quarta-feira, 31 de março de 2010

Happy birthday to you, BK!

Há dezesseis anos atrás, eu fui gerado. Cresci, evolui e aprendi a ser feliz. Não nego que não tinha muito prazer pelas comemorações dos meus aniversários, nunca fui muito fã de festas. Mas como faz parte da vida, aprendi a apreciar o que me foi concedido. A cada vela assoprada, a cada fatia de bolo cortada, mais eu constatava que eu havia sido agraciado com o dom da vida. Porém, além deste dom, desenvolvi outro, que por sis ó já é um presente: escrever.

Comecei a escrever e, ao perceber que as pessoas precisavam conhecer este meu talento, criei alguns blogs para expressar minha visão de mundo, da minha realidade. Alimentava-os com textos, sínteses, contos. E aí que entra o destino. Em meados de março do ano passado, após meses de buscas incansáveis por algo que me incentivasse a escrever cada vez mais, descobri um certo projeto, que tinha exatamente o perfil que eu procurava e que caiu como uma luva em minha necessidade de falar para quem quisesse ler meus pontos de vista: o Blorkutando. Com temas inteligentes, legais e dinêmicos, o BK, como carinhosamente é chamado, faz parte de minha vida internáutica há quase um ano. Um ano de postagens curtas e longas, boas e péssimas. Sempre que posso, posto os textos correspondentes aos temas. Algumas vezes, consegui me colocar entre os melhores da semana. Fatos estes que me deixaram imensamente feliz. O Blorkutando não é apenas um projeto que manda as pessoas escreverem sobre os mais variados assuntos. O BK é uma escola. Um aprendizado. Uma fonte de conhecimento. Foi através dele que conheci blogs de todos os tipos, gente de todos os jeitos. Graças ao BK, adquiri uma certa admiração por meus leitores, que viram minhas vitórias e perceberam o quanto posso ser capaz de escrever. Devo ao Blorkutando, grande parte de minhas conquistas com este blog.

É por isso, e outros inúmeros motivos, que quero agradecer ao Blorkutando, por ter me feito amadurecer como blogueiro e por ter, tantas vezes, me ajudado quando mais precisei, mesmo sem nem ter conhecimento do que eu necessitava. BK, você segurou a minha mão e a soltou, quando sentiu que eu já podia andar sozinho. Neste aniversário de dois anos, apesar de eu ainda não ser muito fã de festas e nem de comemorações, quero fazer parte da festa que é a sua existência. Você faz o aniversário, Blorkutando, mas quem ganha o presente somos nós, blogueiros, que lhe respeitamos e lhe veneramos, por ser tão importante em nossas vidas.




Feliz aniversário!



* Pauta para o Blorkutando - 79ª Semana: Contos de Aniversário.

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Olá, gente! Tudo bom?

Tô correndo contra o tempo de novo! Ia postar só na sexta, mas como é o dia da Paixão de Cristo, não poderei sair de casa para ir na lan house. O que resulta na postagem quase colada com o meu Tudo de Blog.
Aê! Vocês gostaram, não é? Querem que eu repita? Só preciso do sinal verde de vocês! Várias ex-tudodebloguetes amaram! Tô feliz demais!

Arrasado pelo Dourado ter ganhado o BBB. ÉATREVA.COM.

Bem, sem mais novidades e achando que vou me dar mal nessa semana do Blorkutando, eu encerro minhas atividades bloguísticas essa semana por aqui. Segunda eu volto, tá?

Beijos, abraços, bom feriado e até a próxima!

quarta-feira, 24 de março de 2010

Mas eu me mordo de ciúmes!

Sem rodeios, eu confesso: tenho ciúmes de quem gosto. Seja lá amigo ou namorado. Sei que posso estar errado, mas sabe quando você não consegue evitar determinada sensação?  Quando você acha que aquele alguém é seu, de direito, no papel? Pois é. É disso que eu sofro. Sinto ciúmes como qualquer outra pessoa; porém, sei bem diferenciara possessão de simples ciúmes.


