terça-feira, 3 de julho de 2012
Atitude sim, refrigerante não
Impressionante como o tempo voa. Ontem completaram seis meses desde que decidi abolir o refrigerante da minha alimentação. De lá para cá, foi sofrimento atrás de sofrimento, principalmente nas festas em que tive que ir e ficar a base de água ou sucos (isso quando tinha, porque quando não tinha era só a água mesmo e olhe lá!); foi luta atrás de luta e, no final (bem, nem tanto final assim porque não pretendo tomar de novo até ser obrigado), a felicidade reina por ter conseguido ser disciplinado o suficiente por tanto tempo para ficar longe de Coca-cola e Guaraná (meu ex-favorito). E se vocês querem saber, foi uma das melhores coisas que já poderia ter feito na vida! Já sinto as mudanças no meu corpo e antes que alguém pergunte, eu tenho vontade de tomar quando vejo, afinal foi uma vida toda tomando para eu chegar uma hora, dar um basta e parar totalmente de sentir falta também já seria milagre demais. Mas sei que fiz a escolha certa e dei o primeiro passo rumo àquela vida saudável que eu tanto almejo.
Agora fico pensando em quem não consegue dar esse primeiro passo. Medo, será? Receio, dúvida se deve se arriscar ou não? Creio que nenhum destes fatores possam ser maiores do que a vontade de chegar onde se quer chegar. Eu tive medo de parar de tomar refrigerante e me frustrar bonito lá na frente caindo na primeira tentaçã, confesso. Mas em nenhum momento eu pensei em desistir da ideia. Tentei, experimentei para ver no que ia dar. E olhem só, seis meses sem encostar em uma lata de Kuat (meu ex-refrigerante favorito, repito). Abandonei medos e receios e não dei o menor ouvido para quem disse que não ia dar certo - sim, muita gente disse que eu não ia aguentar. A galera da universidade então, comprava refrigerante para tomar na hora do almoço e eu lá, com o suco com gostinho de mágoa que servem no Restaurante Universitário ou com a água, na falta deste. Para eles pararem com essa graça, dei um jeito de impedir esses dependentes de refrigerante de continuar com a prática, pelo menos na minha frente. E assim eles fizeram: perto de mim, ninguém tomava uma gota sequer de coca-cola.
São essas pequenas atitudes que tomamos diariamente (sem a ajuda de refrigerantes ou derivados) que nos fazem pessoas melhores. Você pode até achar que não está mudando o mundo colocando o papel de bala no bolso ao invés de jogar no chão ou então ajudando instituições de caridade doando o que você não usa mais. Porém, você está fazendo a diferença. Da sua maneira, mas está. Tomar atitudes não dependem do próximo, nem dos distantes nem de ninguém. Além de você. Então, se você for parar de tomar refrigerante, não pare para pensar em nada. Faça-o. Não se importe com os obstáculos; eles se tornam meros coadjuvantes na sua busca pelo sucesso. E eu sei que você vai conseguir.
Enquanto isso, vamos tentando. E tentando, e tentando...
terça-feira, 22 de maio de 2012
Me dá um abraço?
Particularmente, adoro abraços. Não consigo explicar de maneira decente a relação mágica que tenho com este ato. Abraçar vai além de pressionar o corpo contra o de outra pessoa. Não, muito pelo contrário! Um abraço é uma demonstração de carinho tão grande que parece absurda a ideia de que tantos sentimentos possam ser transmitidos por meio de um ato tão singelo quanto. Aquele choque gostoso por estar perto de quem você gosta é indescritível! É uma sensação maravilhosa quando sabemos aproveitar (aliás, qualquer coisa simples quando sabemos aproveitar acaba se tornando algo fantástico, não é mesmo?).
sábado, 25 de junho de 2011
Direto do túnel do tempo
“Querido diário,
Acordei sentindo algo estranho. Parecia que eu estava num lugar onde eu não deveria estar. Ou mais estranho ainda, onde eu nunca havia me imaginado estar. Minhas impressões foram confirmadas após o despertar: eu estava numa época totalmente diferente da qual estava antes de repousar a cabeça no travesseiro ontem! A atmosfera estava diferente. Ao meu redor, eu sentia as coisas diferentes. A começar pelo banheiro: desde quando minha escova de dentes faz o serviço completo só com o clique de um botão? E o que dizer do chuveiro, cuja temperatura se adapta à minha necessidade no momento, sem eu ativar qualquer coisa?Fiquei completamente abismado com tais invenções! Seria interessante também dizer que meus dentes estão branquíssimos e minha pele com um aspecto ótimo! E não muito depois disso, ao tomar café, reparei que existia uma máquina que faz pão na hora, assim como o café, de todas as formas possíveis. Imaginem só se eu, assim como metade da população, não amei! Estranhei um pouco o fato de tudo parecer perfeito demais, mas ignorei, só podia ser coisa da minha cabeça. Já estava me acostumando com a ideia de estar num lugar longe do meu distante presente quando abri a porta da minha casa (que só abre única e exclusivamente com o meu comando de voz) para ir ao trabalho. O que era o tráfego de veículos pela rua?! Mininaves flutuavam próximas ao meio-fio e as bicicletas tinham uma espécie de acelerador que as deixavam como as motos, mas sem poluir. Aliás, não existia poluição por nenhum canto; nada de dióxido de carbono, nada de lixo nas ruas, nada de nada. Por todo o trajeto onde caminhei, lixeiros metálicos me acompanhavam. Experimentei jogar um pedaço de papel dentro de uma delas e raios laser a desintegraram em questão de segundos! Quase não acreditei naquilo… Estaria o mundo pornto pra aguentar mais um milênio? Tudo gritava sustentabilidade, aquela que eu acreditava lá no presente que seria a salvadora da humanidade… E assim foi até eu chegar ao trabalho. Tudo mudado. Agora existia um prédio imenso, muito bonito e cheio de gente correndo apressada de um lado para o outro. E logo descobri porque eu tinha que usar aqueles sapatos altos com rodinhas supersônicas. Não me recordo de ter muitos momentos de descanso após pisar lá dentro. E eu notei que muitos colegas de departamento estavam tristes… Depressão. É, eu bem que imaginei que ela seria inevitável e cada vez mais frequente numa população cada vez mais solitária… O resto do meu dia seguiu-se com o impacto da realidade daquele futuro. E ao chegar em casa e pesar os prós e contras, vi que não era aquilo que eu gostaria para mim. Apesar de toda aquela comodidade, eu não via o sorriso das pessoas, só as via sozinhas, tudo automático demais! Não é suportável viver assim, nção é? Prefiro continuar no presente, com minha escova de dente de cerdas tortas e com meu banho frio no inverno porque eu sei que as coisas são bem menos robóticas assim. Praticidade é legal, mas em demasia chega a dar náuseas de tão comodista. Acho que está na hora de repousar no travesseiro e acordar onde eu não deveria ter saído! Até mais!
Tiêgo.”
