segunda-feira, 16 de julho de 2012
A persistência da pseudociência
Se tem uma palavra capaz de definir a minha relação com o A Pseudociência, essa palavra é persistência. Sem a menor dúvida.
Já tive motivos de sobra para deletá-lo: falta de tempo, ausência de internet em casa, computador pifado, inspiração viajando sem tempo para voltar, cansaço na hora em que eu estava disponível para blogar... São inúmeros os fatores que me faziam correr para outras tarefas bem diferentes de escrever. Mas sabe, sempre tinha alguma coisa que me trazia de volta pra cá. Se eu soubesse ao certo o que era, daria um beijo e um abraço nessa coisa porque se não fosse ela, talvez nem existisse mais um blogueiro aqui para contar as asneiras santas de cada semana.
Ontem, pensando nessa "coisa" que não me deixava me livrar desse blog, veio-me alguns fatores que poderiam ser levados em consideração: um deles, o apego que tive a ele nesses três anos de blog. Eu seria o maior irresponsável da face da Terra se me livrasse dele assim, de uma hora para outra, esquecendo a grande amizade que nós tivemos durante esse tempo todo. O A Pseudociência foi meu refúgio em muitos momentos. Eu queria chorar, mas ele me fazia sorrir. As palavras saíam, o post era publicado e os comentários e visitas crescentes me deixavam emocionados todas as vezes em que eu abria a página. Outro fator é a felicidade que eu sinto quando termino de escrever. Não consigo explicar. É uma sensação maravilhosa constatar a cada post que eu sou capaz de reunir meus pensamentos em palavras e melhor, que pessoas poderão lê-las e gostar delas do jeitinho em que eu as organizei. Não é sensacional só de falar? Imaginem só sentir isso sempre! E o último dos fatores, quem sabe o mais importante, foi a persistência que eu tive com ele, mais do que com qualquer um dos meus outros três blogs. Eu não passei de um ano com nenhum deles e com o A Pseudociência não. Amanhã ele apagará a terceira velinha, a terceira velinha de um sucesso que só eu consigo enxergar. Não preciso de um milhão de comentários por texto nem um absurdo de visitas diárias para dizer que tenho um blog de sucesso. Não, muito pelo contrário: a minha força de vontade, o meu desejo de escrever constante e crescente não me deixou desistir dele e isso me faz feliz num grau inimaginável! Só de pensar que eu resisti ao fim do Tudo de Blog, ao fim do Blorkutando, à onda absurda de blogs de moda-looks do dia-cafonas-bregas e de blogs-parcerias-com-editoras-resenhas e a todo o resto, já me vejo como vitorioso. Ainda sonho com aquela blogosfera de antigamente (me senti um velho falando isso, anyway), mas isso já é outra história.
Acaba que no fim das contas, acho que a persistência acabou dominando todos os outros fatores que não me deixaram abrir mão do A Pseudociência. É, se não fosse ela, eu teria desistido, sem dúvidas. O que eu já vi de blog decaindo porque os blogueiros ou começaram a fazer faculdade, ou a trabalhar ou a sei lá, curtir a vida adoidado, não é brincadeira. E sou muito grato, muito grato mesmo ao meu blog por ter me ensinado tanta coisa em tão pouco tempo. Amanhã se completará mais um ciclo e se iniciará mais um ciclo, de aprendizados, erros, acertos, risadas e lágrimas, assim como foram os outros dois ciclos. E que venham mais anos!
Até a próxima, gente!
[UPDATE: Seria sensacional se todos vocês participassem do Volta, Mundo Blogueiro, que como o próprio nome já diz, incentiva a volta daquela blogosfera que a gente que conheceu já tinha se acostumado a habitar. Ah, e agora há pouco vi que a minha indicação para o blog da semana acabou sendo "deferida"! Indiquei a lindíssima, poderosíssima, sensualíssima e inteligentíssima Vanessa, do Caixinha de Opiniões e ela está lá maravilhosa <3 Obrigado por ser um exemplo, Van! Arrasou!]
sábado, 17 de março de 2012
En aimant
No texto anterior, fui bem claro ao dizer que agora sou fã do "deixa a vida a me levar" life style. E hoje só venho ainda mais reforçar esta teoria de que viver sem preocupações é a melhor coisa que existe - desta vez, por experiência própria.
Sempre tive um certo receio em me jogar de cabeça em relacionamentos. Desde que me entendo por gente, sondo bastante o terreno antes de pisar. Mas sabe como é, a vida tem dessas: uma hora, pega pesado. Na outra, afrouxa o freio e deixa a gente sentir um pouquinho de liberdade. Nesse momento, é assim que eu me sinto. Livre - mesmo que comprometido. É, isso mesmo. Tiêgo R. Alencar está comprometido com uma pessoa que o quer bem e melhor, perto de si.
Tudo aconteceu por um grande acaso do destino (que prefiro não entrar em detalhes para não perder a graça da história) e confesso que a rapidez com que ocorreu me fez perder o fôlego e me assustou no começo. Só que o tempo passa, passa, e vamos aprendendo que conviver é a melhor forma de conhecer. E foi tendo essa convivência que acabei esquecendo do meu receio de relacionamentos inesperados, joguei para o alto muito do que pensava até estes últimos dias, constatei que é muito melhor agarrar as oportunidades que a vida nos dá do que deixá-las escapar sem motivo e decidi que não importa o que acontecer daqui para frente, tirarei uma lição sem que haja arrependimentos - e garanto, por enquanto meu único arrependimento foi não ter dito "sim" mais cedo.
Sabe aquele calor gostoso quando estamos perto de quem a gente gosta? E aquele calafrio só de pensar em chegar perto? Não posso esquecer de citar a palma das minhas mãos molhadas, de nervosismo por estar com alguém tão perfeito para mim que eu fico me perguntando onde ele esteve escondido esse tempo todo. Aquela vontade de estar sempre perto, aquele desejo de abraçar e não soltar mais. Eu precisava disso para ser feliz e eu senti muita, muita falta dessas sensações deliciosas e capazes de entorpecer. É preciso, é necessário viver paixões, amores assim.
O mundo deveria se alimentar deste tipo de sensação.
Impressionante como me sinto feliz. Sem exageros nem nada, sinto-me satisfeito e completo. Como há muito não me sentia. Neste momento, para vocês terem uma ideia, meus dedos estão escrevendo apenas o que meu coração está sentindo e não o que minha mente quer que eles escrevam. A razão já não me é suficiente. Sou guiado por emoções, sou constituído de sentimentos, sou essência de vida! Não preciso mais me prender a nada para sorrir.
Agora sou feliz. Um sorriso me faz feliz, um abraço me faz feliz, um simples olhar já me deixa feliz. E o que você está esperando para viver o que a vida está lhe mostrando? O seu caminho para a felicidade está todo desenhado, basta apenas você se deixar perceber.
Como eu fiz. E olhem como estou agora.
Achei que precisava ser um pouquinho mais direto: estou namorando. Podem começar a me jogar pedras e tudo o mais porque fico absurdamente chato quando gosto de alguém. Chato de alegria, chato de emoção, chato de amor! hahahaha Beijão, até a próxima!
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Beija! Beija!
domingo, 25 de dezembro de 2011
Da magia de final de ano
domingo, 27 de novembro de 2011
I'M BACK! PELA 327893263 VEZ!