Se eu aprendi uma coisa em toda a minha vida, esta coisa é ter controle. Sobre tudo. Desde falar até praticar a ação. E como não poderia ser de outra maneira, consigo controlar até a ciumeira ( que pode virar doença, e precisa de tratamento! ) que me dá quando o amor da minha vida abraça um conhecido ou quando minha melhor amiga me troca pelo namorado. Parece fácil falando, não é? Mas não, não é fácil. Certos sentimentos se reúnem dentro de nós a ponto de nos fazer agir como crianças, ou seja, com mania de posse. A raiva, a possessão ( olha ela, de novo ) e a frustração podem muito bem servir como exemplo. Na única vez em que namorei, não conseguia sentir somente raiva, somente frustração ou somente possessão pela minha namorada quando a via com outros garotos. Eu sentia todos, de uma vez só. Era uma bola de neve, que descia à cem por hora numa ladeira sem fim e que ia me esmagar. Essa sensação que eu vivia, essa reunião de sentimentos pode se resumir em uma palavra: ciúmes.


Você pode me perguntar o que eu faço para controlar o ciúme, e eu respondo: tenha consciência de que aquela pessoa também é gente. Ela também gosta, ela tem amigos como você e conhece pessoas como as suas. E ela tem o direito de demonstrar sua atenção para com elas, estando ao lado destas pessoas. E eu sempre soube disso. Afinal, dias, semanas, meses e anos ensaiando um namoro perfeito não foram jogados no lixo. Posso até sentir ciúmes, mas com cautela e sem exageros!




Pauta para o Blorkutando - 78ª Semana: Pronome Possessivo.

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Pessoal, tô sem tempo. Até domingo, acho que já postarei o meu Tudo de Blog. Aguardem que logo mais eu conto as novidades pra vocês!

Até mais!

sexta-feira, 19 de março de 2010

Meu maravilhoso mundo mágico



Querido diário,


Hoje estou me sentindo feliz. Acordei disposta a fazer minha tão esperada viagem à Londres. Sei que adiei por anos esta ida, mas chegou o momento. É hora de me preparar para, talvez, encontrar meu futuro. Ou meu passado, ou meu presente, não sei. Londres sempre me pareceu tão inspiradora! Desta vez, a ideia que sumiu de minha mente iirá retornar. E para ficar.


[...]


Enfim, desembarquei na estação de King's Cross! A viagem foi longa, cansativa, mas valeu a pena. Quer saber o porquê? Aquela ideia que eu havia tido há anos atrás voltou para mim! E a história está completa agora! Sei até o nome do garotinho, que será amaldiçoado e sobreviverá: Harry Potter. Não me pergunte de como essa ideia da história voltou, porque não sei. Ainda pesquisarei muito mais para enriquecer o enredo, mas já tenho mente o suficiente para  esboçar os primeiros capítulos, de muitos que virão. Puxa vida, será que um dia eu serei reconhecida pelos livros que escrevi? Será que irão gostar do Harry, meu bruxinho encantador? Não parecerá meio estranho o enredo? É, eu tenho receios como todo mundo. Porém, não custa nada tentar, não é? E ontem mesmo eu havia pensado numa coisa: escrever será a solução para todos os meus problemas. Nada melhor que se sobressair por um ângulo que você acha legal e prazeroso. E não há algo que eu goste mais de fazer do que escrever.
Não disse que Londres era inspiradora?


[...]


Concluí hoje pela manhã, após horas de pesquisas e leituras, meu primeiro livro, Harry Potter e a Pedra Filosofal. Gostou do nome? Forte, não? Eu adorei! Mandei uma cópia para uma editora local que acolhe escritores amadores e minhas expectativas estão gigantes! Confesso que ficou exatamente como eu planejei. E estou orgulhosa do trabalho que fiz e das noites em claro que passei. Contei até a história do Harry para meus filhos e sobrinhos, que pediram mais! Mais do que nunca minha esperança me permitiu viver um momento incrível como esse. E mesmo que não dê certo, a sensação de missão cumprida já é o bastante para eu me sentir vitoriosa. E obrigada, meu amigo de todas as horas, por ter me escutado, por ter me suportado fraquejar e chorar quando pensava em desistir e obrigada por ter consentido todas as vezes em que precisava de alguém que me entendesse. Muito obrigada, mesmo!




