor dói muito. E nada melhor do que o conselho de pessoas fiéis a mim, como vocês! Assim que eu melhorar, juro que volto pra vocês se orgulharem mais de mim!


Pra vocês que me amam,




@tiegoalencar.

[PS: Como podem perceber , dei um UPLOAD nesse post. Acabei de saber que a Marília deletou seu blog, o http://petitemelange.blogspot.com! Que pena, eu curtia tanto! Então, tive que acrescentar mais duas, até porque eu tinha que completar os dez blogs, né? #fail.] 

sábado, 24 de abril de 2010

Carta de um jovem apaixonado (1).



*Pra quem não leu a carta da Sophia pro Bernardo, clique aqui.



Sophia,


Os dias se arrastam, as horas mais parecem séculos e a vida não foi mais a mesma desde que tive que partir e ficar longe de ti. Neste momento, meu desejo mais profundo é te segurar no colo como naquela tarde chuvosa de sábado e te beijar como nunca havia beijado alguém. Ah, Sophia, meu amor. Como queria poder te envolver em meus braços e sussurrar ao pé do seu ouvido que te amo e que não consigo mais pensar n'outra pessoa. Eu também já perdi noites e noites de sono, imaginando o nosso reencontro. Sei que dar detalhes nesta carta seria o mesmo que me suicidar e quero permanecer vivo para poder sentir-te junto a mim novamente. Peço-te, com toda a boa vontade que posso reunir, que não me pergunte mais aonde estou. Eu prometo que assim que puder, digo-te tudo com riqueza de detalhes. Só posso confortar-te dizendo que continuo te amando do mesmo jeito que da primeira vez em que nos vimos. Envolvida em seu vestido lilás-claro e calçada com suas sapatilhas de balé também lilás, meu coração palpitou com imensa força que pensei não conseguir sair dali. E eu não queria Oisair daquele salão imenso, palco de nosso ardente amor. O meu sentimento por ti jamais mudará. Pode parecer ridículo e infantil de minha parte, mas nosso encontro foi planejado milimetricamente pelo destino. Ele preferiu nos unir a ter que ver almas gêmeas separadas. E eu não quero quebrar este laço de união tão lindo que é o nosso. Sophia, querida, fique tranquila. Estou bem , mas não da forma que queria estar: ao seu lado.




De seu amor,


Bernardo.

***


Oi gente!

Não tenho muito o que falar de mim. Aqui tá chovendo muito e isso promoveu a propagação dos vírus em meu computador. E ele foi pra assistência, só volta terça! Por isso não postei ontem como havia prometido na postagem anterior.
Pessoal, eu escrevi algo de errado no post anterior? O número de comentários reduziu consideravelmente! Me deixem mais feliz comentando mais, beleza?
A carta do Bernardo é uma analogia perfeita ao meu estado de espírito. Tô totalmente apaixonado por W. Não entendo como alguém pôde me conquistar tão rápido desse jeito!

E, bem, como tô sem mais novidades, vou encerrar por aqui minhas atividades. Semana que vem tô de volta!


Pra você que me ama,

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Censure, se for capaz.


Mesmo com toda a liberdade de expressão e a era digital que chegaram há quatro décadas atrás, ainda nota-se o uso frequente da palavra censura. Mas, com todas essas modernidades com as quais convivemos, ainda existe mesmo a censura? Será que ainda há a imposição do silênco em situações revoltantes, como no período da Era Vargas? É lamentável dizer, mas há sim a presença da censura em diversas situações que, muitas vezes, passam despercebidas sobre nós.

Em países de alto nível tecnológico e digital, como a China, percebemos com evidência a proibição em meios de comunicação bastante utilizados; dentre eles, está a internet. Restrição para ver sites americanos, restrição pra isso, e pra aquilo também. Todos hão de concordar que não há cabimento na colocação da censura em um país com tal poder e influência cobre os demais e que necessita de um amplo e ilimitado local de navegação mais do que qualquer outro lugar. Aqui mesmo, no Brasil, há páginas na internet que não mereciam ser censuradas, por fazerem parte da história mundial – como as que falam sobre Adolf Hitler. Até no carnaval, que é a festa mais liberal de todo o calendário, houve a censura, esse ano, de um carro alegórico que iria mostrar o Holocausto. Como se isso fosse interferir as pessoas de alguma maneira de praticar atos tão ou mais grosseiros do que foram praticados.

