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terça-feira, 3 de julho de 2012

Atitude sim, refrigerante não


Impressionante como o tempo voa. Ontem completaram seis meses desde que decidi abolir o refrigerante da minha alimentação. De lá para cá, foi sofrimento atrás de sofrimento, principalmente nas festas em que tive que ir e ficar a base de água ou sucos (isso quando tinha, porque quando não tinha era só a água mesmo e olhe lá!); foi luta atrás de luta e, no final (bem, nem tanto final assim porque não pretendo tomar de novo até ser obrigado), a felicidade reina por ter conseguido ser disciplinado o suficiente por tanto tempo para ficar longe de Coca-cola e Guaraná (meu ex-favorito). E se vocês querem saber, foi uma das melhores coisas que já poderia ter feito na vida! Já sinto as mudanças no meu corpo e antes que alguém pergunte, eu tenho vontade de tomar quando vejo, afinal foi uma vida toda tomando para eu chegar uma hora, dar um basta e parar totalmente de sentir falta também já seria milagre demais. Mas sei que fiz a escolha certa e dei o primeiro passo rumo àquela vida saudável que eu tanto almejo.
Agora fico pensando em quem não consegue dar esse primeiro passo. Medo, será? Receio, dúvida se deve se arriscar ou não? Creio que nenhum destes fatores possam ser maiores do que a vontade de chegar onde se quer chegar. Eu tive medo de parar de tomar refrigerante e me frustrar bonito lá na frente caindo na primeira tentaçã, confesso. Mas em nenhum momento eu pensei em desistir da ideia. Tentei, experimentei para ver no que ia dar. E olhem só, seis meses sem encostar em uma lata de Kuat (meu ex-refrigerante favorito, repito). Abandonei medos e receios e não dei o menor ouvido para quem disse que não ia dar certo - sim, muita gente disse que eu não ia aguentar. A galera da universidade então, comprava refrigerante para tomar na hora do almoço e eu lá, com o suco com gostinho de mágoa que servem no Restaurante Universitário ou com a água, na falta deste. Para eles pararem com essa graça, dei um jeito de impedir esses dependentes de refrigerante de continuar com a prática, pelo menos na minha frente. E assim eles fizeram: perto de mim, ninguém tomava uma gota sequer de coca-cola.
São essas pequenas atitudes que tomamos diariamente (sem a ajuda de refrigerantes ou derivados) que nos fazem pessoas melhores. Você pode até achar que não está mudando o mundo colocando o papel de bala no bolso ao invés de jogar no chão ou então ajudando instituições de caridade doando o que você não usa mais. Porém, você está fazendo a diferença. Da sua maneira, mas está. Tomar atitudes não dependem do próximo, nem dos distantes nem de ninguém. Além de você. Então, se você for parar de tomar refrigerante, não pare para pensar em nada. Faça-o. Não se importe com os obstáculos; eles se tornam meros coadjuvantes na sua busca pelo sucesso. E eu sei que você vai conseguir.
Enquanto isso, vamos tentando. E tentando, e tentando...

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Il y a comme n’aimer pas de lettres?

 

 

Não, não tem como não amar cartinhas. Elas podem vir de todos os tamanhos, de todos os tipos, com todo o conteúdo imaginável. O carteiro bate à sua porta e você, mesmo já estando mais do que enjoado de ver aquela figura amarela dos pés à cabeça, não vê a hora de ele lhe entregar a correspondência. No meio de contas e propagandas, ali está a salvadora dos seus dias. Ela que te faz se sentir o máximo por alguém ter parado algum tempinho só para escrever pra você. As cartas são poucos momentos que temos para refletir conosco mesmos; as cartas são passagens de ida e volta para um universo de pensamentos infinito, de lembranças gostosas – ou desgostosas –, de vivências e experiências. Uma carta vai muito além de recebê-la das mãos do carteiro (ou carteira, como é a moça que sempre deixa as minhas em casa), abri-la, lê-la e respondê-la. Temos que sentir o prazer por aquela atividade, sentir como se pudesse descrever minuciosamente o que seu correspondente sente só pela variação de sua letra. Acreditar que não são apenas papéis rabiscados mas sim instantes eternizados em palavras sinceras. O prazer em escrever cartas é uma das coisas mais deliciosas da vida. Pode ser que não haja tempo o suficiente para escrever uma, ou que exista a vergonha por conta da letra, ou o receio de o que o outro vá achar de você daquela maneira. É bom ir tirando esses complexos da cabeça. A gente tem tempo pra tudo nessa vida e a sua letra não é motivo para se envergonhar, afinal ela é sua marca registrada! E sobre ter receio do que o outro vá achar, não tenha medo de ser feliz. É impossível não gostar de alguém que faz questão de escrever em papel e tinta de caneta pra você, e não manda uns e-mails superficiais, ou scraps no orkut pra dizer que não esqueceu de você e que te ama. Garanto: a intimidade presente numa carta vai do “oi!” até o “até logo” e isso você não pode encontrar em nenhum outro lugar a não ser nas linhas preenchidas de uma carta. Se você for tímido, taí um método perfeito para ir perdendo a timidez. A carta é um meio de comunicação tão incrível que dá até pena de ver que está sendo cada vez mais esquecido por todos. Mas se você é do tipo que faz a diferença e que pretende ter uns minutinhos de felicidade, seja lendo ou respondendo a uma carta, use e abuse. Nenhuma sensação no mundo é capaz de descrever a emoção repassada nas palavras transcritas. E todos só temos a ganhar!