Um beijo,

J.K.



Pauta para o Blorkutando - 77ª Semana: Querido diário...

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Olá, meus leitores lindos e atenciosos que entendem a ausência de um blogueiro grato pelos 19 comentários no post anterior! Tudo bom com vocês?

Explicando o texto do Blorkutando: eu tinha que encarnar alguém famoso, pessoa pública ou mimimi e o que ela escreveria em seu diário. Eu pensei bem antes de escrever e, ao lembrar que estava relendo Harry Potter e a Pedra Filosofal, não deu outra: incorporei a J.K Rowling, autora da série. Confesso que gostei do tema e do texto, vocês curtiram? Falem tudo!
Ah, minha semana na escola foi bastante corrida. Tive vários trabalhos para entregar, briguei com uma de minhas melhores amigas por um capricho imbecil dela (grrr!) e tive zilhares de trabalhos do Danielle Mitterrand, meu curso de francês, pra entregar. Voei contra o tempo, literalmente. Entreguei tudo em seus devidos prazos, escrevi a pauta pro Blorkutando hoje de manhã e só agora, às oito e vinte, consegui tempo pra ir na lan house. Ufa! O feriado veio em ótima hora!

E W., sumiu. Vai entender.

Novidade pra vocês: esperem por uma surpresa aqui no meu blog. Pros amantes do extinto Tudo de Blog, aguardem! #faleidemais.com


Beijos, abraços, apertos de mão, bom fim de semana e até a próxima!

sábado, 13 de março de 2010

Muitos jovens, poucos limites.



Para muitas pessoas, limitar algo ou alguém é um sinônimo de privação, tristeza. A maioria das pessoas que pensam desta forma são os jovens, que à flor da juventude não querem saber de regras, muito menos de limites. Um erro quase imperdoável. Limites são necessários em qualquer fase da vida e, na adolescência, não seria diferente.

Antigamente, os pas proibiam os filhos de sair na rua depois da oito da noite, faziam questão de que estes resolvessem todo o dever de matemática e festa de aniversário, só uma hora de duração. Atualmente, percebemos com tal clareza que tudo isto mudou. Jovens saem sem hora pra voltar e os pais sequer reclamam; cometem atos grosseiros na rede sem pensar duas vezes e cada vez mais aparecem em casa com os dizeres " estou grávida " e " tenho AIDS ". Percebe-se uma fragilidade absurda nos adolescentes de hoje. Estão propensos àos problemas do mundo sem ao menos conhecer os seus próprios. Os limites, do tempo da vovó, com certeza colocariam um freio nestes jovens que insistem na rebeldia. Tudo bem o filho ir à uma festa, mas não seria ótimo se ele voltasse assim como foi para lá? Pais, conversar com seus frutos não é nenhum bicho-de-sete-cabeças. É sadio e ainda põe certo juízo na cabeça complexa deles.


Enfim, os limites servem apenas para facilitar a vida de ambas as partes. Porém, o que fará com que ocorra esta aceitação dos limites é a capacidade que o jovem tem de estar disponível à mudanças. Afinal, limites, responsabilidade e juízo são termos um pouco desconhecidos da juventude desta geração. E cabe somente à eles decidir o que lhes convém. Ou não.




***

Olá, pessoas ;D Tudo bom com vocês?

Eu tô ótimo! Apesar de a apresentação de educação física, marcada pra essa semana, não ter rolado. Detesto quando as pessoas não cumprem o prometido.
Mas entreguei os trabalhos nos devidos prazos e tô curtindo essa fase ótima do terceiro ano. Aprendi a desprezar aquelas pessoas que só me queriam pra respostas de trabalhos e admiti pra mim mesmo que posso ser mais forte do que qualquer um pensa.
Fui criticado por estar diferente do que no ano passado. Tô nem aí. Bem ou mal , mas falem de mim ;D
Ah, e consegui me apaixonar de novo. Desta vez, vamos de letra W. Rufem os tambores, não falarei nada. HAHAHAHA. R., por acaso, leu meu post retrasado e me evitou, como se nada tivesse acontecido. Anham. Gente complicada é assim mesmo.
Nossa, vocês repararam no BBB essa semana? MELDELS, quanta coisa de uma vez só! Tô adorando! E vou confessar que venho correndo da escola pra pegar pelo menos o finzinho de Malhação e Cama De Gato, que estão perfeitas! Adoooro!