Se eu fosse só contar para vocês tudo o que anda acontecendo em minha vida, esse post teria uns 320938293 parágrafos e imagens. Mas antes de tudo e qualquer coisa, quero me desculpar pela ausência daqui, deste refúgio particular que vocês mantém com as visitas e os comentários, mesmo quando eu sumo dele (só pra constar: meus seguidores aumentaram neste período e os comentários à la "Ti, cadê você?" extrapolaram as barreiras da caixinha após o post para comentar e ganharam até a vida real, acreditam? Na universidade, conheci uma galera que lia meu blog e que, percebendo meu hiatus, cobrou muito pra que eu voltasse logo! hahaha). Pois então, um SORRY da duração desses dias todos que desapareci pra vocês. E um beijão com gostinho de gratidão para todos aqueles que me pentelharam no Facebook, no Orkut (ele ainda existe kk), no e-mail (não postei aqui, mas continuo recebendo relatos de pessoas loucas pelos meus conselhos - e pela pseudopsicologia!) e como já disse, pessoalmente.
Ok, uma vez pedido o perdão, vamos aos fatos porque eu sei que vocês estão loucos pra saber o que aconteceu comigo nesse tempo e eu vou logo adiantando que a maior parte desses acontecimentos se resumem a uma coisa: UNIVERSIDADE.
Gente do céu, vocês não fazem ideia (ou fazem?) do que é a vida de universitário. Ou melhor, a NÃO-vida de universitário, porque minha vida social mandou beijos de algum lugar do além desde que começou a maratona louca de estudos, atividades, seminários, provas e mais estudos. Minhas disciplinas (me recuso a chamar disciplina de "cadeira", sorry society) deste semestre foram todas um amor só. Mentira minha. Tive mágoas tremendas com o que vi nesse semestre em Introdução à Filosofia (ODEIO filosofia, beijos) e em Leitura e Produção de Texto I (mágoa triplamente maior, porque quebrei a cara com o conteúdo e com a professora, que é uwó). Mas em compensação, o resto todo foi/tá sendo (oi? o semestre ainda não acabou?) muito amor <3 Introdução aos Estudos Linguísticos (ODIEI a parte histórica, mas amei conhecer Saussure! E a professora é uma querida também s2), Língua Latina I (se o professor não faltasse tanto, ia ser minha favorita), Introdução à Língua Francesa (não preciso dizer nada, né? Francês é francês <3), Introdução à LIBRAS (achei que seria O FIM essa disciplina mas tô A-MAN-DO. Fora que já tô BFF do professor! hahaha) e a maior surpresa de todas, Teoria Literária I (não entrei em Letras por causa de literatura, mas o professor fez com que eu começasse a gostar. O inferno congelou.), compuseram minha grade cool do semestre. Estudei MUITO, fiz montes de provas, apresentei vários seminários e aprendi MUITA coisa, mesmo.
Ainda no campo "estudativo", não sei se cheguei a comentar com vocês, mas ganhei uma bolsa para cursar inglês básico também na universidade, por conta de um projeto de extensão. E taí outra surpresona. Não imaginava que fosse curtir tanto inglês como estou curtindo. Ainda acho meio complicado, mais que francês, mas isso não me impede de estar achando ótimo o curso, a língua, tudo! Serão quatro módulos/semestres, e creio que até o final eu vá aprender pelo menos a me virar se me jogarem nos EUA. hahahaha
Vou encher mais o saco de vocês e continuar falando da universidade, rs. A convivência do dia-a-dia me fez conhecer gente de tudo que é curso: relações internacionais, história, direito, medicina, enfermagem... E foi conhecendo esse povo todo que eu fui descobrindo que existe uma competição EXTREMA entre áreas do conhecimento. Exemplo: os fubá de medicina se acham mais que os de farmácia, que se acham mais do que os de enfermagem e por aí vai. Achei isso tão feio! Nada a ver entrar num curso só por causa do status que ele te dá. Estou num dos cursos mais bem estruturados de toda a universidade e nem por isso saio por aí me gabando. A gente nota essa rixa toda entre esse pessoal no Restaurante Universitário (mais conhecido como R.U, o ponto de encontro de toda a universidade <3), quando um não se mistura com o outro porque faz tal curso ou porque só passou na 32789328073 chamada do vestibular. Juro, já fiquei sabendo de coisa do tipo e me segurei pra não ir falar umas boas verdades na cara do fulano e da fulana que saíam dizendo isso por aí. MÃSSS como eu sou uma pessoa muito linda e cheia de phynesse, lógico que não perdi meu tempo com aqueles ridículos.
E FALANDO EM RIDÍCULOS SÓ QUE AO CONTRÁRIO, socorro, cadê o povo bonito daquela universidade? As raríssimas exceções ou são comprometidas ou são comprometidas, pode? Claro que não tem só tribo fu, né, mas bem que o casting daquele lugar poderia dar uma repaginada. Pelo bem dos meus olhos.
E por fim, mais um motivo para a minha ausência daqui: SOU-REPRESENTANTE-DE-TURMA. Tudo cai pra cima de mim. Quando estou na Unifap, meu nome é que nem doce na boca daquele povo. AMÉM que eu não criei intriguinhas com ninguém ali naquela turma (apesar de ter promovido várias sem querer kk) e espero que tudo continue como está. Conheci tanta gente legal nesse semestre, mas tanta que nossos planos já ultrapassam a duração do curso. hahaha Qualquer dia desses postarei fotos da galera pra vocês verem como são uns lindos os meus colegas S2
OK, falei tudo o que tinha pra falar de universidade OPS NÃO FALEI NÃO ainda falta uma coisa, uma reivindicação ao Sr. Tempo: PRECISO DA MAIORIDADE. Grato.
Agora sim, NEXT PAUTA.
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Minha vida amorosa: um desastre. Explico melhor num outro post.
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Minha vida social: outro desastre. Vocês já sabem o porquê.
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Minha vida internáutica: meu maior desastre. Tô sem notebook e tendo que acessar a internet do meu celular ou então ficar uma ou duas horas no computador. TORÇAM MUITO pra que eu arrase nesse final de ano e fique rico pra poder comprar um novo e voltar a blogar como antes pra vocês, seus lindos!
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Nesse meio tempo: tive experiência de quase morte, chorei vendo um filme pra aula de LIBRAS, me apaixonei e me lasquei, meu afilhado, filho da minha melhor amiga, nasceu, descobri coisas que não deveria ter descoberto e fiz gente sofrer (com razão), participei de eventos que só reforçaram ainda mais a minha paixão pelo meu curso, o cansaço virou meu sobrenome, senti MUITA falta de vir desabafar aqui com vocês e de ler os comentários lindos de todos (e até de tentar mexer em HTML eu senti falta), criei responsabilidades, criei dívidas, paguei dívidas, constatei que NECESSITO ser maior de idade pra ONTEM, me viciei ainda mais em Glee, conheci cantores e bandas novos (oi Coldplay e Porter, tudo bom com vocês?), cresci e emagreci (nem parece, mas eu senti a diferença e minha mãe também, então tá valendo) e SIM, EU ESTOU FELIZ COM ISSO TUDO. Posso reclamar, posso espernear, mas não adianta: era disso que eu estava precisando. De uma vida nova. E ela acabou de começar!
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Galera, ainda não garanto meu retorno total pra cá, porque o semestre ainda não acabou, como bem disse ali em cima. Ainda tenho provas finais para fazer e tirarei mais essas duas semanas para estudar loucamente. Em compensação, fica aqui uma promessa: nestas férias, me organizarei completamente para o próximo semestre. Não posso mais deixar o A Pseudociência abandonado assim, sem mais nem menos! Consta já na minha resolução postar no mínimo uma vez por semana e tirar um dia por semana para retribuir visitas/responder comentários/visitar blogs novos. Fora que ainda pretendo mudar o layout do blog e renovar aquelas páginas que já estão empoeiradas, creio.
