sábado, 28 de janeiro de 2012

Happy ending?


Não, não desacreditei da vida nem algo do tipo, mas de uns tempos pra cá tenho refletido bastante sobre finais felizes - se é que eles realmente existem. Desde que me entendo por gente, não consigo visualizar o que a maioria vê; passando o resto dos seus dias ao lado de alguém que você provavelmente mais tarde vá tratar só como mais uma pessoa normal e não como alguém pelo qual você já foi capaz de matar e morrer.
Dados não oficiais do COMT - Chutômetro Oficial da Mente do Tiêgo - mostram que quase 90% da população mundial pretende ter o seu final feliz ao lado de alguém. E formando família com esse 'alguém'. Já eu me enquadro nos outros 10% das pessoa que não se imaginam assim. Não penso em casar, não penso em dividar a cama com outra pessoa nem acho que eu tenha vocação pra ser pai (por mais que eu já tenha pensado mais de um milhão de vezs nos nomes dos meus filhos). Aposto como vocês devem estar me achando um chato, egocêntrico e revoltado; porém garanto a todos que isso tudo seria justificável se tivesse sido uma escolha. Mas não foi. Não escolhi ser contra o casamento e filhos para o resto da minha vida. Muito pelo contrário, inclusive. É mais involuntário do que vocês pensam.
Ok, agora vocês devem estar querendo me atirar cinco pedras e dizendo que eu só falei isso porque ainda sou um pirralho de 17 anos que ainda não conheceu o amor. Vamos pular a parte da idade (porque tem muito homem por aí se portando que nem uma criança e eu estou chorando rios só que não pra quem julga pela idade) e focar no amor. Ah, o amor... Já conheci o amor, duas vezes. E mesmo que só tenha sido feliz em uma delas, o sentimento que ocorreu nas duas vezes foi forte o suficiente para que eu sentisse a sinceridade transpirar a cada momento em que eu dizia "eu te amo". Entretanto, em momento algum eu pensei em casar, ter filhos e ser feliz para sempre (olha o happy ending aí de novo) dessa maneira porque meu senso de realidade me impede de ir além. (In) Felizmente.
Aos leitores que sonham com seus finais felizes à la romance hollywoodiano, mil perdões por esse ponto de vista realista e nada sonhador. Cada um deve ser feliz da forma que lhe for conveniente, não é esmo? Pode até ser que lá na frente eu pense diferente, mas como não sei se estarei vivo para contar essa história à vocês, seguiremos com nossa programação (a) normal.

***
Oi, gente! Todos bem?
Escrevi esse texto ontem depois que uma amiga, ex-casada e crente que o final feliz dela tinha chegado, me ligou dizendo que o casamento dela tinha acabado. Em menos de um ano. Vou poupá-los dos detalhes porque aí em cima tô dizendo tudo, mas digo que o fato me abalou. Tanto que escrevi sobre, rs.
Ah, tô PÉSSIMO. Gripe absurda e muita fraqueza. Dor de cabeça então, nem me falem. Só bloguei mesmo porque eu devia ter feito isso ontem e não consegui. Espero que curtam o texto e quero voltar o mais rápido possível!
E é isso! Deixa eu ir ali afogar minhas dores com uma bela descansada. Leiam esse texto com uma máscarAAAAAAAAATCHIM!

Do seu escritor-aspirante,

domingo, 22 de janeiro de 2012

Cadê a blogosfera que estava aqui?