É, de novidades é só. Lembrando de mais coisas, eu posto pela semana.

Beijos, abraços, apertos de mão, sorrisos, e até a próxima!

quarta-feira, 10 de março de 2010

Pelo direito de ser feliz



Rodrigo Martinez é só mais um jovem de cidade grande. Tem vinte e três anos e é biólogo. É filho de pais separados. E é homossexual. Surpresa? Não, nenhuma. Como a mentalidade dos jovens é formada cada vez mais cedo, é obvio que suas escolhas também serão feitas mais cedo. Na adolescência, principalmente, em momentos de fraqueza e tristeza, os jovens procuram refúgio nas pessoas do mesmo sexo, já que elas irão compreender melhor seus problemas do que alguém do sexo oposto. As características em comum, entre menino e menino e menina e menina são as principais causadoras da paixão súbita. É inevitável.

Acredito, assim como você, que o amor não escolhe aparência. Nem sexo, nem raça. Então, porque não se apaixonar por alguém do mesmo sexo? O amor é cego, já diz o ditado. A felicidade acontece. Não é premeditada. Eu não sou obrigado a gostar de garotas, nem de garotos. O que tiver de ser, será. É essa a visão dos jovens de hoje. Não se tem necessidade de amar por obrigação. Tenho amigos homossexuais , que vivem com parceiros nem sempre com a mesma opção sexual, mas nem por isso deixam de ser felizes. É, felizes. Lembra que eu havia dito que o amor não escolhe seus alvos? Pois é, é sobre isso que eu estou falando. Se o homossexualismo está tão disseminado hoje em dia, não é por causa de revoltas e conflitos com seus próprios "eus". É uma simples questão de lógica: basta eu me aceitar e ser feliz comigo mesmo para a vida valer a pena. Até o próprio termo usado para designar os homossexuais, gay, significa alegria. Sempre aprendi que escolhas sexuais sempre são de responsabilidade da pessoa. Unicamente dela. Ninguém pode escolher por esta pessoa. Os indivíduos decidem o que querem por ter este direito. Todos temos este direito. O direito de ser feliz. Com ou sem o sexo oposto.

Aceitar-se perante todos é o suficiente para ter certeza do que se quer mesmo. É por isso que admiro os homossexuais assumidos. Ter peito para encarar uma sociedade que tem estampada na testa a palavra preconceito não é para qualquer um. E não tenho vergonha de admitir esta admiração. Porque o que importa é se sentir bem e satisfeito consigo mesmo. Que nem o Rodrigo, lá do início do texto, que namora com o Felipe Moura, dezenove anos, operador de telemarketing. Felizes, como qualquer outro casal neste mundo diverso.






Pauta para o Blorkutando - 76ª Semana - Linha Tênue.


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P.S mínimo: fiz o texto superimprovisado e a pressa me faz escrever de um jeito horrível! No sábado, tornarei a postar, se não, no domingo. Postarei uma dissertação que fiz na aula de Língua Portuguesa. Espero que gostem!

