sexta-feira, 29 de abril de 2011

Casamento “real”?

 

E hoje o mundo parou para assistir o casamento entre o príncipe William e a até então plebeia Kate Middleton. O tão esperado casamento real, que todos aguardavam ansiosamente. Bem, acredito que eu não seja tão hipócrita a ponto de dizer que não quis saber de nada porque eu quis sim saber do que se tratava, pois Willian e Kate pra mim são só nomes próprios (e comuns) pra mim. Porém, depois que fiquei sabendo do que se tratava tamanho alvoroço, fiquei frustrado. Afinal, o que são os enlaces matrimoniais de atualmente mesmo? Ah, lembrei: uniões de dois segundos.

Não estou sendo exagerado, não. Estamos até saturados de tanto ver casamentos decaindo mais rápido do que foram planejados – infelizmente, indo de encontro àos famosos votos de aliança em tudo que é coisa. Cheguei a pensar que casar fosse algo sério, mas pelo visto só tenho motivos para estar enganado. As coisas evoluíram, meus caros. E com o casamento não foi diferente. Antes quando víamos toda aquela tradição de véu e grinalda, achávamos a coisa mais linda do mundo. Já hoje não passa de um mero acontecimento de rotina. É pra ocorrer, e só. O conto de fadas vivido por Kate Middleton não passará de uma ilusão das grandes quando ela acordar de toda a euforia de estar se tornando princesa e constatar que é o começo de uma série de fatos que mudarão para sempre a sua vida – o que eu aposto em dizer, fatos nada legais. Quem aí adoraria ficar subordinado à um sistema de segurança digno de Hogwarts pós-fuga de Sirius Black? Ou então ter que seguir regras atrás de regras, normas atrás de normas, como se acabasse de arranjar um emprego? Não acredito que esse seria o tipo de vida que eu gostaria de ter, não… Entretanto, alguma coisa me diz que o título dado a Kate fará com que ela se sinta mais do que recompensada por toda a “submissão” a qual foi indiretamente imposta. Status nessa sociedade vale muito, mas muito mais do que posses valiosas.

Acredito que a hipótese pra que tudo isso valha a pena é pura e simplesmente o amor. Se existir amor de verdade, o casamento dá certo. Se bem que na maioria das vezes, com o tempo, ele acaba mudando de várias formas… Mais um motivo para eu condenar o casório. Sei que é tudo muito relativo, só que não adianta querer ser feliz estando SEMPRE SEMPRE SEMPRE junto da pessoa amada. Sentir aquela saudade básica é até legal! Fora que ainda temos que suportar saber de tudo sobre o outro todos os dias, o que torna a inevitável rotina ainda mais deprimente. Portanto, fica a minha notinha de pesar pelo casamento do Willian e da Kate. Pois pra mim, não passam de mais dois seres humanos que tentarão ganhar na loteria ao dar certo no casamento.

 

Pauta para o Blorkutando – 135ª Semana: O Casamento do Ano

terça-feira, 26 de abril de 2011

Todos Amam Vitória, parte final

[Parte 1 | Parte 2 ]


- RÔ! - gritei desesperada. - Não, Rodrigo, não é nada disso que você...

- ESTÁ VENDO? - interrompeu ele ainda mais alto, com a frustração escorrendo pelos olhos junto com as lágrimas grossas. Toda a galera que estava na balada paralisou para ver os momentos seguintes de nosso do desastre. Gustavo não conseguia me largar e parecia que meu corpo era seu escudo para qualquer que fosse a investida do irmão. Não vou negar que fiquei receosa, até demais, com o próximo movimento do Rodrigo. O irmão que ele tanto confiava e a suposta namorada engalfinhados como se não tivesse existido nada entre mim e ele deve ter caído como uma bomba em sua cabeça. Fiquei fragilizada! Era como se eu tivesse cortado todas as articulações das pernas e fosse desmaiar a qualquer momento. Eu senti que amava o Rodrigo ali, com aquele vexame deplorável. Mas também descobri que amava o Gustavo porque ele me fazia sentir tudo o que eu precisava pra ser feliz! Era impossível explicar de maneira plausível o que se passava em meu coração. Mas eu tinha uma certeza: os dois eram o que eu queria. De verdade, por mais controverso que possa parecer.

- Vamos conversar, cara, a gente precisa conversar - repetia Gustavo, pressionando-me contra ele e me deixando ainda mais arrepiada do que já estava.

- CONVERSAR? SOBRE O QUÊ? - disse Rodrigo, indignado. - Vocês acabaram comigo. Poderiam ter sido no mínimo um pouco mais discretos. Mas preferiram agir dessa maneira. Palmas, vocês merecem o troféu cara-de-pau do ano - finalizou, batendo palmas e correndo até a saída. Larguei Gustavo quase que instantaneamente e segui os passos do Rodrigo, correndo o máximo que pude. Escutei a galera comentar alto o que havia acontecido. Ao virar-me para trás, percebi dedos apontando em minha direção - e para minha surpresa, Gustavo também havia vindo atrás de mim.

- Não vou deixar você enfrentar essa sozinha - disse ele ao se posicionar ao meu lado. - Afinal, foi tudo culpa minha.

- Tudo culpa sua. - completei, esperando a cara feia dele. Mas me surpreendi ao ver que Gustavo carregava uma expressão séria no rosto. Ele não era assim. E nem eu era tão derretida e emotiva desse jeito. Por isso mesmo, tratei logo de ir pensando no que ia falar para Rodrigo quando o encontrasse.

O que não tardou a acontecer.

Após alguns metros depois da saída, Gustavo avistou Rodrigo sentado de costas para a rua num banco de madeira da praça próxima ao lugar da festa. Ele parecia mais calmo do que no momento do flagra e aquilo me animou para começar a falar. Toquei em seu ombro e ele não se deu ao trabalho de virar-se para ver quem era.

- O que você quer? Acabar de vez comigo, é isso? - disse ele, ainda calmo, mas com uma aspereza interminável na fala.

- Rô, você precisa me ouvir antes que eu faça uma loucura - ameacei, também tentando permanecer calma.

- Ah, é? Você não pensou na loucura que eu pudesse fazer comigo mesmo quando você beijou meu próprio irmão na frente de todo mundo, não foi? - argumentou Rodrigo, certeiramente.

- Será que você pode me ouvir? Por favor? - pedi quase suplicando e não suportando mais tanta pressão sobre meus sentimentos. Gustavo me abraçou forte antes de eu criar coragem e sentar sobre o banco em frente ao Rodrigo. Ele parou de fitar o chão por alguns segundos, olhou no fundo dos meus olhos e assentiu dizendo um 'fala', seco mas provido de uma emoção que eu não pude descrever.
E desatei a contar tudo o que sentia. Tudo o que sentia em relação a ele, em relação aoo Guto e em relação a mim. Ele continuava calado, inclusive a cada pausa que eu fazia. Ao concluir meus pensamentos, minhas explicações e minhas desculpas, ele enfim se manifestou, de maneira surpreendentemente sábia:

- Eu posso entender.

Juro que absorvi cada palavra sem saber como começar a processar a informação. Era chegada a hora de ele se explicar.

