domingo, 29 de novembro de 2009

Salve, Mauricio!




Não me lembro de a Stephenie Meyer , autora da série Crepúsculo ( dã, ninguém sabe quem é ), ter sido criticada por ter investido em ficção científica, fugindo completamente da modinha dos vampiros, com o livro A Hospedeira. Meg Cabot, por sua vez, não mediu esforços para sair da realidade da princesa Mia, de O Diário da Princesa, para encarar o terror avassalador do conto de vampiros em Formaturas Infernais. E ela não foi alvo das críticas do mal de ninguém.
Tenho plena convicção de que Mauricio de Souza ( precisa dizer que ele é o autor da Turma da Mônica? Ops, saiu! ) não será criticado pelas más línguas por ter colocado em cheque mais um, dos vários personagens que criou, que mostra nossa realidade social: o Caio, o personagem que é o melhor amigo da Tina e que sugere traços homossexuais. Encaro este como mais uma das ótimas empreitadas do desenhista, que é merecedor de aplausos calorosos pelas suas inovações. Acho que não chegou a hora do reinado do mestre das HQ's terminar. Sinto informar a quem não simpatizar com o Caio que ou você está sofrendo um lapso mental irreversível ou está se fazendo de bobo. Pois se eu já ri muito com um mudo, um cadeirante e um garotinho que trocava o R pelo L, tenho muito mais para sorrir e ganhar com um carinha gay que não vai me fazer nada. Nem discriminar, nem criticar.
Vai apenas me fazer sorrir.












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Oooi, gente! Tudo bom?
Bem, acho que vocês já estão sabendo que o Mauricio de Souza criou um personagem gay para as histórias da Tina. O caso está dando o que falar e foi parar no Tudo de Blog, que eu não posso perder mais as pautas. Já é um treino caso eu entre ano que vem!
Ah, outra coisa: ganhei de novo em terceiro lugar no Post It ! E a Erica ficou em segundo, nossa segunda dobradinha seguida! Rs', tô feliz!

Bem, por hoje é só. Como já estou de férias, é provável que eu atualize mais o blog durante a semana.

Beijos, abraços e até a próxima!

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Sem pretensão, nem opção






Uma das poucas coisas que me deixam profundamente emocionado e triste de verdade é o desfecho trágico e quase sempre fatal daquela história em que a mocinha acaba perdendo o seu herói para o tempo, que o leva sem dó nem piedade para o infinito, para a eternidade. Parece que não só para a mocinha da história, mas para todos nós, que o tempo não passa nunca depois da partida de alguém. Lembro-me uma vez de ter aguardado ansiosa e incodicionalmente pela volta de uma amiga, há alguns anos atrás, e fiquei frustrado com o resultado de tamanha espera: ela não havia retornado depois de quase dois anos. Meu coração ficara amargurado por horas, meses, dias, anos. Eu a amava mais do que a mim próprio, se é que isso ainda era possível. Percebi que esperar não doía tanto, não tanto quanto o remorso insuportável que eu sentia por não ter me despedido de verdade dela. Levava comigo a todo lugar o pensamento, a lembrança do momento em que ela se fora. Vim saber anos depois, uma vez que eu já havia esquecido dela, que ela havia falecido, vítima de bala perdida em São Paulo. Não consegui conter as lágrimas. Mas pelo arrependimento grande de não ter me declarado e ter dado um fim diferente à história do que pela partida trágica dela.
Despedidas marcam. E estas marcas podem levar muitos anos para sarar. Arriscaria dizer séculos, já que a dor da partida não se iguala a nenhuma outra.
Despedidas doem. E sempre terão suas dores acompanhadas pela mescla infalível de lágrimas e tristeza de dias; lágrimas estas que lavam nossa alma depois do momento fatídico da despedida. Partidas podem nos fazer pensar muito, refletir bastante e retomar caminhos que já havíamos abandonado. Podem surgir as clássicas perguntas, porque necessitamos delas, se precisamos, porque existem e qual seu real signifacado.
Despedidas sempre serão inesquecíveis, sejam elas para sempre ou não. Afinal, a vida é cheia destes acasos que você sabe muito bem quais são e que, com toda a certeza, ajudam na hora de esquecer estes momentos ' despedidosos '. Quem não lhe garante que a felicidade está bem ali, ao dobrar a esquina?