 

PS: cafunés bem carinhosos para a Van, para a Mandy, para a Jeni, para o Fê, para a Gwen, para a Deyse, para a Lays, para a Fran, para a Tay, para o Júnior e para a Isa, que me aturam/aturaram em cartas – e gostam/gostaram!

***

Oi, lindos!

Vim praticamente voando aqui porque tô no trabalho e hoje o dia tá prometendo muita coisa – oh, God, como eu detesto as quartas-feiras! – pra fazer. Senti uma vontade louca de falar mais uma vez de cartas aqui no blog porque vocês são uns lindos e me suportam até falando de assuntos repetidos, rs. Ah, e outra: quem quiser, ainda tô disponível pra troca de cartas! Vamos aproveitar que as férias estão chegando e vamos arrasar invadindo as agências dos Correios com nossas presenças divas e sensacionais? Quem estiver afim, me contate por comentários ou me mande um e-mail para tiegoramon@gmail.com que eu respondo assim que possível!
E a propósito, estou ótimo. Minhas notas no francês estão excelentes e segunda-feira, meu aniversário, será o último dia de aula, com as temidas provas finais de semestre. Tô me concentrando bastante e tenho certeza que vou arrasar! Um beijo, subjonctif et conditionnel e outros assuntinhos chatos! Amo vocês <3 hahaahaha
E é isso! Tem post novo meu no O Quanto Quiser e espero vê-los logo logo! Brigadíssimo pela atenção!

Do seu escritor-aspirante,

Tiêgo R. Alencar

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Quando há controvérsias…

 

Vocês já sabem que eu cursarei Licenciatura em Letras com especialização em francês a partir de agosto (chega logo, primeiro de agosto!). E vocês, logicamente, sabem que estudarei para ser professor, especificamente de língua portuguesa (eu amo português, sou louco?). Tá, vocês já estão por dentro até da cor da minha alma, vamos parar de enrolação: estou pensativo. Desde agora há pouco quando cheguei do curso de francês.

Definirei o motivo que me fez pensar nisso em uma palavra: GREVE. Antes, quando eu era só um estudante retardado para ir para a faculdade, gritava feliz da vida quando os professores decretavam greve. Não fazia deia o que estava fazendo. Minha mãe, que é professora (e linda e musa e sexy), teve que paralisar suas atividades já há duas semanas com centenas de outros colegas de labuta, reivindicando seus direitos reais – e não aquilo que o governo sugere de maneira desonesta e absurda, diga-se de passagem. E é em cima desses direitos que estou pensando em meu futuro nesta profissão.

O professor é o alicerce de toda e qualquer profissão, só para começar. Vocês não acham injusto que esses profissionais tão essenciais sejam tão desvalorizados pelo poder público? E depois, como se não bastasse essa injustiça, não é qualquer um que se dispõe a exercer um papel destes. O professor é o sujeito mais corajoso que existe, falo com todas as letras. Diga lá se você se submeteria a tentar entender trinta, quarenta mentes reunidas num lugar nem um pouco favorável à esta reunião diária, correndo o risco de enlouquecer a qualquer momento!

Ok, sem pressão, Tiêgo.

Enfim, são muitas divergências. Muitas. Ao mesmo tempo que professor pode ser uma profissão alegre, dinâmica, pode ser uma profissão estagnada, sem ascensão, sem reconhecimento verdadeiro. Essa adversidade me assusta bastante. Mas sabe, eu acho que meu amor pela linguagem chega a ser maior do que qualquer indiferença que venha a surgir. Além do que se eu não gostar, posso exercer várias outras atividades, não é?

Uma observação: acabo de descobrir que não precisa ser formado em Letras para pertencer à Academia Brasileira de Letras. Então vou continuar sonhando com tudo que é possibilidade. Vai que eu descubra outra vocação sem querer?

 

***

Post-desabafo. A greve dos professores aqui em Macapá ainda não acabou e eu acabo de ver que não é só aqui: a Bahia também parou tudo na rede estadual de ensino, nas universidades. Concordo com a atitude. O país vai parar se os professores mostrarem sua força pra aquele bando de injustos e malditos que fazem nossa política, infelizmente.
E tô com dor de garganta, tô chato, não sei como consegui escrever esse texto e vou picar a mula JÁ porque tô com tanta dor mas tanta dor que só vou blogar e capotar. Um detalhe: ainda são dez horas da noite. Isso é um milagre pour moi, risos.