No mais, é isso! Espero que vocês me entendam e que minha falta esteja compensada com este texto! Ah, e não esqueçam de visitar o www.oquantoquiser.com.br que tá cheíssimo de novidades e a galera de lá também é superlegal! Corram!
Até breve,
sábado, 20 de agosto de 2011
Ciúmes versus sensatez, eis o embate

“LARGA O FULANO QUE ELE É MEU!”, “E AÍ SE EU TENHO CIÚMES, NÃO TENHO CULPA SE A FULANA É MINHA”, “EU PERTENÇO A ELA E ELA PERTENCE A MIM”. Acreditem, nesta semana tive a infelicidade de presenciar uma situação desse tipo. Uma guria ficou de picuinha com outra por causa de um amigo em comum – só que as duas não se bicam. Então o circo foi armado: uma querendo ter mais o guri do que a outra e toda aquela história de “ele é mais meu amigo do que seu” e tudo o mais. Nem precisei ter que dar um banho de realidade nas duas porque elas mesmas se deram conta de quão infantis estavam sendo, para minha sorte: eu era o amigo em comum entre elas. Se falasse com uma, a outra ficaria indignada e viceversa. Não quis dar um basta nessa situação antes porque tenho a péssima mania de deixar as coisas acontecerem até elas alcançarem o ápice, mas até que a situação se amenizou e eu pude respirar mais aliviado sem magoar nem uma nem outra. Porém, essa história ficou em minha cabeça e achei que seria bom falar com vocês sobre algo muito chato e que acaba com muitas relações legais, seja entre amigos, entre namorados ou o que for: ciúmes.
Sendo bem honesto, já fui bem ciumento. Demais, de ficar com a cara deste tamanho só porque alguém se aproximou daquela pessoa por quem eu morria de amores ou por quem eu tinha um grande apreço. Mas o tempo foi passando e eu fui me dando conta de que não valia a pena nutrir esse sentimento dentro de mim porque eu definitivamente não era nem nunca seria dono de ninguém. Senti-me um completo idiota quando constatei que só perdi meu tempo sendo agindo daquela forma, quando poderia estar sendo ainda mais confiante em mim e acreditando que há muitas outras formas de demonstrar amor, carinho, afeto por outra pessoa. Eu sei que a galera ciumenta de plantão vai alegar um “mas eu não sei me controlar, é mais forte do que eu!” mais velho do que minha avó; porém, é tão difícil assim você parar um tempinho só para pensar que ciúme é um sentimento desprezível? E a história de que ver alguém com ciúme é bonitinho só funciona nas novelas, gente. Pelo menos eu não acho nem um pouco bonito alguém achando que é meu proprietário e que sou exclusivo para ele. Eu até posso entender o chamado “ciúme saudável”, quando vem uma pessoa para ameaçar mesmo a relação. Já em outros casos, acho tremendamente ridículo. Não querendo assustar meus leitores nem nada mas já falando, por vezes já fui responsável por acabar com os relacionamentos das minhas amigas só porque eu era amigo delas! E me entristece mesmo ver que perdi várias delas por causa do maldito ciúme. Elas foram tratadas como objetos ao invés de serem tratadas como gente e quem pagou o pato fui eu! Pode uma coisa dessas?
Tenho certeza que todos vocês amam, que todos vocês protegem e cuidam das pessoas amadas e que fazem o possível para demonstrar esse amor por elas. Por isso, faço um pedido pra vocês: não deixem seus amores, amigos ou o que for perceberem que você morre de ciúmes deles. Se não sabe se controlar, sinta, mas faça o possível para camuflá-lo. Deixe a possessividade para seu livro favorito, para um CD especial ou para aquela calcinha vermelha que você não teve coragem de usar no ano-novo. Posse e ciúme não são palavras para serem usadas com os seres humanos, não. E eu posso garantir, uma relação sem elas rende bem mais, é pagar pra ver.
***
Só pra vocês saberem, tô vivo! E minha vida continua aquela loucura, tô temporariamente sem meu notebook e acho que só voltarei a usá-lo normalmente no final do mês. MÃS saibam que tô ótimo, as aulas na universidade estão bombando e eu estou feliz, acima de tudo! Um beijo, um abraço e até a próxima!
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Sobre a saudade que bate - e fica

"Mãe,
Ô, mãe! Você não faz ideia do quanto estou sentindo a sua falta! Espero que esteja tudo bem por aí! Conte-me tudo e não esconda nada! Enquanto aguardo ansioso pela resposta, conto-lhe um pouco sobre minha vida neste lugar tão diferente e distante de onde sempre vivi.
A França é linda, mãe! A todos os lugares que vou, não me canso de me surpreender. É uma região tão deliciosa e mágica de se viver que a cada vez que acordo é como se entrasse num sonho ao invés de sair dele. E você sabe mais do que ninguém o quanto eu imaginei estar aqui. Ainda por cima, trabalhando com as coisas que mais amo nessa vida! Meus livros estão sendo um sucesso de crítica e vendas e eu tenho viajado bastante divulgando-os, em vários lugares, de escola a teatros. Meus alunos tem tornado as aulas bem interessantes inserindo no contexto dos meus livros, questões de gramática e produção textual. Incrível, simplesmente incrível! Mas como nem tudo são rosas, não é, mãe, preciso confessar uma coisinha: sinto falta do tempero do Brasil! Em todos os sentidos, diga-se de passagem. Parece que aqui em Paris as pessoas são tão duras, tão frias… Já devia ter me habituado, eu sei, depois desses dois meses depois de terras canarinhas; porém, é mais difícil do que eu pensava. Adentrar aquele apartamento e ver que eu não vou encontrar seus carinhos de sempre, os resmungos do papai, as brigas bobas dos meuus irmãos… Sinto falta de tudo isso. Tudo. Nunca pensei que fosse tão complicado não lembrar de sentir falta. Fico bem ocupado de segunda a sexta, mas é só parar para descansar que me recordo de vocês todos. Ah, a senhora sabe que eu sou todo bobo quando fico longe por muito tempo de casa…
Enfim, minha rainha, saiba que estou bem e completamente realizado com tudo o que venho conquistado por aqui e por apostar, não esquecerei de nenhum de vocês um momento sequer. Parte do que eu consegui aqui devo à você, mãe, por ser minha principal incentivadora e por nunca me deixar desistir dos meus sonhos. Obrigado, mesmo! Agora tenho que ir! Daqui a pouco tenhho duas aulas para lecionar e uuma sessão de autógrafos para comparecer!
Afetuosa - e saudosamente,
Tiêgo.”
Pauta para o Blorkutando – 147ª Semana: Cartas #02
***
Oi, lindos! Todos bem? Todos felizes da vida porque o final de semana chegou pra podermos pirar na balada e na bebedeira cazamiga? rssssss
Ultimamente tenho estado bem cheio de coisas pra fazer. E a partir de semana que vem, minha vida vai ficar bem complicada, começar os preparativos da volta às aulas no meu trabalho. Fora os acontecimentos que citei no post anterior que mudarão montes de coisas na minha vida. Tô ansioso, tô nervoso, tô quase dando piti aqui de tanta apreensão. Tanto que voei no post, né? hahahaha, ignorem, vou fantasiar o máximo que eu puder porque se ficar com os pés e a imaginação fincados na realidade, tá puxado. Vou aguentar não.