Beijos. abraços e até a próxima!

segunda-feira, 8 de março de 2010

Mulher, mulher, mulher

 

Mulher. Seis letras. Duas sílabas. E um significado indescritível. Talvez seja o ser mais forte que já vi. O mais incrível. O mais belo. O mais sensível. E o mais perfeito de todos. Mulher. Você simplesmente é a real razão para existirmos agora. Você é tudo o que precisamos para viver. Você, mulher, com seu poder de fazer nós, homens, felizes apenas com um sorriso, é capaz de mover montanhas. Conquistou seu espaço, seus direitos. Lutou pelo o que é seu, de fato, e conseguiu, mesmo vivendo a pressão do preconceito. É um exemplo a ser seguido. Mulher. Você, com sua aparência tão simples, de um jeito inesperado rouba nossos corações. É, mulher, você é linda, e sabe viver, já diz a música. Mulheres, meninas, garotas. Todas merecem este dia tão querido e merecido por todas. Vocês são o maior exemplo de vitória que alguém pode ter. Marias, Luísas, Vitórias, Socorros e Adrianas. Seja qual for seu nome, você é uma guerreira só por ter nascido mulher. Admiro sim, todas vocês e, podem ter certeza, pelo menos uma pessoa no mundo entende e aceita esse mundo de vocês, complicado, porém intrigante. Mulheres, vocês são tão merecedoras deste dia quanto qualquer outra pessoa.

Dedico este texto à você, mulher, que lê ou não o meu blog. Sintam-se homenageadas por mim. Mesmo.  


Feliz dia internacional da mulher!

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Olá, gente! Tudo bom com vocês?
Garotas e mulheres leitoras do meu blog, espero que tenham gostado da homenagem! Fiz de coração, apesar de estar com um pouco de pressa por também estar fazendo uma pesquisa de história, sobre a escravidão. Meio revoltante, mas faz parte da nossa história, não? E se for preciso saber disso pro vestibular, terei que aprender. Querendo ou não.

Tô sem novidades. Só espero que o Dourado saia amanhã do BBB de vez e que R. veja que não tô errado como pensa. Como as pessoas são difíceis às vezes, hein?

E duas últimas coisas: atualizarei novamente na quarta, pra retornar só na outra segunda, ok? E dou o maior apoio pra vocês escreverem a pauta do Blorkutando essa semana. Sobre como o homossexualismo tá comum atualmente. Ótimo tema, se querem saber de mim. Escrevam mesmo, coloquem o senso de criticidade pra funcionar, guys! Hahaha.

Beijos, abraços, apertos de mão, e boa semana de estudos pra vocês :D

quarta-feira, 3 de março de 2010

C-I-L-A-D-A.COM

Já era tarde e eu não tinha noção da hora. Não haviam postes acesos na rua e muito menos policiamento naquela região. Tentei sair por outra rota, mas não consegui. Eu devia mesmo enfrentar aquele escuro, aquele breu que dava arrepios. Era como um cão que havia perdido o olfato e a visão. Eu era um grão de areia perdido naquela praia imensamente negra e tenebrosa. Uma rua nunca me pareceu tão imponente e difícil de ser atravessada como aquela. Entretanto, eu não tinha escolha: para alcançar o que queria, era obrigatório que eu passasse justamente na avenida mais obscura de todo o bairro. Justo nela.

Mergulhando naquela escuridão, rapidamente fui surpreendido com um vulto alto e escuro, que apagou o último vestígio de luz que restava no final da avenida. Minhas articulações pararam na hora e apenas um segundo após o desligamento da luz, o vulto me segurou por trás. Eu me debatia com força, mas ele parecia mil vezes mais forte e rígido. Meus ossos pareciam estar sendo feitos em pedaços e uma ruptura se abria no meu peito. Meu sonho de chegar em casa e ligar para o amor da minha vida que chegava naquela sexta-feira, treze de novembro, estava acabando mesmo antes de começar. Não tinha ideia de quem era o vulto ou o quê ele era. Só sentia que seus braços me quebravam os membros. Nem a respiração dele eu sentia. O último movimento que pude conferir dele sobre mim foi um toque com três dedos, quentes a ponto de queimar, em meu ombro. Depois daquilo, meus joelhos se dobraram involuntariamente e caí, exatamente no meio da rua.  O homem havia ido embora. O vulto não havia levado minha mochila, nem minha carteira, nem meu celular. Ele queria alguma coisa que eu não portava. Eu senti isso. Ele procurava alguém. Algo que estava dentro de mim que não seria removido com facilidade. Aquela cilada armada para mim não havia sido por acaso. Eu tinha sido morto por um vulto totalmente escuro e sem olhos. E sem alma.