Do seu escritor-aspirante,

 

Tiêgo R. Alencar

segunda-feira, 23 de maio de 2011

ENEM 2011: que comecem os jogos!

 

Ano passado, eu prestei o vestibular para duas universidades públicas. Uma delas, a federal (Unifap), utilizou a nota do Exame Nacional do Ensino Médio, o ENEM, como uma das formas de ingresso. Pensei umas dez fazes antes de optar por fazê-lo, uma vez que minha preparação para a prova era zero e ela seria minha porta de entrada para a faculdade – fora o medo que quem já havia feito nos anos anteriores me colocava com seus relatos do temido exame. Mas mesmo assim, fiz. E não me arrependo nem um pouquinho da escolha, até porque consegui passar no vestibular com a nota do ENEM (mas isso já é outra história, hahahaha). Enfim, concentremo-nos na prova em si.

A prova total é dividida em dois dias, duas provas em cada um sendo que no segundo dia temos a linda e maravilhosa redação para completar a felicidade dos pobres mortais que farão o bendito exame. Acho que só isso já basta para o considerarmos desumano, não? Confesso que no primeiro dia de provas fiquei morrendo de medo do tamanho dos cadernos de questões e do conteúdo decisivo deles. Agora, somem isso a uma sala minúscula, mal ventilada, muito quente e com carteiras mais duras do que PREFIRO NÃO COMENTAR RS. Pronto, você tem em mente os meus dias tortuosos, exaustivos e totalmente atordoadores que marcaram o meu final de 2010. O ENEM de longe foi a avaliação mais perversa, complicada e interminável que eu já fiz. Juro que depois do segundo dia de prova, o meu maior desejo era dormir até esquecer que dá pra ferver água numa vacna e que o Twitter e a Wikipédia podem te ajudar a conquistar seus sonhos – ao saber as respostas de suas respectivas perguntas no exame.

Tenho três dicas básicas pra ajudar você que fará o ENEM em 2011, para o período de proximidade de sua aplicação: um, esqueça os cadernos, livros e apostilas do cursinho antes da prova. Eles são os principais inimigos do combate ao nervosismo e garanto a você que nada entra na cabeça horas antes da prova; em compensação, não esqueça os documentos necessários à sua identificação no local de aplicação. Vi muita gente sendo barrada na minha sala por estar com o documento errado ou por não tê-lo trazido, mesmo o nome constando na lista. Dica dois, descanse muito nos dias anteriores ao do final de semana do ENEM. Uma mente e um corpo repousados têm maior calma e disposição no momento de responder as questões imensas que certas áreas exigem (considere a de humanas e a de linguagens e códigos como algumas dessas áreas). E dica três, seja lá onde for sua prova, LEVE ALGO PRA COMER já que você não pode sair pra comprar/comer nada. O tempo da prova é longo – começa no horário de almoço e termina no fim da tarde. E posso assegurar que a fome bate, bem no meio da prova. No primeiro dia, me lasquei por ter levado só uma barrinha de cereal e dois chicletes pra quase uma tarde toda lendo, batendo cabeça, relendo… Segui os três passos e me dei bem no ENEM, mesmo sem ter me preparado para prova alguma, o que constata que não importa o que você tiver feito antes, na hora H é você e sua cabeça. Só.

O ENEM em 2011 está cotado para acontecer no segundo semestre (mais especificamente nos dias 22 e 23 de outubro) e em 2012 terá outra edição logo no primeiro semestre (nos dias 28 e 29 de abril). Não confio muito nessa informação mas tudo bem. As inscrições começaram hoje e vão até o dia 10 de junho, às 23:59h, no portal do ENEM e estão no valor de R$35,00 (lembrando que alunos concluintes do Ensino Médio no ano de aplicação da prova são isentos de pagamento). Confie em si, muita concentração e boa sorte desde já!

 

FONTES: Hiperativo | Terra

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Comprimidos, respeito e uma certa sociedade

 

 

Boa parte dos brasileiros está comemorando o fato de o casamento gay ter sido aprovado e autenticado como legal pela legislação brasileira. Já outra parte considerável condena a união estável entre pessoas do mesmo sexo. Eu sou a favor, mas sei bem as consequências que a aprovação desta lei terá não só para os gays, lésbicas e afins como para toda a sociedade.