Ah, e bapho pra vocês: CORRRÃO NOW PRA VER AS PÁGINAS NOVAS E AS VELHAS RENOVADAS DO BLOG! É só olhar ali pra cima e clicar na que EM TODAS. Digam-me o que acham que eu vou amar saber s2 Ainda tô verificando se vou manter esse layout ou não, então relevem toda e qualquer desorganização for here, rs.
E uma última observação: tem post novo meu lá no O Quanto Quiser! Quero ver meus lindos indo me ler lá também, hein? Até a próxima!
Do seu escritor-aspirante,
terça-feira, 12 de julho de 2011
Querido diário… - de 12 de julho de 2011
Acordei com uma sensação tão estranha. Sei lá o que era, só sei que senti um aperto no coração bem chato, daqueles que a gente sente quando tá preocupado com algo/alguém. Acho que foi por causa do sonho que eu tive: sonhei com uma porcaria de um vampiro. De novo! Já é a terceira vez em três dias, pelamor. Fiquei meio viciadinho em The Vampire Diaries e True Blood e junto as duas histórias, um vampiro lindo me seduz e no final das contas estraçalha meu corpo na hora de “dar o bote”. Eu sempre acordo nessa hora. Se fosse um Stefan Salvatore eu nem me importava, sabe, mas sempre é um vampiro velho doido, uwó. ENFIM, deixa eu sair desse papo senão não vou conseguir nem dormir daqui a pouco. Depois que despertei, me arrumei todo gatíneo e sensual pra ir trabalhar. E detalhe: debaixo de uma chuva DESESPERADORA. Quase caio de novo no sofá de tanto sono, sério. Só não dormi em pé porque eu tinha que ir trabalhar, rs. Encarei a chuva com medinho de ser feliz mas fui, e cheguei no trabalho lindo e sensual. Aliás, quando cheguei lá, achei a cara da ryquezza me deparar com isso aqui, pela primeira vez na vida de manhã:
Depois dessa visão maravilhosa do arco-íris de manhã cedo s2, fui trabalhar. O dia, não satisfeito com a beleza natural das coisas, me trouxe mais uma beleza daquelas, no meu horário de saída: o amor da minha vida. Dobrou a esquina sorrindo pra mim, assim como o sol que já brilhava no horário de meio-dia. Nem preciso dizer que fiquei feliz pra caramba, né? Não vou entrar em muitos detalhes senão vou encher o saco aqui e eu sei que é UWÓ me ler quando tô apaixonado. Prosseguindo, voltei pra casa todo serelepe e todo morrendo de calor porque né, sol depois de chuva é aquela coisa, mormaço feelings e derretendo eu magina?!?!? feelings. Almocei como se não houvesse amanhã e sem pestanejar, me mandei pra faxina no quarto. Ia fotografar o ESTADO em que ele estava e como eu o deixei quando acabei de arrumar tudo, mas tava tão cansado que só me lembrei mal e mal que eu tinha que ir na casa da minha melhor amiga, Bárbara. PS: comecei a faxina à uma da tarde. Acabei às cnco, MORRENDO DE DOR NAS COSTAS e ainda com dois arranhões na mão
A hora pareceu voar. Quando me dei conta, tava acabando Insensato Coração (cês viram Eduardo falando pra Sueli que é gay? Amei! ~~rimô) e eu tinha que ir embora pra casa. Papai foi lá me buscar, me despedi daqueles lindos e voltei mais do que feliz pra casa, com aquela sensação maravilhosa de felicidade me invadindo por completo. Já tomei meu banho, já tô lindo e sensual no sofá (acabou de acabar O Astro! Adorei!) esperando o Profissão Repórter pra terminar esse post. Quer dizer, eu devia ter terminado quando estava passando, rs. E acho que é isso (como se fosse pouca coisa, kk)! Essa foi a rotina de um dia do seu escritor-aspirante,
Tiêgo R. Alencar
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Acasos do amor (ou da paixão?)
Nunca fui muito de acreditar nessas histórias de amor, não. Eu era um nerd. Aliás, ainda sou um. E como todo nerd, não havia garota que quisesse ser associada a alguém com tal rótulo, não no colégio, pelo menos. Todos os dias eram a mesma coisa: zoação, brincadeiras sem graça, pedidos de cola nas atividades… Eu precisava de algo para me sentir melhor, mas não tinha ideia do que fazer. E ainda estava importente pela paixão que me consumia em minhas jornadas, para completar.
Eu me apaixonei desde a primeira vez em que vi a Aline na aula de literatura. Ela era uma das garotas mais populares da escola; fazia parte do grêmio estudantil, era atleta do time de vôlei, participava do clube de xadrez e ainda por cima era inteligente, o requisito que me desarmava quando se tratava de paixões. Ela era maravilhosa. Todos os garotos a desejavam, muito. Eu só era mais um naquela lista infinita de garotos desejosos da Aline. Quando a vi naquele dia, na aula de literatura, fiquei me perguntando sobre que tipo de livro ela lia. Do que ela gostava. De romances policiais, terror, clássicos cultos? Dali em diante, moldei a Aline de acordo com meus pensamentos: imaginei o que ela gostava de comer, para onde saía nos finais de semana, que tipo de música ouvia. Movido por tanta paixão platônica, comecei a bater ponto todos os dias na biblioteca, onde todos os grupos da escola se reuniam e onde eu já havia tido a sorte de ver a Aline por duas vezes, sempre carregando um livro nas mãos. E lá na biblioteca, mal eu sabia, ia viver o melhor momento da minha vida.
O sol brilhava intensamente neste dia. Era uma manhã gostosa, de quinta-feira. Eu precisava ir à biblioteca devolver alguns livros de matemática que havia emprestado para estudar quando esbarrei com a Aline na porta de saída. Todos os seus livros se espalharam pelo chão, junto com os meus. Pedi desculpas várias e várias vezes para ela, que se mostrou bastante compreensiva. Ajudei-a a recolher seus livros, juntei os meus e ela, com um sorriso no rosto, agradeceu e partiu. Meu coração acelerava loucamente e por mais que eu tentasse evitar, não consegui. Era mais forte do que eu. Eu estava perdidamente apaixonado pela Aline e já não podia mais evitar.
Verificando meus livros, reparei que eu tinha um livro a mais. Não pude me contar quando percebi que Aline esquecera um exemplar antigo de “Amor em Minúscula” comigo. Algo dentro de mim dizia que algo muito bom aconteceria em pouco tempo e que eu não deveria ir atrás dela. Dito e feito: ela retornava à biblioteca na hora do intervalo, perguntando diretamente a mim se o livro estava em meu poder. Ela parecia aflita e quando assenti, ela sorriu e transpirou alívio. Admitiu que era seu livro favorito. Eu, percebendo isso, citei algumas partes do mesmo, fisgando Aline de uma vez. Conversamos por horas e horas e pela primeira vez, desisti de uma aula de literatura para discutir Tolstoi e Goethe com alguém. Com o amor da minha vida.
Em determnado momento, a conversa acabou. Estávamos quase à sós na biblioteca, apenas com mais dois alunos e a bibliotecária no recinto. Num impulso, sugeri a Aline que fôssemos até a prateleira de clássicos, para lhe mostrar meu livro favorito. Ela aceitou. Eu tremia por dentro e ela aparentava um interesse ávido pela nossa estranha conexão. Ela perguntou qual era o livro que eu queria que ela visse e, não suportando mais, beijei-a. Eu estava com seu exemplar de “Amor em Minúscula” nas mãos e, no ímpeto do momento, tampei nossos rostos com o livro para que não nos vissem, numa tentativa boba, mas cativante. Foi o instante mais lindo da minha vida. Ali, eu descobri o amor. E que para o amor, nada é impossível.
