quarta-feira, 29 de julho de 2009

Pedido de desculpas :/

Pessoal do Blorkutando, Bee Writer e Post It :

Essa semana eu ficarei impossibilitado de postar os textos à tempo, mas eles estão prontos e serão postados depois do prazo. Peço que vocês, moderadores e donos dos projetos que leiam as textos, porque fiz de muito boa vontade! Espero que vocês gostem, amei o tema da semana do Blorkutando e do Post It! Uma pena eu não ter pego o tema do Bee Writer, mas depois pego e faço o texto.

Obrigadão pela compreensão, caso vocês compreendam, claro.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Minha vida aos dezoito, parte um.

Se não fosse pelo barulho ensurdecedor vindo das obras do apartamento ao lado, com certeza eu não teria acordado. Pensei que ainda fosse cedo, por força do hábito, tipo oito ou nove horas da manhã; mas, para minha enorme surpresa e espanto, já eram duas da tarde! Tentei lembrar o porquê de toda aquela preguiça que eu nunca fui acostumado a ter. Meu Deus, eu nunca acordei tão tarde em toda a minha vida adolescente.
Toquei na palavra-chave: adolescente. Eu não era mais adolescente, estudante do segundo ano do ensino médio; agora eu era um homem, por lei e por verdade. Dezoito anos.
Tudo aquilo era uma grande novidade pra mim: faculdade, morar sozinho, ter que me virar sozinho. Estes pensamentos ocorreram em minha mente ao mesmo tempo em que lembrei porque havia passado metade do dia largado na minha cama, sem dó nem piedade: pela primeira vez, tinha criado coragem e vontade para ir em uma micareta. Ok, eu não sou nem vou ser nenhum fã de festas, mas era meio que uma obrigação que eu seria, obviamente, levado a cumprir; era minha festa de comemoração dos meus dezoito anos, completos ontem, de verdade, naquela festa. Meu passaporte para a liberdade fora carimbado. Eu estava livre! Livre de verdade, poderia fazer o que quiser, na hora que der na telha, enfim!
E, podia-se dizer de passagem, que eu estava feliz, depois de tanto tempo absorto no infinito do sofrimento.
Levantei-me da cama, sorrindo. Caminhei lentamente pelo quarto, sentindo o quanto é bom o sabor da vitória (que, no meu caso, era ser livre). Cheguei ao banheiro, lavei o rosto e retornei ao quarto. Era muito estranho ver que aquilo tudo era meu, só meu. Mas era uma estranheza boa. Logo que lembrei da palavra posse - indiretamente, meu é pronome possessivo, né? -, quis consultar meu celular, que não estava por ali, como pude perceber. Presumi que ele tivesse sido roubado ou coisa parecida na micareta; até que o barulho da britadeira naquela maldita obra no apê ao lado cessou e eu pude ouvir ele tocar, timidamente, em algum lugar por ali. Vasculhei meu quarto inteiro, da cama ao armário, e nada. Porém, a musiquinha, insistentemente, continuava a tocar. Ocorreu-me de ir até a sala, pois eu poderia ter largado minha calça jeans ensopada de chuva no sofá - é, eu bebi e estava sem ação. Nem sei como parei em casa - e continuei a busca. Como suspeitei, estava lá, entre as almofadas, meu celular, que por um milagre ainda estava funcionando. Tinham nove chamadas perdidas, todas de uma garota chamada Bruna. Legal, eu não conheço nenhuma Bruna. Ela mandou um torpedo dizendo que tinha adorado a noite anterior e que queria me ver de novo! Putz, eu não me lembro de nada do que aconteceu ontem depois da minha entrada do meio do povão! E agora?
Novamente o celular toca, e era ela. Receoso pelo o que ela iria falar, atendi:

"-Oi.
- Oi Ti! É a Bruna, lembra?"

Queria poder mentir, juro! Mas meu instinto sincero resolveu aflorar.

"-Desculpe Bruna, eu não lembro de nada. Não tenho ideia de quem é você;
- Poxa, sou eu, Ti! Bruna! Ontem foi tão especial e você ficou de me ligar e até agora nada... Eu que tive que te ligar mandar mensagem. E você diz que não se lembra da nada?!"

Ela não parecia irritada, por incrível que pareça. E eu havia me arrependido de ter aflorado meu instinto sincero.

"-Ok, você sabe aonde eu moro, certo? - eu disse, ainda com um pé atrás.
-Sim, eu sei bem onde você mora.
-Então vem aqui, pra ver se eu consigo me lembrar de quem você é. Isso não é brincadeira minha, tá?
-Tá, eu sei. Pode me esperar, eu apareço aí mais tarde. Beijo.
-Outro."

Eu não havia parado para pensar que em uma coisa: desde quando eu havia virado pegador? Safado? Eu sou nerd, desengonçado, trapalhão...
Meus dezoito anos me fazem amadurecer cada vez mais. Tanta coisa mudou, tanta coisa tá mudando... Problemas, que eu mesmo vou resolver. Rolos, que eu mesmo vou desenrolar. Nada vai depender dos meus pais agora. Tudo depende de mim, somente da mim.

Liberdade, enfim.

Às sete horas da noite, alguém batia na porta. Não estava esperando visitas, com a exceção de...
Quando abri a porta grande e pesada, quase caio para trás!


+Querem saber quem era? Não perca as próximas duas edições de "Minha vida aos dezoito" !



* Texto para o Bee Writer - Ediçao cinco: Aos dezoito anos.
** Agradecimento: obrigadão pela ideia, pessoal do Bee Writer! Gostei muito, tanto que vou dividir este post em três partes! Uma pequena história. Espero que gostem!
*** Pedido de desculpas: desculpem mesmo or ter postado um dia depois do prazo; problemas pessoais me impediram, mas postei, porque o que vale, sempre, é a intenção, não é?