- Eu sempre soube de tudo. Gustavo suspirante ao te ver, ao tocar no meu celular e ver sua foto no papel de parede, ao cantar todas as manhãs no chuveiro. Ele nunca havia se apaixonado e quando o fez, foi pela garota que eu mais amei em toda a minha vida. Fui covarde, deveria ter dito a ele tudo, desde o princípio. Ms deixei o meu amor por você, Vitória, ultrapassar os limites da razão. Eu não sabia como lidar com esse sentimento martelando dentro de mim. E ao te ver ali, com ele, não foi absolutamente nenhum choque por vocês dois. Foi por pensar que teria te perdido pra ele, justo pro Gustavo. Fiquei furioso. Nunca pensei que fosse ficar tão chateado apenas por pensar que fosse perder o amor da minha vida. Mas depois das suas palavras, eu estou disposto a te perdoar. E a perdoar o Gustavo, porque não o culpo por sentir o que sinto por você. Só não faço ideia de como continuar com você sabendo que meu irmão te deseja tanto quanto eu desejo, Vitória. O que eu faço? O que você fará?

Parecia um sonho. Rodrigo havia perdoado não só a mim, mas ao irmão também. Porém, o que eu faria para que não magoasse o sentimento de um sem deixar a felicidade proporcionada pelo outro?

A ideia que se passou pela minha cabeça foi completamente louca. Insana. Eu já havia lido em alguns lugares sobre, mas não tinha conhecimento de relacionamentos que tivessem dado certo. Só que o meu daria. Eu faria o possível para que tudo desse certo.

Eu seria a primeira garota da face da Terra a ter dois namorados. Sérios. E irmãos.

Eu não morreria por expor meus planos ao Rodrigo e ao Gustavo. Eles dois não eram crianças. Mas poderiam rejeitar a ideia maluca. E acima de tudo, eu poderia perdê-los definitivamente! Entretanto, tenho a sorte de possuir um otimismo diferente do normal. E agradeço muito a Deus por isso.

- Guto, pode sair de trás dessa árvore que eu sei que você está aí - eu disse, convidando-o para vir até Rodrigo e mim. Percebi que o Rô estremeceu de leve ao sentir os passos do irmão se aproximando, mas manteve a postura. Ele era mais novo do que o Gustavo, mas por vezes deixei de acreditar nisso.

Gustavo chegou até o banco de madeira onde eu estava, fitou o irmão com umma seriedade incomum e antes que pudesse começar a falar, Rodrigo interveio:

- Você está perdoado. E a Vitória está prestes a decidir com qual de nós vai ficar.

Guto sorriu torto, me olhou depressa e eu confirmei com a cabeça. Ele desmorou no banco ao lado do irmão. Eu sabia que era tudo ou nada. E dei o veredicto:

- Rodrigo, eu amo você e tenho certeza do que sinto. Gustavo, eu amo você e tenho certeza do que sinto. Amo os dois e não vi outra solução que beneficiasse a todos senão uma união tripla. Só assim ninguém ficará magoado, triste ou frustrado. Sei que vocês dois vão me achar uma maluca depois disso mas...

- EU TOPO - disseram os dois em uníssono. - Tudo para não perder você, Vitória - completaram também juntos.

Eu havia conseguido!

Abracei meus mais novos dois namorados que sorriam feitos dois bobos, segurei as mãos frias dos dois e nos levantamos juntos, satisfeitos e felizes em direção a... qualquer lugar. Qualquer lugar com o Rô e o Guto estava bem. Tudo estava bem.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Felicidade… é tudo que se quer!

 

Eu conheço a felicidade.

Ela não tem sobrenome imponente, não sabe falar, não consegue ler tampouco dançar e é impossível fazer uma descrição física dela. Mas mesmo sem enxergá-la, sou capaz de senti-la – o que diga-se de passagem é muito melhor do que ver e tirar conclusões precipitadas.

A felicidade é uma dose intensa de tudo o que há de bom e que se pode sentir. Nada se compara à sensação de achar que é capaz de tudo, indestrutível, impassível a erros, apenas com uma gargalhada verdadeira. Não há como não querer sair pulando como se tivesse ganhado na loteria ao sentir aquele choquinho delicioso na alma que nos faz sorrir. Encontrar algo que se iguale/compare ao status “estou feliz” me parece um desafio dos grandes. Muitas vezes, pode nem ser uma razão extraordinária, como conseguir um emprego importante numa multinacional logo na primeira tentativa; pode ser um gesto mínimo, mas de coração, como um sorriso sincero ou um ‘bom dia’ caloroso quando acordamos sob raios e trovões. A felicidade é um sentimento bem curioso: não importa o motivo que a tenha ocasionado, pois ela sempre causará o mesmo efeito contagiante em nós. Mesmo que essa coisa curiosa seja muito relativa, uma risada gostosa e eufórica de felicidade independe do que for considerado motivo para tamanha alegria. Eu ganho o dia com um abraço apertado, o Felipe come uma barrinha de chocolate que o deixa contentíssimo e a Carla sai com as amigas para ser tomada por esta emoção fantástica que é estar feliz.

Agradeço muito a Deus por ter sentido e por sentir todos os dias que sou feliz, acima de todas as indiferenças que fazem a tristeza querer reinar absoluta. Seja com meus simples gestos de bondade tanto no trabalho quanto em casa, seja acessando a internet e navegando neste universo de possibilidades que ela nos proporciona, acabo não conseguindo resistir: a onda de alegria vem quase que instantaneamente. Pode parecer piegas, mas eu acredito sim que a felicidade se encontra nas coisas mais simples da nossa complexa existência. Porque afinal, deitar na cama à noite e acordar pela manhã respirando e constatando que estamos vivos já é um motivo e tanto para ficarmos felizes. Aliás, como seria a sentir a felicidade sem vida? Impossível, não?

 

Pauta para o Blorkutando – 134ª Semana: Felicidade.

***

Oi, gente!

Enfim dei uma aparecida por aqui pelo PS pra explicar a overdose de postagem dos últimos dias com uma palavra: INS-PI-RA-ÇÃO.
Não sei explicar ao certo, mas acho que escrevendo eu me liberto um pouco dessa coisa louca que anda a minha vida. Não tô reclamando de nada, muito pelo contrário. Tô até gostando, já é um treino pra quando começar a vida de universitário daqui a três meses. Mas não vou negar, trabalho em demasia feat. o francês feat. um namoro todo cheio de história estão me deixando meio pirado. Ainda bem que ao começar a escrever, tudo isso some da minha cabeça e as palavras por si só me invadem de felicidade. OPS, mais uma vez essa palavra linda nesse post alegre e que saiu num momento de total alegria, ao menos pra mim.
Hoje é sexta-feira da paixão e todos os anos eu sempre prometo mudar, ser uma pessoa mais legalzinha e tudo. Fui até a igreja hoje, rezei, pedi a Deus pra me ajudar a ter ainda mais paciência do que já tenho pra lidar com meus problemas. Agora é esperar pra ver se vou conseguir transformar esse eu tão desvirtuado da religião em alguém mais presente. EU SEI QUE NÃO PARECE MAS NÉ, EU ME IMPORTO SIM.
E o feriadão? Todos curtindo a folga deliciosa e que veio numa excelente hora? Espero que vocês estejam aproveitando, porque esse ano serão raríssimos esses momentos “mini-férias”, já constataram no calendário? Fui ver isso ontem, cara na poeira de quem conta com os feriados de sempre caindo nos finais de semana :/
E acho que é isso. Tô legal, numa vibe toda positiva e crendo que tudo vai dar certo! ~~TODOS OTIMISTA VIBRA~~ Ah, nem perguntei de vocês o que acharam da minha crítica de ontem! Gostei de fazer isso, aguardem por mais!
Como amanhã me atolarei de coisa pra fazer e o domingo provavelmente será cheio por conta da páscoa linda que é todos os anos na minha família, talvez eu não volte até segunda-feira. Então quero desejar a todos uma feliz páscoa! Muito chocolate, muita renovação e muitas calorias pra todos e todas!