Nem mesmo beijar uma das garotas mais cobiçadas da escola, sendo um nerd nada desejado.
Pauta para o Blorkutando – 144ª Semana : Fotografia #02
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Por um namoro (de verdade) legal
Caro construtor de namorados perfeitos,
Há dois meses, terminei um namoro. E como em meu outro término de namoro, há dois anos atrás, continuei o final com a amizade. Havia aquela cumplicidade, aquela alegria de ver o outro, de estar próximo. Existia o medo de perder, aquela ansiedade pelo reencontro. Havia amor. Com tudo isso, não é difícil de imaginar que a pessoa que eu quero ter ao meu lado para sempre até o “para sempre” acabar deveria se encaixar nessas qualidades. Não vou dizer que não ligo pra beleza porque eu ligo sim, só que beleza pra mim vai além de um rostinho bonito: a pessoa tem que se cuidar. E mais, se se descuidar de si pra viver a minha vida, caio fora na mesma hora. Já caí na burrada de ficar com um garota que me encheu a paciência por longas duas semanas querendo saber cada passo que eu dava – levou um pé, porque grude não rola. E depois, existem limites pra tudo, não é? Imagina só se com namorados ia ser diferente! Sentir ciúmes? Seria aceitável se não fosse uma sensação tão controversa: ora é boa, ora é péssima. Meu amor perfeito teria também uma paixão sem fim por programas tradicionais de um casal: cinema, pizzaria, restaurante, praça, mãos dadas… Sou romântico, (in)felizmente. Não seria nem um pouco legal que meu prometido fumasse, porque não fumar é uma das cláusulas da minha constituição – não que eu tenha um constituição, claro. Acho que eu gostaria de receber flores, de ser beijado de surpresa, de ouvir um “feliz dia dos namorados” ao pé do ouvido no dia 12 de junho e também não reclamaria se me fossem escritos bilhetinhos carinhosos, nem que seja só um “não esqueci de você. Ass: fulano”. Pode gostar do que for, pode detestar o que for, pode ser o meu total oposto – sim, eu acredito no velho “os opostos se atraem”. Nossas diferenças seriam mínimas se existisse apenas um sentimento, que existiu em meus relacionamentos anteriores e que fez com tudo desse certo: o amor. Sem ele, ao meu ver não há relação. A pessoa pode ser feia, pode gostar do Flamengo e me deixar chupando dedo nos dias de jogo, pode sentir ciúmes e pode odiar ir à praça de mãos dadas, mas dizendo aquele “eu te amo” bobo, mas sincero, já tá valendo. E muito!
Espero que não tenha pedido demais.
Atenciosamente,
Tiêgo.
Pauta para o Blorkutando – 145ª Semana: Cartas #01
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Você + Eu = Nós

E agora somos só você e eu.
Mal posso acreditar que uma tentativa frustrada de vencer uma corrida de barcos fosse resultar nisso, mas não tenho do que reclamar. Afinal, estou com o amor da minha vida ao meu lado, me apoiando em todos os momentos – mesmo que eles sejam ruins. Nossa amizade já não era o bastante para tanta intimidade, tanta cumplicidade, tanto afeto e carinho reunidos em duas almas. Éramos melhores amigos, e isso era bom. Apenas não era aquilo que nenhum dos dois queria. Aliás, como eu poderia saber que você também me olhava com outros olhos enquanto eu falava das outras mulheres pelas quais me interessava e corria instantaneamente para lhe falar? Eram vezes em que tentava fugir do sentimento que tomava cada vez mais conta do meu coração. Procurava algo que não atrapalhasse nossa relação tão bonita e pacífica, não o contrário. Você me fez enxergar que a vida pode ter muito mais graça quando existe alguém para nos entender, nos compreender e nos amar do jeito que nós somos. E eu não me perdoo por não ter percebido antes que você sentia o mesmo que eu sinto por você: amor. Um amor simples, um amor intenso, um amor que me deixa feliz não importa o que estiver acontecendo comigo no momento. Ao seu lado, eu sei que estou bem. Ao seu lado, eu sou imbativel. Ao seu lado, meus problemas, aflições e medos somem. Ao seu lado, eu sou feliz.
Apenas beije-me. E o que vier, virá.
Pauta para o Blorkutando – 139ª Semana: O Barco.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Paixão, só isso.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Do triângulo à reta

“Marie,
Ontem à noite foi inútil tentar dormir. Mil pensamentos torturavam minha cabeça que parecia uma bombarrelógio, prestes a explodir ao mínimo movimento brusco. Decisões não são fáceis de se tomar, muito menos quando eu falo de duas coisas que mexem tanto comigo. Sim querida, meu coração se abriu ao amor. Novamente.
Você vai me tachar de mentiroso, de ridículo, de traidor. E ok, eu compreenderei todos os seus julgamentos. Porém, antes de qualquer outro pensamento repudiante seu, saiba que você foi e sempre será a primeira pessoa que amei nesta vida. Tudo o que vivemos juntos jamais me será apagado da memória. Desde o pôr-do-sol no almirante até as noites incríveis de amor que passamos. Meus momentos junto a sua presença hipnótica não tem como serem esquecidos. Tanto que para mim, esta decisão foi a mais dura e cruel que tive que tomar até hoje.
O mundo dá voltas entorpecedoras, minha amada. E isso tudo que está acontecendo comigo é complicado demais para eu conseguir compartilhar com alguém e acabar cometendo um erro que eu não deveria cometer. Seria impossível descrever tudo o que estou sentindo neste exato momento. Mas tenho certeza absoluta do que toma conta do meu coração; agora eu tenho. Depois de meses de uma dúvida incompartilhável e sendo a ponta principal de um triângulo perfeito, mas não equilátero como eu gostaria que fosse, é chegada a hora de lhe dizer, Marie, que não há como amar e ficar junto de duas pessoas ao mesmo tempo, sem sentir com se fosse romper a alma ao meio.
Pode ser que você nem esteja mais lendo esta carta, mas fique com a certeza de que o nosso amor, o nosso incrível e lindo amor, foi perfeito. Minha história com você teve um fim, mas podemos continuá-la de outras formas, sem que haja corações partidos e pessoas magoadas. Sinto muito não ter conseguido ter lhe dito da forma como deveria.
De seu eterno,
Gérard.”
Pauta para o Blorkutando – 131ª Semana : O Triângulo
***
Salut, bébés! Comment allez-vous?
Eu vou muito bem, obrigado. Essa semana voou, né? Nem acredito ainda que chegou o final de semana, minhas jornadas ultimamente tem sido um absurdo de cansativas, vocês não fazem ideia. Tô precisando de um relógio que faça o tempo passar um pouco mais devagar em alguns momentos porque né, ter montes de coisas pra fazer e o tempo que corre quando eu preciso é injusto comigo.
Tô pensando em elaborar um #TopFive pra essa semana, quem tiver sugestões, tô aceitando! De filmes a sites, podem falar ;)
Minha vida tá numa mesmice só… Mesmo com um namoro lindo e uma correria de rotina, parece que tô dando voltas e voltas no mesmo lugar. ALGUÉM ME LEVA PRA MARTE, SÓ PRA EU SABER COMO É? Brigado.
AH, ME LEMBREI DE UM BAPHOOOOOOOOOO PRA VOCÊS: VOU VIAJAR PELA PRIMEIRA VEZ NA MINHA VIDA Dia nove vou pra Belém, capital do Pará (que antes possuía meu estado, risos). Vou ter babados pra vocês!