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Um dia incomum no futuro

Acordei cedo naquela quarta-feira, que sucedera uma noite chuvosa. O céu estava estranho. Uma mescla de cinza-chuva com um amarelo tímido e de um laranja pôr-do-sol; aquilo me intrigava. Levantei-me devagar da minha cama incrivelmente não bagunçada, apesar dos pisões que dei no colchão na noite anterior, quando insistia no mesmo pesadelo: era devorado pela minha própria casa. Ao lembrar disso, olhei novamente para a cama e percebi que a claridade do sol tímido entre as nuvens, que refletia em meus lençóis, havia desaparecido, do nada. Esfreguei meus olhos para ver se realmente não estava ficando louco. Aquele sumiço das cores realmente era real. As cores claras sumiram de cima dos meus lençóis, dando espaço a uma escuridão, estranha demais para nove horas da manhã, como pude constatar no meu relógio de cabeceira. Ainda sem acreditar, fui até o banheiro,lavei meu rosto, dando ênfase aos meus olhos lacrimejantes, escovei os dentes e volteipara meu quarto. Nem me preocupei em olhar no espelho. Mas, ao pôr meus pés no quarto, percebi, com clareza, que havia algo errado ali. Não havia ninguém em casa, pois não escutava ruído algum, nem os chatos pigarreios do papai, nem os gritos da mamãe com minha irmã mais nova. Não havia vestígio de vida ali. O céu escurecia cada vez mais, deixando-me com uma ponta de nervosismo misturado com medo. Logo, corri pela casa para constatar se não havia mesmo ninguém em casa. Não havia absolutamente nada. O desespero começou a tomar, pouco a pouco, conta de mim e eu não sabia nem tinha ideia de como controlá-lo. Sem sucesso em minhas buscas, corri para fora de casa, como em meu pesadelo. Ela sem vida, sem cor; minha casa estava estranha. De repente, senti passos perto de mim e uma ventania incrivelmente forte cortou o silêncio na rua da minha casa, que sempre era movimentada. Pairando no lugar do sol, percebi o motivo imenso de minha angústia e desespero: havia um buraco negro, imenso, tomando o espaço do sol. Sem nem conseguir gritar, parei em frente à caixa de correio e vi o jornal do dia anterior pendendo sob a portinhola que dava acesso ao interior da caixa. Um homicídio era a manchete, mas concentrei-me na data, que me fez ficar parado: era 19 de junho de 2030. Observei minhas mãos, meus pés, meu corpo. Tudo havia mudado, afinal, eu estava com 36 anos! Ou eu não percebi o tempo passar ou ele passou de uma só vez. Minha vizinha cortou meus pensamentos, gritando com uma garotinha no colo :

- "É o fim do mundo! É o fim do mundo!"

Paralisei. Fim do mundo?! Será que o homem não havia conseguido frear seus atos à tempo? A natureza se rebelara, já sabia que isso iria acontecer. Desmatamento, queimadas, camada de ozônio, derretimento das geleiras... Tudo se encaixava! E eu não quis acreditar quando disseram-me, aos meus 15 anos, que um dia o mundo sofreria as consequências dos atos do ser humando, que se diz racional! Tudo por decorrência de nossos atos! Nossos, e de mais ninguém.
Quando parei com meus pensamentos inúteis, constatei que o buraco estava mais próximo de mim e que me faltava oxigênio. Morreria de um jeito ou de outro. Os ventos chegavam a cortar de tão fortes que estavam. Só pude ver pessoas voando com a força da tempestade e sumindo na escuridão do buraco. Quando vi minha vizinha com sua garotinha, gritando ao ser sugada pelo buraco, senti que seria minha vez de partir. Senti o vento forte e cortante me puxar para dentro daquele ralo imenso, num breu só, posicionado no lugar do sol. E desfaleci. Fui apenas mais um que viveu até o fim dos tempos. Mais um humano que contribuiu para que tudo isso acontecesse e fosse acelerado o processo.
Naquela quarta-feira, 20 de junho de 2030, seria o meu fim.
E nada mais.






*Imaginem se isso acontecesse de verdade! Você dormir com 15 anos e acordar com 36, e dar de cara com um buraco negro pronto para te levar para a morte! Temos que fazer a nossa parte para que isso não venha a acontecer, pois isso pode sim vir a se concretizar! Ajudem o mundo, façam diferente!

**Texto para o Blorkutando - 43º Semana: E Se Fosse Verdade?

domingo, 19 de julho de 2009

Pelo meu bem, pelo seu bem

Quando vi o tema do Bee Writer essa semana, quase caio para trás! Minha segunda casa, querem destruir-te! Poxa, eu juro que, se minha escola acabasse, eu acabaria também! Nossa, é muita coisa pra um coração só! Mas tecendo meu texto sobre o tema, vamos lá.

Bem, pense bem no quanto você iria perder com o fim da escola: paqueras, amigos, namorados e namoradas, livros interessantes e muito conhecimento. Quem merece uma coisa dessas? Ninguém, né? Pelo menos eu não iria gostar nem um pouco de perder ao invés de adquirir conhecimento. Tanto pelas aulas como pela própria galera. Conheci muitos estilos musicais na escola, muitos escritores que me influenciam no sonho de ser escritor, muita cultura... Mas, talvez, o mais importante alicerce que uma pessoa pode contruir em toda a sua vida, eu consegui construir na escola: a amizade. Que atire a primeira borracha em quem nunca fez um BFF na escola! Ou um amigo que, com certeza, você já teve uma quedinha (ou uma quedona, hein?!)! Sempre vejo a escola pelo lado positivo, porque se for para reclamar dos trabalhos gigantescos que os professores nos mandam fazer ou simplesmente das provas que somos obrigados a resolver para passar de ano, eu seria apenas mais um na multidão. Só mais um. E eu não quero isso pra mim, assim como você também não quer! A escola nos ajuda a criar uma personalidade que, consequentemente, você irá levar para o resto de sua vida. É como costumo dizer: as pessoas teimam em jogar fora a banana ao invés da casca.