Pauta para o Blorkutando – 143ª Semana: Diário #01.
PS: Só pra vocês saberem, tô bem tristinho que só eu esteja participando nessa semana do Blorkutando. Tô vendo a blogosfera morrer aos poucos, é isso? Vamos nos juntar e arrasar! Já diz o ditado, a união faz a força! Bora, lindos, venham comigo!
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Por um namoro (de verdade) legal
Caro construtor de namorados perfeitos,
Há dois meses, terminei um namoro. E como em meu outro término de namoro, há dois anos atrás, continuei o final com a amizade. Havia aquela cumplicidade, aquela alegria de ver o outro, de estar próximo. Existia o medo de perder, aquela ansiedade pelo reencontro. Havia amor. Com tudo isso, não é difícil de imaginar que a pessoa que eu quero ter ao meu lado para sempre até o “para sempre” acabar deveria se encaixar nessas qualidades. Não vou dizer que não ligo pra beleza porque eu ligo sim, só que beleza pra mim vai além de um rostinho bonito: a pessoa tem que se cuidar. E mais, se se descuidar de si pra viver a minha vida, caio fora na mesma hora. Já caí na burrada de ficar com um garota que me encheu a paciência por longas duas semanas querendo saber cada passo que eu dava – levou um pé, porque grude não rola. E depois, existem limites pra tudo, não é? Imagina só se com namorados ia ser diferente! Sentir ciúmes? Seria aceitável se não fosse uma sensação tão controversa: ora é boa, ora é péssima. Meu amor perfeito teria também uma paixão sem fim por programas tradicionais de um casal: cinema, pizzaria, restaurante, praça, mãos dadas… Sou romântico, (in)felizmente. Não seria nem um pouco legal que meu prometido fumasse, porque não fumar é uma das cláusulas da minha constituição – não que eu tenha um constituição, claro. Acho que eu gostaria de receber flores, de ser beijado de surpresa, de ouvir um “feliz dia dos namorados” ao pé do ouvido no dia 12 de junho e também não reclamaria se me fossem escritos bilhetinhos carinhosos, nem que seja só um “não esqueci de você. Ass: fulano”. Pode gostar do que for, pode detestar o que for, pode ser o meu total oposto – sim, eu acredito no velho “os opostos se atraem”. Nossas diferenças seriam mínimas se existisse apenas um sentimento, que existiu em meus relacionamentos anteriores e que fez com tudo desse certo: o amor. Sem ele, ao meu ver não há relação. A pessoa pode ser feia, pode gostar do Flamengo e me deixar chupando dedo nos dias de jogo, pode sentir ciúmes e pode odiar ir à praça de mãos dadas, mas dizendo aquele “eu te amo” bobo, mas sincero, já tá valendo. E muito!
Espero que não tenha pedido demais.
Atenciosamente,
Tiêgo.
Pauta para o Blorkutando – 145ª Semana: Cartas #01
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Il y a comme n’aimer pas de lettres?
Não, não tem como não amar cartinhas. Elas podem vir de todos os tamanhos, de todos os tipos, com todo o conteúdo imaginável. O carteiro bate à sua porta e você, mesmo já estando mais do que enjoado de ver aquela figura amarela dos pés à cabeça, não vê a hora de ele lhe entregar a correspondência. No meio de contas e propagandas, ali está a salvadora dos seus dias. Ela que te faz se sentir o máximo por alguém ter parado algum tempinho só para escrever pra você. As cartas são poucos momentos que temos para refletir conosco mesmos; as cartas são passagens de ida e volta para um universo de pensamentos infinito, de lembranças gostosas – ou desgostosas –, de vivências e experiências. Uma carta vai muito além de recebê-la das mãos do carteiro (ou carteira, como é a moça que sempre deixa as minhas em casa), abri-la, lê-la e respondê-la. Temos que sentir o prazer por aquela atividade, sentir como se pudesse descrever minuciosamente o que seu correspondente sente só pela variação de sua letra. Acreditar que não são apenas papéis rabiscados mas sim instantes eternizados em palavras sinceras. O prazer em escrever cartas é uma das coisas mais deliciosas da vida. Pode ser que não haja tempo o suficiente para escrever uma, ou que exista a vergonha por conta da letra, ou o receio de o que o outro vá achar de você daquela maneira. É bom ir tirando esses complexos da cabeça. A gente tem tempo pra tudo nessa vida e a sua letra não é motivo para se envergonhar, afinal ela é sua marca registrada! E sobre ter receio do que o outro vá achar, não tenha medo de ser feliz. É impossível não gostar de alguém que faz questão de escrever em papel e tinta de caneta pra você, e não manda uns e-mails superficiais, ou scraps no orkut pra dizer que não esqueceu de você e que te ama. Garanto: a intimidade presente numa carta vai do “oi!” até o “até logo” e isso você não pode encontrar em nenhum outro lugar a não ser nas linhas preenchidas de uma carta. Se você for tímido, taí um método perfeito para ir perdendo a timidez. A carta é um meio de comunicação tão incrível que dá até pena de ver que está sendo cada vez mais esquecido por todos. Mas se você é do tipo que faz a diferença e que pretende ter uns minutinhos de felicidade, seja lendo ou respondendo a uma carta, use e abuse. Nenhuma sensação no mundo é capaz de descrever a emoção repassada nas palavras transcritas. E todos só temos a ganhar!
PS: cafunés bem carinhosos para a Van, para a Mandy, para a Jeni, para o Fê, para a Gwen, para a Deyse, para a Lays, para a Fran, para a Tay, para o Júnior e para a Isa, que me aturam/aturaram em cartas – e gostam/gostaram!
***
Oi, lindos!
Vim praticamente voando aqui porque tô no trabalho e hoje o dia tá prometendo muita coisa – oh, God, como eu detesto as quartas-feiras! – pra fazer. Senti uma vontade louca de falar mais uma vez de cartas aqui no blog porque vocês são uns lindos e me suportam até falando de assuntos repetidos, rs. Ah, e outra: quem quiser, ainda tô disponível pra troca de cartas! Vamos aproveitar que as férias estão chegando e vamos arrasar invadindo as agências dos Correios com nossas presenças divas e sensacionais? Quem estiver afim, me contate por comentários ou me mande um e-mail para tiegoramon@gmail.com que eu respondo assim que possível!
E a propósito, estou ótimo. Minhas notas no francês estão excelentes e segunda-feira, meu aniversário, será o último dia de aula, com as temidas provas finais de semestre. Tô me concentrando bastante e tenho certeza que vou arrasar! Um beijo, subjonctif et conditionnel e outros assuntinhos chatos! Amo vocês <3 hahaahaha
E é isso! Tem post novo meu no O Quanto Quiser e espero vê-los logo logo! Brigadíssimo pela atenção!