Ai, gente, essa semana foram chegando as cartinhas das meninas da máfia das cartinhas, uma delícia <3 Ainda tô aceitando correspondentes, quem estiver afim dá um UP!
E enfim, acho que é só. Tô falando demais esses tempos e vocês não gostam de tagarelas que eu sei.
Do seu escritor-aspirante,
Tiêgo R. Alencar.
sexta-feira, 25 de março de 2011
Quando o amor acaba…

Eu sei que pode soar infantil ou até mesmo piegas, mas acredito sim em finais felizes. Mesmo porque eu tive um! Ao final de meu primeiro e único namoro sério até hoje, Marina e eu simplesmente seguimos nossas vidas como o destino havia escrito. E foi da vontade dele que nos tornássemos amigos. Só que há uma coisinha incômoda – ou nem tanto – no meio dessa história: o amor de verdade.
Serei bem sincero nas próximas palvras: nunca esqueci nem vou esquecer a única pessoa que amei em toda a minha vida. E por mais que as pessoas insistam em dizer que seus relacionamentos acabam por “falta” de amor, ainda prefiro acreditar na instabilidade da intensidade do amor, da chama da paixão que faz nossos corpos tremerem ao ver a pessoa amada. Meu namoro acabou por conta da distância forçada entre nós dois, mas independentemente do motivo para o término de qualquer relação e não só a minha, sempre resta aquele pingo de sentimento no fundo da alma – que é alimentado pelas inevitáveis lembranças.
É impossível não se lembrar dos momentos juntos do amor das nossas vidas. Desde o primeiro beijo tímido e cheio de desejo até os passeios de mãos dadas no parque, os flashes que passam pela mente são mais difíceis de conter do que imaginamos. Se bem me recordo, não há uma só vez que eu tenha visto um piquenique sem ter lembrado dos que eu armava para Marina em nossos aniversários de namoro. E por incrível que pareça, lembrar disso me deixa tão feliz! Saber que vivi momentos lindos ao lado de alguém que me amava tanto quanto eu a amava é mesmo para ser de uma alegria intensa. Se acabou, infelizmente foi para acontecer. Mas eu não me queixo, não.
Se cada dia junto dos amores de nossas vidas nos fez feliz, não temos porque ficar lembrando do fim, justo do fatídico término. Poucas coisas na vida são tão lindas e incríveis quanto amar, não é mesmo? Então vamos nos preocupar com as coisas ruins da relação pra quê? Já diz aquela velha canção: “o amor que entorpece e faz sofrer é o mesmo que te faz lembrar e lembrar e sorrir…”
Pauta para o Blorkutando - 130ª Semana: Do You Remember?
***
Oi, crianças!
Pois é, cá estou eu de novo. Sem muito pra falar, porque eu realmente queria falar de amor e falei tudo o que eu queria aí em cima. Estejam bem servidos com a minha visão super cool do lado bom do fim das relações ;D
Ah, outra coisa: eu queria que vocês votassem em mim no Prêmio Melhores do Ano do Blorkutando porque eu mereço, ok? Não estou forçando ninguém a votar em mim nem nada, então votem se acharem necessário. Fico feliz só de vocês entenderem isso! :D
ENFIM, acho que é isso. De baphos da minha vida, estou felicíssimo no amor, continuo arrasando muito no francês e ainda quero a fórmula pra acelerar o tempo, porque tá difícil lidar com a espera. E olha que eu sou paciente!Do seu escritor-aspirante,
Tiêgo R. Alencar.
terça-feira, 15 de março de 2011
Cartas, cartas, cartas
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| Prontinhas as cartas das meninas que são e que não são da máfia das cartinhas <3 |
Como bem vocês sabem, eu sou uma pessoa antiga. Sempre prezei o costume não tão moderno, mas muito prazeroso e delicioso de trocar cartas. Desde que descobri esse meio de comunicação, em 2005, fui gostando cada vez mais e mais e hoje eu sou simplesmente fascinado pela magia que o carteiro traz ao bater no meu portão dizendo que tem carta pra mim - sim, até a CARTEIRA (vocês sabiam que as mulheres arrasam entregando cartas, né? A Dulce já tá no coração. hahahaha) me conhece de tanto que chega carta pra mim. Só que de uns tempos pra cá, a ascensão gloriosa de uma tal de internet ESTRAGOU com o encanto que as cartas proporcionavam. Ninguém mais queria trocar cartas e pior, pra ficar horas no Twitter ou jogando conversa fora no MSN. Isso me entristeceu MUITO, mesmo eu sendo um viciado na web. Deusa Nyx sabe que eu valorizo muito o papel e a caneta. Até meados de 2008, eu pensava que fosse só eu que ainda era adepto desta prática. Só que me enganei, redondamente.
Por culpa da Gwen e de um plano muito legal dela de homenagear a revista Atrevida, acabei conhecendo-a. Virei fã desde que um texto dela foi publicado na revista em agosto (?) de 2008 e eu senti que precisava conhecer melhor aquela guria. E graças ao Orkut, esse lindo, nos conhecemos. Trocamos endereço, e não muito tempo depois, as cartas começaram a chegar. Uma atrás da outra, duas por mês. Isso me reanimou, totalmente. Minhas esperanças haviam triplicado. Ainda existiam pessoas que gostavam de trocar cartas! Não tardou muito para que eu fosse conhecendo gente com o mesmo amor pela escrita e por esse meio de comunicação. Depois vieram a Lays, a Van, a Isa, as meninas da Máfia das Cartinhas Amanda, Rúvila, Deyse e também as divíssimas Mayara e Bia TM que quiseram entrar na brincadeira comigo. Nem preciso dizer que estou FELICÍSSIMO com tudo isso, né? De repente, meninas lindas e sensacionais e que tem o mesmo amor pela escrita em comum trocando cartas comigo! Ainda estou em êxtase.
Suas lindas e sensuais, minhas cartas estão chegando logo mais na casa de vocês! Foi simplesmente mágico escrever cada uma delas e tenho orgulho por cada uma de vocês cultivar um ato tão legal como este. E que um dia meu acervo de cartinhas esteja do tamanho do meu contentamento por vocês quererem trocar cartas comigo!
Antes de concluir o post, foto do meu atual tesouro:
| Meu maço lindo de cartas since novembro de 2008 |
E é isso, musos! Quem ainda duvidou da minha paixão por escrever, CALE-SE AGORA E ME MANDE UMA CARTA! Entre em contato comigo por comentário, por Twitter ou por sinal de fumaça. GRATO!
Oi, bebês!
Já falei quase tudo o que tinha pra falar pra vocês hoje. Eu ia postar uma coisa melosérrima, mais do que mel. MAZAÍ tive a ideia de postar isso e fomentar a prática do envio de cartas - e não e-mail, tá? - porque meu blog também é cultura, né. Tenho só algumas considerações pra colocar porque o post tá imenso e eu não gosto nada disso porque vocês não vão ler nada:
1) O QUE FOI O THALES SE DECLARANDO PRO JULINHO ONTEM EM TI TI TI? Dei uma morrida básica! Eu já estou apaixonado, vendo essas coisas então... Fico ainda mais! VEM GENTE! É a última semana da novela e tá tendo babado atrás de babado então NÃO SEJAM TOLOS E OUTS e arrasem! Tititi é TEMDENSIA E tá parei.
