quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Carpe diem!



2011 deu tchau há quatro dias e eu acho que nunca senti tanta saudade de um ano assim na minha vida.
Como vocês puderam perceber no vídeo do post anterior, 2011 foi o melhor ano da minha vida até agora e 2012 tem uma árdua missão pela frente - ou nem tanto assim. Pelo menos para mim, o ano começou de uma maneira incrível que eu espero que continue assim pelos próximos 362 dias (já se passaram quatro dias? :O) Novamente citando o vídeo, eu disse que aprendi muito com 2011. Com tanto aprendizado, eu cresci como pessoa. E isso me fez começar a enxergar as coisas por uma perspectiva totalmente diferente da que eu já estava acostumado a ver. No início do ano passado, por exemplo, tinha sido o caos ter passado mais uma virada de ano solteiro-forever-alone mesmo com 3297398272 milhões de pessoas dando sopa pelo mundo. Sinto até vontade de rir quando lembro disso (e vocês podem rir também). Mas enfim, deixando de enrolação, vamos ao ponto principal do texto: pouco tempo, muitas mudanças.
Terminei 2010 com uma sensação horrorosa. Um buraco dentro de mim precisava ser preenchido. E até o momento do romper de fogos da madrugada do dia 31 para o dia 1°, ele não havia sido completado. Mal eu sabia que aquele vazio todo que eu sentia seria coberto por um mar interminável de experiências que marcaram não só a mim, mas como a todos que convivem ao meu redor. Essas experiências todas transformaram-me em uma nova pessoa, mais decidida, mais firme, mais adulta (podem rir novamente, cinco segundos). E eu confesso que não aguardava uma mudança tão grande num tempo tão curto de tempo - que não foi um ano todo, mas um semestre.
Sabe, gente, eu sou meio clichê em alguns momentos. E sigo piamente aquele que diz que tudo tem seu tempo. Perdeu um namorado? Daqui a um mês já vai ter outro. Emagreceu? Com dois anos você vai triplicar de tamanho. Perdeu um bichinho de estimação? Uma semana depois você estará comprando outro e se apegando em dois tempos. Não adianta querer apressar ou fazer com que as coisas andem mais devagar porque não funciona assim. Muito pelo contrário, nada acontece só porque você quer ou só porque alguém quis. As coisas acontece porque tem que acontecer. E mais, ainda pensio que tem dedo do destino (sim, eu acredito nele) em tudo o que tentamos. Pode parecer piegas, mas a verdade é que na maioria das vezes, por forçarmos demais alguma coisa, ela simplesmente dá errado. Já aconteceu comigo em milhares de situações e eu me arrependo bastante de não ter sido paciente quando deveria ter esperado. Cometi esse erro ano passado e pretendo não voltar a cometê-lo neste ano.
E desejo a mesma coisa a você, querido leitor. Que neste ano que acaba de chegar, você possa desfrutar mais dos momentos que viverá, sem se importar com duração ou se vai acabar ou não. Já é chato saber que um dia todos nós  vamos partir desta para melhor, então não tem por que querer apressar ou desacelerar tudo, não é mesmo? Vamos viver os instantes conforme eles forem acontecendo e, se possível, aproveitando-os o máximo possível. No final de 2012, vamos todos comemorar (por ter sobrevivido) e, acima de tudo, por não ter simplesmente existido em um ano que tem tudo para ser o máximo em nossas vidas!

--
Oi, gente!
PRIMEIRO POST DE 2012! :DDDD
Em primeiro lugar, MUITO OBRIGADO por todos os elogios ao vídeo de fim de ano! Se eu soubesse que vocês iam gostar tanto, não teria esperado tanto pra postar, né? rsss Prometo que pego vocês de surpresa num próximo!
Em segundo lugar, mil desculpas por ainda não ter mudado o layout. Como já tinha dito, não sei mexer em HTML e tenho que procurar layouts prontos, aí complica. Mas não se afobem que eu vou mudar, ainda nas férias! :D
Em terceiro lugar, comecei o post com esse aviso super positivo sobre aproveitar os momentos sem medo do final porque percebi que finalmente estou vivendo meus dias sem pensar nos próximos. E melhor, aproveitando cada um de um jeito único. Seria incrível se fosse assim com todos nós, né? Vejo tanta gente reclamando de tédio, de não ter nada pra fazer, com um mundão lá fora pra ser conquistado... Enfim.
Em quarto lugar, aviso: PSEUDOPSICOLOGIA ESTÁ VOLTANDO!! Não esqueçam, problemas, aflições, medos, angústias? Podem mandar pra cá pro divomail tiegoramon@gmail.com que eu respondo e o mais bapho será publicado. Admito que estou morrendo de saudades de ajudar vocês <3 hahaha
E em quinto lugar, só queria deixar registrado meu novo vídeo: THE SECRET CIRCLE. Beijão!