Do seu escritor-aspirante,
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Quando há controvérsias…
Vocês já sabem que eu cursarei Licenciatura em Letras com especialização em francês a partir de agosto (chega logo, primeiro de agosto!). E vocês, logicamente, sabem que estudarei para ser professor, especificamente de língua portuguesa (eu amo português, sou louco?). Tá, vocês já estão por dentro até da cor da minha alma, vamos parar de enrolação: estou pensativo. Desde agora há pouco quando cheguei do curso de francês.
Definirei o motivo que me fez pensar nisso em uma palavra: GREVE. Antes, quando eu era só um estudante retardado para ir para a faculdade, gritava feliz da vida quando os professores decretavam greve. Não fazia deia o que estava fazendo. Minha mãe, que é professora (e linda e musa e sexy), teve que paralisar suas atividades já há duas semanas com centenas de outros colegas de labuta, reivindicando seus direitos reais – e não aquilo que o governo sugere de maneira desonesta e absurda, diga-se de passagem. E é em cima desses direitos que estou pensando em meu futuro nesta profissão.
O professor é o alicerce de toda e qualquer profissão, só para começar. Vocês não acham injusto que esses profissionais tão essenciais sejam tão desvalorizados pelo poder público? E depois, como se não bastasse essa injustiça, não é qualquer um que se dispõe a exercer um papel destes. O professor é o sujeito mais corajoso que existe, falo com todas as letras. Diga lá se você se submeteria a tentar entender trinta, quarenta mentes reunidas num lugar nem um pouco favorável à esta reunião diária, correndo o risco de enlouquecer a qualquer momento!
Ok, sem pressão, Tiêgo.
Enfim, são muitas divergências. Muitas. Ao mesmo tempo que professor pode ser uma profissão alegre, dinâmica, pode ser uma profissão estagnada, sem ascensão, sem reconhecimento verdadeiro. Essa adversidade me assusta bastante. Mas sabe, eu acho que meu amor pela linguagem chega a ser maior do que qualquer indiferença que venha a surgir. Além do que se eu não gostar, posso exercer várias outras atividades, não é?
Uma observação: acabo de descobrir que não precisa ser formado em Letras para pertencer à Academia Brasileira de Letras. Então vou continuar sonhando com tudo que é possibilidade. Vai que eu descubra outra vocação sem querer?
***
Post-desabafo. A greve dos professores aqui em Macapá ainda não acabou e eu acabo de ver que não é só aqui: a Bahia também parou tudo na rede estadual de ensino, nas universidades. Concordo com a atitude. O país vai parar se os professores mostrarem sua força pra aquele bando de injustos e malditos que fazem nossa política, infelizmente.
E tô com dor de garganta, tô chato, não sei como consegui escrever esse texto e vou picar a mula JÁ porque tô com tanta dor mas tanta dor que só vou blogar e capotar. Um detalhe: ainda são dez horas da noite. Isso é um milagre pour moi, risos.
Do seu escritor-aspirante,
segunda-feira, 23 de maio de 2011
ENEM 2011: que comecem os jogos!
Ano passado, eu prestei o vestibular para duas universidades públicas. Uma delas, a federal (Unifap), utilizou a nota do Exame Nacional do Ensino Médio, o ENEM, como uma das formas de ingresso. Pensei umas dez fazes antes de optar por fazê-lo, uma vez que minha preparação para a prova era zero e ela seria minha porta de entrada para a faculdade – fora o medo que quem já havia feito nos anos anteriores me colocava com seus relatos do temido exame. Mas mesmo assim, fiz. E não me arrependo nem um pouquinho da escolha, até porque consegui passar no vestibular com a nota do ENEM (mas isso já é outra história, hahahaha). Enfim, concentremo-nos na prova em si.
A prova total é dividida em dois dias, duas provas em cada um sendo que no segundo dia temos a linda e maravilhosa redação para completar a felicidade dos pobres mortais que farão o bendito exame. Acho que só isso já basta para o considerarmos desumano, não? Confesso que no primeiro dia de provas fiquei morrendo de medo do tamanho dos cadernos de questões e do conteúdo decisivo deles. Agora, somem isso a uma sala minúscula, mal ventilada, muito quente e com carteiras mais duras do que PREFIRO NÃO COMENTAR RS. Pronto, você tem em mente os meus dias tortuosos, exaustivos e totalmente atordoadores que marcaram o meu final de 2010. O ENEM de longe foi a avaliação mais perversa, complicada e interminável que eu já fiz. Juro que depois do segundo dia de prova, o meu maior desejo era dormir até esquecer que dá pra ferver água numa vacna e que o Twitter e a Wikipédia podem te ajudar a conquistar seus sonhos – ao saber as respostas de suas respectivas perguntas no exame.
Tenho três dicas básicas pra ajudar você que fará o ENEM em 2011, para o período de proximidade de sua aplicação: um, esqueça os cadernos, livros e apostilas do cursinho antes da prova. Eles são os principais inimigos do combate ao nervosismo e garanto a você que nada entra na cabeça horas antes da prova; em compensação, não esqueça os documentos necessários à sua identificação no local de aplicação. Vi muita gente sendo barrada na minha sala por estar com o documento errado ou por não tê-lo trazido, mesmo o nome constando na lista. Dica dois, descanse muito nos dias anteriores ao do final de semana do ENEM. Uma mente e um corpo repousados têm maior calma e disposição no momento de responder as questões imensas que certas áreas exigem (considere a de humanas e a de linguagens e códigos como algumas dessas áreas). E dica três, seja lá onde for sua prova, LEVE ALGO PRA COMER já que você não pode sair pra comprar/comer nada. O tempo da prova é longo – começa no horário de almoço e termina no fim da tarde. E posso assegurar que a fome bate, bem no meio da prova. No primeiro dia, me lasquei por ter levado só uma barrinha de cereal e dois chicletes pra quase uma tarde toda lendo, batendo cabeça, relendo… Segui os três passos e me dei bem no ENEM, mesmo sem ter me preparado para prova alguma, o que constata que não importa o que você tiver feito antes, na hora H é você e sua cabeça. Só.
O ENEM em 2011 está cotado para acontecer no segundo semestre (mais especificamente nos dias 22 e 23 de outubro) e em 2012 terá outra edição logo no primeiro semestre (nos dias 28 e 29 de abril). Não confio muito nessa informação mas tudo bem. As inscrições começaram hoje e vão até o dia 10 de junho, às 23:59h, no portal do ENEM e estão no valor de R$35,00 (lembrando que alunos concluintes do Ensino Médio no ano de aplicação da prova são isentos de pagamento). Confie em si, muita concentração e boa sorte desde já!
FONTES: Hiperativo | Terra
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Paixão, só isso.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Comprimidos, respeito e uma certa sociedade
Boa parte dos brasileiros está comemorando o fato de o casamento gay ter sido aprovado e autenticado como legal pela legislação brasileira. Já outra parte considerável condena a união estável entre pessoas do mesmo sexo. Eu sou a favor, mas sei bem as consequências que a aprovação desta lei terá não só para os gays, lésbicas e afins como para toda a sociedade.