Recordo-me somente de luzes fortes e incandescentes piscando sobre meus olhos. Eram tão intensas que minha cabeça chegou a doer. Não era por acaso, eu sei disso. Carros passavam sobre mim, e ninguém se dava conta do que acontecia. Eu, muito menos. Até que um garotinho acompanhado de sua mãe, apontou para a árvore acima de mim. Havia algo ali. Eu não percebi, mas a marca dos dedos do vulto no meu ombro me fez despertar. Ou pior, me fez morrer de vez.


Ele havia roubado minha alma!




Pauta para o Blorkutando - 75ª Semana - C.I.L.A.D.A .

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Olá, gente! Que saudade daqui, vocês não tem noção.
Quando postei este texto, estava em cima da hora e tive que correr contra o tempo! Mas consegui escrever, improvisadíssimo, e arrumei tempo pra contar as novidades pra vocês!

Nossa, o terceiro ano tá de tirar o fôlego! Trabalhos, avaliações, pesquisas, e mimimi. Um monte de coisa pra gente não descansar mesmo! Já até me perguntei se na faculdade é assim. Se for, que seja! Já suportei coisa pior.
Ainda na escola, teve gente me irritando. Odeio gente que me irrita sem motivo. Mas já acertei os ponteiros e tá tudo bem.

No amor: tô feliz. Me acertei com R. e a gente tá de boa! Me desejem sorte desta vez! Vou precisar bastante! Nunca fui muito sortudo em minha vida amorosa. Tô cheio de expectativas!

E acho que dessa vez não rola pódio no Blorkutando. Improvisar não é meu forte.



E até segunda-feira, quando postarei, provavelmente, mais uma singela homenagem à maioria de meus leitores: as mulheres.

Beijos, abraços, e juízo no fim de semana!

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Improvisation

Não, não tenho nada pronto hoje. Me perdi lendo os blogs dessa vasta blogosfera e acabei me esquecendo de criar coragem para postar. Mas adianto que quarta-feira postarei a pauta para o Blorkutando, retornando somente ao sábado. Meu tempo está cada vez mais escasso, portanto peço que entendam minha ausência, novamente.


Beijos, abraços e até a próxima.


ps: não, eu não estou num clima para escrever.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Eu te amo (de verdade) , sabia?

" Pedro era o galinha da turma. Nas festas, ele era o rei da pegação: promovia concurso de beijo na boca, conquistava as garotas mais lindas da festa e desprezava com alegria as que lhe imploravam por um 'oi'. Mas, em um destes acasos que só a vida nos proporciona, ele encontrou Sofia, a garota reprimida e triste que todos viam que era linda, mas que bastava pôr os óculos para ficar escondida, sozinha, isolada de todos. Pedro percebeu que Sofia era diferente. E se apaixonou por ela. Quando ele decidiu revelar seu amor pela garota, qual não foi sua surpresa: ela lhe disse não. Porque? Porque ele disse 'eu te amo' à ela como se fosse a coisa mais normal do mundo. E para Sofia, não era. [...] ."


Histórias como a do Pedro e a da Sofia são bastante comuns atualmente. Foi o que aconteceu com o amor de antigamente pra cá. As pessoas perderam completamente a noção do que é amar de verdade. Sentir um apreço por alguém não significa dizer que está amando este alguém. É necessário um tradutor de sentimentos para cada um de nós. Vou confessar que que já falei 'eu te amo' em situações que não deveria ter dito nada. Mas se pensam que me arrependi, não, não me arrependi. O sentido proposto pelo 'eu te amo' é relativo para todos. Pode significar um simples carinho pela pessoa ou até mesmo aquela adoração típica da amizade. Mas o verdadeiro sentido destas três palavras, tão pequenas e com taman ho poder, é extraordinário. Dizer que ama alguém é se autocomprometer com este. O amor é a sensação mais envolvente e estonteante de todas. O amor tem um imenso poder, que jamais deveria ser subestimado. O amor é, sem sombra de dúvidas, incrível.
Banalizar seria um verbo meio forte para se usar quanto ao uso do 'eu te amo' hoje. Acredito que não há mais a real importância das pessoas com o amor. O 'da boca pra fora' veio mesmo para ficar. Eu ainda salvo à exceção, pois sei bem diferenciar o 'eu gosto' do 'eu amo'. Aprendi a não ser inteiramente dominado pelas incertezas e inverdades que o amor infelizmentenos traz. É preciso estar convicto do que se sente de verdade. Não se pode simplesmente falar que ama, sem ao menos estar sentindo aquele friozinho na barriga só de ver a pessoa ou aquele acelerar nos batimentos cardíacos. O 'eu te amo' devia ter um pouco mais de consideração e respeito. Afinal, é a frase mais marcante e bonita que existe. É ela quem se responsabiliza por unir os corações. Esta frase é o simples fator que completa as equações das vidas dos apaixonados.