Além disso, podemos também ver que a censura está presente na televisão aberta, outro fator que precisa ser colocado em xeque. Crianças veem outras crianças na novela das oito e acreditam que é a coisa mais normal do mundo. E logo pensam que irão encontrar coisas inocentes, como desenhos animados. O símbolo de + 14, + 12 está ali, do início ao fim da programação, e não impede os menores de assistirem beijos ardentes, sexo não-explícito e assassinatos, que acabam causando um impacto ainda maior do que causaria em um adulto. Não é nem uma questão de censura, muito menos de quem elaborou a programação da TV. Vai das escolhas e da consciência de cada um – consciência esta que anda meio sumida das mentes humanas nos dias de hoje.

Tentar calar, silenciar, oprimir o que o outro tem a mostrar ou a falar não me parece muito certo. A liberdade que chegou há quatro décadas atrás já deixou bem clara a sua intenção: “façam o querem e o que puderem”. Se a censura já teve seus momentos de ascensão, hoje já não está mais tão em evidência. É, era digital, tenho a leve impressão de que você marcou um ponto.



Pauta para o Blorkutando – 82ª Semana : Censura.



***


Oi gente!


Vocês devem estar querendo me dar uns socos por eu não ter atualizado antes. É que as ideias (sem acento) só fluíram agora e, com toda a certeza, vieram pra ficar. Sexta-feira posto a resposta do Bernardo pra carta da Sophia (lembram?), sem falta.
Minha “semana” foi curta: tive dois dias de aula e uma prova em cada um dia. Tirei dez em português, levei bomba em história, Tô relax em biologia e ainda não tive a nota de literatura, nem de espanhol, nem de educação física. Mas acho que vou passar, sim. Estão superfáceis! Mas história tá complicado. Tive que fazer a reavaliação. E tô esperando ansioso a nota. Não quero repetir o feito de tirar nota vermelha (!). É desastroso e vergonhoso.
W. tá me matando de saudades. Fazem quase duas semanas que não nos vemos. Quase um século pra mim. Meu amor só aumenta a cada dia que passa. Aquela pele branca, aquele sorriso desestruturador, aquele olhar que faz minhas pernas tremerem... Ai, como é difícil ser eu! Hahaha (momento Mia Colucci #desenterrandoopassado.)
Tô tão feliz com o Twitter! Meus seguidores tão aumentando consideravelmente; e eu tô ficando mais contente comigo mesmo consideravelmente! Haha!
E eu preciso dar mais uma pesquisada sobre Asher Book – o Marco, do filme Fama e vocalista da banda V Factory, que estremece meu coração J - e sobre Willian Barbier – o Alê, de Malhação. Cara, que estilosos, que perfeitos, que incríveis! Alguém pode mesmo ser tudo isso? Só a Lady Gaga mesmo! Haha
Tô livre pelo resto da semana, porque Tiradentes é o patrono da minha escola e sexta-feira vai ter uma ação social. Enquanto isso, os alunos vão ficar dibob esses três dias. Não é demais?
Ah, pra quem não gostou nada de eu ter bandeado pro lado dos VDG, explico: não consegui evitar. Eles foram capa da Capricho duas vezes, conheceram as pessoas que eu mais sonhei conhecer, tiveram sucesso sem o menor esforço... A inveja que eu tinha se transformou em admiração. Só isso. Mas antes deles, muito antes deles, tenho pessoas muito especiais e lindas que me conhecem e me aceitam mais do que ninguém: vocês, leitores. Sem vocês, eu não seria nada e não teria alcançado a marca de 100 postagens! Obrigadão, de coração, mesmo!

E emocionado, concluo esse post tão especial e nem tanto comemorativo, pois “é das simples coisas que nós devemos esperar grandes resultados”, já dizia alguém desconhecido.


Pra vocês que me amam,

domingo, 18 de abril de 2010

Atreva-se, ouse.