Enfim, eu sou totalmente contra à destruição das escolas do mundo inteiro. Querem um porquê? Porque destruindo as escolas, são destruídas milhares de pessoas que, como eu, como você, têm sede de conhecimento, sede de saber, sede de viver.



*Texto para o Bee Writer - Quarta Edição: plano para destruir as escolas do planeta (sou contra!).

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Tenha juízo, oras!

" Ironia: atitude de depreciação ou zombaria em relação a outra pessoa ou a ideias - Diconário Aurélio ."

"- Ah, aonde você vai?
- Vou na padaria.
- Fazer o quê?
- Comprar uma bicicleta, novinha em folha!"

Esta é uma das situações que envolvem a ironia. Particularmente, não gosto que ironizem alguma coisa, muito menos de ser ironizado. Para essa depreciação, como foi dito no começo, sejá realmente válida sem consequências, precisa ser aplicada na hora certa e no momento certo. Exemplo: você não vai querer tirar as piadinhas costumeiras de amigo com sua melhor amiga da TPM ou se seu melhor amigo estiver deprê, né? É muito relativo; para algumas pessoas, até parece uma brincadeira. Para outras pessoas que discordam (assim como eu), nem um pouco. Desprezo pessoas irônicas, com todo o respeito à quem é. Só acho um pouco importuno o modo como a ironia é utilizada. " Brincadeira tem hora", diz Zeca Pagodinho. Concordo plenamente. Assemelho muito brincadeira e ironia. Só que uma ironia dificilmente será relevada. Fazendo oposição à brincadeira (quando se sabe que o certo é relevar, claro).
Zombar, quando não se está de acordo com alguma coisa ou só por zombar mesmo é uma grande falta de ética e respeito, porque ironizar é uma coisa. Ser ironizado é outra completamente diferente, é necessário saber disso.
Enfim, cortando o mal pela raiz, eu odeio ironia e que isso fique bem claro à todos!


*Texto para o projeto Post It - Edição Oito: ironia.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Lembrando da moral da história

Como todas as outras pessoas, sonho bem alto. Tanto acordado como dormindo. E num destes sonhos, lembro-me de um fato que me intrigou e ficou martelando em minha complexa cabecinha durante um tempão. Deixe-me narrar o sonho:

" Eram mais ou menos onze horas da noite e eu voltava da casa de uma amiga. No trajeto, tive que passar por uma pracinha, mal-iluminada, com a força de uma noite sombria e estranha. Estava lendo um livro, com muita dificuldade, por que uso óculos para ler à noite. Como o gênio aqui é o rei do desastre, não percebeu, com a escuridão imensa daquele instante, um igualmente imenso buraco em sua frente. Resultado, levei um tombão, para a risada geral dos casais que ali namoravam ou só conversavam. Não conseguia enxergar nada sem meus óculos naquele breu, e sem eles, provavelmente seria vítima de um atentado por bandidos. E por incrível que pareça, não vinha uma alma bendita me ajudar! Até que, finalmente, pus a mão no maldito buraco que me fez cair e encontrei-os. Limpei as lentes, ainda sem condições de levantar-me sozinho e, de repente, ouço uma voz estranhamente familiar vinda de trás de mim:

- Você precisa de ajuda - disse o rapaz, que prontificou sua mão para me ajudar. - Tá tudo bem?

Para a minha imensa surpresa, era meu pior inimigo, Davi. Um cara da minha escola que vivia me enchendo a paciência e vivia arrumando motivo pra me bater. Ele recolheu meu livro do chão, rindo.

- Você curte Machado de Assis? Dom Casmurro é legal, eu gosto muito. Já li duas vezes.

Aquilo me intrigava cada vez mais e, já em pé, perguntei:

- Érr, Davi, não tá havendo nada de errado aqui não?! Cara, você vive me batendo, me xingando... E agora vem me ajudar?! - eu sinceramente, naquele momento, não senti medo daquele monstro, pela primeira vez. Ele é absurdamente grande e forte, partiria-me em dois em um segundo.

- Tiêgo, presta atenção. Agora sou outra pessoa, não quero mais briga, não quero mais confusão, não quero mais nada que possa prejudicar ninguém. Me dei conta da burrada que tava fazendo e resolvi parar - explicou Davi, fechando a capa do livro, sorrindo novamente.

- Quer minha opinião? Você tá irreconhecível - disse, ainda pasmo.

- Você prefere como antes? - perguntou, limpando a contracapa de Dom Casmurro.

- Com toda a certeza do mundo, não - concluí.

Ele estendeu mais uma vez a mão para mim, sorriu e seguiu seu caminho. Eu ainda tinha muitas dúvidas à tirar, mas preferi me calar, pois ainda poderia fazer besteira... Davi mudou completamente, da água pro vinho. Davi, meu maior inimigo, agora é um santo.
E eu preferia daquele jeito. "

Vocês devem estar se perguntando porque eu escrevi isso. Sim, vou explicar : mais ou menos duas semanas depois deste sonho, quando nem me lembrava mais de nada, esse mesminho Davi do devaneio bem viajado veio se desculpar comigo, por tudo o que fez por mim. Eu não tenho nem ideia do porquê até hoje. Éramos amigos até ele viajar, agora mantemos contato via internet.