Sem sombra de dúvidas foi um avanço imenso. Tanto na política em si como na cultura tão diversificada do nosso país. Só que a questão em xeque é saber se nós, brasileiros, estamos preparados para este tipo de decisão importantíssima para o desenvolvimento da nação e para quem lutou tanto para um pouquinho mais de igualdade no Brasil. Se tivéssemos a sapiência necessária para entender que cada um é responsável pelo o que é, pelo o que faz e pelo o que fala, talvez o país não estivesse no estado em que se encontra. E como se não bastasse só isso, ainda existe a famosa e trágica repulsa violenta por aquilo que não agrada de maneira alguma. Sei que todos vocês que estão lendo este texto até aqui são pessoas conscientes e que não saem rimpando rapazes no rosto pela rua com lâmpadas fluorescentes; porém, e quem é capaz de cometer atrocidades deste tipo? E aqueles que simplesmente não aceitam a opção sexual do próximo? Porque infelizmente vemos praticamente todos os dias nos telejornais os absurdos que homofóbicos praticam por serem quem são. Não me passa pela cabeça ver um casal gay na rua sem que alguém fique olhando daquela maneira estranha, como se houvesse algo de errado ali.

Se a compreensão, a sabedoria e principalmente o respeito fossem como comprimidos, que a gente toma em doses certas e nas horas certas, aposto como as coisas andariam um pouco melhores. Hoje pela manhã me foi de um impacto tremendamente negativo abrir o notebook, conectar a internet e entrar no Twitter e me deparar com o tema mais comentado do momento o ódio pregado por torcedores do Flamengo pelos nordestinos (no caso o Ceará, time que venceu o rubronegro) por conta do resultado do jogo! Confesso que fiquei bem chateado! Como não se revoltar com xenofobia dentro do próprio país? Aí vocês imaginam o que um homossexual não passará nas mãos de um povo tão desrespeitoso e preconceituoso!

Minha torcida é para que o casamento gay consiga colocar na cabeça complexa das pessoas que a felicidade entre um homem e uma mulher pode muito bem acontecer no matrimônio entre dois homens ou entre duas mulheres. Se bem que eu não acredite em casamentos felizes independentes do sexo... Mas isso aí já é outra história.

 

Pauta para o Blorkutando – 137ª Semana: União Estável

 

[Problemas técnicos no Blogger me impediram de voltar antes. Cá estou e logo mais volto com mais um post novinho! Desculpem pela ausência!]

terça-feira, 3 de maio de 2011

Minha (pequena) estante de livros

Oi, gente!
E cá estou eu lindo e na pokerface pra apresentar pra vocês meu vídeo sobre meus livros, ou melhor, sobre minha "estante" de livros. Ganhei o meme da Vanessa, uma diva e sensacional s2 E que não disse pra quantas pessoas eu devia repassar. Então, apelando para o democraticamente correto, vou deixar o meme para todos os meus leitores queridos que estiverem afim, mas em especial para quatro pessoas: James, Jeniffer, Erica e Bárbara. E é isso, tudo o que eu tenho pra falar está no vídeo abaixo. Ah, antes que eu esqueça, algumas considerações sobre o mesmo:

- Um, eu não tenho uma câmera digital tampouco um celular com a resolução mais linda do mundo. Tive que gravar com o que tinha e o resultado foi esse "visível". Não me tasquem pedras, of course.
- Dois, se não parecer, ótimo. Mas eu estava MUITO nervoso na hora de gravar, minha mão tremia e tudo. É a primeira vez que faço algo do tipo, então foi literalmente um desafio. O meu nervosismo vai levá-los a ignorar o número...
- Três, as repetições de adjetivos e do sufixo "mente" em praticamente todo o vídeo. As palavras me faltaram várias vezes e eu não vi escolha senão repetir que nem um jeca. Sorry, guys, vocês são lindos e vão me entender :D

Vamos deixar de papo e ir para o que interessa? Espero que curtam o vídeo e até mais!

 

quarta-feira, 20 de abril de 2011

100 vergonhas (ou não) about me, parte dois

Bora lá continuar a palhaçada do post anterior? Se joga e vem comigo!

 