Do seu escritor-aspirante,


Tiêgo R. Alencar

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Vídeo: Retrospectiva 2011 + expectativas para 2012

PROMESSA É PROMESSA!
Eu disse que viria para um último post do ano, não disse? Pois cá estou eu prontíssimo e sem muitas observações a fazer a respeito deste vídeo. Vamos à elas:

  1. O blog da Ana Seerig que eu cito no início do vídeo é http://algomaispraler.blogspot.com! O que eu digo no vídeo é o título do blog dela!
  2. Em alguns momentos do vídeo eu vou estar com uma coceira HORRÍVEL. Tudo culpa do calor, ignorem.
  3. Seguem os links dos blogs das lindas que eu citei: Vanessa Bittencourt - Caixinha de Opiniões; Jennifer Yara - Meu Outro Lado; Amanda Arruda - Maçãs Verdes; Tay Santini - Despindo Estórias; Bárbara Farias - Ella en Palabras; Felipe Goulart - O Quanto Quiser; Erica Ferro - Sacudindo Palavras; Ana Beatriz Tomaz - Smell Of Secrets e Deyse Batista - Verdade Mal Contada.
  4. Esqueci de dizer: acho que o layout novo do blog vai ficar pra semana que vem :(
  5. E também esqueci de dizer que este post também é em comemoração às minhas TREZENTAS POSTAGENS NO BLOG! Brigado, brigado MESMO, gente, por continuar lendo e mantendo o blog! :DDDD
  6. E por fim, ignorar repetições, resolução fail, minha cara maior de um lado que do outro (paralisia facial, rs) e curtam!

No mais, FELIZ ANO NOVO MAIS UMA VEZ, SEUS LINDOS! Até 2012!

Do seu escritor-aspirante,

domingo, 25 de dezembro de 2011

Da magia de final de ano


Sem hipocrisia, eu admito: acreditei em Papai Noel até o início da adolescência. Para aquele Tiêgo ingênuo e bobo, o bom velhinho sempre aparecia na madrugada do dia 24 para o dia 25 de dezembro, deixava o presente que eu queria ao pé da árvore de Natal e aparecia em meus sonhos, dizendo que eu deveria dormir porque pela manhã eu teria uma surpresa bem feliz. E realmente, quando eu acordava e ia tomar café, deparava-me com um embrulho etiquetado com o meu nome bem embaixo da árvore colorida cheia de luzinhas igualmente coloridas. Depois daquilo, o Tiêgo só deixava de sorrir se algo muito grave acontecesse - o que não acontecia pelo menos até o Ano-Novo, quando eu morria de medo do romper de fogos e desatava a chorar.
Após crescermos, somos obrigados a enxergar uma realidade que muitas vezes queremos ocultar a todo custo. E isso faz com que bloqueemos tudo aquilo que antes nos trazia a liberdade de poder acreditar em histórias que hoje nos parecem absurdas. Estranho. Pois era justamente o fato de acreditar nestas histórias que fazia a felicidade de muitos (todos) nós... Eu sei que, com essa vida maluca que a maioria leva, fica difícil ainda crer que exista alguma coisa no final do ano que lhe transforme e lhe faça acreditar que há sim esperanças de mudar e de transformar a realidade que cerca a você e aos seus semelhantes.
Só para citar um exemplo, minha mãe é professora e leciona para uma turma de segundo ano do ensino fundamental, numa escola bem próxima à nossa casa. Então, a vida das crianças que lá estudam não é fácil, principalmente porque elas vivem em más condições e são levadas, consequentemente, a desacreditar nas pessoas. Revoltada com esta situação, minha mãe criou um projeto denominado "Papai Noel Existe", no qual cada criança é "adotada" por um "papai noel" que a ajuda de acordo com o que a criança pediu. E chovem contribuições de pessoas de todos os cantos da cidade que abraçam a causa e a apoiam como podem. As crianças, muitas passando por necessidades, pedem cestas básicas, roupas, sapatos, brinquedos e tudo mais que possa melhorar a qualidade de vida delas. É tocante escolher uma cartinha simples dentre milhares e perceber que aquelas pessoinhas, antes desestimuladas, recomeçam a acreditar que ainda existe bondade em algum lugar do mundo - e melhor, bem perto delas. Eu fiz a minha parte e serei o papai noel de duas meninas que com certeza estarão reacendendo a chama da esperança dentro de si após receberem seus presentes.
Enfim, prolonguei-me demais em meu discurso. Espero que vocês passem a olhar o Natal não só como um jogo de marketing que nos leva a gastar e a chorar com propagandas bonitinhas. Ele vai muito além disso e se você ainda não se deu conta disso, corre que o ano acaba semana que vem. Nós crescemos, adquirimos responsabilidades e deixamos de acreditar naquele velhinho que traz presentes. Apenas não podemos nem devemos deixar de acreditar que a magia do Natal existe.
E ela pode estar acontecendo neste exato momento, quando você sentir que não é só mais um entre bilhões e que pode ser mais capaz do que imagina, fazendo o possível para resgatar aquela alegria incomparável sentida quando criança no tempo de final de ano. E você é capaz, não duvide disso!