Quando eu entrei no mundo dos blogs, em 2007 (fim de 2006, início de 2007), tudo era novidade e aquilo era o boom do momento. Famosos começaram a utilizar da nossa amada ferramenta de expressão para interagir com os fãs e para desabafar quando necessitavam; outros já usavam seus diários cibernéticos afim de conquistar a fama e a popularidade. E havia os que, assim como eu, faziam de seus blogs vállvulas de escape do mundo, do duro mundo real. No começo, esse microcosmo foi um tanto quanto complicado, ainda mais que eu nunca tinha tido amigos confidentes o suficiente para que eu pudesse contar tudo a eles. Mas aos poucos fui pegando o ritmo da coisa e, em dois anos, já colocava a necessidade de blogar dentre as minhas essenciais. Nesse meio tempo, descobri que eu também teria leitores legais e fiéis, amigos e conselheiros capazes de me entender mais do que qualquer outra pessoa; descobri que do mesmo jeito que existem pessoas boas e generosas, existem péssimas pessoas vagando pelo blogosfera e descobri ainda que nós criamos um laço de união com nossos livros a céu aberto. Com o passar do tempo, fui evoluindo e vendo que o blog só me ajudava cada vez mais nesse processo de crescimento (só a título de curiosidade, experimentem ler meus textos do início do blog e retornem para os atuais).
E foi pensando desse jeito, dessa forma, dessa maneira que cheguei a incríveis cinco anos de blogosfera. Digo incríveis porque a maioria abandona o barco no meio do caminho por acreditar que está velho demais para o "ofício" de blogueiro ou qualquer outro motivo fútil. Durante esse tempo todo por aqui, vi blogs ascenderem na mesma velocidade em que decaíram; vi blogueiros sensacionais achando que não sabiam mais escrever e que mudavam de blog como mudavam de roupa. Partindo deste ponto, ano passado, antes das aulas na universidade começarem, parei para avaliar o que de fato poderia ter acontecido com o mundo dos diários vrtuais, pois inexplicavelmente o número de blogs/blogueiros bons, éticos e responsáveis despencou. Tudo num ritmo frenético, como se de repente os blogs tivessem deixado de ser tão importantes quanto eram a quatro, cinco anos atrás. Não só eu como vários outros amigos blogueiros também notaram que há algo de errado com a superfície em que nós, detentores de blogs, compartilhamos e vivemos.
Não sei se eu posso jogar a culpa em cima da praticidade de novas redes sociais como o Twitter e o Tumblr que, honestamente, ridicularizaram o que eu entendo e chamo de 'escrever' ou se culpo os blogueiros por não terem pulso firme para lidar com seus instrumentos de trabalho/prazer/lazer. O que não se pode admitir, independente de culpados e inocentes, é ver a blogosfera sucumbindo ao tempo sem que ninguém faça absolutamente nada a respeito. Quer tuitar? Tuite. Quer reblogar? Reblogue. Agora quanto a blogar, é bom rever conceitos antes de sair cuspindo asneiras e agindo como babacas, sendo em posts, seja em comentários à la "oi, amei seu blog, me segue, beijos www.idiota.com". Vamos ressuscitar o que já foi a blogosfera um dia! Vamos reverter essa situação começando pela humildade e pela sensatez, peças-chave na vida das pessoas mais completas que existem: os escritores.

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Oi, seus lindos! Todos bem?
Falei que ia voltar mais cedo e voltei mesmo, sou sincero sim ou óbvio? hahaha Pois é, acordei sexta-feira com essa ideia sobre blogs e blogosfera e como isso tudo mudou desde que eu comecei a lidar com os blogs até agora. Juro que parece mentira o tanto de coisa ruim que a gente acha por aí e que o povo não tem nem vergonha de manter. Eu hein, deveria ser pecado blogueiro sem noção :~~
Ah, nem conto a última pra vocês: ontem minha conta do Twitter foi invadida por um imbecil que disse que eu tinha sofrido um grave acidente e que eu corria risco de vida! :O Se não fosse a Jeniffer me ligar, eu nem teria me tocado de nada! Deixei, mesmo que indiretamente, um monte de gente preocupada sem razão e fiquei péssimo com isso. Peço até desculpas pela milésima vez pelo transtorno! Nem dá pra acreditar que, com tanta coisa interessante no mundo, uma pessoa vá se divertir ferrando com a vida dos outros. Nada a ver ;/
Anyway, é isso. Espero voltar gatíssimo com um novo texto pra vocês logo mais! :D E eu não tô morrendo nem nada do tipo, ok? hahahaha #fail Ah, e me adicionem no Orangotag e no Skoob, quem tiver!