  1. Tenho uma mania chatíssima de professor de português: corrijo todo mundo. MESMO QUE MENTALMENTE ALGUMAS VEZES.
  2. Quando não vou com a cara de alguém, sempre faço cara de paisagem pra tudo que a pessoa diz.
  3. Já quis levar gatinhos lindos que vi na rua pra casa. Mas meus pais nunca me deixaram ter um, só cães :/
  4. Já quis levar outros gatinhos pra casa, mas eu aposto como o babado ia ser pior.
  5. Acho mulheres de batom vermelho o cúmulo do sexy.
  6. Só usaria terno em último caso.
  7. Sou apaixonado por camisas gola V e morro de vontade de ter todas as do Fiuk. desabaphei
  8. Eu morro de vontade de ter o Fiuk. desabaphei2
  9. Leio bulas de remédio.
  10. Como açaí com ovos sem medo de ser feliz.
  11. Comida apimentada me fascina. Até a alma.
  12. Nunca bebi nada além de duas garrafas de Ice.
  13. Ainda sonho em conhecer o Max Fercondini pra ter certeza se ele é de verdade.
  14. Ainda sonho em conhecer a Marisol Ribeiro pra ter certeza se ela é de verdade.
  15. Vivo ouvindo meu nome sendo chamado por aí. Mas nunca olho pra trás pra ver quem é.
  16. Sou supersticioso. DEMAIS.
  17. Tenho horror a gente que fala errado.
  18. Gosto das minhas coisas velhas e legais, mesmo elas estando a um passo de se tornarem inúteis – tipo meu celular.
  19. Evito o máximo que posso usar reticências.
  20. Sou chorão.
  21. Leio blogs de fofoca e me orgulho muito de saber dos baphos na frente da fubá.
  22. VEJO GLEE. VEJO GOSSIP GIRL.
  23. A propósito, onde clica pra comprar um Will Schuester ou um Rufus Humphrey, me contem?
  24. Um dia, eu irei comer neve. Da França.
  25. Não assisto nada que já tenha começado. A não ser que eu goste MUITO.
  26. Roo unhas.
  27. Não penteio meu cabelo.
  28. Visto as primeiras coisas que vejo pela frente, tanto pra sair quanto pra ficar em casa.
  29. Já levei tanto fora que dou risada pra não chorar.
  30. Por ser ocupado, as pessoas me taxam de antipático. Principalmente no MSN. Gente, eu tenho culpa?
  31. Abro 3299283029832903 abas numa página, mas não abro outra página em quaisquer navegadores.
  32. Alô gaúchos, o sotaque de vocês me ganha. Favor ligar para
  33. Não sei embrulhar presentes.
  34. Não consigo mentir na cara dura porque eu acabo rindo. E me fodendo, consequentemente.
  35. Vou cursar Letras na faculdade mas MORRO de medo de Literatura. Sério.
  36. Relógios parados me dão siricutico.
  37. Eu falo “siricutico”.
  38. Não posso ver nada fora do lugar que já quero arrumar.
  39. Ah, sou terrivelmente organizado.
  40. Antes de saber o que significava a palavra DESIGN, pensava que era algo de comer.
  41. Tenho uma memória incrível, pago pau.
  42. Acredito no significado dos sonhos. Aliás, vivo tendo sonhos retardados.
  43. Já cheguei a pensar que fosse retardado, sério.
  44. Ano retrasado, adquiri o hábito ~~estranho~~ de falar sozinho.
  45. Não vejo a menor graça em Beatles, nem em Rolling Stones (que eu não sabia que existia até semana passada), nem em nada desses clássicos. Ser pseudocult PRA QUÊ?
  46. No melhor show da minha vida (NX Zero, ano passado), EU CAÍ DE QUATRO NA ARENA DE SHOWS. E quase fui pisoteado.
  47. Gosto de andar de ônibus.
  48. Fico frustrado quando vejo guris/gurias lindos/lindas com a letra feia.
  49. Todos dizem que minha voz é bonita. Já eu…
  50. Tô morrendo de sono e diga-se de passagem vivo morrendo de sono. Até mais, seus lindos!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Minha primeira viagem, parte três

Oi, gente!

E hoje estou um pouco menos cansado. BUT descobri tanta coisa sobre Belém hoje que nem sei se conseguirei contar tudo. Meu celular, pra variar, começou a ficar com chatice pra tirar fotos e eu fiquei putíssimo da vida com isso, nem perdi meu tempo com ele. Portanto, hoje teremos menos imagens e mais textos, ok lindos? Bora se jogar comigo no meu diário do penúltimo dia em Belém!

Acordei um pouquinho mais tarde do que os dias anteriores, às oito e meia da manhã. E gente, o que é a segunda-feira belenense? BUZINA E BUZINA E BUZINA E CARROS E ÔNIBUS E TRÂNSITO E ZÁS. Vocês não fazem ideia do que é ser despertado por aquele barulho de motor acelerando e de gente gritando "chip da Vivo cinco reais". Precisei de uma segunda-feira pra perceber que Belém NÃO É aquela coisa toda que eu pensei que fosse. Mas se acalmem que eu não vou gritar desesperadamente pra meio mundo que Belém é uma porcaria ou coisa do tipo. Longe disso, acabei caindo na real e vendo que aqui tem mais problemas do que se possa ter alguma noção. De novo vou tocar no assunto do trânsito. Caramba, KD PACIÊNCIA HEIN SEUS CONDUTORES IRRESPONSÁVEIS? Taquipariu, juro pra vocês que quis dar uns socos num motorista do ônibus ANANINDEUA-PA/PTE.VARGAS (ALO VOSSEIS DA PREFEITURA DE BELÉM DEEM UMA RASTREADA NESSE CARA) - acho que é esse o nome do ônibus - que além de parar em cima da faixa de pedestres, ainda gritou uns palavrões pra um passageiro que pediu pra entrar e arrancou sem o coitado nem ter subido direito. Fiquei chocado! Em Macapá, eu já estava acostumado com a pacificidade das ruas e avenidas... Acho que esse contraste todo me deixou meio assim. MAS CONTINUANDO, a manhã pelas ruas me foi bem proveitosa. As calçadas da Presidente Vargas são lotadas por ambulantes que vendem de frutas a chips pra celular como já havia dito lá no começo. Um detalhe: no final de semana, não vi nada de movimento ali. Pouquíssima coisa. Mas eu aconselho dar uma entrada num beco próximo à uma loja chamada Big Ben (uma das lojas da rede, porque vi VÁÁÁÁÁRIAS dessas na cidade desde que cheguei). A ruela dá acesso a uma IMENSIDÃO de lojinhas e mais lojinhas, barracas e mais barracas de tudo o que se pode imaginar. DVD's piratas brincam de pira (gíria nortista pra 'andam de lá pra cá') naquele camelódromo, nossa. Mas não há só barracas, tendas e lojinhas. Existem muitas lojas grandes também, fiz muitas compras em várias delas. Aproveitei bem as promoções porque sou prático e gosto de economizar e me chamem de pão duro depois disso mas eu amo comprar MODERADAMENTE, risos. ANYWAY, lavei a burra e comprei mooooontes de coisas lá: camisas, calças, bermudas, um moleton sensacional que pechinchei pra tia lá da lojinha me dar um desconto básico... Ai, foi ótimo. Super recomendo!