Hoje à tarde, fiquei relembrando de alguns momentos da minha vida em que tive que ser ousado. Atrevido. No colégio, por exemplo, assumi gostos diferentes dos dos demais; na rua, passei a ingorar certos julgamentos que me derrubavam por completo; e na internet, criei um blog para expor uma opinião que meu espelho e meu caderno estavam cansados de saber. É isso que eu chamo de mudar, ousar. Soube mexer em mim de modo a ficar mais... interessante, digamos assim. De um sem conteúdo total, minha condição pulou para expressivo.com. Atrevi-me a mudar, uma sensação que acompanha a todos nós durante a vida inteira.

Cá com meus botões, comecei a refletir : se existem pessoas tão influentes e poderosas em nossa sociedade, porque elas não se atrevem a modificar certas situações completamente revoltantes e caóticas para que se tornem solução para todos? Acredito que cada um de nós tem sim o poder de ousar e de ser ousado. Atrever e ser atrevido. Porém, é claro que há momentos em que não se vê necessidade de ser tão expressivo, mas quando puder, mude um pouco. Mexa-se. Não seja apenas mais um na multidão. Ajude, colabore com a sociedade, faça a diferença. Seja recolhendo o papel do bombom que você comeu ou impedindo aquele carinha indefeso da escola de sofrer bullying da parte dos seus amigos. Garanto que o ato de ousar pode garantir frutos no futuro, que você agradecerá por terem brotado. E aquelas pessoas que tem tudo e não fazem nada perceberão o quanto estão sendo estúpidas.

Com tudo isso, espero ter plantado em vocês um grãozinho que seja de incentivo. Ào atrevimento quando sentir que for a hora de se atrever, à ousadia quando for necessária e, principalmente, à mudança, que é a única capaz de lhe dizer o que deve ou não fazer.

Pelo direito de ser feliz, sejamos atrevidos e atrevidas na vida!

*Post especialmente dedicado ao Joabe, que é um excelente e competente blogueiro e me pediu, via Twitter (!), por um texto em homenagem ao seu blog. Tá aí, @atrevidoemeio! Espero que goste!


***
Oi gente!


Antes de tudo, quero agradecer pelos 17 (!) comentários no texto anterior. E isso porque eu sou um zero em paquera, hein? Haha. Agradecer à Marília por ter me dado aquela pérola de cantada pra postar no Twitter. Valeu, Má!
Minha semana foi ótima, apesar de alguns imprevistos. Não houve aula na quinta-feira devido a uma manifestação dos professores. Quando soube, pulei de alegria. Mas só agora vim perceber que isso vai ser sinônimo de sábados letivos. E eu odeio (leia-se ODEIO MUITO) ter que ir pra escola no sábado.
No curso de Francês, uma surpresa: aprendi a conjugar os verbos no passado. É difícil, sabiam? Tanta regra, tanta palavra só pra dizer que passou tal coisa... Mas é né, tem que aprender. E eu aprendi. E ensinei, também.
W. me pediu pra ter aular particulares, de tão bom que é o meu francês, modéstia à parte. E eu dei. Era pra ter sido melhor, mas aconteceram fatos que não vale a pena recordar que impediram toda a sina de se cumprir – pelo menos a que eu imaginava que fosse acontecer. Me ferrei bonito. Bem feito, quem mandou querer acreditar no que não existia!
Mudando de assunto, tô viciado no Twitter! Sinceramente, eu sou a prova viva de que o amor é a ligação perfeita pro ódio. Antes, não via a menor graça – até porque eu não ia tuitar todos os dias, né? – nesse microblog. Agora, com a net em casa, parece uma brincadeira bem legal, daqueles que te fazem ficar horas com a galera jogando. Adorei! Tanto que se não fosse o Twitter, eu não teria feito o texto pro Joabe! Rs.
E acho que tô completamente retardado. Comecei a gostar dos VDG! Acho que foi praga. Mas também acho que foi porque eles 'nasceram' no mesmo mês em que o meu blog, sacam?

Pra concluir, o próximo texto será o de número cem! Olha só, jamais imaginei chegar a tanto! Muito obrigado à todos que leem meu blog e me dão motivos pra continuar!

Acho que eu já falei demais. Agora façam a parte de vocês e comentem, comentem muito e me deixem muito feliz como no post anterior!


Pra vocês que me amam,

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Paquerar, cantar, azarar .