Do seu escritor-aspirante,

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

BBB: entre a cruz e a espada


Não é segredo para ninguém que eu sou viciado em BBB e eu não tenho a menor vergonha de dizer que adoro uma baixaria ao vivo e os acontecimentos que são motivos para uma semana de fofoca me fazem feliz como se não houvesse amanhã. Mas eis que na madrugada de sábado, 14, para domingo, 15, aconteceu o que já é considerado pelos especialistas em reality de plantão o maior escândalo da história do BBB: o participante Daniel está sendo acusado de abusar sexualmente da participante Monique após a festa (que ocorreu no sábado acima mencionado) na qual os dois beberam demais e o ex-brother supostamente teria se aproveitado da vulnerabilidade de uma bêbada e inconsciente Monique na mesma cama que ele. Após muito escândalo, bafafá, play e mais replay no vídeo do abuso cometido por Daniel, a direção do Big Brother decidiu eliminar o mesmo por infração às regras do programa sem expor o real problema aos telespectadores - o que não resultou em absolutamente nada, uma vez que a internet e até mesmo outros canais da TV aberta como Rede TV! e Record se encarregaram de explicar a história com detalhes. Mas enfim, vamos ao ponto que leva à este texto: até que ponto um programa televisivo deixa de entreter e passa a ofender àquele que assiste?
Confesso que a "lealdade" que eu tinha ao Big Brother Brasil ficara bastante abalada após o episódio conhecido como "estupro do BBB". Mesmo sendo homem, coloquei-me no lugar da Monique e não me vinha outra sensação à cabeça se não a de violação. Fiquei imaginando os pais dela ou uma filha minha na mesma situação e não consigo conter a revolta. Vi umas mil vezes o vídeo antes de apoiar a expulsão do Daniel, li tudo o que podia sobre o caso e talvez por causa disso tenha demorado tanto para refletir e me manifestar sobre. Há vários temas que podem ser discutidos acerca do caso, como o álcool em excesso, a tal da natureza masculina ou se a garota estava mesmo inconsciente no momento do dito abuso; porém, dentre tudo isso, tivemos como destaque não os envolvidos no caso, mas a produção do reality tentando esconder tudo de todos e fazendo com que a maioria dos brasileiros que veem/viam o programa se sentissem como a Monique, "estuprados" com tanta hipocrisia, ocultação de fatos e varreção de poeira para debaixo do tapete. A emissora tem ciência de que vivemos em uma época onde é simplesmente impossivel não saber de nada com internet, jornal ou qualquer outro meio de comunicação cada vez tão ou mais acessível do que a televisão. E mesmo assim, Boninho (diretor-geral do BBB) e cia. tentaram camuflar tudo com edições patéticas e encenações ridículas dos envolvidos na história. Como eu já disse anteriormente, óbvio que não deu certo.
A estudante Monique e o modelo Daniel, os envolvidos no "estupro do BBB"
Antes do episódio trágico de Monique e Daniel, ainda seguia com minha rotina de sempre parar tudo o que eu estava fazendo para assistir ao reality. Agora nem faço mais tanta questão, já que na internet vejo a realidade nua e crua em tempo real e melhor, sem edições toscas e desnecessárias. Senti-me ofendido sim com a postura da Rede Globo e espero mesmo que não aconteça de novo. Entre ofender e entreter pode existir uma linha imensa de diferença, assim como pode ser apenas uma rua. Passou da hora da Globo deixar de se importar só com a capa e se dedicar àquilo que realmente interessa: o telespectador.

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Oi, gente! Tudo bom?
Desculpem mesmo a ausência daqui, em primeiro lugar foi falta de ideia pra blogar e em segundo, o Blogger me trollou pencas de quarta pra cá, só consegui acessá-lo agora. Mas enfim, taí o texto novo e logo mais tô voltando com um novo, dessa vez sobre um assunto super necessário: o que aconteceu com a blogosfera?
No mais, it's this. Estou respondendo aos comentários sempre que posso e sim, vocês estão tendo o velho Tiêgo-blogueiro-competente de volta por aqui! :D

Do seu escritor-aspirante,

Tiêgo R. Alencar

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Pseudopsicologia #04

Fala, galera! Todos lindos?