Sem sombra de dúvidas foi um avanço imenso. Tanto na política em si como na cultura tão diversificada do nosso país. Só que a questão em xeque é saber se nós, brasileiros, estamos preparados para este tipo de decisão importantíssima para o desenvolvimento da nação e para quem lutou tanto para um pouquinho mais de igualdade no Brasil. Se tivéssemos a sapiência necessária para entender que cada um é responsável pelo o que é, pelo o que faz e pelo o que fala, talvez o país não estivesse no estado em que se encontra. E como se não bastasse só isso, ainda existe a famosa e trágica repulsa violenta por aquilo que não agrada de maneira alguma. Sei que todos vocês que estão lendo este texto até aqui são pessoas conscientes e que não saem rimpando rapazes no rosto pela rua com lâmpadas fluorescentes; porém, e quem é capaz de cometer atrocidades deste tipo? E aqueles que simplesmente não aceitam a opção sexual do próximo? Porque infelizmente vemos praticamente todos os dias nos telejornais os absurdos que homofóbicos praticam por serem quem são. Não me passa pela cabeça ver um casal gay na rua sem que alguém fique olhando daquela maneira estranha, como se houvesse algo de errado ali.
Se a compreensão, a sabedoria e principalmente o respeito fossem como comprimidos, que a gente toma em doses certas e nas horas certas, aposto como as coisas andariam um pouco melhores. Hoje pela manhã me foi de um impacto tremendamente negativo abrir o notebook, conectar a internet e entrar no Twitter e me deparar com o tema mais comentado do momento o ódio pregado por torcedores do Flamengo pelos nordestinos (no caso o Ceará, time que venceu o rubronegro) por conta do resultado do jogo! Confesso que fiquei bem chateado! Como não se revoltar com xenofobia dentro do próprio país? Aí vocês imaginam o que um homossexual não passará nas mãos de um povo tão desrespeitoso e preconceituoso!
Minha torcida é para que o casamento gay consiga colocar na cabeça complexa das pessoas que a felicidade entre um homem e uma mulher pode muito bem acontecer no matrimônio entre dois homens ou entre duas mulheres. Se bem que eu não acredite em casamentos felizes independentes do sexo... Mas isso aí já é outra história.
Pauta para o Blorkutando – 137ª Semana: União Estável
[Problemas técnicos no Blogger me impediram de voltar antes. Cá estou e logo mais volto com mais um post novinho! Desculpem pela ausência!]
terça-feira, 3 de maio de 2011
Minha (pequena) estante de livros
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Pensamento do dia feat. considerações
Quando você sabe que não pode e não deve se jogar, mas mesmo sim corre o risco pra ver onde vai dar.
Oi, seus lindos!
Enfim apareci. Era pra eu ter vindo ontem MÃS tive um pequeno imprevisto chamado FALTA DE CRIATIVIDADE e aí me lasquei, né. Aí ouvi ontem a letra dessa músicaque é um rapontem na Haus of Gaga (mais conhecida como casa da vovó) que tem tudo a ver com uma parada aí que eu acho que vai rolar no mês de maio, tendo certeza eu conto pra vocês. Adianto que tem a ver com superação, pode ser que role um post sobre isso ;D
E o que as crianças acharam do meu novo layout? Achei prático, achei elegante, achei a minha cara. E não resisti, acabei colocando. E o povo todo para o qual perguntei amou então tá tudo lindo, só falta vocês curtirem também. Eu já não suportava mais aquela brancura toda do outro, really, já tava me dando taquicardia só de olhar. Mentira minha, era algo parecido. Enfim, já mudei e espero que vocês estejam mais à vontade com esse.
Ah, vocês nem sabem do bapho: ganhei um meme da Van chiquérrimo, no qual eu tenho que gravar um vídeo mostrando minha estante de livros! Gravarei-o hoje, e se tudo correr bem e se eu conseguir upar o vídeo no YouTube, posto mais tarde. Vocês vão super ouvir a minha voz e ver que essa coisa retardada aqui é de verdade, RSRSRS
E bem, acho que é só. Tô ficando profissional em deixar os PS's maiores do que a postagem principal e como eu não sei o que vocês acham disso vou parando por aqui. Logo mais a gente se vê, rezem pela minha internet e até mais!
Do seu escritor-aspirante,
quarta-feira, 20 de abril de 2011
100 vergonhas (ou não) about me, parte dois
Bora lá continuar a palhaçada do post anterior? Se joga e vem comigo!
- Tenho uma mania chatíssima de professor de português: corrijo todo mundo.
MESMO QUE MENTALMENTE ALGUMAS VEZES. - Quando não vou com a cara de alguém, sempre faço cara de paisagem pra tudo que a pessoa diz.
- Já quis levar gatinhos lindos que vi na rua pra casa. Mas meus pais nunca me deixaram ter um, só cães :/
- Já quis levar outros gatinhos pra casa, mas eu aposto como o babado ia ser pior.
- Acho mulheres de batom vermelho o cúmulo do sexy.
- Só usaria terno em último caso.
- Sou apaixonado por camisas gola V e morro de vontade de ter todas as do Fiuk.
desabaphei - Eu morro de vontade de ter o Fiuk.
desabaphei2 - Leio bulas de remédio.
- Como açaí com ovos sem medo de ser feliz.
- Comida apimentada me fascina. Até a alma.
- Nunca bebi nada além de duas garrafas de Ice.
- Ainda sonho em conhecer o Max Fercondini pra ter certeza se ele é de verdade.
- Ainda sonho em conhecer a Marisol Ribeiro pra ter certeza se ela é de verdade.
- Vivo ouvindo meu nome sendo chamado por aí. Mas nunca olho pra trás pra ver quem é.
- Sou supersticioso. DEMAIS.
- Tenho horror a gente que fala errado.
- Gosto das minhas coisas velhas e legais, mesmo elas estando a um passo de se tornarem inúteis – tipo meu celular.
- Evito o máximo que posso usar reticências.
- Sou chorão.
- Leio blogs de fofoca e me orgulho muito de saber dos baphos na frente da fubá.
- VEJO GLEE. VEJO GOSSIP GIRL.
- A propósito, onde clica pra comprar um Will Schuester ou um Rufus Humphrey, me contem?
- Um dia, eu irei comer neve. Da França.
- Não assisto nada que já tenha começado. A não ser que eu goste MUITO.
- Roo unhas.
- Não penteio meu cabelo.
- Visto as primeiras coisas que vejo pela frente, tanto pra sair quanto pra ficar em casa.
- Já levei tanto fora que dou risada pra não chorar.
- Por ser ocupado, as pessoas me taxam de antipático. Principalmente no MSN. Gente, eu tenho culpa?
- Abro 3299283029832903 abas numa página, mas não abro outra página em quaisquer navegadores.
- Alô gaúchos, o sotaque de vocês me ganha. Favor ligar para
- Não sei embrulhar presentes.
- Não consigo mentir na cara dura porque eu acabo rindo. E me fodendo, consequentemente.