*Moral da história: de onde você menos espera que possa vir o apoio, a ajuda, a compaixão, acaba vindo. Agora eu amo meus inimigos, vai que eu caia num buraco em plena escuridão de onze horas da noite e um deles venha me ajudar...



*Texto para o Blorkutando - 43º Semana: Lembranças

Dom... minado!

Escrever é uma arte; mais até do que isso: um dom. Dom este que poucos possuem. A escrita preenche-me por inteiro, por completo. Posso afirmar, com todas as letras, que amo a escrita. Que amo escrever. Que amo ser aspirante á escritor. As letras são como o ar que inspiro; não consigo ficar sem. Talvez minha imensa fixação pela leitura seja a grande minha grande motivadora. Aliás, a leitura sempre puxa pelo braço a escrita. E foi isso que me motivou a escrever: ler. Leio muito e, no momento em que percebi que já conseguia dominar a escrita, sem ler, viciei. Devia ter um slogan de campanha pela escrita, tipo "escrever tembém é cultura, sabia?", afinal, quem lê o faz porque alguém escreveu, consequentemente. Saber escrever qualquer um consegue; o negócio é ter o jeito, a maneira correta de lidar com as palavras, o que nem tanta gente consegue fazer. Precisa-se entender tudo, a ponto de transformar um simples grão de areia da prais num texto, poesia, poema, ou até mesmo num livro.

Ame a leitura e faça dela sua porta de entrada para o universo fascinante e único da escrita. Para, então, você também poder dizer, com todas as letras, que ama a escrita e que sabe escrever.

*Primeiro texto para o Bee Writer - Edição Três: O que lhe motiva a escrever?

Os dois lados de uma linha

Ser capaz de realizar diversos tipos de trabalho é um belo exemplo de eficácia. Agora, quando se fala em competência no trabalho, estamos falando em eficiência; coisas completamentes diferentes, pois assim como o amor e o ódio separam-se por uma linha tênue e larguíssima, eficiência e eficácia também.

Posso considerar-me eficaz quando sei que executo, ou quando tenho certeza que faço bem e de várias maneiras determinados tipos de atividades ou trabalhos. A eficácia ganha da eficiência, porque enquanto uma pode encaixar-se em várias coisas, a outra só s emostra válida em um caso. Em termos técnicos, eficácia é a capacidade de um indivíduo de adquirir, por meios diversos, um lucro ou prêmio.

Não que a eficiência não tenha nenhuma serventia, claro. Aliás, a felicidade no meu, no seu, no nosso trabalho, depende da nossa capacidade de ser eficiente, não?

Aconselho: se for para escolher em que lado dessa linha tênue e larguíssima que separa uma coisa da outra, fique do lado da eficiência! Ela sim, pode te levar a patamares bem maiores, isso sem sair de sua atividade ou trabalho, e nem ficar pulando da galho em galho! Ao contrário de uma tal de eficácia, que sempre quer contar vantagem...

Sorte de hoje: " Não confunda eficiência com eficácia. Faz bem aquele que gosta do que faz."

*Texto para o Blorkutando - 42º Semana - Sorte de hoje no orkut.

A boa (e má) imagem da mídia

Juliana Paes e seu sári, esbanjam charme e desperta nas telespectadoras o desejo de copiar seu estilo clássico-chique-demais. Já em A Favorita, a personagem de Patrícia Pillar lançou a maior modinha, não só entre o povo que assistia a novela como com quem só via ou ouvia falar dela: a estampa xadrez. Na mesma novela, o ator Thiago Rodrigues soube representar bem o jeito certinho-da-moda de muitos garotos por aí, abusando da estampa xadrez, assim como Patrícia. Passando para o mundo das gírias, Ítalo Rossi e seu ' é mara! ' fazem sucesso até hoje. Katiuscia Canoro faz o Brasil inteirinho gritar com ela : ' tô pagano! '. Faustão já é incrivelmente famoso pel seu bordão ' ô loco meu! ' que todos repetem, já por força do hábito. Chacrinha, que não chegou a viver até eu surgir, cativou milhares de pessoas com seu abacaxi e suas rimas engraçadíssimas. Isso tudo porque ainda esqueci de citar muitos outros "inventores de modinhas" !

Agora, pergunto-me: a mídia exerce mesmo alguma influência em nossas vidas?!

Depois de ler esta sequência de exemplos, pode ter a certeza que sim! A mídia não só nos incentiva a copiar frases, roupas, estilos, como também contribui para o conhecimento das pessoas. Uma pena certas coisas trazererm muito o lado negativo da vida. Há vários filmes que explicitam o sexo, o consumo de drogas, a violência, de modo que o público veja de uma realidade que as pessoas não querem enxergar! E aí vem os 'loucos' de plantão, que copiam todos os atos, na maioria das vezes ilícitos, que a mídia teima em expor.

Agir por invonluntariedade não é bom. Seguir seu próprio instinto é, e sempre será, o melhor caminho para tudo.

*Texto para o Projeto Post It - Sétima Edição: influência da mídia em nossas vídas.

Virtual, quase real

Já ouvi dizer que os Estados Unidos possuem o maior número de amizades internáuticas no mundo. Se é verdade, eu não sei. Só sei que meus amigos realmente são tudo na minha vida e não se fala mais nisso!