-

PS: este texto está disponivel no O Quanto Quiser, meu último texto do ano lá! Achei legal que vocês dessem uma lida por aqui também antes do meu último post do ano no A Pseudociência, cotado para ir ao ar na terça-feira! O vídeo já está gravado - sem edições porque meu moviemaker SUMIU daqui e eu só sei mexer nele - e só falta upar no youtube, coisa que minha internet linda não permite no momento. Então fiquem espertos! Espero que o Natal dos lindos tenha sido tão fantástico quanto o meu! E que venha o ano novo!
Do seu escritor-aspirante,

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Alivia aí, vida

Sabe quando as coisas resolvem dar errado quando era para dar tudo certo? Pois então.
Agora, final de ano, reta final, fechamento de ciclo, e eu estou aqui, com uma gripe linda me perseguindo desde a semana passada e com uma ardência incomum nos olhos que começa a me preocupar. Não sei se é porque estamos neste clima natalino maravilhoso ou se é porque eu sou mesmo exagerado, mas não dá pra entender porque justamente quando tenho uma "folga" (que nem é tão folga assim porque eu não deixo de trabalhar), resolvo adoecer. Natal e Ano-novo estão aí e eu não quero nem cogitar a possibilidade de mofar em casa debaixo do edredon. Pelo menos não enquanto meio mundo estará dando pulos de alegria comemorando o que eu costumava comemorar.
NÃO VAMOS NOS PRECIPITAR, não é mesmo? Tenho dois dias para melhorar e só Jesus na minha causa com os coqueteis de remédio que ando tomando todos os dias. Torçam para que eu melhore logo porque vocês nem imaginam como eu fico doente. Além de ficar com uma cara pior que a da Mulher Melancia quando acorda, é o meu estado de espírito equivalente ao das lindas de TPM (todas levanta a mão e se solidariza). Ou seja, não é legal.
Vim pra cá despejar essas palavras aleatórias porque eu sei que blog é para essas coisas. Neste momento, só escrevendo para amenizar a dor que sinto quando espirro. Vocês são uns lindos e vão ignorar meus momentos de loucura, não? NÃO?

-
In time: mais uma vez, TORÇAM pra que eu melhore logo, porque semana que vem tem vídeo bapho meu pra vocês fazendo uma retrospectiva básica de 2011 e também a mudança no layout do blog! Antes do dia 31 eu apareço, aguardem bem cheiorosos e macios que eu tô chegando!

Do seu escritor-retardado-devaneado-aspirante,

Tiêgo R. Alencar

domingo, 27 de novembro de 2011

I'M BACK! PELA 327893263 VEZ!

OI, GENTE! Olha quem resolveu aparecer!