Como que num passe de mágica, a hora voou. Quando minha tia e eu nos demos conta, já eram quase duas e meia da tarde e ainda nem tínhamos almoçado. Deixamos as coisas no hotel e descemos pra almoçar num restaurante self-service aqui próximo. Ia tirar uma foto do meu prato que tava LINDO, fiz uma caretinha e tudo pra vocês - mas a câmera do meu celular me fez o favor de estragar meus planos. Almocei lindamente e sem esperar nem mais um segundo, minha tia me levou até o hospital Ophir (ou Ofir, como tava nas plaquinhas de identificação das salas) Loyola, porque ela precisava do resultado dos exames dela pra receber os remédios na Farmácia de lá (um parêntesis: minha tia é transplantada de rim. E diferente do que todo mundo pensa, a vida reinicia depois de um transplante. Dai essa rotina dela de vir sempre aqui se consultar e tudo, receber os remédios e tal) do hospital. Até que achei uma graça a estrutura do hospital, pelo menos o sofrimento todo que eu vi no Globo Repórter dia desses não me apareceu em nenhum momento, graças a Deus. No bairro de Nazaré, onde se encontra o Hospital Ophir Loyola, TUDO É RYQUEZZA. Tudo. Desde as lojas até os cinemas que passam filmes pornô que eu também não consegui fotografar (risos risos risos). A gente sente a atmosfera diferente naquele local, uma loucura. Mas continuando, depois de sair do hospital, fui conhecer a Catedral de Nossa Senhora de Nazaré, que diga-se de passagem foi a igreja mais linda que eu já vi na minha vida, deu até vontade de rezar como vocês podem ver nas fotos abaixo (sim, por obra divina a câmera pegou):














Dei uma rezadinha básica pra não dizer que eu me desvirtuei completamente (porque né, faziam SÉCULOS que eu não entrava numa igreja) e depois segui com minha tia para o Castanheira Shopping Center. E GENTE, que contrastíssimo: esse shopping fica NA PUTA QUE PARIU. Longe pra chuchu de onde eu tô hospedado! E pior, numa zona de TOTAL movimento, mais do que em todos os lugares aqui. Já senti o impacto do lugar quando desci do ônibus na frente de uma galeria imensa E XOXÍSSIMA bem na frente do shopping. DICA: não percam tempo nessa Galeria. Tem tanto espaço e NADA de útil, só fiz abestar indo lá. Depois de ter quebrado a cara, parti pro Castanheira Shopping. E gente, CUI-DA-DO, cuidado TRIPLO ao atravessar as ruas. Os carros são AINDA MAIS imprudentes e só param na faixa quando o povão todo passa junto, o que sempre acontece. Fiquei CHOCADO com a grande massa que veio do shopping e foi junto comigo pra lá. É muita gente! Deus é pai, quase caí bem perto de chegar no final da faixa, fiquei horrorizado só com a possibilidade de CAIR em Belém. Deem uma olhada e acompanhem o meu drama - foco na fubá toda que se concentra pra passar:





















E a minha impressão do Castanheira Shopping Center? ACHEI POVÃO. Sabe, a gente nota na mesma hora a diferença entre o Pátio Belém e o Boulevard Shopping pro Castanheira. O Boulevard pra mim foi o melhor dos três sem sombra de dúvidas. No Castanheira não tem UMA livraria, fiquei chocado! Em compensação tem lojas e mais lojas pra siacabar nas compras. Fora os magazines de departamento, que tem de um tudo e são IMEEEEEEEENSAS! E as salas de cinema lá pra cima também não deixam a desejar. Quis MUITO parar pra ver Vips, filme nacional com Wagner Moura (meu ator favorito s2s2 depois do Ashton Kutcher, claro). Mas como sempre eu não pude parar por que ainda tinha MUITO o que fazer. Não me demorei no Castanheira, dei uma parada na C&A pra comprar umas coisinhas pra mamãe e pra minha irmã e segui pra casa das amigas da minha tia, pra ela buscar o que faltava da bagagem dela. Foi ótimo conhecer gente daqui, ENFIM! Uma pena eu não ter demorado :/ Mesmo com os imprevistos, como a chuva que cai A TODO MOMENTO nessa cidade PARECE BRINKS COM A GENTE NÉ, deu pra conhecer mais de Belém pela boca de outras pessoas.