- Vou cursar Letras na faculdade mas MORRO de medo de Literatura. Sério.
- Relógios parados me dão siricutico.
- Eu falo “siricutico”.
- Não posso ver nada fora do lugar que já quero arrumar.
- Ah, sou terrivelmente organizado.
- Antes de saber o que significava a palavra DESIGN, pensava que era algo de comer.
- Tenho uma memória incrível, pago pau.
- Acredito no significado dos sonhos. Aliás, vivo tendo sonhos retardados.
- Já cheguei a pensar que fosse retardado, sério.
- Ano retrasado, adquiri o hábito ~~estranho~~ de falar sozinho.
- Não vejo a menor graça em Beatles, nem em Rolling Stones (que eu não sabia que existia até semana passada), nem em nada desses clássicos. Ser pseudocult PRA QUÊ?
- No melhor show da minha vida (NX Zero, ano passado), EU CAÍ DE QUATRO NA ARENA DE SHOWS. E quase fui pisoteado.
- Gosto de andar de ônibus.
- Fico frustrado quando vejo guris/gurias lindos/lindas com a letra feia.
- Todos dizem que minha voz é bonita. Já eu…
- Tô morrendo de sono e diga-se de passagem vivo morrendo de sono. Até mais, seus lindos!
segunda-feira, 18 de abril de 2011
100 vergonhas (ou não) about me, parte um
| RSRSRS |
Oi, seus lindos!
Hoje eu acordei meio afim de falar de mim. Como não tenho mais pra quem falar porque a fubá já sabe até a cor das minhas cuecas, resolvi falar pra vocês um pouquinho mais de mim – só que dessa vez, indo além das descrições. Baseado numa ideia insana – e genial – do Jean Netto em seu blog pessoal pelo qual eu sou apaixonado, o Dando Doce, resolvi compartilhar com vocês aquelas coisas que eu nem deveria ter lembrado, mas que por obra divina se mantém fresquinhas na minha memória. Segue minha lista de vergonhas , parte um!
- Já levei uma queda clássica no colégio. NA HORA DO RECREIO, NA FRENTE DE TODO MUNDO. Preciso dizer mais?
- Dancei o Ragatanga de me acabar na época de auge do Rouge, beijos.
- Falando em Rouge, fui e ainda sou retardado por elas. E pelo Br’Oz.
- Certa vez, no meio da missa, comecei a entoar um canto FÚNEBRE ao invés do de comunhão.
- Menti pencas de vezes pros meus pais pra continuar ficando sem fazer nada depois da escola.
- Não fico sem camisa nem na frente da minha mãe.
- Meu medo de sapos consegue ser maior do que o da morte.
- Tenho a péssima mania de cantar na rua quando tô com fones de ouvido.
- No primeiro e segundo ano do ensino médio, toquei na banda marcial da escola. As roupas oficiais de apresentação me deixavam que nem uma paquita de dois metros da Xuxa.
- Acho crocs cafona. Mas tô doido por uma.
- Faço emoticons na comida.
- Sou assexuado ~~de verdade~~.
- Não posso ver caras de barba. Sou retardado por barba.
- Não posso ver garotas altas e bonitas. Sou retardado por quem consegue alcançar minha cabeça sem dificuldade.
- Perdi a conta de quantas vezes já dei de testa em batentes de porta por esquecer da altura.
- Nunca me esqueço do dia em que chamei o governador pelo nome do antigo na frente do povo político todo.
- No meu primeiro dia de aula da quinta série, fui taxado de nerd pela primeira vez. O título me era ótimo – porque eu não sabia o que significava.
- Não sei formar UMA frase em inglês. Mas sou fluente em francês.
- Já fui todo lindo e na pokerface escrever no quadro no lugar do professor sem saber que tava com o bumbum cheio de corretivo.
- Minha capacidade de ser desajeitado me surpreende.
- A-MO nerds. Bonitos.
- Sou antigo. Prefiro trocar cartas a mandar um e-mail.
- Detesto admitir, mas ando rápido demais. Não tenho culpa se as minhas pernas são compridas.
- Gosto de dramalhões mexicanos.
- Tenho uma queda astronômica pelo Wagner Moura e pelo Ashton Kutcher (ah, e agora pelo Sebastian Vettel <3).
- Nunca me canso de assistir “A Nova Cinderela”.
- Sou muito mais ler livros e imaginar como eles seriam nas telonas do que as adaptações propriamente ditas. Sempre deixam a desejar pra mim.
- Se fosse pra eu escolher como morrer, preferiria morrer congelado a morrer queimado.
- Amo livros de terror.
- Odeio filmes de terror.
- Já fiz xixi nas calças de medo de filme de terror AKA O CHAMADO.
- Meu primeiro beijo teria sido a coisa mais romântica e linda e s2s2 se meus amigos não estivessem vendo e eu tivesse notado isso. Mordi a garota sem querer.
- Já cometi o pecado de mandar um Correio do Amor (sacam? Festa junina e bububu?) pra guria que eu tava afim e assinar com as iniciais de um colega. Ela reconheceu as iniciais do nome dele e foi lá tirar satisfação. Os dois estão juntos até hoje.
- Não consigo dançar. Sou mais duro que um pedaço de rapadura.
- Já cantei em coral, quando mais jovem (me senti vovô falando isso mas enfim).
- Não fui coroinha na igreja porque era alto demais pra estar no altar e isso ia contra as leis de Deus segundo alguém me disse. E sim, eu acreditei.
- Já me apaixonei platonicamente por um personagem de novela.
- Assim como metade da população, odiei o Twitter quando criei o meu pra experimentar. Depois que passei a usar todos os dias, paguei pela boca. Tô viciado.
- Digo que sou católico, mas só lembro da igreja quando tem coisa importante por lá.
- Sou desastrosamente romântico.
- Achar sapatos pra mim é uma loucura. Calço 43/44 e a situação é meio complicada, sabe. Ainda mais quando se está prestes a chegar em 44/45.
- Sardinha me faz vomitar.
- Sigo as modinhas quando elas me agradam e eu não tenho vergonha de assumir. Taí Crepúsculo e Glee que não me deixam mentir.
- Mas sou extremamente chato quando as pessoas me criticam por eu gostar de Céline Dion e Simple Plan.
- Sou xiita do RBD e me dói de verdade saber que o grupo acabou :(
- Dei pulos de excitação e felicidade e meus olhinhos se encheram de lágrimas quando ganhei pela primeira vez no Blorkutando!
- Eu ERA tímido até a raiz dos cabelos.
- Dá vontade de jogar cloro nos olhos de quem me chama de Diego.
- Odiava meu nome. Até perceber que fazia jus à ele em TUDO.
- Tenho pânico de casamento.
terça-feira, 12 de abril de 2011
Minha primeira viagem, parte final!
E é chegada a hora de se despedir de Belém.