Se eu fosse só contar para vocês tudo o que anda acontecendo em minha vida, esse post teria uns 320938293 parágrafos e imagens. Mas antes de tudo e qualquer coisa, quero me desculpar pela ausência daqui, deste refúgio particular que vocês mantém com as visitas e os comentários, mesmo quando eu sumo dele (só pra constar: meus seguidores aumentaram neste período e os comentários à la "Ti, cadê você?" extrapolaram as barreiras da caixinha após o post para comentar e ganharam até a vida real, acreditam? Na universidade, conheci uma galera que lia meu blog e que, percebendo meu hiatus, cobrou muito pra que eu voltasse logo! hahaha). Pois então, um SORRY da duração desses dias todos que desapareci pra vocês. E um beijão com gostinho de gratidão para todos aqueles que me pentelharam no Facebook, no Orkut (ele ainda existe kk), no e-mail (não postei aqui, mas continuo recebendo relatos de pessoas loucas pelos meus conselhos - e pela pseudopsicologia!) e como já disse, pessoalmente.
Ok, uma vez pedido o perdão, vamos aos fatos porque eu sei que vocês estão loucos pra saber o que aconteceu comigo nesse tempo e eu vou logo adiantando que a maior parte desses acontecimentos se resumem a uma coisa: UNIVERSIDADE.
Gente do céu, vocês não fazem ideia (ou fazem?) do que é a vida de universitário. Ou melhor, a NÃO-vida de universitário, porque minha vida social mandou beijos de algum lugar do além desde que começou a maratona louca de estudos, atividades, seminários, provas e mais estudos. Minhas disciplinas (me recuso a chamar disciplina de "cadeira", sorry society) deste semestre foram todas um amor só. Mentira minha. Tive mágoas tremendas com o que vi nesse semestre em Introdução à Filosofia (ODEIO filosofia, beijos) e em Leitura e Produção de Texto I (mágoa triplamente maior, porque quebrei a cara com o conteúdo e com a professora, que é uwó). Mas em compensação, o resto todo foi/tá sendo (oi? o semestre ainda não acabou?) muito amor <3 Introdução aos Estudos Linguísticos (ODIEI a parte histórica, mas amei conhecer Saussure! E a professora é uma querida também s2), Língua Latina I (se o professor não faltasse tanto, ia ser minha favorita), Introdução à Língua Francesa (não preciso dizer nada, né? Francês é francês <3), Introdução à LIBRAS (achei que seria O FIM essa disciplina mas tô A-MAN-DO. Fora que já tô BFF do professor! hahaha) e a maior surpresa de todas, Teoria Literária I (não entrei em Letras por causa de literatura, mas o professor fez com que eu começasse a gostar. O inferno congelou.), compuseram minha grade cool do semestre. Estudei MUITO, fiz montes de provas, apresentei vários seminários e aprendi MUITA coisa, mesmo.
Ainda no campo "estudativo", não sei se cheguei a comentar com vocês, mas ganhei uma bolsa para cursar inglês básico também na universidade, por conta de um projeto de extensão. E taí outra surpresona. Não imaginava que fosse curtir tanto inglês como estou curtindo. Ainda acho meio complicado, mais que francês, mas isso não me impede de estar achando ótimo o curso, a língua, tudo! Serão quatro módulos/semestres, e creio que até o final eu vá aprender pelo menos a me virar se me jogarem nos EUA. hahahaha
Vou encher mais o saco de vocês e continuar falando da universidade, rs. A convivência do dia-a-dia me fez conhecer gente de tudo que é curso: relações internacionais, história, direito, medicina, enfermagem... E foi conhecendo esse povo todo que eu fui descobrindo que existe uma competição EXTREMA entre áreas do conhecimento. Exemplo: os fubá de medicina se acham mais que os de farmácia, que se acham mais do que os de enfermagem e por aí vai. Achei isso tão feio! Nada a ver entrar num curso só por causa do status que ele te dá. Estou num dos cursos mais bem estruturados de toda a universidade e nem por isso saio por aí me gabando. A gente nota essa rixa toda entre esse pessoal no Restaurante Universitário (mais conhecido como R.U, o ponto de encontro de toda a universidade <3), quando um não se mistura com o outro porque faz tal curso ou porque só passou na 32789328073 chamada do vestibular. Juro, já fiquei sabendo de coisa do tipo e me segurei pra não ir falar umas boas verdades na cara do fulano e da fulana que saíam dizendo isso por aí. MÃSSS como eu sou uma pessoa muito linda e cheia de phynesse, lógico que não perdi meu tempo com aqueles ridículos.
E FALANDO EM RIDÍCULOS SÓ QUE AO CONTRÁRIO, socorro, cadê o povo bonito daquela universidade? As raríssimas exceções ou são comprometidas ou são comprometidas, pode? Claro que não tem só tribo fu, né, mas bem que o casting daquele lugar poderia dar uma repaginada. Pelo bem dos meus olhos.
E por fim, mais um motivo para a minha ausência daqui: SOU-REPRESENTANTE-DE-TURMA. Tudo cai pra cima de mim. Quando estou na Unifap, meu nome é que nem doce na boca daquele povo. AMÉM que eu não criei intriguinhas com ninguém ali naquela turma (apesar de ter promovido várias sem querer kk) e espero que tudo continue como está. Conheci tanta gente legal nesse semestre, mas tanta que nossos planos já ultrapassam a duração do curso. hahaha Qualquer dia desses postarei fotos da galera pra vocês verem como são uns lindos os meus colegas S2
OK, falei tudo o que tinha pra falar de universidade OPS NÃO FALEI NÃO ainda falta uma coisa, uma reivindicação ao Sr. Tempo: PRECISO DA MAIORIDADE. Grato.
Agora sim, NEXT PAUTA.
-
Minha vida amorosa: um desastre. Explico melhor num outro post.
-
Minha vida social: outro desastre. Vocês já sabem o porquê.
-
Minha vida internáutica: meu maior desastre. Tô sem notebook e tendo que acessar a internet do meu celular ou então ficar uma ou duas horas no computador. TORÇAM MUITO pra que eu arrase nesse final de ano e fique rico pra poder comprar um novo e voltar a blogar como antes pra vocês, seus lindos!
-

