Caso vocês não tenham reparado, eu coloquei a foto apenas para causar.
Tenho a leve impressão de que não devo ser brasileiro. Nasci no dia 20 de junho de 1994, o dia em que o Brasil foi classificado para as oitavas-de-final do mundial dos Estados Unidos. De dezesseis aniversários completos, dez tiveram como tema o futebol. Todos os meus irmãos jogam bola. Mas eu, eu que tinha tudo e muito mais pra gostar, sinto aversão ao futebol. Nunca fui fanático pelo período verde-e-amarelo que invade as ruas, as paredes das casas, as lojas e até mesmo o céu dos brasileiros. Sei que muita gente acha ridículo este tipo de comportamento nesta época que geralmente une todos nós, só que eu não posso evitar, lamento. Pseudopatriotismo comigo não tem vez.
Ontem, no fim do jogo do Brasil contra Portugal, todos ficaram insatisfeitos com o resultado. E foi nesta hora que eu mais tive firmeza em meu pensamento sobre o suposto patriotismo que toma conta da nação brasileira: se a seleção passou para a próxima fase, porque tantas críticas a respeito do placar? Números não são apenas números? Eles não valem nada se seu sentimento é fiel à seleção. As pessoas nada sabem sobre o que é mesmo o sentimento patriota verdadeiro. Eu própiro estou me atrevendo demais ao falar sobre patriotismo porque não torço para o Brasil e nem para nenhum time. Mas não acho muito certo o fato curioso das pessoas praticamente lincharem verbalmente aqueles que defendem o título para elas! Não é justo com os coitados dos jogadores.
No fim das contas e do texto, eu descobri que sou sim brasileiro diferente do que pensei lá no início do texto. Não desisto do que quero tão fácil, amo feijão com arroz e admiro o Lula por ser exemplo de superação. Afinal, não é preciso chegar a Copa do Mundo pra se declarar brasileiro, como fazem milhões de pessoas neste período. Mesmo que indiretamente, mostro-me feliz por pertencer a este país - apesar de odiar a paixão nacional.
*Esta era pra ser uma pauta pro Blorkutando, mas perdi o prazo.
***
Oi, gente!
Nossa, quanto tempo, hein? E eu ainda tinha dito que ia voltar com tudo! Mas enfim, o destino sabe o que faz. Fiquei sem PC por uma semana, porque os vírus malditos corromperam o sistema. Uma tristeza, ia até dormir cedo por causa disso. Mas hoje tudo está superado, ainda bem!
Sobre o vestibular: fui incrível. Vejam abaixo o motivo da minha alegria - com a classificação errada, fiquei em vigésimo, 20º:
Foi a sensação mais retardada que eu já vi! Ver meu nome ali, como aprovado, treineiro pra Jornalismo que conseguiu metade do seu sonho. Nunca me senti tão feliz como nesse dia! Todo mundo me parabenizou e tudo, foi incrível! Tô me sentindo capaz de tudo, eu senti que precisava ter tentado antes pra poder me sentir firme na tentativa real! E que venham as provas de verdade! Segunda-feira vou me inscrever no ENEM, e em agosto começam as inscrições para o vestibular da UNIFAP - Universidade Federal do Amapá - e para o da UEAP - Universidade Estadual do Amapá. E eu vou, confiante de que posso confiar em mim e que vou concretizar meu sonho! Vocês estão lendo o blog de um futuro acadêmico de Letras - Francês ou até mesmo Jornalismo/Comunicação Social!
Sobre meu aniversário: me senti maduro, homem. Pra dezesseis anos, que parecem tão poucos, me senti um pouco mais adulto. Responsabilidades, felicidades, amores, seja o que o destino quiser. Afinal, eu já estou preparado pra tudo. Cresci dois centímetros (1,92m!), meu corpo tá mudando drasticamente e eu só tô comemorando, porque tõ na melhor fase da vida! Uhul!
Minha vida amorosa: tá normal. Tô afim de uma garota, pasmem. Mas ela não me dá nem moral, e eu não tô nem aí. Até ela perceber que eu gosto dela de verdade, tem muita gente correndo atrás de mim. E eu atrás de muita gente. Hahahahaha, /fase séria e tarada minha.
Tô num momento curtição: fui numa rockada, tô pensando em ir à uma micareta e quem sabe eu me jogue numa boate nessas férias? Já tô livre da escola e quero mesmo é curtir com a galera cada tempo que temos livre dos deveres e das regras da escola - e do curso de francês que eu passei com 29, quase nota máxima, 30. Vamos ser felizes, vamos nos permitir!
E é nesse clima total alto-astral que eu deixo vocês aqui, à par de tudo o que me aconteceu nessas últimas semanas e com postagens mais frequentes. Quero voltar na segunda-feira, já com mais textos e com mais da minha vida, que só tá me dando motivos pra sorrir!
Pra vocês que me amam,


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