É aí que se dividem em dois grupinhos básicos de amizade: a real e a virtual. Nossa, tenho amigos virtuais que, sinceramente, acho bem mais legais que as reais. Esclarecendo: os amigos de carne e osso são muito reais. Reais de realistas. Os virtuais não, já te ajudam mais, te entendem mais, não te zoam tanto... Cada qual com suas qualidades, né? Não é menosprezar os reais. É a descrição deles. Assim como faço com os virtuais, delimito-os de acordo com suas qualidades.

Só que um simples fato impede que meus amigos internáuticas sejam melhores que os terráqueos: não posso tocá-los, abraçá-los, sorrir com eles. Nada passa da tela do computador. Nada. Então que os reais marcam um ponto: posso senti-los, vivê-los. Posso observar cada um deles de verdade e não com uma webcam integrada.

O virtual está muito longe do real, muito mesmo.

É preciso delimitar cada um à seu lugar. Um mundo nunca(ou pelo menos penso que não!) vai vir de encontro com outro mundo. Isso aplica-se à esses dois mundos que nos rodeiam. Deixar claro o limite de um e de outro vai nos ajudar nos momentos em que precisarmos ou de um, ou de outro.

É, americanos, espero que saibam mesmo o que fazem e que não troquem nunca o mundo real pelo virtual.

Prefiro meu mundo real, minhas amizades reais e lições reais que meus amigos virtuais jamais ensinarão como meus amigos, de carne e osso, ensinam e ainda ensinarão muito bem.

*Texto para o Blorkutando -42º Semana: Amizade Virtual.

Se Deus lhe fez à sua imagem e semelhança...

Duvido que haja algo que importe mais para uma pessoa que se preza do que sua reputação. E é incrível como trás muitos benefícos e coisas pra gente: fama, puxação de saco, chatices. Isoo porquê não contei aquela que insiste em atentar todos os que prezam sua imagem: a falsidade, não tenha dúvidas. Agora eu me pergunto: porque existem aqueles que querem denegrir a imagem alheia? Será que alguém ganha alguma coisa com isso?

Talvez eu possa resumir isso em uma só palavra: inveja. É, muito normal sentir inveja, sim eu sei. Agora, quando se chega ao ponto de destruir uma personalidade que, provavelmente, você iria adorar assumir. Ok, eu confesso: já tive inveja da personalidade de certas pessoas que até tentavam me machucar por saber dessa minha fraqueza; mas hoje, confio bem mais nas minhas ideias.

É por isso que eu digo: mais vale uma personalidade admitida e própria do que duas inconstantes e que não têm coragem de ser assumidas; assumir a própria identidade é primordial para que não se fique tentando degradar aquilo que não pode nem lhe agradar, mas que agrada à muitas outras pessoas.

Trocando em miúdos: preocupar-se demais com sua reputação não é bom (até porque você não vai ganhar nada com isso); mas também não deixe-a às moscas! É só fazer com que este apreço pela própria imagem não lhe traga sérias consequências.

*Primeiro texto para o Blorkutando - 39º semana: Reputação.

Há tanto tempo...

Ontem, tudo manual. Hoje, tudo digital. Amanhã, provavelmente, tudo mental. O tempo passa e leva consigo essas lembranças do que já foi muito útil pra muita gente. Ferro à brasa, fogão à lenha, pião, ioiô, brincadeira de rua. Foi tudo esquecido quando chegou a era da internet, ninguém mais faz baderna na rua. Só em scraps ou MSN que a bagunça rola solta. As ficadas de 'mentirinha' entre os amigos? O Twitter se encarrega disso. Mas não sai dali, da tela do computador. Depopis é tarde para baratos arrependimentos.

São tantas coisas que poderiam ser melhores, tantos momentos que poderiam ser mudados; a geração vinte e um tá perdendo tempo. Um precioso tempo, diria até. Tenho pena das próximas gerações, que encontrarão um mundo caindo aos pedaços, por culpa da desunião entre os povos. Antes, isso não teria acontecido. Palmas colosssais para o ser humano, que é o principal culpado por todas essas indiferenças que insistem em nos cercar. Precisamos dar um basta nisso! Podemos dar um basta nisso. Podemos reviver o nosso passado ' perdido ' a qualquer momento. Só precisamos querer. Não custa nada ficar um dia sem internet, ou sentar nas cadeiras em frente à suas casas e bater aquele papo com a galera do seu bairro, relembrar momentos de bagunça... Uma coisa que você pode fazer agora : nunca deixe nada pra depois. Arrepender-se pode ser bem pior do que parece. E eu tenho certeza que você não quer passar por isso!

Solidão, solidão, solidão

'' - Quero companhia.

- Quero namorar.

- Quero compartilhar carinhos.

- Quero-te ao meu lado. ''

Sem rodeios, eu confesso: morro de inveja de quem tem namorada. Morro de tanto chorar no dia dos namorados, odeio esse dia. Sozinho, mais uma vez. Odeio ter que saber que até o Fernandinho dá uns pegas na Norma Jean e eu, aqui... Detesto a ideia de depressão, mas é aprender a conviver ou cair em depressão. É deprimente ter que ver a todo momento beijos e amassos na tevê. Isso me bota pra baixo.

- Momento deprê (blog não é pra isso?!)

Se alguma alma caridosa e de olhos bem atentos ler isto, por favor, me dê um conselho, não quero que esse complexo de solidão se alastre.

- É, eu precisava mesmo fazer isso. Desabafar é mara! :D

Às vezes, é até legal curtir uma fossa depois de um fora (Daniel Dalcin que o diga -Capricho, edição 1070) devastador ou bem dado. Mas só no começo; depois a vida segue... Pra voltar pro mesmo lugar! É nesse conceito que me baseio e me mantenho firme e forte, curtindo devagar e consciente meus complexos idiotas, minhas fossas inacabáveis, meus momentos de solidão.