º Pauta para o Post It - Edição 26 : Despedidas.





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PS: E aí, gente? Tudo bom com vocês?
Bem, eu estou satisfeito com tudo. Fim das aulas, um bom final de semana, férias do trabalho e uma baita de uma preguiça chegando. Vocês estão indo pelo mesmo caminho? Junte-se ao clube! Rs.
Ah, recebi um convite ontem superinesperado : fui chamado para ser colunista do jornal da minha escola, que é administrado por uma amiga! Legal, não?
Outro ah, desculpem pelo texto incompleto. Na quarta feira o Blogger não quis colaborar comigo de jeito nenhum.
E boa sorte à mim com meu texto! Rs.

Beijos, abraços e até a próxima!

domingo, 22 de novembro de 2009

Se o mundo acabasse em 2012, eu...



Sentiria uma imensa tristeza. Apesar deste mundo ser tão injusto e hospedar seres que no mínimo levariam o título de desumanos, eu não ficaria feliz com este fim. Foi aqui que eu fui feliz, que eu construí minha vida e não seria fácil me desfazer disso tão rápido - se não fosse pelo simples fato de eu não ter a menor opção: eu iria morrer de um jeito ou de outro. Sem escolha, sem opinião, sem futuro.



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P.S: Ooi, gente! Tudo bom com vocês?
Bem, eu achei ótimo este tema do  Tudo de Blog , pois foi justamente em torno da polêmica do filme que o tema foi gerado; as produções hollywoodianas são um tanto sensacionalistas e incertas, e eu duvido que o mundo acabe mesmo em 2012. Em se tratando de um filme, prefiro manter minha posição à respeito do que vai acontecer: espero sentado. Sim, sentado, porque não há motivo para preocupações. Simplesmente viva a sua vida sem se importar com o fato de que uma produção de milhões mostre o que vai acontecer. Ninguém sabe o dia de amanhã, não?
Ah, novidade: ganhei em terceiro lugar no Post It ! Tô radiante! O tema era companheirismo, adorei mesmo! Melhor porque ganhei! Rs'
Vocês já devem estar se sentindo de férias, não? Eu sim, já passei para o terceiro ano e estou feliz da vida! Rs'
Bem, é isso!

Beijos, abraços e até a próxima!

Postura valiosa




De uma coisa, todos temos certeza: esse caso da UNIBAN ainda vai dar muito o que falar e chegou a minha vez.
Creio que ninguém ali estreja com um pingo de razão, uma vez que ambas as partes agiram de maneira incorreta. A aluna, Geisy Arruda, já devia ter a consciência de que seria julgada pelo modo como estava vestida - se bem que era ela para estar se sentindo mal nos trajes que ela própria escolheu, não os outros colegas. E a universidade conseguiu  dar o alarde para nível de escândalo nacional. Palmas. Para cada um  que participou deste lastimável episódio que infelizmente teve milhares de expectadores.
Gente, vocês já pararam para perceber que estamos falando de educação também?! Tenho ceteza de que se a postura fosse bem utilizada tanto pela universidade como pela Geisy, o caso não teria tido tamanha proporção.  O vestido que era pra ser inofensivo, acabou ofendendo mais do que a encomenda. Pessoal, não sejam tolos ao acreditar que o modo como a pessoa se veste diz tudo sobre ela. E não tenham em mente aquele famoso clichê, que diz que postura é coisa para cavalos. Afinal, se fosse mantido o sigilo quanto à todo esse absurdo,  nada disso seria preciso. Expulsão, readmissão. Traumas, convites para desfilar em escolas de samba. Isso tudo seria evitado. Mas como todos sabemos, vivemos na era da tecnologia e é claro que os ingênuos colegas da Geisy estavam com suas parafernálias tecnológicas armadas, porque sabiam que aquilo daria um belo de um escândalo.