Pois hoje, depois de quase quatro meses sem, volto com o Pseudopsicologia novinho só para vocês! Hoje o caso é baphônico e vamos comentar ajudando a guria também com as palavras! A M., nossa "precisada" de socorro de hoje lê o blog desde que ele começou - riqueza - e disse que queria muito saber não só a minha opinião, mas as dos meus leitores sobre como agir em relação ao problema dela. Prontos? Segurem na cadeira, acomodem-se no colchão, preparem-se e venham comigo!



Leitora linda says: Oi, Ti! Que saudade que eu senti dos seus posts! Agora vou torcer pra você ficar com muitas folgas na faculdade pra postar mais! rsrs Meu nome é M. e já havia mandado um e-mail para o Pseudopsicologia uma vez e adorei o seu conselho, me ajudou muitooooo! Gostei tanto do seu conselho que mostrei seu e-mail pra uma amiga, que também amou e disse que apostava como você não ia negar a me ajudar mais uma vez com seus conselhos lindos e eu espero que ela esteja, pois mais uma vez estou com um problema terrível e que está "sambando na minha cara" como você diria rsrs. Bem, aqui em casa moramos eu, minha mãe, meu pai e meu irmão mais novo. Eu tenho 19 anos e ele tem 1, mas eu sinto que meus pais adoram bajular ele como se ele fosse o filho único! Não é exagero nem nada, mas tem vezes que o meu irmão faz a maior burrada como dormir fora de casa sem avisar, coisa que eu nunca fiz, e eles simplesmente passam a mão na cabeça dele! Eu nunca me atrevi a fazer nada do tipo e eles vivem reclamando das minhas notas, das minhas roupas, do meu namorado... Eu não aguento mais tanta pressão! Eu falo pra eles pararem para prestar atenção no que eles estão fazendo, mas eles riem da minha cara e sempre dizem que é ciúme do meu irmão e eu te dou essa certeza, Ti, NÃO É CIÚMES DELE. Eu só acho muito injusto o que eles fazem comigo! Ficam jogando na minha cara porque eu passei na estadual da minha cidade e não passei na federal, porque é o que eles queriam, sendo que meu irmão quase reprovou de ano e eles simplesmente o presentearam com um notebook novinho! Depois disso, não me segurei e vim pro meu quarto chorar, me sentindo um lixo e rejeitada! Mas aí eu lembrei que você tinha voltado pro seu blog e que talvez poderia me ajudar expondo meu problema no seu blog e pedindo a ajuda dos seus leitores! Essa situação tá insustentável e eu acho que não vou suportar e vou embora da casa dos meus pais e vou morar com meu namorado. O que você diz, Ti? Me ajuda!


O pseudopsicólogo says: Olá, M., querida. Em primeiro lugar, agradeço pelo carinho comigo e com o blog  durante esse tempo todo. E eu me lembro bem do seu primeiro e-mail, nem sei o que dizer de você ter mostrado pra sua amiga. Acho que um "obrigado por divulgar meu falso trabalho" serve, né?  E saiba que sempre que eu puder, estarei ajudando a todos os meus leitores como eu puder. Enfim, vamos ao seu problema: amada, não se assuste com a situação porque isso acontece com  outros 239028323 jovens pelo mundo que tem irmãos mais novos. Eu, por exemplo, já fiquei com a cara na poeira porque meus pais compravam várias coisas pra minha irmã, dois anos mais nova e a caçula dos quatro irmãos, e sempre esqueciam de mim ou não queriam mesmo comprar, sei lá o que se passava pela cabeça deles, mas eu ficava deveras triste com isso. Mas aprendi com tudo isso que os pais nunca vão adivinhar o que se passa na sua cabeça.  Quando eu reparei que isso já estava demais,  abri minha boca e reuni os três na minha frente pra dizer que  pra mim já bastava dessa bajulação toda pro lado da minha irmã e eu que sempre dei motivos pra isso nunca ganhava nada. Pensamento de criança, mas eu era uma criança anormal, rs. Depois disso tudo, eles viram que estavam mesmo errados e passaram a dar mais atenção aos outros irmãos e a mim, que apesar de mais velhos merecíamos do mesmo carinho dado. Partindo disso, penso que a solução para o seu problema está justamente em reunir seus pais e seu irmão para uma conversa franca e sem mais delongas, porque o que eles estão fazendo chega a ser absurdo! Nunca na minha vida eu faria o que eles fizeram, passar a  mão na cabeça de um filho que dormiu fora de casa sem dar satisfação! E você, sua linda, continua sendo essa guria maravilhosa que você tá sendo porque eu sei bem o que é dar o exemplo e pagar o pato por isso, por mais nada a ver que possa parecer da parte dos nossos pais. Ah, e mais uma coisa: seus pais não vão pra faculdade no seu lugar. Siga o caminho que você achar melhor! Ninguém sonha em cursar medicina tendo pesadelos com sangue! E se você não conseguir conversar com seus pais e seu irmão de uma vez só, converse com um de cada vez. A situação é muito grave para que você fique calada, amiga.  Nem seu namorado nem amigas nem ninguém substitui uma família. E eu te garanto que pôr tudo em pratos limpos vai te deixar mais aliviada, sem sombra de dúvidas. Arrasa, não deixa a deprê te impedir de ser feliz e samba na cara da sociedade, linda!