- ''O mundo dá voltas, nunca, deve-se desistir do objetivo almejado.'' (Algum anônimo escreveu isso, pensando na minha situação e por experiência própria.)

Eu ainda te amo, Isadora.

I-N-E-V-I-T-Á-V-E-L

Se for pra definir a relação cérebro-coração, a palavra perfeita pra definir o amor é inevitável. Simplesmente inevitável. Podem perceber, se alguém disser que o coração manda na gente, tem toda a razão. Somos feitos de ilusões e amores, que vem e vão sempre. Inevitável, amar é inevitável. Ah, como eu queria poder mandar em meu coração e fazê-lo amar somente aquelas pessoas que merecem meu carinho...

Já cansei de me apaixonar por pessoas, no mínimo, inusitadas. Que coisa inútil, seu coração. Fazer isso com a gente é maldade. Ensine-me como dominar os sentimentos para que não haja revolta entre eles dentro de mim e, enfim, seguir minha mente e não uma força sobre humana que toma conta de mim.

Depois de parar por um tempo e pensar, cheguei a uma conclusão, óbvia desde o princípio: é impossível mandar naquilo que exerce e sempre exercerá uma carga bem maior do que a que estamos acostumados a receber. É, se tem uma coisa que me intriga é isso: como é que pode nós, seres racionais e donos de si, não conseguirem dominar uma coisa que nem concreta é?!

Não adianta procurar respostas. Ninguém tem culpa se amar é bom em qualquer circuntância! E ponto final!

Lances & Tramas - O Dono d'A Verdade

Galera, oficialmente, depois de muitos pedidos de amigos, conhecidos e etc., quero informar que estou mesmo escrevendo um livro! Tô fazendo o rascunho dele, espero que vocês gostem! Queria muito agradecer à Gwen Mignot, do blog www.gwenmignot.zip.net, que foi a porta principal para que eu reiniciasse a trilhar os caminhos incríveis da literatura. Então, com vocês, uma prévia de 'Lances e Tramas - O Dono d'A Verdade!

- Eu precisava mesmo falar com você - disse Rafael, já num tom de nervosismo.

- Sério? Você criou coragem pra falar comigo? - ironizou Isadora - Você precisou de dois meses e um empurrãozinho da professora de canto pra vir falar comigo?

- Não faz assim comigo, eu não tenho culpa de ser tão bicho-do-mato.

- Ok, ok. Pode falar, não importa o que você vá me falar - assentiu Isadora.

- Isadora, é muito estranho pra mim te dizer issoi, mas se não for agora, não vai sair nunca mais.

A garota já prassentira o que ele iria dizer. Estava ela mais uma vez, sonhando com seu príncipe encantado, perfeito e que poderia estar a dois passos dela. O rapaz segurou nas mãos da garota, olhou firmemente em seus olhos e disse:

- Eu estou completamente apaixonado por você.

O sonho realmente havia se concretizado. Ele estava ali, à sua frente, cantando bem e louco por ela.

- Rafa, eu poderia estar louca ao fazer isso, mas meu eu maior está pedindo por isso. Me beija.

- Não seja por isso. Eu beijo.

Num movimento rápido, Rafael puxou a garota para perto de si, prendeu seus olhos nos dela e, lentamente, roçou os lábios nos de Isadora, confusa, mas consciente do que estava fazendo. O beijo durou pouco tempo. Uma inesperada chuva vinha caindo, devagar e sorrateira, sob a cabeça dos dois, que sorriam.

- Eu acho que vai chover - disse Rafael, ainda sorrindo.

- Não importa. Me beija assim mesmo - pediu Isadora, extasiada com o beijo do garoto.

Foi fato. Depois de reiniciar o beijo, começara a irromper uma chuva intensa, que selaria o início de uma relação cheia de surpresas para os dois.

Um herói em especial

'' E aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfentando as consequências. - O Menestrel - William Shakespeare ''

Sem sombra de dúvida, meu maior herói é Jesus Cristo. E tem como não achar, né? Ele morreu pra nos salvar, pela nossa salvação... Não exiate ídolo maior; por mais que gostemos/adoremos atores, atrizes, cantores e bandas, sempre iremos pôr Jesus à frente de todos, afinal, se não fosso or ele, iria haver algum desses pra gente gostar? Com certeza não. É, e pensar que esse mundo não faz nada pra merecer nem metade do que Ele fez por nós. Uma grande pena. Seria ótimo se tudo fosse paz, harmonia, vida. Mas vida de verdade e não vida que ceifa vidas. Às vezes eu paro e penso: porque isso tudo acontece? Não que eu me lembre, mas ninguém que rouba, mata, estupra e sequestra pensa no porquê de estar ali, como ele está ali, naquele lugar, praticando aquilo. E só se dá conta do que faz depis da burrada. E aí sim, lembra daquele Cara; pele pra Ele tirar isso de ruim da sua vida e mais um monte de chavões que nunca são cumpridos, o que me deixa profundamente irritado, porque devia-se ter consideração com o maior dos heróis: Jesus Cristo.

Pensamento (Ir)Racional

Percebendo as notícias na televisão, rádio e derivados, resolvi parar pra pensar e refletir sobre esse assunto que, por mais que muita gente diga que não tem, sempre há vestígio em algum de nós: o preconceito. Na minha opinião, uma grande e irremediável idiotice.