Como que por uma grande ironia, a cidade amanheceu com um tempo fantástico, diferente dos dias nublados com sol anteriores. Acordei muito mais cedo, às sete e quinze, porque ainda tinha que visitar o Museu Emílio Goeldi e o Parque da Residência antes de arrumar minhas malas e me mandar pro aeroporto. Ao despertar, já senti o peso de ter que deixar aquela correria toda, aquela cidade que é uma loucura de movimentada e tudo aquilo que vivi nos três dias anteriores. BUT não quis deixar o saudosismo tomar conta de mim assim tão rápido e tratei logo de ir esquecendo os pensamentos tristes e colocando os bons pra funcionar. Após me arrumar e tomar café, me dirigi com minha tia até o Parque da Residência, de ônibus. Incrível a praticidade dos ônibus, vão pra todos os lugares MESMO; sabendo andar, não gastem mais com táxi não (apesar de táxi em Belém ser muito mais barato do que em Macapá).
Chegando ao bendito Parque da Residência, achei tão encantador o lugar! Tipo uma mini-cidade, muito graciosa mesmo. Tem até uma sorveteria dentro de um vagão de trem abandonado! Fiquei ainda mais abismado porque o lugar tem toda uma estrutura natureba e é no meio de um lugar master movimentado, a rua Magalhães Barata (no bairro de Nazaré). Não surpreendeu mais do que o bosque Rodrigues Alves (que esqueci de citar ontem, é um bosque NO MEIO DE UMA RUA. Literalmente. Gente do céu, uma doidice GENIAL que inventaram, ali o trânsito é infernal como em muitas outras partes, mas sei lá. Me chamem de retardado, mas pra mim o bosque teve o poder de acalmar. Ver que o povo de lá teve no mínimo o bom senso de amenizar o impacto da poluição excessiva é de aliviar!), admito. Mas vale a pena conferir sim!
Não muito longe dali, segui com minha tia para o Museu Emílio Goeldi. E meninos, VALORIZEI CADA PASSO QUE DEI. Caramba, foram alguns dos melhores momentos da viagem! Só não gostei da parte de exposição estar em construção e interditada pra visitação :( Mas fica a dica: o Museu (que também fica numa rua super movimentada) é TUDO DE BOM! A começar pela natureza, a gente respira ar puro ali dentro. As árvores de todos os tipos chamam a atenção, assim como os espaços para a mostra dos animais. Vi bichos que nunca tinha visto na vida! Uma onça-pintada linda e tola rolando pela gruta aonde estava conquistou meu coração, fiquei louco pra trazer pra casa <3 Sério gente, o bichinho é lindo demais, que vontade de ficar passando a mão na cabecinha dela s2s2 Além disso, vi tucanos, cobras, pacas, ariranhas, pássaros dos mais variados tipos... Além de um jacaré-açu tremendamente grande, quase simijei de medo. Dei graças a Deus por não ter encontrado nenhum sapo lá porque né, eu sou bufonófobo e o negócio não ia prestar. Fora isso, tem vários pontos estratégicos para tirar fotos, não tem como não se apaixonar por lá. O tempo pareceu voar lá dentro e eu SUPER fiquei chateado com isso, na melhor hora do dia os segundos correram loucamente :/ Deixei o Museu querendo mais!
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| Árvore retardada, que nem eu. |

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| Jacaré-açu |
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| Tartarugonas s2s2 |

Peguei o ônibus pra casa com minha tia, verifiquei se minha bagagem estava toda arrumada...
... e me aprontei pra ir pro aeroporto. Aproveitei a internet do hotel pra baixar um monte de coisas porque né, em Macapá eu NUNCA ia conseguir baixar de dia nada de mais de cinco megabytes. Como sempre, a hora passou depressinha e depois de checar tudo - e dos downloads terem terminado hahaayyyy -, partimos pro aeroporto Val-de-Cans. Aí sim meu coração deu uma apertada básica. Minha primeira viagem estava chegando ao fim! E por mais triste que isso possa parecer, eu estava satisfeito. Minha sensação de missão cumprida era mais do que boa. Tomava conta de mim. E ao mesmo tempo quue chegava a hora de partir, o balanço da viagem estava ficando pronto. Antes de embarcar, anotei os pontos positivos e os negativos de Belém. Seguem os pontos, cinco de cada!
- PONTOS POSITIVOS:
- A acessibilidade. Podemos achar de tudo facilmente nas ruas e nas lojas de departamento espalhadas pelos 23092832 cantos da cidade. Aprovei!
- OS SHOPPINGS, porque né. Em Macapá temos dois que juntos cabem dentro do Pátio Belém, o primeiro shopping que visitei. Não consegui ver toda a extensão de nenhum dos três shoppings, impossível fazer isso em duas horas. Fiquei encantado! Não quis sair mais do Boulevard Shopping ;/ hahahaha
- Os ônibus. Eles levam a gente pra todos os lugares da cidade pagando relativamente pouco. E melhor, como já havia dito, vários dos pontos turísticos de Belém fazem parte da linha deles. Só o cuidado que tem que ser redobrado!
- A natureza. Preciso nem comentar o tanto que fiquei louco com o tanto de verde que tem em Belém. Mesmo com os inúmeros prédios, o lugar sempre parece ter uma frondosa árvore em algum canto. Achei chique, achei boa a ideia pro centro da cidade!
- E por fim, o visual das pessoas. O que eu achei de boy magia e de menina pra casar aqui foi impressionante. Ainda mais que o povo se veste super bem, aí morri! Os meninos usam e abusam de bermudas e sandálias e nem por isso deixam de ficar estilosos e lindos. As meninas ousam mais, saem de arrastão pelas ruas sem medo de ser feliz. Adorei!
- A SUJEIRA. Porra, paraenses, bora criar um pouquinho mais de vergonha na cara e colocar o lixo NO LIXEIRO? Fiquei chocado com gente jogando papel no chão, baganas de cigarro e até jornais recém-lidos pela janela do ônibus. Uma cidade tão bonita não merece MESMO os moradores que tem. Não gostei nem um pouco de tanta poluição. Sem necessidade.
- O TRÂNSITO. Vocês viram o drama nas minhas fotos, né? O trânsito é IN-FER-NAL, fora a quantidade de imprudência que a gente vê. Diante de policiais, uma avenida muito movimentada, motoqueiros não tem pena de atravessar sinal vermelho e motoristas de ônibus sequer esperam todos os passageiros entrarem antes de arrancar das paradas. Um horror!
- O PREÇO DA COMIDA. Em alguns momentos, chega a ser mais do que exagerado um prato de comida custar quase vinte reais. Sem contar que na maioria dos restaurantes que entrei, os atendentes tinham uma cara de cu do tamanho da minha vontade de gritar isso na cara deles. Uwó!
