quarta-feira, 18 de maio de 2011

Paixão, só isso.


Sinto-me um completo idiota. É, retardado, louco. As coisas sorriem para mim assim, sem mais nem menos. Não preciso mais chegar em casa reclamando de Deus e o mundo por causa de um dia tenebroso no  trabalho ou no meu curso de francês (se bem que falar francês clareia qualquer dia tenebroso, mas enfim). Muito pelo contrário, inclusive. Todo mundo estranha quando eu chego em casa rindo – de nada.
Eu sei que você tá me achando um retardado total por estar jogando aleatoriedades num parágrafo de introdução de um texto bobo e sem muitas razões, porém continuarei mesmo assim.
“Apenas um olhar, mistério, confuso de entender...”, já diz o NX Zero (écoutez “Apenas Um Olhar). Por algum motivo, um olhar foi o suficiente para que todas as terminações nervosas do meu corpo estivessem prestes a entrar em transe. Prevejo pedras sendo atiradas em mim por conta da minha cafonice, mas minhas pernas bambearam apenas por ouvir o som de sua voz – um “oi” tímido seguido de um sorriso e um olhar penetrante. Isso é o bastante para que minhas pernas bambeiem, ou pelo menos eu acho. Você já deve ter sentido isso alguma vez na vida, aposto. Coração acelerado. Modo “mute” ativado. Um certo trepidar (em toda a extensão corporal). Não me lembro ao certo da minha reação naquele instante, se é que eu tive alguma. Ah, lembrei de uma reação: sorri. Retribuí aquele sorriso lindo e aquele olhar penetrante como se fosse a coisa mais importante da minha existência.
Uma só fração de segundo bastou para que eu tivesse certeza do que era aquela erupção incontrolável de emoções loucas dentro de mim.
Simples. Eu estou apaixonado.
De novo.

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