O que me fez parar pra ver a que ponto chega o ser humano movido pelo preconceito foi ver o caso de um rapaz de 21 anos, de Bragança Paulista, SP, que foi espancado por outros três, encapuzados e com características de skinheads. Um detalhe: o rapaz é homossexual. Que absurdo! Como é que pode alguém espancar outro só por causa de sua opção sexual! O que mais me indigna é que dizem que o ser humano é um ser racional! É, um sapo pode ser mais inteligente quanto! Gente, isso não pode acontecer! Nós podemos e devemos fazer a diferença, erradicando esse preconceito da sua vida, das nossas vidas! Poxa, nada a ver isso! O mais chato dessa história é que tem muita gente que não dá a mínima importância pro que pessoas supostamente 'estranhas' e que 'querem fazer a diferença' como eu dizem. E é dessas pessoas que eu sinto uma profunda pena. Pena, porque é de gente assim que o mundo tá cheio.

É por isso e muitas outras coisas que eu hasteio a minha bandeira de luta contra o preconceito. Quero que você, que estiver lendo isso, também se conscientize de que nada, nda e nem ninguém pode lhe impedir de fazer isso. Pessoas como você podem fazer a diferença! De um simples gesto pode-se nascer uma flor, uma flor de esperança e luz, para que ao menos em um dia eu possa me sentir mais feliz, vendo que não há mais preconceito no mundo; percebendo quje não há diferenças entre as pessoas; e constatando que este planeta ainda tem solução e que a desigualdade social tenha, enfim, dado adeus à este lugar que nunca devia ter cedido espaço algum para indiferenças.

O Universo Fake

Um dos temas mais discutidos atualmente pela galera 'orkuteira' de plantão é o mundo dos faes. Eu, como leigo nessa história, também quis tirar minhas dúvidas sobre o assunto e, ninguém melhor que alguém conhecido pra me ajudar nisso! Por esse e outros motivos que eu tive uma espécie de ''entrevista'' com minha melhor amiga Isadora Reis, 15 anos, que tem vários fakes de personagens da série Crepúsculo. Confira o papo improvisado que a gente teve!

Tiêgo Alencar: Na sua opinião, o que é o universo fake?

Isah Whitlock: Seria meu vício?! (risos) Ah, sei lá, pra mim é mais um passatempo, entretenimento e tal...

T . A: Pra muita gente, fake dá a idéia de ser falso, sem graça, sem nexo. O que você diz sobre isso?

I . W: É, de certas forma é sim, porque fake quer dizer falso em inglês e tem algumas pessoas que não tem identidade e que se escondem atrás de fakes, o que não acontece comigo.

T . A: Eu particularmente acho fakes idiotas, mas isso não vem ao caso. Mas ainda nesse contexto, fakes podem ser idiotas pra você?

I . W: Claro que não! Mas depende, lógico, da situação. Se você não sabe usar um fake será tachado de idiota.

T . A: O que são os namoros, ficas,e casamentos entre fakes?

I . W: Pra mim, isso é o melhor do fake (se divertir); tudo não passa de uma brincadeira que os fakes fazem pra descontrair.

T . A: O que é a descontração do fake?

I . W: JOGAAAAR! (risos) É ótimo e a gente ainda conhece uma galera legal ! Mas ainda tem o MSN que a turma usa o chat e conversa e tal...

T . A: Tem como misturar o mundo fake com o real?

I . W: Só se a pessoa for muito burra pra misturar as coisas. ON não tem nada a ver com OFF* (* ON: O FAKE EM SI. OFF: A PESSOA QUE DOMINA O FAKE), muto menos as pessoas o levarem para o pessoal; além do mais, nada passa de uma brincadeira, e entretenimento.

T . A: Na sua opinião, o que é o pior do fake?

I . W: Não acredito que tenha algo de pior ou ruim no fake. Aí não dá para relacionara as coisas.

T . A: Já aconteceu de você de você misturar o fake como real?

I .W: De vez em quando isso acontece, trocar OFF e tal... Foi assim que eu conheci o Guilherme, meu melhor amigo à distância!

T . A: Como você julga as amizades do fake? Elas podem sair do anônimo?

I . W: Os fakes podem ser super amigos nossoa, hegando até a conquistar nossa confiança! Mas nada tão profundo em vida ON , só na OFF. Sendo que não tem como misturar as coisas, né?!

T . A: Quer dizer que os fakes podem virar melhores amigos se estiverem ON e OFF ou a amizade real só rola na vida OFF?

I . W: Não necessariamente. Tenho melhores amigos em OFF e em ON também; eu e o Gui somos irmãos em On e em OFF amigõões!

T . A: O fake tem total liberdade pra tudo?(exemplo: um fake da Ashley Tisdale poder entrar numa comu do Linkin Park?)

I . W: Sim, sim, tenho fake da Esme, da Alice (personagens de Crepúsculo) e elas têm comunidades do Eminen!

T . A: Você já teve ou brigou com outro fake por não gostar da pessoa assumida?

I . W: Não, não mesmo! Mas também não aceito fakes idiotas no meu perfil.

T . A: Já ocorreu de você sentir algo por algum fake com exceção de amizade?

I . W: Hm... (risos); não pelo fake, mas pelo off do fake... (mais risos)

T . A: Isso interfere em algo pessoal?

I . W: Às vezes. Mas nada que eu não saiba lidar, afinal, isso é tão superficial! Nada disso é real. Mas nunca tomei nada nem nenhuma atitude que influenciasse muito no meu pessoal.

T . A: No mundo fake, tudo é ilimitado?

I . W: SEM DÚVIDAS! Você pode ser, ter e agir como quiser. Tudo é permitido, o que faz do fake uma diversão muito legal.

T . A: E para concluir, fakes são mesmo válidos pra qualquer pessoa?

I . W: Sim, claro! Basta saber como se relacionar com ele e saber bem a hora de parar, pois pode virar um vício e perder o controle. Precisa-se de muita atenção com o fake, pra tudo ser o mais saudável possível!