- A FALTA DE EDUCAÇÃO. Vou confessar que fiquei bem chateado no Castanheira Shopping Center quando fui pedir informações para as pessoas que passavam e elas sequer me olharam na cara. Só balançavam a cabeça e iam embora. Nada a ver! E na parte de cinema do Pátio Belém, também fui perguntar pra um guri lindíssimo se ele sabia onde ficava algum lugar que vendessem lembranças e super de má vontade ele apontou pra baixo, se virando pra falar com uns amigos ridículos. Falo mesmo, achei putaria. Não dói dar informação, viu paraenses? Eu sei que a cidade é violenta e que estranhos geralmente não são bem-vindos mas né, eu não tenho cara de assaltante (ou tenho?). Bora ser mais educadinho que os turistas agradecem.
- E por fim, O DESCASO COM A POPULAÇÃO. Eu sei que são 3927230270329 mil belenenses e tudo, mas caramba! Vi tantos problemas óbvios e evidentes na cidade que fiquei chocado. Muita gente reclamando de falta de energia, de água, de ruas intrafegáveis... Em Macapá as coisas não são muito diferentes, só que em Belém tudo parece ser ainda pior. Fiquei chocado!
E então me despedi de minha primeira viagem, fantástica e inesquecível, de muitas que ainda virão.
***
E assim encerro meu primeiro diário de viagem! Espero que tenham gostado! Agora tô acomodado na minha casinha linda em Macapá, depois de quatro dias de muitas emoções. Espero voltar logo mais!
Do seu escritor-aspirante,
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Minha primeira viagem, parte três
E hoje estou um pouco menos cansado. BUT descobri tanta coisa sobre Belém hoje que nem sei se conseguirei contar tudo. Meu celular, pra variar, começou a ficar com chatice pra tirar fotos e eu fiquei putíssimo da vida com isso, nem perdi meu tempo com ele. Portanto, hoje teremos menos imagens e mais textos, ok lindos? Bora se jogar comigo no meu diário do penúltimo dia em Belém!
Acordei um pouquinho mais tarde do que os dias anteriores, às oito e meia da manhã. E gente, o que é a segunda-feira belenense? BUZINA E BUZINA E BUZINA E CARROS E ÔNIBUS E TRÂNSITO E ZÁS. Vocês não fazem ideia do que é ser despertado por aquele barulho de motor acelerando e de gente gritando "chip da Vivo cinco reais". Precisei de uma segunda-feira pra perceber que Belém NÃO É aquela coisa toda que eu pensei que fosse. Mas se acalmem que eu não vou gritar desesperadamente pra meio mundo que Belém é uma porcaria ou coisa do tipo. Longe disso, acabei caindo na real e vendo que aqui tem mais problemas do que se possa ter alguma noção. De novo vou tocar no assunto do trânsito. Caramba, KD PACIÊNCIA HEIN SEUS CONDUTORES IRRESPONSÁVEIS? Taquipariu, juro pra vocês que quis dar uns socos num motorista do ônibus ANANINDEUA-PA/PTE.VARGAS (ALO VOSSEIS DA PREFEITURA DE BELÉM DEEM UMA RASTREADA NESSE CARA) - acho que é esse o nome do ônibus - que além de parar em cima da faixa de pedestres, ainda gritou uns palavrões pra um passageiro que pediu pra entrar e arrancou sem o coitado nem ter subido direito. Fiquei chocado! Em Macapá, eu já estava acostumado com a pacificidade das ruas e avenidas... Acho que esse contraste todo me deixou meio assim. MAS CONTINUANDO, a manhã pelas ruas me foi bem proveitosa. As calçadas da Presidente Vargas são lotadas por ambulantes que vendem de frutas a chips pra celular como já havia dito lá no começo. Um detalhe: no final de semana, não vi nada de movimento ali. Pouquíssima coisa. Mas eu aconselho dar uma entrada num beco próximo à uma loja chamada Big Ben (uma das lojas da rede, porque vi VÁÁÁÁÁRIAS dessas na cidade desde que cheguei). A ruela dá acesso a uma IMENSIDÃO de lojinhas e mais lojinhas, barracas e mais barracas de tudo o que se pode imaginar. DVD's piratas brincam de pira (gíria nortista pra 'andam de lá pra cá') naquele camelódromo, nossa. Mas não há só barracas, tendas e lojinhas. Existem muitas lojas grandes também, fiz muitas compras em várias delas. Aproveitei bem as promoções porque sou prático e gosto de economizar e me chamem de pão duro depois disso mas eu amo comprar MODERADAMENTE, risos. ANYWAY, lavei a burra e comprei mooooontes de coisas lá: camisas, calças, bermudas, um moleton sensacional que pechinchei pra tia lá da lojinha me dar um desconto básico... Ai, foi ótimo. Super recomendo!
Como que num passe de mágica, a hora voou. Quando minha tia e eu nos demos conta, já eram quase duas e meia da tarde e ainda nem tínhamos almoçado. Deixamos as coisas no hotel e descemos pra almoçar num restaurante self-service aqui próximo. Ia tirar uma foto do meu prato que tava LINDO, fiz uma caretinha e tudo pra vocês - mas a câmera do meu celular me fez o favor de estragar meus planos. Almocei lindamente e sem esperar nem mais um segundo, minha tia me levou até o hospital Ophir (ou Ofir, como tava nas plaquinhas de identificação das salas) Loyola, porque ela precisava do resultado dos exames dela pra receber os remédios na Farmácia de lá (um parêntesis: minha tia é transplantada de rim. E diferente do que todo mundo pensa, a vida reinicia depois de um transplante. Dai essa rotina dela de vir sempre aqui se consultar e tudo, receber os remédios e tal) do hospital. Até que achei uma graça a estrutura do hospital, pelo menos o sofrimento todo que eu vi no Globo Repórter dia desses não me apareceu em nenhum momento, graças a Deus. No bairro de Nazaré, onde se encontra o Hospital Ophir Loyola, TUDO É RYQUEZZA. Tudo. Desde as lojas até os cinemas que passam filmes pornô que eu também não consegui fotografar (risos risos risos). A gente sente a atmosfera diferente naquele local, uma loucura. Mas continuando, depois de sair do hospital, fui conhecer a Catedral de Nossa Senhora de Nazaré, que diga-se de passagem foi a igreja mais linda que eu já vi na minha vida, deu até vontade de rezar como vocês podem ver nas fotos abaixo (sim, por obra divina a câmera pegou):
Dei uma rezadinha básica pra não dizer que eu me desvirtuei completamente (porque né, faziam SÉCULOS que eu não entrava numa igreja) e depois segui com minha tia para o Castanheira Shopping Center. E GENTE, que contrastíssimo: esse shopping fica NA PUTA QUE PARIU. Longe pra chuchu de onde eu tô hospedado! E pior, numa zona de TOTAL movimento, mais do que em todos os lugares aqui. Já senti o impacto do lugar quando desci do ônibus na frente de uma galeria imensa E XOXÍSSIMA bem na frente do shopping. DICA: não percam tempo nessa Galeria. Tem tanto espaço e NADA de útil, só fiz abestar indo lá. Depois de ter quebrado a cara, parti pro Castanheira Shopping. E gente, CUI-DA-DO, cuidado TRIPLO ao atravessar as ruas. Os carros são AINDA MAIS imprudentes e só param na faixa quando o povão todo passa junto, o que sempre acontece. Fiquei CHOCADO com a grande massa que veio do shopping e foi junto comigo pra lá. É muita gente! Deus é pai, quase caí bem perto de chegar no final da faixa, fiquei horrorizado só com a possibilidade de CAIR em Belém. Deem uma olhada e acompanhem o meu drama - foco na fubá toda que se concentra pra passar:

E a minha impressão do Castanheira Shopping Center? ACHEI POVÃO. Sabe, a gente nota na mesma hora a diferença entre o Pátio Belém e o Boulevard Shopping pro Castanheira. O Boulevard pra mim foi o melhor dos três sem sombra de dúvidas. No Castanheira não tem UMA livraria, fiquei chocado! Em compensação tem lojas e mais lojas pra siacabar nas compras. Fora os magazines de departamento, que tem de um tudo e são IMEEEEEEEENSAS! E as salas de cinema lá pra cima também não deixam a desejar. Quis MUITO parar pra ver Vips, filme nacional com Wagner Moura (meu ator favorito s2s2 depois do Ashton Kutcher, claro). Mas como sempre eu não pude parar por que ainda tinha MUITO o que fazer. Não me demorei no Castanheira, dei uma parada na C&A pra comprar umas coisinhas pra mamãe e pra minha irmã e segui pra casa das amigas da minha tia, pra ela buscar o que faltava da bagagem dela. Foi ótimo conhecer gente daqui, ENFIM! Uma pena eu não ter demorado :/ Mesmo com os imprevistos, como a chuva que cai A TODO MOMENTO nessa cidade PARECE BRINKS COM A GENTE NÉ, deu pra conhecer mais de Belém pela boca de outras pessoas.