Nesse meio tempo: tive experiência de quase morte, chorei vendo um filme pra aula de LIBRAS, me apaixonei e me lasquei, meu afilhado, filho da minha melhor amiga, nasceu, descobri coisas que não deveria ter descoberto e fiz gente sofrer (com razão), participei de eventos que só reforçaram ainda mais a minha paixão pelo meu curso, o cansaço virou meu sobrenome, senti MUITA falta de vir desabafar aqui com vocês e de ler os comentários lindos de todos (e até de tentar mexer em HTML eu senti falta), criei responsabilidades, criei dívidas, paguei dívidas, constatei que NECESSITO ser maior de idade pra ONTEM, me viciei ainda mais em Glee, conheci cantores e bandas novos (oi Coldplay e Porter, tudo bom com vocês?), cresci e emagreci (nem parece, mas eu senti a diferença e minha mãe também, então tá valendo) e SIM, EU ESTOU FELIZ COM ISSO TUDO. Posso reclamar, posso espernear, mas não adianta: era disso que eu estava precisando. De uma vida nova. E ela acabou de começar!

-

Galera, ainda não garanto meu retorno total pra cá, porque o semestre ainda não acabou, como bem disse ali em cima. Ainda tenho provas finais para fazer e tirarei mais essas duas semanas para estudar loucamente. Em compensação, fica aqui uma promessa: nestas férias, me organizarei completamente para o próximo semestre. Não posso mais deixar o A Pseudociência abandonado assim, sem mais nem menos! Consta já na minha resolução postar no mínimo uma vez por semana e tirar um dia por semana para retribuir visitas/responder comentários/visitar blogs novos. Fora que ainda pretendo mudar o layout do blog e renovar aquelas páginas que já estão empoeiradas, creio.
No mais, é isso! Espero que vocês me entendam e que minha falta esteja compensada com este texto! Ah, e não esqueçam de visitar o www.oquantoquiser.com.br que tá cheíssimo de novidades e a galera de lá também é superlegal! Corram!

Até breve,

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Todo carnaval tem seu fim–e recomeços!

Sempre achei o máximo começar as coisas. Desde um simples conto até um projeto legal no colégio. Lógico, nem sempre é fácil, mas a sensação de novidade, de que algo totalmente desconhecido está para começar é maravilhosa. Uma pena aquele velho dito popular faça tanto sentido: todo carnaval tem seu fim. Sem exceções.

O namoro, a universidade, a adolescência, as crises existenciais, enfim, tudo que você imaginar está ali com a única certeza de que acabará, por mais trágica que esta afirmação possa ser. Não sei se sou só eu quem pensa assim, mas o final de um ciclo não é de todo ruim. E aqui sigo com minha linha de pensamento de que podemos tirar sim bastante proveito de todas as situações possíveis – inclusive os finais. Terminar um namoro faz você (re)começar a agir como solteiro, acabar a universidade faz você começar a pensar em como seguir a vida, o final da adolescência é o início da fase adulta e o término da crise existencial implica num alívio imenso e marca o começo de um momento um pouquinho menos tenso. Caso não tenham notado, todos os fins precedem começos! Infelizmente, nem todos os finais são felizes, até porque não vivemos em contos de fadas, mas por mais que percamos um ente querido, por exemplo, temos que aprender a viver sem ele. E esse processo de “revivência”, digamos assim, faz parte da vida – e também é um dos recomeços mais intensos e mágicos que podemos ter. Finais marcam, finais são meio complexos, finais são inevitáveis. E nós temos que nos acostumar com essa ideia.