Sabe aquele típico cara que chega em uma garota com o ar de “vem-que-eu-te-quero” ? Se sim, saiba que não faço parte destes genótipos de galos. Paquera nunca foi meu forte, admito. E algumas vezes eu já tive que rebolar para conseguir conquistrar alguém sem parecer tão, azarão (ou azilão, como é chamado aquele que azara).
A paquera é um lance meio irado: se é um garoto que chega na menina, ele é o bom, o gostosão. Se a garota chega num desses caras,  ela é tachada de piriguete, de saidinha. Mas não era pra ser o contrário? Ela não teve a coragem e a determinação de ir lá no cara mais cobiçado da balada, por exemplo, e pedir para conhecê-lo melhor? É, caros leitores. A paquera tem dessas coisas mesmo. Eu próprio, por não saber lidar com ela, tive “aulas” (sim, aulas!) de como aprender a cantar com moderação! Os objetivos foram todos cumpridos. Só que na hora H, tudo o que foi aprendido em quase um mês escorreu por um breu imaginário, dando lugar a um vazio imenso em meu ego. O que resta, nessas horas, é apelas para a improvisação, dom que os garotos dominam bem – não que as garotas não sejam capazes de improvisar, claro.
A linha “tô-te-cantando”, seguida pela maioria dos homens, dificilmente faz efeito se vier acompanhado de clássicos como “não sabia que existia anjo na Terra” e “nossa, que gata você, hein?”. O melhor a se fazer é partir pra uma conversa sadia, sem muitos exageros nem intromissões, com constantes elogios de acordo com o papo. É nesse tipo de paquera que as garotas caem. E é ela que eu aplico quando tento me aproximar de alguém. Certas palavras, expressões e comentários, se contidos naquele momento, podem fazer um bem extraordinário para os dois. E sem nenhum esforço, a paquera pode fluir positivamente; só basta ter um pouco de bom senso e lábia pra segurar a garota.
Cantadas à parte, o que não se pode perder em momento algum no ato da conquista é a essência do que te levou ali, a estar sendo guiado até aquele alguém para paquerá-lo. Porque, enfim, ninguém merece um fora quando se quer muito ficar com alguém, não é?



Pauta para o Blorkutando – 81ª Semana : Paquerologia.

***

Oi, gente!

Vocês devem estar se perguntando como alguém tipo eu, que não tem nenhuma experiência com paqueras, praticamente, consegue falar com tamanha precisão sobre tal assunto. Eu explico: é um simples caso de observação. Nas poucas vezes em que a utilizei, adquiri o conhecimento olhando os outros caras. Se bem que agora eu não preciso mais tanto dela, porque, segundo algumas amigas, “tu tem um charme natural de cara gostoso mesmo, Ti!” – um minuto de eu-me-achei.
Continuando: a internet em casa ta melhor do que pensei. Voltei ao Twitter, to aprendendo a mexer no Last FM e, enfim, to podendo pensar mais nos meus textos sem ter que me preocupar com dia da postagem nem com a hora. Ai, que ótimo! Hehe.
W. Ai, W. Me armou uma terça-feira que quase morri. Nunca me senti tão... valorizado. É, eu também tenho meu valor, tá? Haha.
No mais, acho que é só. Na escola, tudo normal. Só tenho alguns trabalhos pra entregar e história, que praga! Tirei 0,5 numa prova valendo 4,0, acreditam?! Minha situação se agravou em história e vou correr contra o tempo pra estudar. Nem tô ligando tanto pro vestibular esse ano, quero mesmo é passar na escola. O que seria da universidade sem o ensino médio completo?

Pra vocês que me amam,

domingo, 11 de abril de 2010

Carta de uma jovem apaixonada (1).