2) Hoje recomeça as aulas no meu curso de francês! Cá vou eu para o quinto semestre, cheio de expectativas! Posso realizar meu sonho de ir fazer intercâmbio esse ano! Torçam por mim!
e 3) QUEM ME AJUDA A CONTROLAR A ANSIEDADE PRO INÍCIO DA UNIVERSIDADE?
Do seu escritor-aspirante,
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Esquina
Fazia frio naquele dia. Caía uma chuva anormal para fevereiro, um mês tão quente em Macapá. Meus dentes batiam e parecia que eu estava num cenário de filme americano. Coberto até a alma, penetrei a chuva que caía com força e juro que teria voltado para casa na mesma hora se não gostasse tanto do clima gelado. As ruas lavadas pela grande quantidade de água assustaram-me de tal forma que cheguei mesmo a pensar se sairia dali, mas estava convicto a decidir o que seria de minha vida. A água e o vento gelado não me fariam voltar atrás. Não mesmo.
Dei os primeiros passos em direção à rua principal quando o movimento dos carros me surpreendeu. Afinal, já passava das sete horas da noite e geralmente neste horário não se veem muitos carros circulando na principal. Caminhei com cuidado pela avenida (felizmente) bem pavimentada até chegar à parada de ônibus. Aguardei a lotação que eu sabia, não demoraria a passar. E realmente, minutos depois a condução passou. Adentrei o veículo sem muitos passageiros e, à medida que ele ia freando nas paradas, a chuva aumentava. E em momento algum quis desistir do que estava fazendo.
Não demorei muito a chegar em meu destino. A chuva havia se resumido a um chuvisco agradável e aquilo me animou. Caminhei mais alguns metros até a casa de Bernardo. Ele me aguardava com um sorriso fascinante no rosto e um guarda-chuva tamanho família nas mãos. O calor que emanava de seu corpo acabou me acolhendo muito mais do que eu esperava. Ele estava só na casa que dividia com a amiga de universidade. Eu o abracei com tanta força que senti medo de quebrar seus ossos. Fazia exatos dois anos e dois meses que ele havia partido e sua volta me pegou completamente de surpresa. Seus olhos brilhavam, assim como os meus. Ainda éramos amigos, melhores amigos. Senti tanta falta daquele sorriso inocente, daquele carisma contagiante e daquela voz que fazia cada nervo do meu corpo tremer. Eu amava Bernardo muito mais do que só como amigo. Eu sabia que ele era o que faltava para minha vida ficar completa. Mas o receio, o medo do que ele ia pensar caso eu dissesse à ele tudo o que sentia me calava, deixava-me incapaz de falar o que fosse.
Naquela noite, conversamos muito. Colocamos em dia tudo o que não havíamos falado um para o outro naqueles vinte e seis longos meses. Não percebemos a hora, que voou. Quando nos demos conta, já passava da meia-noite e ainda estávamos com os ânimos à flor da pele. Eu precisava ir para casa, no outro dia trabalharia normalmente. E como Bernardo morava longe de minha casa, tratei de me adiantar. Eu não queria, obviamente, ir embora. Bernardo insistiu muitas vezes para que eu ficasse, até porque a chuva já estava engrossando novamente. Mas eu sabia que se ficasse, acabaria cometendo uma loucura. E eu não queria perder de vez o que existia de mais valioso para mim.
Bernardo me acompanhou, de má vontade, até a esquina da rua de sua casa. Estávamos mais do que encapados, tamanho era o frio. Não havia vivalma por ali. Apesar de não ser perigoso, aquele silêncio mortal juntamente com o vento cortante me fizeram tremer. Bernardo sentiu isso e, quando chegamos à esquina, ele me abraçou. Retribui o movimento, já não contendo as lágrimas por ter que me afastar do amor da minha vida. Ele não queria me largar. A última condução estava prestes a passar e eu pouco me importava naquele momento se ia ou não para casa. Bernardo me pressionou contra si, parou seu olhos nos meus e disse, fazendo meu corpo petrificar:
- Eu senti mais a sua falta do que pode imaginar. Eu te amo – completou, puxando meu rosto contra o seu. Parecia que eu iria perder o chão. O choque dos seus lábios nos meus foi o suficiente para me acordar e perceber que aquilo estava mesmo acontecendo. Nem o frio congelante nem o vento cortante me impediram de beijá-lo com todas as minhas forças. Aquele breu que envolvia a rua me pareceu um tanto sugestivo. Não me recordo de ter visto o ônibus passando por nós. Só me lembro do melhor beijo da minha vida. Com o amor da minha vida.
Pois é, bebês. Foi o que saiu pra hoje. Lembrei de umas coisas aí da minha vida que inspiraram o texto. Pode nem parecer, mas acabei chorando ao escrever o texto. SIM, eu sou patético. Não esqueci o Thales, ainda. Meu amor tá sofrendo pelo Julinho e eu sem poder fazer nada. MAZENFIM, pretendo postar amanhã de novo. Ah, e tô blogando pela primeira vez pelo Windows Live Writer! Recomendo!
Do seu escritor-aspirante,
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Desafio - Conheça-me melhor
PERFIL
Nome: Tiêgo Ramon dos Santos Alencar
Idade: 16 anos
Aniversário: 20 de junho
Emprego: Severino-faz-tudo numa escola de ensino infantil
Estado Civil: casado
Onde vive (casa ou apartamento): casa
Irmãos: três, um de 24 anos, outro de 22 e uma de 14
Animais: um pit bull marrom-chocolate chamado Saddam
Fuma: não
Bebe: não, mas morro de vontade de tomar um porre
APARÊNCIA
Piercings: não
Tatuagens: não
Aparelho nos dentes: não
Roupas: camisas gola polo e gola V, bermudas e acessórios xadrez
Cor dos olhos: castanho escuro
Cor dos cabelos: preto
FAVORITOS
Cor: azul escuro
Número: 10
Animal: gato
Flor: camélia
Comida: lasanha
Sabor de sorvete: morango
Doce: goiabada (com creme de leite)
Bebida alcoólica: Ice, porque foi a única que tomei até hoje
Tipo de música: pop/rock
Banda/Artista: NX Zero/Mika
Música: We Are Golden, do Mika
Livro: Conte-me Seus Sonhos - Sidney Sheldon
Filme: À Procura da Felicidade
Programa de TV: BBB
Melhor amigo: Bárbara Moreira
Dia da semana: Quinta-feira
Esporte: não faço nenhum, mas curto natação e ginástica olímpica.
VIDA AMOROSA
Nome da pessoa amada: Thales Salmeirón
Estão juntos há quanto tempo? Dois meses
E de casados, quanto tempo? Idem.
Local em que se conheceram: televisão
Foi amor à primeira vista? Com certeza
Quem deu o primeiro passo? Ele, vindo divinamente molhado e perfeito do mar, tinha acabado de surfar e arrebatou meu coração
Já te deu flores? Não
Qual a coisa mais doce que ele te deu? Um sorriso
Um sonho de vocês dois: morar em Saquarema pra sempre
Uma curiosidade do casal: ele é casado com uma racha chamada Jaqueline Maldonado
Quem tem mais ciúme: eu
Ele se dá bem com a sua família? Não, ele não a conhece
E você, se dá bem com a família dele? Idem.
OUTROS
Sabe dirigir? Não
Tem carro/moto? Não
Fala outra língua? Sim, francês
Coleciona algo? Não
Fala sozinho? Sim, muito
Se arrepende de alguma coisa? Muitas coisas
Religião? Católica, não radical
Confia nas pessoas facilmente? Não
Perdoa facilmente? Sim
Se dá bem com os seus pais? Sim
Desejo antes de morrer? Ter feito tudo o que jurei ter feito quando vivo
Maior medo: de sapos
Maior fraqueza: ver pessoas que eu gosto chorando
Toca algum instrumento? Caixa/tarol e bumbo
ALGUMA VEZ...