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Tá com um problema escabroso, feio, horrível e que você não consegue compartilhar com mais ninguém? Conta pro divo que ele te ajuda! É só mandar um e-mail pro tiegoramon@gmail.com e aguardar minha resposta. Se eu perceber que ele precisa não só da minha ajuda, como a dos meus lindos leitores, seu problema será publicado aqui no blog.

That's all! À bientôt, ses jolis!

Do seu escritor-aspirante,

domingo, 8 de janeiro de 2012

gossipgirl.net

No filme Meninas Malvadas (Mean Girls), a personagem de Lindsay Lohan , novata na cidade, faz de tudo para se juntar ao grupo das populares do colégio
Juro, não estou falando isso por me gabar ou algo do tipo, mas eu já fui popular. No colégio, mais especificamente no final do ensino médio, a palavra popularidade acabou recaindo sobre mim de uma forma que eu não esperava. Preciso admitir que ela afetou muito no relacionamento que eu mantinha com algumas pessoas - viria eu saber mais tarde que estas pessoas eram umas falsas, mas isso é assunto para um outro post - e também afetou no meu pessoal, naquilo que eu já estava habituado a ser. Eu era o CDF, o inteligentão da turma que passava cola para todo mundo, o representante de turma. Até o terceirão acabar, nada daquilo representava algo que me levasse a ser popular. Até que minha melhor amiga me parou no corredor certa vez e deu a letra: "quero meu melhor amigo de volta, não esse popular que todo mundo conhece e que vive solicitado pela escola inteira." Senti o impacto da verdade na mesma hora e, daquele momento em diante, decidi que eu nunca mais sucumbiria a qualquer título que fosse. Qualquer um.
Por incrível que pareça, ainda existe gente movendo céus e terra em busca da tão sonhada popularidade. Dando exemplos bem corriqueiros, desde aquela chata que comenta no seu blog só deixando um "adorei seu blog, comenta no meu? www.idiota.com obrigada!" até aquela parasita que imita as fashionistas do colégio, a gente sempre se depara com esse pessoas capazes de tudo para atingir o patamar de popular. Por eu não ter feito nada para conquistar o título, não posso dizer nada a respeito, mas vamos analisar: o que você ganha sendo popular? Status? Fama? Reconhecimento? Ganha seguidores no seu blog, 39827939827 comentários para responder e outros 93727382937 seguidores no Twitter? Daí eu pergunto a você que busca tanto a popularidade: você já parou pra pensar que o status, a fama, o reconhecimento e os 38237273 seguidores no seu blog e no seu Twitter lhe transformarão em algo que você não quer se tornar, mas que pelo estereótipo de popular você os almeja sem pensar e pesar os prós e contras? Assim como você pode se gabar de ter mil amigos no facebook, pode olhar para o lado e constatar que seus amigos de verdade sumiram, tão rápido quanto você conquistou esse título. E mais: tanto reconhecimento não vai fazer você passar de ano no colégio, tampouco conquistar a confiança dos seus pais nem ajudar você em seus momentos de fraqueza. Posso lhe assegurar disso.
O mundo da Blair Waldorf de Gossip Girl é todo uma farsa, se é o que querem saber. A popularidade não é nada daquilo que todo mundo vê na televisão e nos filmes. Há falsidade, há mentiras, há omissão e muita, muita cara de pau entre tanta gente querendo conhecer a gente. Não é de todo ruim, admito novamente, pois eu usei a minha popularidade para conseguir melhorias não só para mim, como para toda a escola. Apenas há o lado ruim disso tudo: é como se, involuntariamente, criássemos uma máscara da qual não podemos nos livrar, pelo menos não enquanto estivermos sozinhos - quando voltamos a ser quem somos e olha que curioso: quando podemos contar apenas com nós mesmos.
Tenho certeza que eu ter passado o ensino médio sem a popularidade teria feito tudo ser mais simples. Eu não teria brigado com minha melhor amiga, nem abandonado sem prestar atenção os meus amigos de verdade nem ter aceito os convites que todos queriam ter recebido. O que eu não posso negar é que a popularidade me encontrou e quando eu tentei me esquivar, já era tarde demais. Falaram (muito) mal de mim, cuspiram mentiras a meu respeito e eu sofri quando percebi que aquele Tiêgo que todos falavam não era eu mesmo. Tive que 'apanhar' da vida para entender que a popularidade não me levaria a lugar nenhum, pelo menos não se eu continuasse a ser o popular.
Portanto, se você aí ainda pensa em abandonar o título de excluída da turma para correr atrás do título de mais famosa do colégio, pense duas vezes. Três. Quatro. Quantas forem necessárias. E depois de tudo o que foi dito, pense que essa vida não é para alguém que se aceita como é e que não tem vergonha de ter a personalidade que construiu. Se ainda assim preferir ir em frente, só digo uma coisa: não podemos voltar atrás. E garanto, arrependimento dói, dói muito. E não há popularidade que lhe faça amenizar esta dor.