Do seu escritor-aspirante,

Tiêgo R. Alencar

quinta-feira, 21 de abril de 2011

CRÍTICA: “Cordel Encantado, um acerto”

 

Para quem já se acostumou com as histórias nem um pouco atraentes das novelas das seis horas da Rede Globo, é bom começar a rever seus conceitos a partir de agora. Com um enredo no mínimo curioso, Cordel Encantado chegou para mostrar que um reino distante, o sertão nordestino e romances inesperados podem sim construir uma trama gostosa e capaz de prender nossa atenção do início ao fim.

No maior estilo “conto de fadas” adaptado, tudo se passa na pequena cidade de Brogodó, no sertão do nordeste brasileiro. Açucena (personagem de Bianca Bin) é uma jovem sonhadora, apaixonada pelo namorado, Jesuíno (interpretado por Cauã Reymond), e que vive fazendo planos para o futuro com o rapaz. O que ela não sabe é que é uma princesa, filha da majestade do reino de Seráfia, o rei Augusto (vivido por Carmo Dalla Vecchia) e de sua esposa, que acabou falecendo oito meses após dar a luz a Aurora (o nome dado a Açucena pelos pais biológicos). Augusto volta a Brogodó depois de 20 anos, após descobrir que sua filha está viva, prometendo casá-la com o príncipe Felipe (interpretado por Jayme Matarazzo). Só que esta busca não será nada fácil e até o encontro entre pai e filha, muita coisa pode acontecer.

A novela escrita por Thelma Guedes e Duca Rachid conta com um elenco sensacional, digno de novela das oito, do qual vale destacar os nomes de Débora Bloch, Mateus Nachtergaele, Heloísa Perissé e Berta Loran. Além disso, os recursos visuais utilizados para a captação das imagens são de extrema qualidade, como podemos perceber a todo momento nos cenários fantásticos, tanto no sertão de Brogodó quanto no reino de Seráfia. A técnica vocal dos atores do núcleo nordestino da trama também chegam a surpreender. Inclusive os atores recém saídos da novela Passione Cauã Reymond, Bianca Bin e Bruno Gagliasso estão fazendo um trabalho incrível – e cheguei até a achar que teria sido um erro os três nos papéis principais de Cordel Encantado, uma vez que não tinha conhecimento do tamanho do potencial do trio.

Portanto, fica a dica: Cordel Encantado tem elementos perfeitos para ser uma novela de sucesso. A audiência da novela chegou a bater os 27 pontos de audiência por vários dias seguidos. Com tudo isso, recomendo sim assisti-la; cultura, emoção e diversão reunidas numa novela só não é todo dia que se tem a oportunidade de ver. E garanto que há anos não se via uma novela de época tão boa de se acompanhar, desde Alma Gêmea. É a Globo mostrando que ainda é capaz de nos tirar o fôlego com tramas boas, saudáveis e capazes de entreter o público sem apelações.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

100 vergonhas (ou não) about me, parte dois

Bora lá continuar a palhaçada do post anterior? Se joga e vem comigo!

 

  1. Tenho uma mania chatíssima de professor de português: corrijo todo mundo. MESMO QUE MENTALMENTE ALGUMAS VEZES.
  2. Quando não vou com a cara de alguém, sempre faço cara de paisagem pra tudo que a pessoa diz.
  3. Já quis levar gatinhos lindos que vi na rua pra casa. Mas meus pais nunca me deixaram ter um, só cães :/
  4. Já quis levar outros gatinhos pra casa, mas eu aposto como o babado ia ser pior.
  5. Acho mulheres de batom vermelho o cúmulo do sexy.
  6. Só usaria terno em último caso.
  7. Sou apaixonado por camisas gola V e morro de vontade de ter todas as do Fiuk. desabaphei
  8. Eu morro de vontade de ter o Fiuk. desabaphei2
  9. Leio bulas de remédio.
  10. Como açaí com ovos sem medo de ser feliz.
  11. Comida apimentada me fascina. Até a alma.
  12. Nunca bebi nada além de duas garrafas de Ice.
  13. Ainda sonho em conhecer o Max Fercondini pra ter certeza se ele é de verdade.
  14. Ainda sonho em conhecer a Marisol Ribeiro pra ter certeza se ela é de verdade.
  15. Vivo ouvindo meu nome sendo chamado por aí. Mas nunca olho pra trás pra ver quem é.
  16. Sou supersticioso. DEMAIS.
  17. Tenho horror a gente que fala errado.
  18. Gosto das minhas coisas velhas e legais, mesmo elas estando a um passo de se tornarem inúteis – tipo meu celular.
  19. Evito o máximo que posso usar reticências.
  20. Sou chorão.
  21. Leio blogs de fofoca e me orgulho muito de saber dos baphos na frente da fubá.
  22. VEJO GLEE. VEJO GOSSIP GIRL.
  23. A propósito, onde clica pra comprar um Will Schuester ou um Rufus Humphrey, me contem?
  24. Um dia, eu irei comer neve. Da França.
  25. Não assisto nada que já tenha começado. A não ser que eu goste MUITO.
  26. Roo unhas.
  27. Não penteio meu cabelo.
  28. Visto as primeiras coisas que vejo pela frente, tanto pra sair quanto pra ficar em casa.
  29. Já levei tanto fora que dou risada pra não chorar.
  30. Por ser ocupado, as pessoas me taxam de antipático. Principalmente no MSN. Gente, eu tenho culpa?
  31. Abro 3299283029832903 abas numa página, mas não abro outra página em quaisquer navegadores.
  32. Alô gaúchos, o sotaque de vocês me ganha. Favor ligar para
  33. Não sei embrulhar presentes.
  34. Não consigo mentir na cara dura porque eu acabo rindo. E me fodendo, consequentemente.
  35. Vou cursar Letras na faculdade mas MORRO de medo de Literatura. Sério.
  36. Relógios parados me dão siricutico.
  37. Eu falo “siricutico”.
  38. Não posso ver nada fora do lugar que já quero arrumar.
  39. Ah, sou terrivelmente organizado.
  40. Antes de saber o que significava a palavra DESIGN, pensava que era algo de comer.
  41. Tenho uma memória incrível, pago pau.
  42. Acredito no significado dos sonhos. Aliás, vivo tendo sonhos retardados.
  43. Já cheguei a pensar que fosse retardado, sério.
  44. Ano retrasado, adquiri o hábito ~~estranho~~ de falar sozinho.
  45. Não vejo a menor graça em Beatles, nem em Rolling Stones (que eu não sabia que existia até semana passada), nem em nada desses clássicos. Ser pseudocult PRA QUÊ?
  46. No melhor show da minha vida (NX Zero, ano passado), EU CAÍ DE QUATRO NA ARENA DE SHOWS. E quase fui pisoteado.
  47. Gosto de andar de ônibus.
  48. Fico frustrado quando vejo guris/gurias lindos/lindas com a letra feia.
  49. Todos dizem que minha voz é bonita. Já eu…
  50. Tô morrendo de sono e diga-se de passagem vivo morrendo de sono. Até mais, seus lindos!