"[...] E assim, com o passar do tempo e de várias provas de amor de Pedro, Sofia foi mesmo percebendo que ele lhe dizia palavras sinceras. Após muitos 'eu te amo', Pedro conseguiu deixar de lado sua aparência supérflua e resolveu convencer, de uma vez por todas, que Sofia era o amor de sua vida. Ela aceitou a última tentativa dele de se unir à ela e os dois estão juntos, felizes e apaixonados até hoje!"


Moral da história: diga 'eu te amo' quando estiver seguro de si. "Da boca pra fora", jamais!






Pauta para o Blorkutando - 74ª Semana: Falar de amor não é amar.




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Olá, gente! Tudo bom com vocês?
Minha passagem por aqui será rápida, pois meu tempo tá cada vez mais precioso. Com o terceiro ano e a tensão do vestibular, meus dias seguem uma rotina bem rígida. E assim , só atualizarei duas vezes por semana, ou até mesmo uma só. Desculpem a incopetência, mas é por uma boa causa. Sei que vocês hão de me entender, pois é meu sonho que tá em jogo. E eu prefiro dançar conforme a música.

Vamos aos fatos? Eu comecei bem o ano, participando das aulas e entregando as atividades nos prazos certos. A sistemática de ensino mudou completamente, agora estudamos que nem nas universidades, por semestre! Deixem-me explicar: teremos seis disciplinas num semestre e cinco no outro. Se já tiver passado nas matérias do primeiro semestre, já era! Morreu a parada! Agora se ficar... Dá problema. E mais: entramos às 13:15 e saímos às 18:30 na segunda-feira e nos demais dias, 17:40. Um absurdo. E assim como todo mundo, eu não concordei com os horários, apesar de ser melhor pra todo mundo. Agora a escola está dominada pelos novatos, eu tô abafando na elite da escola - pra quem não sabe, o terceiro ano é sinônimo de popularidade - e a galera desse ano vem com tudo! Muita coisa ainda está por vir, muita coisa ainda vai mudar (já diz o NX Zero ;D).

E bem, por ora, é só. No sábado volto a atualizar, e pra contar como foi o fim da primeira semana na escola!


Beijos, abraços, aperto de mão, e até a próxima!

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Entrevistando com o Alencar


Com exclusividade aqui no seu programa Entrevistando com o Alencar, você lerá uma entrevista exclusiva com ela, que é detentora de vários prêmios e exibe, sem medo de ser feliz, quem ela é de verdade. Confiram a entrevista com a sucessora da Madonna e a mais nova princesa do pop, Lady Gaga!


Tiêgo: Lady Gaga, em quem você se inspira na hora de montar seus looks?

Lady Gaga: Man, é claro que eu me inspiro em mim mesma! É só eu pensar em uma cabra por exemplo e montar um maiô com um chifre na frente! E não é que o povo gosta?!

Tiêgo: O que você mais detesta na fama?

Lady Gaga: OS PAPARAZZI! Tenho que fazer a bendita poker face pra eles quando os vejo na rua. E isso cansa, sabe? (risos)

Tiêgo: Defina você em uma palavra.

Lady Gaga: Retardada.