Gozado, a gente tem certeza do fim de tudo. E mesmo assim sempre sente um impacto tremendo quando ele chega. Seria o caso de começarmos a refletir sobre isso ou já podemos ir ao psicólogo? Não, nem uma coisa nem outra. Se sabemos lidar com o começo, porque não saber lidar com o final? É uma relação tão lógica que se pararmos para pensar, vamos até rir de nossa ingenuidade com relação a isso. Eu não sou nem um pouquinho fã dos finais, como já disse anteriormente, e fico deveras chateado quando um deles chega, mas quer saber? Sou, infelizmente, obrigado a conviver com os términos; então pra quê me desesperar quando um deles chegar? Sei que não vou dar pulos de alegria, mas ao menos já tenho onde me sustentar caso ele chegue assim, de uma hora para outra, em quaisquer que sejam as áreas da minha vida. Creio que nada custa conformar-me com o final. Estou até começando a me conformar em ter que terminar esse texto.

Com a outra certeza de que, uma hora ou outra, começarei outro. E mais outro, e mais outro, e mais outro…

 

Pauta para o Blorkutando – 158ª Semana : O Fim das Coisas

 

***

 

Tô vivo. Tô cansado. Tô em fase de adaptação. E um dia eu volto a escrever como escrevia antes. Prometo!

domingo, 25 de setembro de 2011

Saudade, estranhezas e saudades

Não faço a menor ideia de como explicar, mas tenho certeza que há alguma coisa de errado comigo.

Vocês sabem que eu amo escrever e que isso é fato consumado, mas de uns tempos pra cá tem uma força maldita que me bloqueia quando tento pensar em escrever. Parece que, na mesma hora, mil coisas surgem para resolver e a escrita, minha tão amada escrita, fica de lado. Este problema já vem me afligindo faz umas duas semanas e estou começando a ficar preocupado. Sério.

Será que eu posso jogar a culpa em cima da universidade? Ou seria irresponsabilidade minha? Ou aliás, excesso de responsabilidade? Desde agosto, quando minha vida virou de cabeça para baixo com o início de minhas atividades acadêmicas, venho percebendo que tem algo se modificando dentro de mim. Minhas atitudes dizem isso por si sós, inclusive. Vários dos meus amigos já vieram me puxar as orelhas por eu parecer um senhor de cinquenta anos ao conversar com eles e eu até brinco com isso dizendo que estou parecendo um velho mesmo, só que no corpo de um guri de dezessete anos. Não que eu ache isso legal, mas enfim, voltando à questão do bloqueio mental na hora de escrever, acho que quem estuda, independente de ser em escola, cursinho ou universidade, trabalha e ainda busca afazeres complementares nas horas vagas (como no meu caso o estudo de línguas estrangeiras) sabe muito bem qual o real significado da palavra cansaço. Ao final das minhas jornadas, meu pensamento está na minha cama e em mais nada. Mais uma vez, repito: não que eu esteja reclamando disso tudo, não. Está sendo uma experiência incrível constatar o meu crescimento em todos os sentidos (ah, e eu cresci um pouquinho mais para cima neste meio tempo, só para constar); o ruim é ter que  arcar com as consequências disso tudo. Ainda sou apaixonado pelas palavras, adoro escrever e vejo na escrita o meu refúgio em todos os momentos. Só que agora eu tenho muito menos tempo para me dedicar à ela, infelizmente.

Sinto falta de blogar, de comentar nos blogs, de rir com os textos de vocês e de me emocionar com a intensidade que muitos deles não cansam de transpassar. Peço apenas um pouquinho de paciência para que eu consiga pegar de verdade o ritmo da coisa e consiga, enfim, conciliar a vida de trabalhador/universitário/estudante de línguas com a vida de blogueiro. Porque eu posso garantir a vocês, com toda a certeza desse mundo: não dá para desaprender a escrever. Posso sumir, mas esquecer do poder que as palavras possuem, jamais. Tanto que, sem querer, acabei escrevendo esse texto!

Até breve!