segunda-feira, 18 de abril de 2011

100 vergonhas (ou não) about me, parte um

RSRSRS


Oi, seus lindos!
Hoje eu acordei meio afim de falar de mim. Como não tenho mais pra quem falar porque a fubá já sabe até a cor das minhas cuecas, resolvi falar pra vocês um pouquinho mais de mim – só que dessa vez, indo além das descrições. Baseado numa ideia insana – e genial – do Jean Netto em seu blog pessoal pelo qual eu sou apaixonado, o Dando Doce, resolvi compartilhar com vocês aquelas coisas que eu nem deveria ter lembrado, mas que por obra divina se mantém fresquinhas na minha memória. Segue minha lista de vergonhas , parte um!

  1. Já levei uma queda clássica no colégio. NA HORA DO RECREIO, NA FRENTE DE TODO MUNDO. Preciso dizer mais?
  2. Dancei o Ragatanga de me acabar na época de auge do Rouge, beijos.
  3. Falando em Rouge, fui e ainda sou retardado por elas. E pelo Br’Oz.
  4. Certa vez, no meio da missa, comecei a entoar um canto FÚNEBRE ao invés do de comunhão.
  5. Menti pencas de vezes pros meus pais pra continuar ficando sem fazer nada depois da escola.
  6. Não fico sem camisa nem na frente da minha mãe.
  7. Meu medo de sapos consegue ser maior do que o da morte.
  8. Tenho a péssima mania de cantar na rua quando tô com fones de ouvido.
  9. No primeiro e segundo ano do ensino médio, toquei na banda marcial da escola. As roupas oficiais de apresentação me deixavam que nem uma paquita de dois metros da Xuxa.
  10. Acho crocs cafona. Mas tô doido por uma.
  11. Faço emoticons na comida.
  12. Sou assexuado ~~de verdade~~.
  13. Não posso ver caras de barba. Sou retardado por barba.
  14. Não posso ver garotas altas e bonitas. Sou retardado por quem consegue alcançar minha cabeça sem dificuldade.
  15. Perdi a conta de quantas vezes já dei de testa em batentes de porta por esquecer da altura.
  16. Nunca me esqueço do dia em que chamei o governador pelo nome do antigo na frente do povo político todo.
  17. No meu primeiro dia de aula da quinta série, fui taxado de nerd pela primeira vez. O título me era ótimo – porque eu não sabia o que significava.
  18. Não sei formar UMA frase em inglês. Mas sou fluente em francês.
  19. Já fui todo lindo e na pokerface escrever no quadro no lugar do professor sem saber que tava com o bumbum cheio de corretivo.
  20. Minha capacidade de ser desajeitado me surpreende.
  21. A-MO nerds. Bonitos.
  22. Sou antigo. Prefiro trocar cartas a mandar um e-mail.
  23. Detesto admitir, mas ando rápido demais. Não tenho culpa se as minhas pernas são compridas.
  24. Gosto de dramalhões mexicanos.
  25. Tenho uma queda astronômica pelo Wagner Moura e pelo Ashton Kutcher (ah, e agora pelo Sebastian Vettel <3).
  26. Nunca me canso de assistir “A Nova Cinderela”.
  27. Sou muito mais ler livros e imaginar como eles seriam nas telonas do que as adaptações propriamente ditas. Sempre deixam a desejar pra mim.
  28. Se fosse pra eu escolher como morrer, preferiria morrer congelado a morrer queimado.
  29. Amo livros de terror.
  30. Odeio filmes de terror.
  31. Já fiz xixi nas calças de medo de filme de terror AKA O CHAMADO.
  32. Meu primeiro beijo teria sido a coisa mais romântica e linda e s2s2 se meus amigos não estivessem vendo e eu tivesse notado isso. Mordi a garota sem querer.
  33. Já cometi o pecado de mandar um Correio do Amor (sacam? Festa junina e bububu?) pra guria que eu tava afim e assinar com as iniciais de um colega. Ela reconheceu as iniciais do nome dele e foi lá tirar satisfação. Os dois estão juntos até hoje.
  34. Não consigo dançar. Sou mais duro que um pedaço de rapadura.
  35. Já cantei em coral, quando mais jovem (me senti vovô falando isso mas enfim).
  36. Não fui coroinha na igreja porque era alto demais pra estar no altar e isso ia contra as leis de Deus segundo alguém me disse. E sim, eu acreditei.
  37. Já me apaixonei platonicamente por um personagem de novela.
  38. Assim como metade da população, odiei o Twitter quando criei o meu pra experimentar. Depois que passei a usar todos os dias, paguei pela boca. Tô viciado.
  39. Digo que sou católico, mas só lembro da igreja quando tem coisa importante por lá.
  40. Sou desastrosamente romântico.
  41. Achar sapatos pra mim é uma loucura. Calço 43/44 e a situação é meio complicada, sabe. Ainda mais quando se está prestes a chegar em 44/45.
  42. Sardinha me faz vomitar.
  43. Sigo as modinhas quando elas me agradam e eu não tenho vergonha de assumir. Taí Crepúsculo e Glee que não me deixam mentir.
  44. Mas sou extremamente chato quando as pessoas me criticam por eu gostar de Céline Dion e Simple Plan.
  45. Sou xiita do RBD e me dói de verdade saber que o grupo acabou :(
  46. Dei pulos de excitação e felicidade e meus olhinhos se encheram de lágrimas quando ganhei pela primeira vez no Blorkutando!
  47. Eu ERA tímido até a raiz dos cabelos.
  48. Dá vontade de jogar cloro nos olhos de quem me chama de Diego.
  49. Odiava meu nome. Até perceber que fazia jus à ele em TUDO.
  50. Tenho pânico de casamento.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Humanidade, a gente vê por aqui

 

Há pouco mais de uma semana, um desastre acontecia no Rio de Janeiro, na localidade do Realengo. Wellington Menezes de Oliveira, 23 anos, entraria na escola Tasso da Silveira e mataria, sem motivo aparente, onze crianças e adolescentes, entre meninos e meninas. O Brasil paralisou. Os brasileiros se comoveram com a tragédia e tentam entender até agora o que de fato teria feito o rapaz atirar contra tantos inocentes. Todos se solidarizaram e o país se une em meio a tamanho massacre.

 

Esse foi o relato resumido do desastre em Realengo, que diga-se de passagem mexeu demais comigo. Impossível compreender a frieza, a covardia e a insanidade do autor da chacina. Confesso que se eu já tinha medo de andar por aí, sinto ainda mais medo de ficar em casa ou até mesmo no trabalho, já que não se pode mais duvidar da audácia e capacidade destes seres desprovidos de humanidade. Até quando vamos parar de nos surpreender tanto com a capacidade de provocar tantas desgraças do homem? Por que essa falta absurda de sensibilidade? E como estar pronto pra receber notícias como estas, capazes de nos deixar tão sentidos? Estas questões decididamente me parecem distantes de ter algum dia uma resposta plausível.