Cansadérrimo, pegamos o ônibus e demos mais uma volta na cidade antes de chegar ao hotel. Ah, e fica a dica: os ônibus, pelo menos os que eu andei, passam pela maioria dos pontos turísticos de Belém. Só com uma passagem a gente conhece MUUUUITO mesmo! Fora que pra mim ainda foi ótimo, o busão (FAVELEI NA GÍRIA) para bem perto daqui de onde estou hospedado. Larguei as compras na cama, tomei meu banho e desci pra jantar alguma coisa (em "alguma coisa" leia "X-Bacon com guaraná") antes que eu definhasse de fome. E a tia da lanchonete era super simpática, cheguei lá armando um escândalo porque tava perdendo a novela (viram que o maldito do Léo quis roubar a Carmem na cara de pau? MALDITOOOOOOOOOOO!) e a tia super entendeu, até comentou comigo que queria dar um soco nessa peste. hahahahaha. Meu jantar foi uma delícia, voltei com a titia pro quarto do hotel e agora tô terminando de escrever CORRENDO porque ainda vou arrumar minha mala e eu tenho MUITO o que ajeitar, amanhã eu me despeço de Belém e enfim direi todas as minhas impressões da cidade. Tô com muito sono, logo mais eu volto!
Do seu escritor-aspirante,
domingo, 10 de abril de 2011
Minha primeira viagem, parte dois
Gente do céu, como andei hoje. Sério, fiquei desde as oito e meia da manhã, com uma parada só no hotel pra trocar de roupa e me mandar pro segundo shopping (AI GENTE UM PS: ESQUECI DE DIZER O NOME DO SHOPPING DE ONTEM! Pátio Belém o nome dele, tá? Minha tia me disse que ele é o famoso Iguatemi, que eu nunca tinha ouvido falar MAZENFIM), o Boulevard Shopping. Mas vou contar uma coisa de cada vez, bora seguir o itinerário do meu dia sensacional.
Primeiro, tive uma sensação BEM estranha quando acordei: parecia que já eram dez horas da manhã. Quando fui verificar no meu celular a hora, constavam sete e trinta e nove. Mas era como se eu tivesse dormido até o sol entrar pelos furicos, como faço todos os finais de semana. E eu fui dormir uma hora da madruga, terminando de upar o post de ontem. Só que como eu sou lindo e sensual nem me lembrei de nada disso e me mandei pra um banho (quente, ops ops ops). Corri com minha tia pro café da manhã...
... e seguimos rumo às Docas Boulevard, que é bem aqui pertinho de onde estou hospedado. Ah, antes de prosseguir, quero dizer que não estou acostumado a ver prédios deste tamanho em Macapá:
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| Feira do Ver-O-Peso |
OK, parando cas palhaçada, deixem-me correr porque tô MUITO cansado e preciso dormir urgente, antes que eu capote de novo em cima do notebook. Algum tempo depois de sair da pracinha linda, achei chique voltarmos até as Docas Boulevard e estar aberto e o lugar ser tão aconchegante ~~e caro~~:

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| OI SO LIMDO TCHAU |


Depois de ficar um tempão no Mangal das Garças admirando toda a beleza e simplicidade do lugar, minha tia resolveu me levar ao Shopping Boulevard. Crianças, que shopping mais boca de confusão foi aquele? Muito melhor do que o Pátio Belém, na minha opinião. Deve ser porque é recente, né? Mas enfim, comprei horrores nele, e nunca me senti tão bem em estar morto de andar num lugar imenso e sensacional daqueles. Passei quase um século na loja da Saraiva FASCINADO com tanto livro. Até os de culinária eu parei pra ver. O lugar é fantástico, não quis mais sair de lá, olha.
Depois da Saraiva, onde comprei quatro livros lindos que mostrarei depois, andamos MUITO pelas lojas e comprei na Renner duas camisas gola V de cores que eu ainda não tinha, na Riachuelo comprei umas camisas xadrez LINDAS LINDAS LINDAS e uma bermuda ótima. Mortíssimo de tanto andar, fui comer alguma coisa com a titia e me surpreendi peeeeeeeencas com a propaganda enganosa do Giraffas. Os hamburgueres são UM CU de pequenos e ainda por cima não vendem maionese. WTF de lanche considerado é esse? SIARREPENDI, quis ter ido no McDonalds mas né, outras mil pessoas pensaram no mesmo que eu.
E por fim, ainda dei uma voltinha básica nas Docas Boulevard (que à noite ficam ainda mais lindas) pra jantar com a minha tia. O jantar estava MARAVILHOSO e ainda achei um namorado por lá, fiz o Daniel e me virei com o que tinha:
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| COQUEIRO TE AMOOOOOOOOOOOO |
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| PS: AQUI TEM GARRAFA DE ÁGUA MINERAL ROSA. MORRI. kkkk |
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| Da esquerda pra direita: meu dicionário francês-francês, O Pequeno Príncipe, A Menina da Capa Vermelha e Adulterado. |























































