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Oi, gente! Todos bem?
Pois é, tô tentando manter a regularidade de postagens novamente! Achei esse tema nos arquivos do Tudo de Blog  e tive que postar, principalmente porque minha amiga Jeniffer Yara foi vítima de plágio há pouco tempo e a guria que a copiou descaradamente, por ser popular e tudo o mais, não teve coragem de admitir o erro - apenas excluiu o texto copiado do blog dela. Fiquei INDIGNADO e tenho certeza que a safada só fez isso porque é popular ~~na internet~~ e tem toda uma ~~reputação~~ a zelar. Sei bem como essas coisas funcionam, galera. E pra quem quiser ir lá no blog da pirenta, podem clicar bem aqui e falar umas verdades pra CRIANÇA que bloga por lá. A menina tem TREZE, TREZE anos. Vou até me calar porque vai que eu tenho leitores nessa faixa de idade, né. Enfim.
E tô arrumando o primeiro pseudopsicologia de 2012 pra vocês! Aguardem porque tá bapho!
E é isso! Minhas férias estão ótimas, tô vendo séries como se não houvesse amanhã e já me matriculei no meu segundo semestre da faculdade! Quando me baixar a disposíção estarei comentando aqui sobre minhas novas disciplinas :D

Do seu escritor-aspirante,

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Carpe diem!