 

Não estamos mais em segurança em canto algum, nem mesmo em nossos próprios lares; não podemos mais nos defender nem sozinhos, nem em grupo; não somos capazes de prever massacres e tampouco de evitá-los.

 

Vivemos numa sociedade onde fica cada vez mais complicado ter um sentimento de humanidade sincero e real. Tanto que fazia muito tempo que eu não parava a qualquer notícia sobre o ocorrido na TV e chorava, sem conseguir conter as lágrimas. Fiquei fragilizado, sensibilizado, emocionado. Imaginava a dor imensa que os pais das vítimas e simplesmente não podia evitar aquela sensação que me faz chorar sem querer. Ao mesmo tempo que me sentia impotente por não poder ajudar os sobreviventes da maneira como queria. Sei que pode soar estranho, mas senti sim como deve ter sido terrível a sensação de perder alguém sem estar esperando, até porque vivi situação semelhante (um amigo, em 2007, acabou sendo assassinado por reagir a um assalto). Não vou negar e não sinto vergonha de dizer que fiquei muito sensibilizado com o ocorrido e espero nunca mais me ver obrigado por forças sobre-humanas a ficar ainda mais sensível do que já sou por algo tão ruim.

 

Não entenderei jamais os rastros até o massacre que Wellington Menezes de Oliveira promoveu, nem pretendo quebrar a cabeça tentando decifrar a mente complexa e doentia dele. Mas as marcas do fato ficarão marcadas pra sempre não só na minha vida, mas na de milhares de outras pessoas pelo mundo. E que a tragédia do Realengo tenha servido de lição para que aprendamos a ser um pouquinho mais humanos – de verdade, sem máscaras ou qualquer coisa que nos faça duvidar que nossa capacidade de sentir realmente existe.

 

 

Pauta para o Blorkutando – 133ª Semana: Estado de choque.

***

Oi, gente!

Enfim voltei, né, depois dessa viagem louca que fiz à Belém e que nunca mais esquecerei por ter sido a minha primeira pra fora do Amapá. A realidade já fez o requisito e me colocou de volta na minha velha rotina.
Sobre o post, só de lembrar meus olhos já se umedecem. Caramba, eu realmente não me lembro de ter ficado tão mexido com uma situação dessas. Agora não sei se isso é bom ou se é ruim, fica a critério de vocês me dar uma julgada básica ;D hahaha
Os livros que comprei na viagem estão rendendo. Já terminei de ler O Pequeno Príncipe e agora tô em A Garota da Capa Vermelha. APAIXONADO. Super recomendo, corram pra ler!
A língua francesa tá cada vez mais tomando conta da minha vida. Apaixonado duplamente, já que o amor da minha vida tá mostrando me amar mais do que eu mereço. SOU FELIZ?
E acho que é isso. Tô quase sem baphos, quero voltar logo mais pra postar algo pra vocês rirem um pouco sobre mim ;D

Do seu escritor-aspirante,

Tiêgo R. Alencar

terça-feira, 12 de abril de 2011

Minha primeira viagem, parte final!

[UM PS: as fotos do post de hoje serão postadas amanhã. Esqueci que a internet de Macapá não é a mesma coisa da internet de Belém.]

E é chegada a hora de se despedir de Belém.

Como que por uma grande ironia, a cidade amanheceu com um tempo fantástico, diferente dos dias nublados com sol anteriores. Acordei muito mais cedo, às sete e quinze, porque ainda tinha que visitar o Museu Emílio Goeldi e o Parque da Residência antes de arrumar minhas malas e me mandar pro aeroporto. Ao despertar, já senti o peso de ter que deixar aquela correria toda, aquela cidade que é uma loucura de movimentada e tudo aquilo que vivi nos três dias anteriores. BUT não quis deixar o saudosismo tomar conta de mim assim tão rápido e tratei logo de ir esquecendo os pensamentos tristes e colocando os bons pra funcionar. Após me arrumar e tomar café, me dirigi com minha tia até o Parque da Residência, de ônibus. Incrível a praticidade dos ônibus, vão pra todos os lugares MESMO; sabendo andar, não gastem mais com táxi não (apesar de táxi em Belém ser muito mais barato do que em Macapá).

Chegando ao bendito Parque da Residência, achei tão encantador o lugar! Tipo uma mini-cidade, muito graciosa mesmo. Tem até uma sorveteria dentro de um vagão de trem abandonado! Fiquei ainda mais abismado porque o lugar tem toda uma estrutura natureba e é no meio de um lugar master movimentado, a rua Magalhães Barata (no bairro de Nazaré). Não surpreendeu mais do que o bosque Rodrigues Alves (que esqueci de citar ontem, é um bosque NO MEIO DE UMA RUA. Literalmente. Gente do céu, uma doidice GENIAL que inventaram, ali o trânsito é infernal como em muitas outras partes, mas sei lá. Me chamem de retardado, mas pra mim o bosque teve o poder de acalmar. Ver que o povo de lá teve no mínimo o bom senso de amenizar o impacto da poluição excessiva é de aliviar!), admito. Mas vale a pena conferir sim!









Não muito longe dali, segui com minha tia para o Museu Emílio Goeldi. E meninos, VALORIZEI CADA PASSO QUE DEI. Caramba, foram alguns dos melhores momentos da viagem! Só não gostei da parte de exposição estar em construção e interditada pra visitação :( Mas fica a dica: o Museu (que também fica numa rua super movimentada) é TUDO DE BOM! A começar pela natureza, a gente respira ar puro ali dentro. As árvores de todos os tipos chamam a atenção, assim como os espaços para a mostra dos animais. Vi bichos que nunca tinha visto na vida! Uma onça-pintada linda e tola rolando pela gruta aonde estava conquistou meu coração, fiquei louco pra trazer pra casa <3 Sério gente, o bichinho é lindo demais, que vontade de ficar passando a mão na cabecinha dela s2s2 Além disso, vi tucanos, cobras, pacas, ariranhas, pássaros dos mais variados tipos... Além de um jacaré-açu tremendamente grande, quase simijei de medo. Dei graças a Deus por não ter encontrado nenhum sapo lá porque né, eu sou bufonófobo e o negócio não ia prestar. Fora isso, tem vários pontos estratégicos para tirar fotos, não tem como não se apaixonar por lá. O tempo pareceu voar lá dentro e eu SUPER fiquei chateado com isso, na melhor hora do dia os segundos correram loucamente :/ Deixei o Museu querendo mais!

Árvore retardada, que nem eu.




Jacaré-açu
Tartarugonas s2s2





Peguei o ônibus pra casa com minha tia, verifiquei se minha bagagem estava toda arrumada...


