sexta-feira, 15 de julho de 2011

Blame it on the… alcohol?!

Sendo bem sincero, à princípio de conversa, eu sinto sim vontade de ingerir bebida alcoólica. Não só porque toda a galera da minha idade bebe, não. É pela famosa e traiçoeira ânsia de experimentar. Experimentar coisas novas, sensações novas, experimentar o efeito da embriaguez, experimentar sair de mim sem me dar conta disso. Eu tenho consciência de que muitas vezes é um caminho sem volta, daqueles que podem ser bem tortuosos. Mas infelizmente a gente não controla os desejos – mesmo que eles impliquem num belo box porre + ressaca no dia seguinte.

Ok, já confessei minha vontade de bebida, agora vamos para o outro lado da história: consumir álcool sem a menor prudência – e eu dou ênfase aos adolescentes. Não sei se já aconteceu com vocês, mas eu já cansei de ajudar amigos e amigas  em porres épicos, com direito a espetáculo e tudo no meio de festas e reuniões. E eu não sei se me orgulho disso ou não. Acredito que não seja muito certa a presença constante de amigos e/ou conhecidos nesses momentos trágicos e a chance de você ser ajudado por um desconhecido é cada vez menor. Não existe nada melhor do que a precaução, não só nos casos críticos de bebedeira como para tudo em que fazemos nessa vida. Não consigo entender porque é tão complicado saber a hora de parar com as entornadas e eu tenho certeza que o fato de nunca ter bebido pra valer não influencia em nada nisso. A gente não sente quando o corpo começa a avisar quando o perigo está cada vez mais próximo? Por que seria diferente com o álcool?

Vai aí um aviso para a galera irresponsável com a bebida: se vocês não sabem onde estão se metendo, não se metam. Acho que já basta de os telejornais noticiarem praticamente todo dia acidentes de carro com jovens embriagados, adolescentes morrendo por conta da dependência alcoólica e “crianças” amadurecendo cedo e aprendendo a beber cada vez mais cedo. E antes que alguém me lembre, eu não esqueci que é preciso ser maior de idade pra beber. Mas não vou entrar em detalhes porque a gente está falando da realidade – e eu não me lembro de a realidade costumar seguir regras…

A chave para a solução dos problemas desse povo com o álcool está no diálogo com os pais, na busca de informações e muito treino de autocontrole. Porque afinal, brindar por alguém vira mero coadjuvante quando esse brinde começa a fluir quente (ou gelado?) no organismo. E eu posso garantir, assim como todos vocÊs podem: as consequências desse descontrole são desagradáveis. Bem desagradáveis.

 

PS: Titulo baseado no episódio 14 da segunda temporada de Glee, de mesmo nome.

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