Tiêgo R. Alencar

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

(Apenas) Mais uma de amor

Nós não tínhamos nos visto até então.
Ela havia adoecido e estava acamada e eu estava ocupado demais com minhas obrigações diárias na universidade e no trabalho, quando não tinha que estudar para provas e mais provas. Sentia-me mal por ela estar daquela maneira, mas eu não poderia fazer nada para ajudá-la; só me restava torcer pela sua recuperação, para que ela voltasse logo a ser a mesma guria que eu conheci.
E por quem me apaixonei, inclusive.
Naquele dia, acordei pensando nela. Tanto que até sonhar eu já havia sonhado com aquela guria, sempre a mesma coisa ruim que terminava em coisa boa. Não sei se eram sinais ou algum tipo de premonição, mas passei o dia todo pensando em como seria se nós nos encontrássemos: se ela me estranharia, se riria comigo ou se me acharia um tolo com quem perdeu o seu precioso tempo. Naquele dia, não parei de idealizar o momento em que íamos nos conhecer e que seríamos, enfim, apresentados de carne e osso. Foi assim por toda a jornada cansativa e maluca do meu dia.
Voltando para casa, ainda refletindo sobre aqueles sonhos e a realidade, percebi que não poderia perder tempo: eu poderia, eu deveria vê-la, conhecê-la, custasse o que for. E assim parti em busca de minha recém-descoberta amada, a amada que tanto havia esperado e que estava bem perto de mim o tempo todo e só agora pude constatar.
O destino foi meu grande aliado. Devo bastante a ele. Sem ele, eu não teria conseguido. Fui em busca do amor da minha vida e, entre uma rua e outra, encontrei seu refúgio. Ela estava indefesa, sozinha, precisando de alguém. E eu, agradecendo muito à sorte, era este alguém! Assim que a vi, ela riu e até chorou ao me abraçar. E depois de muito conversar, rir, se conhecer, emudecemos. O silêncio reinou por um minuto até eu olhar no fundo dos seus olhos e dizer "eu amo você" com lágrimas nos olhos. Ela sorriu de canto, abraçou-me e, para minha surpresa, pediu-me para fechar os olhos, enquanto limpava os vestígios das lágrimas lentamente, pondo, em seguida, seus lábios sobre os meus.
Por um minuto, senti como se o mundo não existisse e fôssemos só nós dois. Aquele choque familiar percorreu meu rosto, meu corpo ao passo que ela também estremecia, leve e lindamente. Quando terminou, nos olhamos, sorrimos um para o outro e nos abraçamos, no que pareceu ser um dos instantes mais felizes da minha vida.
Até agora ainda não acredito. Ou acredito e nem sei. Mas que o amor está me fazendo ver tudo mais bonito, isso está. E a propósito, já estou com saudades do sorriso mais lindo do mundo, dos cabelos macios e da felicidade que irradia daquela garota...

*

Isso foi um sonho.
Baseado numa realidade.
Bem minha.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Forçação de barra: não trabalhamos


Detesto forçação de barra.
Desde que me entendo por gente, conheço pessoas que forçam a barra em todos os sentidos e eu, infelizmente, fui uma delas num período bem "punk" da minha curta existência. Queria que tivesse sido diferente, lógico, mas não me julguem: na época, eu mal sabia quem eu era. E lembro que a galera que me conheceu nessa época até tentou me alertar, mas eu não quis saber de nada (sabe como é, tem uma fase da vida em que você acha que pode resolver tudo sozinho até precisar de cinco reais para o lanche no colégio). Algum tempo depois disso, eu, já consciente de que fizera muita bobagem por conta de excessos mais do que desnecessários, fui reparando que o mundo tinha uma certa tendência - triste - de seguir o "forçaçãodebarrismo", uma corrente filosófica criada por algum retardado em algum tempo aí que eu não sei dizer qual e que implica na extrema e ridícula perseguição para alguma finalidade, geralmente vantajosa à quem persegue. Tsc.
Hoje eu dou risada ao recordar de quando eu agia desta forma tão brusca, mas antes das risadas e de qualquer outra coisa cômica conscientizei-me de que estar forçando alguém a algo é bem mais do que péssimo. Levar alguém a ser o que não é, fazer o que não deseja e pior, seguir (literalmente, de babar ovo e tudo o mais) alguém por achá-lo "maneiro" (ainda se usa essa expressão?) não é legal e só mostra que o indivíduo, além de não ter amor próprio, não tem o menor respeito e compaixão pelo próximo - o que anda muito escasso hoje em dia. Não me orgulho nem um pouquinho de ter feito o que fiz no meu tempo "punk", entretanto sei que tirei a lição dali. Forçar a barra é destruir, aos poucos, o que o outro buscou tato ser: ele mesmo. Pode até parecer clichê dizer esse "seja sempre você" ou coisa assim, mas é a mais pura verdade. Obedecer aos seus comandos vai além de levantar ao braço e sentir fome. É contrariar aquele colega abusado que só lhe procura nos dias de prova com argumentos que os faça pensar no porquê de agir daquela maneira. E é também cortar bonito a velha história do seu amigo que só porque lhe vê com uma mochila nas costas pede logo pra você levar seu material. Esses dois casos são apenas exemplos de uma gama de fatos diários que acontecem de pessoas que exigem tanto de você a ponto de você mal saber se está fazendo aquilo por obrigação ou por querer.
A sua barra não deve ser forçada por ninguém. Por isso, trate de construir bases bem sólidas para ela e, caso algum gaiato venha tentar forçá-la, trate de fincá-la ainda mais ao chão. Seja forte e mesmo que a pessoa seja uma querida, jogue limpo e seja sincero, porque não há nada mais desgostoso e chato no mundo do que cair em contradição com algo que você passou um tempão para acreditar. Tipo em si mesmo.