 ... e me aprontei pra ir pro aeroporto. Aproveitei a internet do hotel pra baixar um monte de coisas porque né, em Macapá eu NUNCA ia conseguir baixar de dia nada de mais de cinco megabytes. Como sempre, a hora passou depressinha e depois de checar tudo - e dos downloads terem terminado hahaayyyy -, partimos pro aeroporto Val-de-Cans. Aí sim meu coração deu uma apertada básica. Minha primeira viagem estava chegando ao fim! E por mais triste que isso possa parecer, eu estava satisfeito. Minha sensação de missão cumprida era mais do que boa. Tomava conta de mim. E ao mesmo tempo quue chegava a hora de partir, o balanço da viagem estava ficando pronto. Antes de embarcar, anotei os pontos positivos e os negativos de Belém. Seguem os pontos, cinco de cada!

- PONTOS POSITIVOS:
  • A acessibilidade. Podemos achar de tudo facilmente nas ruas e nas lojas de departamento espalhadas pelos 23092832 cantos da cidade. Aprovei!
  • OS SHOPPINGS, porque né. Em Macapá temos dois que juntos cabem dentro do Pátio Belém, o primeiro shopping que visitei. Não consegui ver toda a extensão de nenhum dos três shoppings, impossível fazer isso em duas horas. Fiquei encantado! Não quis sair mais do Boulevard Shopping ;/ hahahaha
  • Os ônibus. Eles levam a gente pra todos os lugares da cidade pagando relativamente pouco. E melhor, como já havia dito, vários dos pontos turísticos de Belém fazem parte da linha deles. Só o cuidado que tem que ser redobrado!
  • A natureza. Preciso nem comentar o tanto que fiquei louco com o tanto de verde que tem em Belém. Mesmo com os inúmeros prédios, o lugar sempre parece ter uma frondosa árvore em algum canto. Achei chique, achei boa a ideia pro centro da cidade!
  • E por fim, o visual das pessoas. O que eu achei de boy magia e de menina pra casar aqui foi impressionante. Ainda mais que o povo se veste super bem, aí morri! Os meninos usam e abusam de bermudas e sandálias e nem por isso deixam de ficar estilosos e lindos. As meninas ousam mais, saem de arrastão pelas ruas sem medo de ser feliz. Adorei!
- PONTOS NEGATIVOS:
  • A SUJEIRA. Porra, paraenses, bora criar um pouquinho mais de vergonha na cara e colocar o lixo NO LIXEIRO? Fiquei chocado com gente jogando papel no chão, baganas de cigarro e até jornais recém-lidos pela janela do ônibus. Uma cidade tão bonita não merece MESMO os moradores que tem. Não gostei nem um pouco de tanta poluição. Sem necessidade.
  • O TRÂNSITO. Vocês viram o drama nas minhas fotos, né? O trânsito é IN-FER-NAL, fora a quantidade de imprudência que a gente vê. Diante de policiais, uma avenida muito movimentada, motoqueiros não tem pena de atravessar sinal vermelho e motoristas de ônibus sequer esperam todos os passageiros entrarem antes de arrancar das paradas. Um horror!
  • O PREÇO DA COMIDA. Em alguns momentos, chega a ser mais do que exagerado um prato de comida custar quase vinte reais. Sem contar que na maioria dos restaurantes que entrei, os atendentes tinham uma cara de cu do tamanho da minha vontade de gritar isso na cara deles. Uwó!
  • A FALTA DE EDUCAÇÃO. Vou confessar que fiquei bem chateado no Castanheira Shopping Center quando fui pedir informações para as pessoas que passavam e elas sequer me olharam na cara. Só balançavam a cabeça e iam embora. Nada a ver! E na parte de cinema do Pátio Belém, também fui perguntar pra um guri lindíssimo se ele sabia onde ficava algum lugar que vendessem lembranças e super de má vontade ele apontou pra baixo, se virando pra falar com uns amigos ridículos. Falo mesmo, achei putaria. Não dói dar informação, viu paraenses? Eu sei que a cidade é violenta e que estranhos geralmente não são bem-vindos mas né, eu não tenho cara de assaltante (ou tenho?). Bora ser mais educadinho que os turistas agradecem.
  • E por fim, O DESCASO COM A POPULAÇÃO. Eu sei que são 3927230270329 mil belenenses e tudo, mas caramba! Vi tantos problemas óbvios e evidentes na cidade que fiquei chocado. Muita gente reclamando de falta de energia, de água, de ruas intrafegáveis... Em Macapá as coisas não são muito diferentes, só que em Belém tudo parece ser ainda pior. Fiquei chocado!
Depois de ter escrito os pontos positivos e negativos de Belém no meu caderno, minha tia já havia feito o check-ins e seguimos pro salão de embarque.E pra minha surpresa não esperamos tanto quanto esperei no aeroporto de Macapá. Após trinta minutos aguardando, meu avião chegou.




E então me despedi de minha primeira viagem, fantástica e inesquecível, de muitas que ainda virão.


***

E assim encerro meu primeiro diário de viagem! Espero que tenham gostado! Agora tô acomodado na minha casinha linda em Macapá, depois de quatro dias de muitas emoções. Espero voltar logo mais!

Do seu escritor-aspirante,

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Minha primeira viagem, parte três

Oi, gente!

E hoje estou um pouco menos cansado. BUT descobri tanta coisa sobre Belém hoje que nem sei se conseguirei contar tudo. Meu celular, pra variar, começou a ficar com chatice pra tirar fotos e eu fiquei putíssimo da vida com isso, nem perdi meu tempo com ele. Portanto, hoje teremos menos imagens e mais textos, ok lindos? Bora se jogar comigo no meu diário do penúltimo dia em Belém!

Acordei um pouquinho mais tarde do que os dias anteriores, às oito e meia da manhã. E gente, o que é a segunda-feira belenense? BUZINA E BUZINA E BUZINA E CARROS E ÔNIBUS E TRÂNSITO E ZÁS. Vocês não fazem ideia do que é ser despertado por aquele barulho de motor acelerando e de gente gritando "chip da Vivo cinco reais". Precisei de uma segunda-feira pra perceber que Belém NÃO É aquela coisa toda que eu pensei que fosse. Mas se acalmem que eu não vou gritar desesperadamente pra meio mundo que Belém é uma porcaria ou coisa do tipo. Longe disso, acabei caindo na real e vendo que aqui tem mais problemas do que se possa ter alguma noção. De novo vou tocar no assunto do trânsito. Caramba, KD PACIÊNCIA HEIN SEUS CONDUTORES IRRESPONSÁVEIS? Taquipariu, juro pra vocês que quis dar uns socos num motorista do ônibus ANANINDEUA-PA/PTE.VARGAS (ALO VOSSEIS DA PREFEITURA DE BELÉM DEEM UMA RASTREADA NESSE CARA) - acho que é esse o nome do ônibus - que além de parar em cima da faixa de pedestres, ainda gritou uns palavrões pra um passageiro que pediu pra entrar e arrancou sem o coitado nem ter subido direito. Fiquei chocado! Em Macapá, eu já estava acostumado com a pacificidade das ruas e avenidas... Acho que esse contraste todo me deixou meio assim. MAS CONTINUANDO, a manhã pelas ruas me foi bem proveitosa. As calçadas da Presidente Vargas são lotadas por ambulantes que vendem de frutas a chips pra celular como já havia dito lá no começo. Um detalhe: no final de semana, não vi nada de movimento ali. Pouquíssima coisa. Mas eu aconselho dar uma entrada num beco próximo à uma loja chamada Big Ben (uma das lojas da rede, porque vi VÁÁÁÁÁRIAS dessas na cidade desde que cheguei). A ruela dá acesso a uma IMENSIDÃO de lojinhas e mais lojinhas, barracas e mais barracas de tudo o que se pode imaginar. DVD's piratas brincam de pira (gíria nortista pra 'andam de lá pra cá') naquele camelódromo, nossa. Mas não há só barracas, tendas e lojinhas. Existem muitas lojas grandes também, fiz muitas compras em várias delas. Aproveitei bem as promoções porque sou prático e gosto de economizar e me chamem de pão duro depois disso mas eu amo comprar MODERADAMENTE, risos. ANYWAY, lavei a burra e comprei mooooontes de coisas lá: camisas, calças, bermudas, um moleton sensacional que pechinchei pra tia lá da lojinha me dar um desconto básico... Ai, foi ótimo. Super recomendo!