2011 deu tchau há quatro dias e eu acho que nunca senti tanta saudade de um ano assim na minha vida.
Como vocês puderam perceber no vídeo do post anterior, 2011 foi o melhor ano da minha vida até agora e 2012 tem uma árdua missão pela frente - ou nem tanto assim. Pelo menos para mim, o ano começou de uma maneira incrível que eu espero que continue assim pelos próximos 362 dias (já se passaram quatro dias? :O) Novamente citando o vídeo, eu disse que aprendi muito com 2011. Com tanto aprendizado, eu cresci como pessoa. E isso me fez começar a enxergar as coisas por uma perspectiva totalmente diferente da que eu já estava acostumado a ver. No início do ano passado, por exemplo, tinha sido o caos ter passado mais uma virada de ano solteiro-forever-alone mesmo com 3297398272 milhões de pessoas dando sopa pelo mundo. Sinto até vontade de rir quando lembro disso (e vocês podem rir também). Mas enfim, deixando de enrolação, vamos ao ponto principal do texto: pouco tempo, muitas mudanças.
Terminei 2010 com uma sensação horrorosa. Um buraco dentro de mim precisava ser preenchido. E até o momento do romper de fogos da madrugada do dia 31 para o dia 1°, ele não havia sido completado. Mal eu sabia que aquele vazio todo que eu sentia seria coberto por um mar interminável de experiências que marcaram não só a mim, mas como a todos que convivem ao meu redor. Essas experiências todas transformaram-me em uma nova pessoa, mais decidida, mais firme, mais adulta (podem rir novamente, cinco segundos). E eu confesso que não aguardava uma mudança tão grande num tempo tão curto de tempo - que não foi um ano todo, mas um semestre.
Sabe, gente, eu sou meio clichê em alguns momentos. E sigo piamente aquele que diz que tudo tem seu tempo. Perdeu um namorado? Daqui a um mês já vai ter outro. Emagreceu? Com dois anos você vai triplicar de tamanho. Perdeu um bichinho de estimação? Uma semana depois você estará comprando outro e se apegando em dois tempos. Não adianta querer apressar ou fazer com que as coisas andem mais devagar porque não funciona assim. Muito pelo contrário, nada acontece só porque você quer ou só porque alguém quis. As coisas acontece porque tem que acontecer. E mais, ainda pensio que tem dedo do destino (sim, eu acredito nele) em tudo o que tentamos. Pode parecer piegas, mas a verdade é que na maioria das vezes, por forçarmos demais alguma coisa, ela simplesmente dá errado. Já aconteceu comigo em milhares de situações e eu me arrependo bastante de não ter sido paciente quando deveria ter esperado. Cometi esse erro ano passado e pretendo não voltar a cometê-lo neste ano.
E desejo a mesma coisa a você, querido leitor. Que neste ano que acaba de chegar, você possa desfrutar mais dos momentos que viverá, sem se importar com duração ou se vai acabar ou não. Já é chato saber que um dia todos nós  vamos partir desta para melhor, então não tem por que querer apressar ou desacelerar tudo, não é mesmo? Vamos viver os instantes conforme eles forem acontecendo e, se possível, aproveitando-os o máximo possível. No final de 2012, vamos todos comemorar (por ter sobrevivido) e, acima de tudo, por não ter simplesmente existido em um ano que tem tudo para ser o máximo em nossas vidas!

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Oi, gente!
PRIMEIRO POST DE 2012! :DDDD
Em primeiro lugar, MUITO OBRIGADO por todos os elogios ao vídeo de fim de ano! Se eu soubesse que vocês iam gostar tanto, não teria esperado tanto pra postar, né? rsss Prometo que pego vocês de surpresa num próximo!
Em segundo lugar, mil desculpas por ainda não ter mudado o layout. Como já tinha dito, não sei mexer em HTML e tenho que procurar layouts prontos, aí complica. Mas não se afobem que eu vou mudar, ainda nas férias! :D
Em terceiro lugar, comecei o post com esse aviso super positivo sobre aproveitar os momentos sem medo do final porque percebi que finalmente estou vivendo meus dias sem pensar nos próximos. E melhor, aproveitando cada um de um jeito único. Seria incrível se fosse assim com todos nós, né? Vejo tanta gente reclamando de tédio, de não ter nada pra fazer, com um mundão lá fora pra ser conquistado... Enfim.
Em quarto lugar, aviso: PSEUDOPSICOLOGIA ESTÁ VOLTANDO!! Não esqueçam, problemas, aflições, medos, angústias? Podem mandar pra cá pro divomail tiegoramon@gmail.com que eu respondo e o mais bapho será publicado. Admito que estou morrendo de saudades de ajudar vocês <3 hahaha
E em quinto lugar, só queria deixar registrado meu novo vídeo: THE SECRET CIRCLE. Beijão!

Do seu escritor-aspirante,


Tiêgo R. Alencar