Cansadérrimo, pegamos o ônibus e demos mais uma volta na cidade antes de chegar ao hotel. Ah, e fica a dica: os ônibus, pelo menos os que eu andei, passam pela maioria dos pontos turísticos de Belém. Só com uma passagem a gente conhece MUUUUITO mesmo! Fora que pra mim ainda foi ótimo, o busão (FAVELEI NA GÍRIA) para bem perto daqui de onde estou hospedado. Larguei as compras na cama, tomei meu banho e desci pra jantar alguma coisa (em "alguma coisa" leia "X-Bacon com guaraná") antes que eu definhasse de fome. E a tia da lanchonete era super simpática, cheguei lá armando um escândalo porque tava perdendo a novela (viram que o maldito do Léo quis roubar a Carmem na cara de pau? MALDITOOOOOOOOOOO!) e a tia super entendeu, até comentou comigo que queria dar um soco nessa peste. hahahahaha. Meu jantar foi uma delícia, voltei com a titia pro quarto do hotel e agora tô terminando de escrever CORRENDO porque ainda vou arrumar minha mala e eu tenho MUITO o que ajeitar, amanhã eu me despeço de Belém e enfim direi todas as minhas impressões da cidade. Tô com muito sono, logo mais eu volto!

Do seu escritor-aspirante,


domingo, 10 de abril de 2011

Minha primeira viagem, parte dois

E eu começo o meu relato do segundo dia de viagem com uma palavra: CAN-SA-ÇO.
Gente do céu, como andei hoje. Sério, fiquei desde as oito e meia da manhã, com uma parada só no hotel pra trocar de roupa e me mandar pro segundo shopping (AI GENTE UM PS: ESQUECI DE DIZER O NOME DO SHOPPING DE ONTEM! Pátio Belém o nome dele, tá? Minha tia me disse que ele é o famoso Iguatemi, que eu nunca tinha ouvido falar MAZENFIM), o Boulevard Shopping. Mas vou contar uma coisa de cada vez, bora seguir o itinerário do meu dia sensacional.

Primeiro, tive uma sensação BEM estranha quando acordei: parecia que já eram dez horas da manhã. Quando fui verificar no meu celular a hora, constavam sete e trinta e nove. Mas era como se eu tivesse dormido até o sol entrar pelos furicos, como faço todos os finais de semana. E eu fui dormir uma hora da madruga, terminando de upar o post de ontem. Só que como eu sou lindo e sensual nem me lembrei de nada disso e me mandei pra um banho (quente, ops ops ops). Corri com minha tia pro café da manhã...


... e seguimos rumo às Docas Boulevard, que é bem aqui pertinho de onde estou hospedado. Ah, antes de prosseguir, quero dizer que não estou acostumado a ver prédios deste tamanho em Macapá:


E nem a ver casinhas TÃO juntinhas assim:


Ok, seguindo, cheguei nas Docas Boulevard com minha tia BUT não abria naquela hora, só dez horas da manhã. Mas fiquem sabendo que na saída tem uma pracinha bem simpática de frente pro rio. Inclusive olhem eu gatíssimo e na pokerface olhando pros guuindastes da Doca. A foto foi desproposital, risos:


[PS²: MINHAS POSES NÃO SAÍRAM MUITO DIFERENTES, NÃO RECLAMEM PORQUE SOU GRANDE E PESSOAS GRANDES NÃO SÃO MUITO VERSÁTEIS PRA POSES]

Com as Docas Boulevard fechadas, minha tia sugeriu que fôssemos conhecer o famosíssimo cartão postal de Belém, Ver-O-Peso. E meninos, pensem num lugar que tem DE TUDO. E leiam esse DE TUDO como DE TUDO MESMO. Eu sabia que era uma feira imensa, mas né, não sabia que era tão grande. Achei umas pimentonas vermelhas lá mas a tia lá da banquinha me barrou de fotografar por uma razão que eu não entendi porque ela enrolava a língua toda pra falar. Ah, e um ponto negativíssimo na feira do Ver-O-Peso: O CHEIRO. Taquipariu do lugar pra feder, olha. Lá no final então, dei uma morrida de pena dos garis. O chorume que tem naquele lugar é HORRÍVEL! Mais do que o normal, Deus é pai. Mas achei muito útil o lugar, se não fosse a sujeira e o fedor, seria ótimo.

Feira do Ver-O-Peso
Depois de uns lugares meio bizarros e alguns pedintes na rua, cheguei com a minha tia numa praça que eu não sei o nome e a minha tia tá dormindo. Lá tem um forte chamado Forte do Presépio, marco do surgimento da cidade de Belém. Cheguei a estudar sobre esse forte em História do Amapá há alguns anos, mas ele nem de longe se compara ao da minha cidade, desculpaí Belém se eu arrumei uma coisa pra te derrubar RSRSRS


Ah, e essa catedral belíssima também que eu TINHA que fotografar, linda e toda reformada, segundo uma senhora que falou comigo lá na frente.


Esse lugarzinho onde eu estava era uma delícia de ficar, cheio de verde, cheio de ar puro, ai, fiquei encantado. Ainda tinha uma tal Casa das Onze Janelas, que eu esperava muito mais do que vi. Era proibido fotografar mas como eu sou um divo e tenho poder acabei fotografando mesmo assim. Olhem:





 E nessa hora que me baixou o terrorista e eu quis bombardear o navio lá no fundo?


OK, parando cas palhaçada, deixem-me correr porque tô MUITO cansado e preciso dormir urgente, antes que eu capote de novo em cima do notebook. Algum tempo depois de sair da pracinha linda, achei chique voltarmos até as Docas Boulevard e estar aberto e o lugar ser tão aconchegante ~~e caro~~:









Distante da calmaria das Docas Boulevard, gente, o que é a loucura do trânsito de Belém? Deem uma conferida no caos:


É ônibus pra TUDO QUE É LADO, táxi, moto... E as irregularidades? O que eu vi de motorista dirigindo sem capacete não foi brincadeira, olha. Atravessando sinal vermelho então... Esse caos todo era bem próximo de uma outra feira livre que tem aqui próximo também de onde estou hospedado. Aproveitei pra comprar logo uma carteira ~~me chamem de jeca, eu nunca tive uma carteira~~ e uma camisa regional porque eu não ia passar despercebido, né. Gente, vocês não tem NOÇÃO do quanto de fubá que tinha ali. Povo de tudo que é jeito, até boy magia tinha lá, quase morri com um moreno de cavanhaque que perguntou se eu queria cintos. Prestatenção no perigo da muvuca:



OI SO LIMDO TCHAU
E cá estou eu, minúsculo, na frente do também famoso cartão-postal Teatro da Paz. Não deu pra entrar, mas por fora ele é lindo - e IMENSO:

CORRENDO MAIS UM POUCO porque meu sono tá difícil de lidar, vou apresentar as fotos pra vocês e vou falando sobre onde era e o que achei. As que seguem são do Mangal das Garças, um lugar bem natureba e belíssimo, me apaixonei. Ah, antes: EU FUI DE ÔNIBUS PRA LÁ, BEAJ.

















E a visão de cima da Torre, SEN-SA-CIO-NAL:







Depois de ficar um tempão no Mangal das Garças admirando toda a beleza e simplicidade do lugar, minha tia resolveu me levar ao Shopping Boulevard. Crianças, que shopping mais boca de confusão foi aquele? Muito melhor do que o Pátio Belém, na minha opinião. Deve ser porque é recente, né? Mas enfim, comprei horrores nele, e nunca me senti tão bem em estar morto de andar num lugar imenso e sensacional daqueles. Passei quase um século na loja da Saraiva FASCINADO com tanto livro. Até os de culinária eu parei pra ver. O lugar é fantástico, não quis mais sair de lá, olha.




Depois da Saraiva, onde comprei quatro livros lindos que mostrarei depois, andamos MUITO pelas lojas e comprei na Renner duas camisas gola V de cores que eu ainda não tinha, na Riachuelo comprei umas camisas xadrez LINDAS LINDAS LINDAS e uma bermuda ótima. Mortíssimo de tanto andar, fui comer alguma coisa com a titia e me surpreendi peeeeeeeencas com a propaganda enganosa do Giraffas. Os hamburgueres são UM CU de pequenos e ainda por cima não vendem maionese. WTF de lanche considerado é esse? SIARREPENDI, quis ter ido no McDonalds mas né, outras mil pessoas pensaram no mesmo que eu.




E por fim, ainda dei uma voltinha básica nas Docas Boulevard (que à noite ficam ainda mais lindas) pra jantar com a minha tia. O jantar estava MARAVILHOSO e ainda achei um namorado por lá, fiz o Daniel e me virei com o que tinha:



COQUEIRO TE AMOOOOOOOOOOOO

PS: AQUI TEM GARRAFA DE ÁGUA MINERAL ROSA. MORRI. kkkk
E por hoje é só. Ah, ia esquecendo: minhas mais novas aquisições literárias! MUÁ!

Da esquerda pra direita: meu dicionário francês-francês, O Pequeno Príncipe, A Menina da Capa Vermelha e Adulterado.
Capotei. A gente se vê amanhã, lindos!