Como que num passe de mágica, a hora voou. Quando minha tia e eu nos demos conta, já eram quase duas e meia da tarde e ainda nem tínhamos almoçado. Deixamos as coisas no hotel e descemos pra almoçar num restaurante self-service aqui próximo. Ia tirar uma foto do meu prato que tava LINDO, fiz uma caretinha e tudo pra vocês - mas a câmera do meu celular me fez o favor de estragar meus planos. Almocei lindamente e sem esperar nem mais um segundo, minha tia me levou até o hospital Ophir (ou Ofir, como tava nas plaquinhas de identificação das salas) Loyola, porque ela precisava do resultado dos exames dela pra receber os remédios na Farmácia de lá (um parêntesis: minha tia é transplantada de rim. E diferente do que todo mundo pensa, a vida reinicia depois de um transplante. Dai essa rotina dela de vir sempre aqui se consultar e tudo, receber os remédios e tal) do hospital. Até que achei uma graça a estrutura do hospital, pelo menos o sofrimento todo que eu vi no Globo Repórter dia desses não me apareceu em nenhum momento, graças a Deus. No bairro de Nazaré, onde se encontra o Hospital Ophir Loyola, TUDO É RYQUEZZA. Tudo. Desde as lojas até os cinemas que passam filmes pornô que eu também não consegui fotografar (risos risos risos). A gente sente a atmosfera diferente naquele local, uma loucura. Mas continuando, depois de sair do hospital, fui conhecer a Catedral de Nossa Senhora de Nazaré, que diga-se de passagem foi a igreja mais linda que eu já vi na minha vida, deu até vontade de rezar como vocês podem ver nas fotos abaixo (sim, por obra divina a câmera pegou):














Dei uma rezadinha básica pra não dizer que eu me desvirtuei completamente (porque né, faziam SÉCULOS que eu não entrava numa igreja) e depois segui com minha tia para o Castanheira Shopping Center. E GENTE, que contrastíssimo: esse shopping fica NA PUTA QUE PARIU. Longe pra chuchu de onde eu tô hospedado! E pior, numa zona de TOTAL movimento, mais do que em todos os lugares aqui. Já senti o impacto do lugar quando desci do ônibus na frente de uma galeria imensa E XOXÍSSIMA bem na frente do shopping. DICA: não percam tempo nessa Galeria. Tem tanto espaço e NADA de útil, só fiz abestar indo lá. Depois de ter quebrado a cara, parti pro Castanheira Shopping. E gente, CUI-DA-DO, cuidado TRIPLO ao atravessar as ruas. Os carros são AINDA MAIS imprudentes e só param na faixa quando o povão todo passa junto, o que sempre acontece. Fiquei CHOCADO com a grande massa que veio do shopping e foi junto comigo pra lá. É muita gente! Deus é pai, quase caí bem perto de chegar no final da faixa, fiquei horrorizado só com a possibilidade de CAIR em Belém. Deem uma olhada e acompanhem o meu drama - foco na fubá toda que se concentra pra passar:





















E a minha impressão do Castanheira Shopping Center? ACHEI POVÃO. Sabe, a gente nota na mesma hora a diferença entre o Pátio Belém e o Boulevard Shopping pro Castanheira. O Boulevard pra mim foi o melhor dos três sem sombra de dúvidas. No Castanheira não tem UMA livraria, fiquei chocado! Em compensação tem lojas e mais lojas pra siacabar nas compras. Fora os magazines de departamento, que tem de um tudo e são IMEEEEEEEENSAS! E as salas de cinema lá pra cima também não deixam a desejar. Quis MUITO parar pra ver Vips, filme nacional com Wagner Moura (meu ator favorito s2s2 depois do Ashton Kutcher, claro). Mas como sempre eu não pude parar por que ainda tinha MUITO o que fazer. Não me demorei no Castanheira, dei uma parada na C&A pra comprar umas coisinhas pra mamãe e pra minha irmã e segui pra casa das amigas da minha tia, pra ela buscar o que faltava da bagagem dela. Foi ótimo conhecer gente daqui, ENFIM! Uma pena eu não ter demorado :/ Mesmo com os imprevistos, como a chuva que cai A TODO MOMENTO nessa cidade PARECE BRINKS COM A GENTE NÉ, deu pra conhecer mais de Belém pela boca de outras pessoas.

Cansadérrimo, pegamos o ônibus e demos mais uma volta na cidade antes de chegar ao hotel. Ah, e fica a dica: os ônibus, pelo menos os que eu andei, passam pela maioria dos pontos turísticos de Belém. Só com uma passagem a gente conhece MUUUUITO mesmo! Fora que pra mim ainda foi ótimo, o busão (FAVELEI NA GÍRIA) para bem perto daqui de onde estou hospedado. Larguei as compras na cama, tomei meu banho e desci pra jantar alguma coisa (em "alguma coisa" leia "X-Bacon com guaraná") antes que eu definhasse de fome. E a tia da lanchonete era super simpática, cheguei lá armando um escândalo porque tava perdendo a novela (viram que o maldito do Léo quis roubar a Carmem na cara de pau? MALDITOOOOOOOOOOO!) e a tia super entendeu, até comentou comigo que queria dar um soco nessa peste. hahahahaha. Meu jantar foi uma delícia, voltei com a titia pro quarto do hotel e agora tô terminando de escrever CORRENDO porque ainda vou arrumar minha mala e eu tenho MUITO o que ajeitar, amanhã eu me despeço de Belém e enfim direi todas as minhas impressões da cidade. Tô com muito sono, logo mais eu volto!

Do seu escritor-aspirante,


domingo, 10 de abril de 2011

Minha primeira viagem, parte dois

E eu começo o meu relato do segundo dia de viagem com uma palavra: CAN-SA-ÇO.
Gente do céu, como andei hoje. Sério, fiquei desde as oito e meia da manhã, com uma parada só no hotel pra trocar de roupa e me mandar pro segundo shopping (AI GENTE UM PS: ESQUECI DE DIZER O NOME DO SHOPPING DE ONTEM! Pátio Belém o nome dele, tá? Minha tia me disse que ele é o famoso Iguatemi, que eu nunca tinha ouvido falar MAZENFIM), o Boulevard Shopping. Mas vou contar uma coisa de cada vez, bora seguir o itinerário do meu dia sensacional.