Tiêgo: Gaga, a letra de Paparazzi questiona se dá ou não para ser feliz no amor com o sucesso no meio. Você ainda acredita no amor?

Lady Gaga: Se quer saber, não. Desisti há muito do amor, por causa da fama. Minha felicidade está em atuar cantando e em cantar atuando. Sou louca, completamente. Mas sobre a letra de Paparazzi, as mulheres preferem acreditar no amor entre o sucesso e outras coisas. Os homens sempre são mais racionais e óbvios e isso me irrita.

Tiêgo: Qual foi a sensação de gravar um clipe com a Beyoncé, sua suposta rival?

Lady Gaga: Em primeiro lugar, ela não é minha concorrente nem rival nem nada. Somos amigas. E foi sensacional gravar um clipe com ela. Beyoncé é mesmo tudo aquilo que aparenta ser. Ela cheira a Chanel nº5.

Tiêgo: E sua vida amorosa, preferiu abdicar totalmente dela?

Lady Gaga: Pelo menos, por enquanto. Não vejo motivo para me comprometer com alguém que sabe que não terá atenção. Então, ainda não pretendo me relacionar com ninguém.

Tiêgo: Você pretende dizer algo aos leitores do Entrevistando com o Alencar, que em suma são seus fãs?

Lady Gaga: Ah, seria ótimo! Meus monstrinhos loucos e lindos, eu os amo muito! E não esqueçam da coreografia de Bad Romance quando eu for visitá-los aí no Brasil! Será extremamente útil!

Tiêgo: Você prefere as críticas dos seus fãs ou dos especialistas em música?

Lady Gaga: Prefiro ouvir o que meus amados fãs dizem sobre mim. A palavra deles é a única que ouço caso for mudar alguma coisa em mim. E eles gostando do que faço, nada mais me importa. Nada.

Tiêgo: E só para concluir, a pergunta que não quer calar: você é hermafrodita?

Lady Gaga: E se for? Continuarei amada e respeitada por todos. E vou dizer mais: ter um pipi não quer dizer nada. Continuarei gostosa e serelepe como antes, então dá no mesmo!

-

É isso! Conversei rapidamente com a cantora mais badalada do momento, que saiu do estúdio de gravações sozinha e decidida a encarar os paparazzi. Fazendo a poker face, Gaga prometeu caprichar na vinda ao Brasil e afirmou, com todas as letras, que é sim uma maluca sem calças, co uma coragem imensa e com um estilo de abalar as estruturas do Maracanã! Dá pra resistir e não dançar ao som de Bad Romance? Você com certeza já imitou-a fazendo aquelas mãozinhas monsters que eu sei! E alguém duvida do poder da Lady Gaga? Eu não!


***

Olá, gente!
Explicando a pauta: eu ia postar esta entrevista na sexta-feira, mas perdi a folha onde estava escrito e acabei perdendo o prazo de entrega para o Post It! Mas o importante é a intenção e eu postei mesmo assim! Queria terminar em bom humor minhas pautas de férias. É, acabaram minhas férias. Hoje foi a última vez que postei com frequência, porque amanhã começam minhas aulas e eu não terei tempo pra mais nada! Vocês entenderão minha ausência, explicarei aos poucos. Mas eu conseguindo tempo, juro que postarei sempre! Não abandonarei vocês, meus leitores lindos, cheirosos, atenciosos e perfeitos.

Algumas considerações:

- Tô viciado em Lady Gaga #fato, em Leighton Meester, e em MTV;
- Acabou Gossip Girl. #bjomorri. Ainda bem, senão meu curso de francês me impediria de assistir;
- Malhação, Cama De Gato, Viver a Vida e BBB estão cada vez mais surpreendentes. Eu adoro isso. Uma pena que eu estude à tarde. Perderei boa parte das novelas;
- R. passou a me desprezar. Que se dane, eu que vou sofrer mesmo, então o problema é meu;
- Acho que cresci mais um pouco;
- E tô sonhando muito com facas. #medo.

No mais, é só o que tenho a dizer.

Beijos, abraços, felicidades e até a próxima!