Bernardo,


Ontem à noite não consegui dormir. Fechava meus olhos e a sua imagem, sorridente e impecável como o horizonte laranja no pôr-do-sol, invadia meu pensamento, sem pedir licença. Por vezes caminhei de um lado para o outro com o celular nas mãos, pronta para te ligar e falar que não consigo mais viver sem você. Mas o receio, o medo da sua decepção, do seu desprezo era maior, tão maior que não consegui reunir coragem o suficiente para procurar seu número na agenda e apertar o CALL. Os minutos, os segundos se arrastavam pela madrugada silenciosa e sorrateira, que tomava conta do céu imenso e cinza que restava de um dia chuvoso. Bernardo, meu amor, sou grata a você por ter me oferecido aquele lugar no cinema, pela pipoca repartida e pelo discreto beijo dado no final do filme, que virou mero coadjuvante nessa história. Meu querido, meu amado. Você ter sumido assim só me fez acreditar ainda mais no que eu já sentia. Esta noite passada em claro, relembrando nossos passeios, beijos ardentes e abraços sintonizantes, conseguiu me prender ainda mais à você. Bernardo, você é o único perfume que minha pele aceita; você é a estrela que ilumina minhas solitárias noites; você é o sonho que insiste em penetrar minha mente. Você, com toda esta atenção e respeito para comigo me fez cair, ceder, ser derrotada pelo amor. Já não posso evitar. Outros homens cruzaram meu caminho, implorando por uma única chance. Mas a sua imagem aparecia ao meu lado, sussurrando palavras de amor em meu ouvido e fazendo com que eu não me sujeitasse à conversa de nenhum deles. Eu sei o que quero. É a você que eu amo, Bernardo. E sei que seu sentimento por mim por mim não foi nem é apenas mais um para a coleção. É por isso que lhe confesso que falhei ao me apaixonar por você, por aceitar condições totalmente opostas , e por acreditar na esperança da compreensão novamente. Assim que puder, mande notícias. Já não suporto mais um dia sem notícias suas. Preciso de você, meu amor.




Da sua amada,
Sophia.

***

 
Oi, gente.

Caso não tenham reparado a dose cavalar de sentimentos que pus nesa carta, eu estou apaixonado. De uma forma muito mais intensa e diferente do que das outras vezes. W. é total e completamente diferente de mim e sei que não daremos certo de jeito nenhum. Mas lá no fundo, algo me diz que devo persistir nesse amor. Não é brincadeira nem nada. Quando escrevo cartas de amor, podem ter certeza de uma coisa: elas demonstram tudo o que estou vivendo no momento. Interpretem-a do modo como preferirem, pois já fiz da minha maneira.



*Tirei a ideia das cartinhas da Mel, que sempre me fazem pensar e refletir. Valeu pela inspiração, Mel!

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Irmãos, até a morte.

Algumas pessoas reclamam por não ter um irmão. Outras, já não suportam mais os gêmeos idênticos brincarem de quem é quem. Existem até certos indivíduos que detestam ser filhos únicos. Agora, imaginem um garoto, mais dois garotos, mais uma garota numa casa nem um pouco grande e sem muitos lazeres: você pensou em mim. Sou o terceiro de quatro filhos. E não foi nada difícil ter que relembrar alguns anos atrás, quando brigávamos, fazíamos as pazes, chorávamos de tanto rir e brincávamos com o carrinho de mão no pátio.


Minha convivência com meus dois irmãos foi pacífica até eu entrar para a escola e me dar conta de que era gente. Eles não admitiam a ideia de eu ter começado a estudar mais cedo e ter uma noção mais inteligente e ampla das coisas do que eles. Isso tudo acarretou em uma série de brigas, confusões. E alguns sermões e surras (neles, vale frisar). Minha irmã, que de boba não tinha nada, aproveitou-se da situação para conquistar o título de " queridinha do papai e da mamãe ". Eu não fiquei por menos. Parei com as brigas, decidi começar a fazer as tarefas em casa e virei o exemplo. Resultado de tanto esforço: mais brigas, surras e sermões. Neste ritmo de festa, continuamos a levar a vida, juntos, porém separados pela barreira transparente da incompatibilidade geniosa ou de gênios.


Anos depois, mais crescidos e maduros, os irmãoes Alencar resolveram amadurecer. Diogo, com 23 anos, saiu de casa; Tiago, com 21, assumiu responsabilidades o suficiente para se manter livre de qualquer incoveniência familiar; Driely, com 14 anos, passa pelo difícil e amargo processo da rebeldia e transformação adolescente. E eu, Tiêgo, com quase 16 anos, vivo a pressão de quase estar adulto e de ter que arcar com as consequências disso.