Escreveu alguma poesia? Não
Cantou em público? Sim, duas vezes
Fez alguma performance em palco? Sim, já interpretei peças no colégio
Andou de patins? Sim, sou apaixonado
Teve alguma experiência que quase morreu? Duas vezes, uma aos sete e outra aos treze anos
Sorriu sem razão? Sim
Riu tanto que quase chorou? Sim, ano passado quando uma amiga fez xixi nas calças
Como você está se sentindo hoje? Satisfeito
O que te faz feliz? Sorrisos sinceros
Com que roupa está agora? Camisa gola V branca e bermuda xadrez
Cabelo: quase sem, tô carecado
Brincos: não
Algo que você faça muito: ler e escrever
Conhece alguém que faça aniversário no mesmo dia que você? Duas crianças
Está confortável com o teu peso? Não, mas o que fazer, né?
ACABE A FRASE:
Eu gostaria de ser... rico
Eu desejo... ser feliz
Muitas pessoas não sabem... que eu gosto de garotos e de garotas
Eu sou... DIVO E MARAVILHOSO
E o meu coração é... uma caixinha de surpresas.
Indico pro Vagner e pra Bia.
Bem, crianças, eu devia ter postado isso há um século, mas o Blogger resolveu recomeçar com a frescura pra postar. Só consegui agora. Mas enfim, espero que curtam, amanhã postarei de novo! A história do amor platônico não me sai da cabeça, continuo me sentindo patético por isso. Sonhei com ele essa noite. Ai.
Até mais, lindos e divos e sensacionais que me ajudaram tanto! E a pedidos, procurarei um layout mais a minha cara diva e fabulosa, porque eu mereço.
Do seu escritor-aspirante,Tiêgo R. Alencar
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Amor platônico?! Como assim?
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| FOTO: Papin |
Oi, bebês! Como estão?No mais, é só. Fazem quase dez horas (a contar de três e meia da madruga) que estou acordado e tentarei descansar. Logo mais nos vemos!
Vocês podem nem acreditar, mas é verdade. Passei a noite toda pensando no Thales. Baixei umas 10 músicas do John Mayer e só Heartbreak Warfare, tema do Thales e do Julinho/Jaqueline, não sai da minha cabeça. Tava precisando viver um amor, mesmo que impossível. Minha vida já estava começando a cair na
mesmice. E isso eu não quero pra mim.
Mudando de assunto, novidade pra vocês: ESTOU MATRICULADO NA UNIFAP! Ingressarei apenas no segundo semestre, mas a ansiedade e preparação já começaram dede já. Estou felicíssimo!
Ah, as mudanças no blog: quero ver todo mundo visitando as páginas novas e reformuladas , hein? Aqui em cima da parte de postagens estão todas, vejam e digam se curtiram! Fiz pensando em vocês!
Mais tarde postarei um desafio que ganhei da Nati. Aguardem!
Do seu escritor-aspirante,
domingo, 2 de janeiro de 2011
Retrospectiva 2010.
Tive muitas surpresas maravilhosas em 2010, que dentre as quais vale destacar: meu PC em casa com internet, almejado por tanto tempo; a descoberta de vários cantores e bandas e livros novos; amores reprimidos que se tornaram verdade, mesmo que por um período curtíssimo de tempo; amizades inesperadas; o vício compulsivo por Twitter; a fluência muito adiantada em francês e também tive, no penúltimo dia do ano, a notícia de que havia passado no vestibular. Pra quem já passou por isso, sabe que é a sensação mais retardada do mundo. E mesmo mesclando tudo que é vontade, não deixa de ser boa. Ver meu nome naquela lista foi a maior surpresa do ano. Vocês acompanharam o meu drama desde que prestei a prova
Na internet, mais específicamente em termos 'bloguísticos', qual não foi minha surpresa ao ver que ganhei em primeiro lugar na primeira semana de 2010 do Blorkutando! Essa vitória, que considero uma das maiores, foi apenas a primeira de dezessete que seguiram-se por todo o ano. Fui destaque por duas vezes (janeiro e agosto) e ainda arrasei numa entrevista que dei pra Yasmin, dona do Blorkutando e do blog Heute und Immer, no blog Cosmopolitan Ice. Um dos ápices do meu blog neste ano. Neste ano, diferente do ano passado, em nenhum momento me passou pela cabeça deletá-lo ou coisa do tipo. Tô muito feliz com as conquistas da minha falsa ciência tão querida e amada por mim e por alguns de vocês, que se acostumaram com meus devaneios, minhas loucuras, minhas crônicas e meus momentos.
E como eu não poderia deixar de fora, tenho muitos agradecimentos a fazer. Em primeiro lugar, DEUS, porque me manteve vivo por mais um ano. Em segundo, família: porque vocês me suportaram quando eu estava prestes a ter um ataque e me acompanharam sempre que puderam. Em terceiro, amigos, que eu tenho orgulho de chamar de amigos: Bárbara, minha branquela que amo tanto; Brenda Medeiros, a melhor amiga que alguém pode ter; Kaléo, meu melhor amigo, que apareceu este ano em minha vida pra não sair nunca mais - e que me levou a uma rockada. hahaha -;Willian Leite, o policial do Bope que tanto me transpassou segurança e que eu tive a honra de considerar meu amigo; Débora, Mel, Letícia Sêcco, Laura C. Viana, João Carlos, Jacy Neto, não sei o que dizer a vocês por terem me acolhido e me permitido participar de um grupo tão genial e incrível; Mayara e Renata, que mudaram de escola mas não saíram do meu coração; Sandra, minha fiel amiga nas horas - tardias - da noite em que eu não podia pedir socorro a ninguém; Isadora, que tanto me fez rir e que me fez admirá-la pelo que é; Jeanne, pelo exemplo de garota que é; Gwen Mignot, que parou de trocar cartas comigo mas continua um amor e Lays Aires, que tanto me suportou por carta (teria muito mais pra falar, mas não conseguiria. Já chorei que só escrevendo isso.). Em quarto lugar, à vocês, meus fiéis leitores lindos e divos que eu jamais iria esquecer de citar e que, ao longo do tempo, acabaram ganhando a minha amizade: Tay Scott, Erica Ferro, Vanessa Bittencourt, Jeniffer Yara, Joabe Nunes (os veteranos) e os novatos mais do que maravilhosos, James Pimentel, Italo Stauffenberg, Natália Souza, Natália Rosa, Natália Santos, Fran Nery, Felipe Goulart, Ceres e Júnior Batista (o homem da minha vida, tchau): MUITO OBRIGADO por alimentarem a minha fome de escrever com tantos elogios e por participarem da minha vida bloguística tão ativamente. VOCÊS SÃO INCRÍVEIS!
2010 foi um ano fabuloso. Não tive do que reclamar. E espero que 2011 mantenha esse mesmo ritmo. Minha vida de universitário vai ter início, terei que mesclar isso com as postagens aqui no blog e muitas outros desafios virão. Vou conseguir driblar todos! Quem persevera, SEMPRE alcança!
Bora pras resoluções de ano novo QUE SÃO MAIS INTERESSANTES?
***
- Resoluções de ano-novo.
Ano passado, essa foi a minha lista de resoluções - as riscadas foram cumpridas e comentadas:




