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| FOTO: Papin |
De ontem para hoje, passei a madrugada em claro. Já são quase dez horas sem dormir. Tá que eu tive umas pendências na internet e tudo, mas há algo que anda me inquietando. Não sei como lidar com isso. É a primeira vez que acontece e me pegou completamente de surpresa. Eu já tive outras atrações por personagens e tudo, mas dessa vez é uma coisa estranha. Vou continuar pentelhando vocês com TiTiTi. Lembram do Thales (Armando Babaioff) do post anterior? Pois é, aquela perfeição não quer me sair da cabeça. Ele entra nos meus sonhos, aparece na minha mente sem eu querer e juro, já até me fez chorar por saber que ele não existe. Eu sou ridículo e patético por estar sentindo essa coisa de sexta série, mas enfim, é anormal. Tudo o que é anormal me dá vontade de escrever, incrível isso. Quero aproveitar a deixa do assunto pra falar sobre esse tema tão comentado e discutido: o amor platônico.
Como já havia dito antes, eu não acreditava em amor platônico. Não mesmo. Eu o via como uma coisa boba, aquilo de fanáticos por seus ídolos e tudo. Não que eu não tivesse ídolos, mas eu nunca fui de morrer de amores por eles. A minha admiração por eles é grande e tudo e eu deixo sim escapar que faria de tudo para conhecê-los/vê-los/tocá-los. Só que eu nunca tive aquele amor irracional por algum deles, que me faria desistir de muita coisa pelo fanatismo. ATÉ QUE o final de 2010 chegou me trouxe uma grande surpresa: o ator Armando Babaioff na pele de Thales Salmeirón em TiTiTi. Não sei dizer ao certo, mas alguma coisa dentro de mim disparou. Ligou um alerta ou sei lá o quê. Só sei que quando me vi, já estava caidinho de amores por ele, coisa que nunca tinha acontecido antes com nenhum artista que eu gostasse. Foi a coisa mais retardada que eu já senti até hoje. Parecia que um arpão tinha perfurado meu coração e ele, Thales, tinha me curado apenas com a presença hipnótica dele. Vocês vão me apedrejar e tudo, mas ele foi tudo que eu sempre sonhei pra mim (pelo menos desde que descobri gostar de garotos). Dói PROFUNDAMENTE saber que ele é apenas um personagem e que provavelmente daqui a um mês ele vá sumir da minha vida, mas é BEM mais forte do que eu. Amor platônico é mais sério do que eu imaginava. Amor platônico é mais do que involuntário. É inevitável. Vou confessar que fiquei com uma pontadinha de medo quando constatei que tudo isso que estava acontecendo era um amor platônico dos fortíssimos. Nunca fugi do amor e, pela primeira vez, tentei correr contra ele. Quando no final, ele é quem sempre dá as cartas. Ou seja, não pude fazer nada além de cair nas graças da ilusão absurdamente incrível que me faz sorrir pras paredes.
Não desejo pra ninguém isso, não. É bem ruim saber que nunca será correspondido por algo/alguém. Nessa madrugada em claro, ao som de Heartbreak Warfare do John Mayer, fiquei pensando nisso. A gente sabe que é ruim, que não pode acontecer, mas mesmo assim, acaba cedendo. Já cansei de tentar decifrar os mistérios do coração. Se for pra eu sofrer, vou meter minha cara na dor. Se for pra criar vergonha na cara, que seja. Acho que aprendi a lição. Pelo menos uma vez na vida alguém vai ter um amor platônico. Seja ele um herói de revistas em quadrinhos ou um personagem perfeito de novela de televisão. É mais uma daquelas coisas que a gente TEM que viver. Se até minha mãe já teve, porque eu não vou ter? Sou um divo até na dor, então vou continuar vivendo esse amor retardado até acabar TiTiTi. Afinal, a vida foi feita pra se viver. E o que seria uma vivência sem experiências?
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Oi, bebês! Como estão?No mais, é só. Fazem quase dez horas (a contar de três e meia da madruga) que estou acordado e tentarei descansar. Logo mais nos vemos!
Vocês podem nem acreditar, mas é verdade. Passei a noite toda pensando no Thales. Baixei umas 10 músicas do John Mayer e só Heartbreak Warfare, tema do Thales e do Julinho/Jaqueline, não sai da minha cabeça. Tava precisando viver um amor, mesmo que impossível. Minha vida já estava começando a cair na
mesmice. E isso eu não quero pra mim.
Mudando de assunto, novidade pra vocês: ESTOU MATRICULADO NA UNIFAP! Ingressarei apenas no segundo semestre, mas a ansiedade e preparação já começaram dede já. Estou felicíssimo!
Ah, as mudanças no blog: quero ver todo mundo visitando as páginas novas e reformuladas , hein? Aqui em cima da parte de postagens estão todas, vejam e digam se curtiram! Fiz pensando em vocês!
Mais tarde postarei um desafio que ganhei da Nati. Aguardem!
Do seu escritor-aspirante,


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