domingo, 4 de setembro de 2011

Além da capa do livro

Julgamento precipitado. Quem aí já sofreu desse mal que atinge dez em cada dez seres humanos questionados? Pode até ser que você nem tenha sido vítima desta prática nada saudável, mas garanto que um dia você será criticado apenas por existir. E é bom estar preparado para isto.

Acredito que eu não precise nem dizer que já cansei de ser julgado precipitadamente. Desde pequeno, quando meus amigos diziam que não foram com a minha cara porque eu respondia as perguntas à professora até agora, na universidade, venho me surpreendendo com o que as pessoas imaginam que eu sou só por causa do meu tamanho, ou da minha cor de pele, ou do meu andar, ou do meu jeito de me vestir. A partir do momento em que descobri que os demais tinham imagens completamente diferentes do que eu era de verdade, passei a prestar um pouquinho mais de atenção neste assunto. E inevitavelmente, citarei um clichê-chavão que todo mundo já ouviu, mas que entra por um ouvido e sai pelo outro: condenar é fácil, ser condenado é que são elas. No geral, as pessoas que criticam, que fazem isso sem se dar conta de que estão passíveis ao mesmo tipo de crítica, vivem com seus egos lá no alto e superinflados, para que nada possa abalá-los. Isto é um mito. Ninguém é autoconfiante o suficiente para que possa se sair de uma crítica sem no mínimo pensar nela, mesmo que rapidamente. E mais, ninguém tem o direito de sair por aí, cuspindo inconveniências e falando mal de uma menina porque ela beija em público ou porque um guri não curte futebol. Essa mesma menina e esse mesmo guri podem muito bem gostar de coisas que você também gosta e inclusive de maneira ainda mais intensa quanto! Já pararam para pensar nisso? A patricinha do colégio pode não ser metade do que você acha que ela é e aposto que bastará uma conversa para que você se convença de que não precisava tê-la julgado apenas por ela parecer algo – que, aliás, não é.

Com tudo isso, aprender que o livro vai além da capa não parece tão difícil, parece? E mais, não há todo um gostinho bom em desvendar aquilo que nos intriga, mesmo tendo julgado-o antecipadamente? Não importa se você não curte o estilo gótico em meninos ou se detesta que meninas ouçam hip hop. O que importa é que eles são pessoas, prontas para serem conhecidas, desvendadas e que, por uma estranha coincidência, são seres pensantes como você. Conhecer não dói. E nunca é tarde para rever conceitos. Portanto, não custa nada parar aquele dez segundinhos antes de evitar fulano ou ciclano só por causa da sua aparência. O conteúdo dele, garanto, lhe surpreenderá mais do que gostaria. E sim, isso é bom!

 

***

Oi, gente! QUANTO TEMPO! Hahahaha

Senti uma saudade louca daqui, olha. Mas ultimamente, não sei mais o que é tempo de sobra sequer para pensar em escrever. Nunca imaginei que chegasse o dia em que, SEIS HORAS DA TARDE eu quisesse apenas chegar em casa e dormir até o outro dia. Mas quebrei a cara e não chegou só um dia, chegaram vários. Mas pelo menos uma coisa boa está acontecendo: já me adaptei à essa correria toda do mix vida de universitário feat. vida de trabalhador. Imaginei que seria mais complicado, mas está sendo mais fácil do que pensei! O lado ruim  é que vou ficando longe daqui ;( E para completar, meu notebook ainda está sem fonte, o que me distancia ainda mais da blogosfera. Espero resolver esse problema logo para que eu possa vir aqui mais vezes durante a semana! Um pedidão de desculpas à galera que provavelmente notou que eu sumi de seus blogs e um muito obrigado a todos que ainda vem perder seu tempo aqui lendo meus textos e melhor, gostando! Valeu mesmo, mesmo, mesmo!
Agora é hora de correr, porque preciso aproveitar o pouco tempo que tenho na internet agora! hahaha Ah, e qualquer coisa tô no Twitter e no Facebook!


Do seu escritor-aspirante

Tiêgo R. Alencar