Primeiro, tive uma sensação BEM estranha quando acordei: parecia que já eram dez horas da manhã. Quando fui verificar no meu celular a hora, constavam sete e trinta e nove. Mas era como se eu tivesse dormido até o sol entrar pelos furicos, como faço todos os finais de semana. E eu fui dormir uma hora da madruga, terminando de upar o post de ontem. Só que como eu sou lindo e sensual nem me lembrei de nada disso e me mandei pra um banho (quente, ops ops ops). Corri com minha tia pro café da manhã...


... e seguimos rumo às Docas Boulevard, que é bem aqui pertinho de onde estou hospedado. Ah, antes de prosseguir, quero dizer que não estou acostumado a ver prédios deste tamanho em Macapá:


E nem a ver casinhas TÃO juntinhas assim:


Ok, seguindo, cheguei nas Docas Boulevard com minha tia BUT não abria naquela hora, só dez horas da manhã. Mas fiquem sabendo que na saída tem uma pracinha bem simpática de frente pro rio. Inclusive olhem eu gatíssimo e na pokerface olhando pros guuindastes da Doca. A foto foi desproposital, risos:


[PS²: MINHAS POSES NÃO SAÍRAM MUITO DIFERENTES, NÃO RECLAMEM PORQUE SOU GRANDE E PESSOAS GRANDES NÃO SÃO MUITO VERSÁTEIS PRA POSES]

Com as Docas Boulevard fechadas, minha tia sugeriu que fôssemos conhecer o famosíssimo cartão postal de Belém, Ver-O-Peso. E meninos, pensem num lugar que tem DE TUDO. E leiam esse DE TUDO como DE TUDO MESMO. Eu sabia que era uma feira imensa, mas né, não sabia que era tão grande. Achei umas pimentonas vermelhas lá mas a tia lá da banquinha me barrou de fotografar por uma razão que eu não entendi porque ela enrolava a língua toda pra falar. Ah, e um ponto negativíssimo na feira do Ver-O-Peso: O CHEIRO. Taquipariu do lugar pra feder, olha. Lá no final então, dei uma morrida de pena dos garis. O chorume que tem naquele lugar é HORRÍVEL! Mais do que o normal, Deus é pai. Mas achei muito útil o lugar, se não fosse a sujeira e o fedor, seria ótimo.

Feira do Ver-O-Peso
Depois de uns lugares meio bizarros e alguns pedintes na rua, cheguei com a minha tia numa praça que eu não sei o nome e a minha tia tá dormindo. Lá tem um forte chamado Forte do Presépio, marco do surgimento da cidade de Belém. Cheguei a estudar sobre esse forte em História do Amapá há alguns anos, mas ele nem de longe se compara ao da minha cidade, desculpaí Belém se eu arrumei uma coisa pra te derrubar RSRSRS


Ah, e essa catedral belíssima também que eu TINHA que fotografar, linda e toda reformada, segundo uma senhora que falou comigo lá na frente.


Esse lugarzinho onde eu estava era uma delícia de ficar, cheio de verde, cheio de ar puro, ai, fiquei encantado. Ainda tinha uma tal Casa das Onze Janelas, que eu esperava muito mais do que vi. Era proibido fotografar mas como eu sou um divo e tenho poder acabei fotografando mesmo assim. Olhem:





 E nessa hora que me baixou o terrorista e eu quis bombardear o navio lá no fundo?


OK, parando cas palhaçada, deixem-me correr porque tô MUITO cansado e preciso dormir urgente, antes que eu capote de novo em cima do notebook. Algum tempo depois de sair da pracinha linda, achei chique voltarmos até as Docas Boulevard e estar aberto e o lugar ser tão aconchegante ~~e caro~~:









Distante da calmaria das Docas Boulevard, gente, o que é a loucura do trânsito de Belém? Deem uma conferida no caos:


É ônibus pra TUDO QUE É LADO, táxi, moto... E as irregularidades? O que eu vi de motorista dirigindo sem capacete não foi brincadeira, olha. Atravessando sinal vermelho então... Esse caos todo era bem próximo de uma outra feira livre que tem aqui próximo também de onde estou hospedado. Aproveitei pra comprar logo uma carteira ~~me chamem de jeca, eu nunca tive uma carteira~~ e uma camisa regional porque eu não ia passar despercebido, né. Gente, vocês não tem NOÇÃO do quanto de fubá que tinha ali. Povo de tudo que é jeito, até boy magia tinha lá, quase morri com um moreno de cavanhaque que perguntou se eu queria cintos. Prestatenção no perigo da muvuca:



OI SO LIMDO TCHAU
E cá estou eu, minúsculo, na frente do também famoso cartão-postal Teatro da Paz. Não deu pra entrar, mas por fora ele é lindo - e IMENSO:

CORRENDO MAIS UM POUCO porque meu sono tá difícil de lidar, vou apresentar as fotos pra vocês e vou falando sobre onde era e o que achei. As que seguem são do Mangal das Garças, um lugar bem natureba e belíssimo, me apaixonei. Ah, antes: EU FUI DE ÔNIBUS PRA LÁ, BEAJ.

















E a visão de cima da Torre, SEN-SA-CIO-NAL:







Depois de ficar um tempão no Mangal das Garças admirando toda a beleza e simplicidade do lugar, minha tia resolveu me levar ao Shopping Boulevard. Crianças, que shopping mais boca de confusão foi aquele? Muito melhor do que o Pátio Belém, na minha opinião. Deve ser porque é recente, né? Mas enfim, comprei horrores nele, e nunca me senti tão bem em estar morto de andar num lugar imenso e sensacional daqueles. Passei quase um século na loja da Saraiva FASCINADO com tanto livro. Até os de culinária eu parei pra ver. O lugar é fantástico, não quis mais sair de lá, olha.




Depois da Saraiva, onde comprei quatro livros lindos que mostrarei depois, andamos MUITO pelas lojas e comprei na Renner duas camisas gola V de cores que eu ainda não tinha, na Riachuelo comprei umas camisas xadrez LINDAS LINDAS LINDAS e uma bermuda ótima. Mortíssimo de tanto andar, fui comer alguma coisa com a titia e me surpreendi peeeeeeeencas com a propaganda enganosa do Giraffas. Os hamburgueres são UM CU de pequenos e ainda por cima não vendem maionese. WTF de lanche considerado é esse? SIARREPENDI, quis ter ido no McDonalds mas né, outras mil pessoas pensaram no mesmo que eu.




E por fim, ainda dei uma voltinha básica nas Docas Boulevard (que à noite ficam ainda mais lindas) pra jantar com a minha tia. O jantar estava MARAVILHOSO e ainda achei um namorado por lá, fiz o Daniel e me virei com o que tinha:



COQUEIRO TE AMOOOOOOOOOOOO

PS: AQUI TEM GARRAFA DE ÁGUA MINERAL ROSA. MORRI. kkkk
E por hoje é só. Ah, ia esquecendo: minhas mais novas aquisições literárias! MUÁ!

Da esquerda pra direita: meu dicionário francês-francês, O Pequeno Príncipe, A Menina da Capa Vermelha e Adulterado.
Capotei. A gente se vê amanhã, lindos!