Relembrar isto tudo só me fez pensar em casamento. É, o de véu e grinalda e tudo o mais. Sabe por quê? Porque o padre, ao abençoar os casais, os faz prometer ficar juntos na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, até que a morte os separe. Estou começando a desconfiar de que fazemos o mesmo juramento ao ganhar um irmão. Pois apesar de tudo o que aconteceu, não poderia ser mais justo comigo mesmo e dizer que eu não seria nada sem eles. Talvez teria até enlouquecido se eles não existissem. Amo meus irmãos, mesmo que eles me dêem mil motivos para chorar e detestá-los. Afinal, amor de irmão é, sim, para a vida toda, disso tenha certeza.






Pauta para o Blorkutando - 80ª Semana: Irmãos.

***
 Oi gente! (Tipo no blog da Gossip Girl, sabe? Rs)

Tenho novidades, muitas delas!
A primeira é que, até ontem, eu não tinha nem computador em casa. Hoje, literalmente, termino a postagem em casa! Sim, em CASA #frisa! Tipo, a internet ainda não chegou, mas o PC já e já é alguma coisa, não é? Aguardem mais postagens!
Outra, que ainda não tinha contado é que comecei a estudar Espanhol no lugar de Francês na escola. Péssimo. A professora é chata e maçante e não tem o menor controle sobre a turma. Lastimável. A língua também é feia, gosto mais do charme do Francês. Ainda bem que tem o curso pra me salvar!
A terceira é que W., felizmente, resolveu me dar alguma moral. Seu abraço me fez chorar de emoção. Enquando R. se forma hoje em biologia. Ê, parabéns para R., gente!
Na escola, minhas amizades se consolidaram de vez. Agradeço incessantemente pela Carla Guedes, pela Letícia Ruy-Sêcco e pela Laura Viana terem cruzado meu caminho. Valeu, girls! Amo vocês ♥ Nossas palhaçadas no meio da aula me dão total inspiração pra escrever!
Ah, eu esqueci totalmente de ter agradecido à Jéssica por ter me dado um selo que não encontrei no blog dela, por ter tantas postagens e por ser tão top. Valeu, Jé, pela consideração!
É, caso não tenhm reparado, tô megafeliz! Consegui lembrar de tudo!
Ah, tô apaixonado por Malhação, tô triste por Cama de Gato estar acabando, ODEIO os VDG, Telephone da Lady Gaga com a Beyoncé é o melhor clipe que já vi na vida e eu acho que nunca estive tão feliz na vida!

Última observação: meu blog está prestes a completar cem postagens. acreditem! Mais um motivo para agradecer à vocês pela paciência e por me entenderem tão bem, valeu mesmo, galera!

Beijos, abraços e até a próxima!

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Totalmente sem ideia . Ou não.

É, é exatamente como tô agora. Sem nenhuma inspiração. A habitual, que sempre vem de manhã cedo e que me deixa feliz da vida não chegou. Não postarei uma coisa que vocês, provavelmente se surpreenderiam, nem algo que lhes alegrariam, mas como sou brasileiro e carrego na pele a arte do improviso, deixem-me dar o famoso jeitinho brasileiro.


Quarta-feira passada, na aula de educação física, assisti a um filme, chamado " Para sempre vencedor ", que foi simplesmente um golpe de reflexão na minha vida. O longa relata a história de Rick, um garoto nada responsável e que só queria saber de curtir a vida. Tá, tudo bem. Só que a falta de bom senso só cessou quando ele, felizmente, é detido e vai pra um centro de detenção. Lá, ele cria vergonha na cara e, através do esporte, muda a própria vida, adquirindo caráter e um pouco de qualidade de vida. A moral desse filme foi a superação, coisa tão difícil e tão almejada por tanta gente nesse mundo. Superar é...


Chega. Não consegui raciocinar. Mas achei um site ótimo que posta cliques de famosos com Wayfarer, o óculos dos meus sonhos! Vão lá e deem uma olhada: http://euqueroumwayfarer.wordpress.com. É de arrasar! Tanto que me fez perder a concentração. Pra não ficar por menos, aqui vai uma fotinha dessa perfeição hit dos anos 80:






Adooooro! Vocês não tem noção! Ficadica ;D


Quarta tô de volta, eu acho. Semana de provas é meio complicada, mas creio que vai dar pra ir na lan house pra postar a pauta pro Blorkutando ;D


Beijos, abraços. E até mais, meus leitores lindos que aguentam meus surtos de loucura ;) Eu sei que a falta de inpiração leva gente à deletar um blog, coisa louca. Minhas loucuras são saudáveis, né?