Deu pra tirar as dúvidas? Fake é isso aí. Uma coisa abstrata e concreta que muita gente adora pelo simples fato do impossível acontecer nele. Esse universo fake tem restrições e a atenção e a informação são essenciais pra se manter plugado com a galera dessa onda. Não que eu desaprove fakes, mas acho que não é muito boa a idéia que ele passa. O 'proibido-proibir' é lei no fake e isso pode ser perigoso, repito. Vocês que tem fake que me perdoem, mas se a vida real não tem atrativos, isso não pode ser motivo pra mergulhar em fantasias, né? Essa mesmice de sempre é bem melhor que o delírio pela ilusão, disso tenha certeza!

- E o que você acha sobre os fakes? Conta aí!

Idiotices

Sabe aquelas vezes que te dá uma vontade incontrolável de querer morrer quando tudo dá errado? Pois é. é isso que eu sinto quando sou idiota demais. Quando faço minha idiotices, logo me bate aquele arrependimento desgraçado que te faz pensar o porquê de você ter feito aquilo. Uma iidiotice completa. Ser burro o suficiente pra falar o que não deve na melhor hora, com alguém que você gosta, em casa com a família... Queria voltar no tempo e nunca ter dito palavras que me fizeram sentir mal depois. Pior foi as ter proferido a alguém antes disso. Minhas complexas idiotices. Complexas idiotices.

Escrever publicamente sobre isso talvez seja uma idiotice. Ou não. Mas na minha opinião é bom você ter a quem demonstrar a minha opinião, a sua posição. Ainda mais sobre tal assunto! Antes que eu me esqueça, desculpas à toodos a quem fui idiotas demais a ponto de magoar. As pessoas erram, sabe? E ao invés de aprender com os erros, erram cada vez mais. É péssimo ser assim mais, fazer o quê? Se eu me sinto bem ou mal com as idiotices que cometo, você precisa me dizer o que realmente você pensa. Pois é disso que todos nós precisamos : pessoa pra nos falarem sobre o que é certo; e o que é correto, na minha concepção, é ser sensato.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Férias: tédio ou diversão?

Que atire a primeira pedra quem nunca rezou pra que chegassem as férias. Nos primeiros dias, as mil masravilhas. Depois é que o bicho pega : a maldita da rotina. A gente faz tudo de bom no começo e esquece do decorrer. E logo quer voltar correndo praquela instituição inconstitucionalizada (mas que palavra, hein?!). E esquece que ainda falta muito para o martírio inquietante do início ano ano letivo. Simplesmente esquece. Tédio chega e é inevitável, pode ter certeza disso. Mas como sempre há uma ás na manga, tem uma inimiga mortal dessa peste que aflige boa parte dos adolescentes : a ousadia. Mas aí você se pergunta : como ousar? Aí eu respondo : crie. Atreva-se. Inove. Saiba mudar as coisas de lugar para que elas fiquem num ângulo perfeito pra você. Tente. Saiba jogar o jogo e vire-o ao seu favor.
Então vamo' correr, acessar, ler, escrever... Vale tudo pra aproveitar ao máximo esses meses de férias (poucos) pra depois não reclamar de liberdade. Tem que ser feliz ! As férias foram feitas pra se curtir, portanto vamos aproveitá-las! E viva às férias!
[P.S : o tédio nunca faz parte das minhas férias. Já o mandei pra muito longe faz tempo! rsrs']

Volta às... ?

Quantas vezes a gente não pediu pra que voltasse imediatamente o ano letivo no período de tédio das férias? Pois bem. Um mês e tal depois, chega a hora que a gente tanto cobiçou. Beleza! Só que tem um porém : até o final da semana, você já está até o pescoço de tanto dever. Arrependimento? Nossa, se matasse... Bate muito! Mas aí o ano letivo já chegou e você não tem pra onde fugir. O jeito é... Reverter a situação à seu favor! Faça com que cada dia desses ''martírio'‘ possamos dizer assim, seja o melhor. Como? Dedique-se ao extremo nas aulas, pois isso irá fazer com que você se ocupe e se esqueça que vive pras férias. Stop! Nunca se esqueça de pessoas especiais que marcaram sua vida : seus amigos. Estudar é essencial sim, mas jamais esqueça que a galera ainda existe! Abra brechas durante o seu período livre e saia com a turma, ou use o intervalo com eles pra tudo! Senão você vai se sentir rejeitado por eles depois sabendo que o culpado é você. A volta pro período letivo sempre tem seu lado positivo e negativo que a gente estudante sabe muito bem quais são : de um lado, ver a galera de novo, novos amigos, ficadas e rolos... Do outro, provas, trabalhos, apresentações, regras e mais regras... Aiai, a gente sabe que tem muito a fazer; porém que nós seremos recompensados no fim do ano, né? Tudo começa de uma semente, que germina e dá frutos quando se tem total atenção e dedicação nossa. Sempre. Quem disse que tudo é dado de mão beijada? É preciso saber que tudo tem seu preço e com as aulas não é nem um pouco diferente. O recomeço é bom sim, mas no começo. Não que depois seja ruim.É que depois temos que ter mais atenção no que iremos fazer, pois estudar não é tão difícil quanto parece. Mas sempre tem lá suas pedras no meio do caminho.

Começar de novo

Pois é... Resolvi criar um novo blog, para ver se me satisfaço de vez com meus textos, sou muito crítico e meu antigo blog não cumpria as exigências. Agora, tudo de novo, espero alcançar meus maiores sonhos com este e, que de vez, eu consiga ser feliz com o que eu próprio produzo.
Boa sorte para mim! Hehe.
Beijonas :*