E não é que deu?



P.S RÁPIDO: Duas pautas atrasadas porque adoeci esses dias e não tive condições de atualizar meu pobre blog. Mais pauta aí em cima!

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

À procura do companheirismo



Sem querer  começar o texto de maneira filosófica, mas já começando, companheirismo é uma questão de lógica e atenção. Saber escolher suas companhias pode ser decisivo na hora do senhor destino escrever no diário da vida de cada um de nós. O da minha vida, sem sombra de dúvidas, está escrito totalmente de maneira aleatória. Eu, assim, como você - suponho - , topei com pessoas que não escolhi para me fazer companhia - elas simplesmente chegaram. O meu nesta história foi apenas delimitar cada qual ao seu lugar. Fui lógico -   e direto. Sempre quis entender o porquê dessa insistência do destino em querer pôr as pessoas erradas ao meu lado. Cansei de quebrar a cara com amizades fúteis, que para mim eram as melhores. Cansei de perceber que companhias podem nos fazer (muito) mal em alguns casos - tenham em mente uma sala de aula, combinado com aquela prova devastadora de matemática e, bem do seu lado, não te deixando concentrar, aquela companhia.
Aprendi a ser mais seletivo quanto às minhas parcerias. Fui atento.
Companheirismo seria algo que, se bem demonstrado e vivido, é digno de um pedestal. Ou um pódio, em primeiro lugar. Ou um oscar, por "Melhor Demonstração de Afeto".
À propósito, minhas companhias nem sempre tem tanto contato físico. Querem um exemplo nítido de companheirismo bem real? Os comentários em um blog - ou vai me dizer que você nunca se sentiu feliz ao perceber que o que escreve está sendo acompanhado por alguém?! Pelo menos eu me sinto mais perto dos meus leitores quando recebo um comentário do que daquela amiga falsa que insiste em estar ao meu lado, mesmo depois das verdades ditas e das mentiras reveladas.
Convenhamos, companheirismo vale a pena quando é preciso e bonito. Eu aceito um, sincero, verdadeiro e real, já que é sempre difícil vermos aquela parceria perfeita sair das telinhas e telonas para um mundo que, mais do que nunca, precisa de companheirismo entre as nações.




º º º



* Pauta para o Post It - Edição 25: Companheirismo.






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E aí gente, beleza?
Desculpa pela ausência do blog por todo esse tempo - cinco dias.
Tô com um projeto pra apresentar amanhã e sem tempo pra quase nada.
Ah, gente, ganhei no Post It em primeiro lugar! É claro que a concorrência era pequena - ok, dois textos -, mas era concorrência! E ganhei! Legal , né?
Gente, atualizar na sexta só, se não no sábado.

Beijos, abraços e até a próxima!

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

País perfeito?




Que atire a primeira pedra quem nunca julgou seu país, estado ou cidade pelos seus defeitos. Corrupção absurda, descaso com a saúde pública, educação às moscas... Quisera eu ser um superherói para solucionar os problemas volumosos de meu tão amado país! Mas mesmo que eu não seja, posso muito bem aceitar a realidade e dizer que amo meu Brasil, apesar de Estados Unidos, China e França largarem na frente em termos de organização socioeconômica. Não o troco por nada. Mas mais uma vez aceitando as circunstâncias em que me pus a dissertar, tiro o chapéu para um país: Inglaterra. Tenho muitos motivos para ter feito essa escolha. Primeiro, tem sua beleza natural, indigna de cuidados, uma vez que os cidadãos sabem muito bem que não se deve pôr lixo no chão e pichar os prédios públicos. Segundo, seu sistema político, por ser uma monarquia estamentista - e muito rigorosa - , não permite que haja a interferência absurda e desleal da corrupção. E terceiro, a organização social é bem desenvolvida, o que falta - e muito - para nossa ex-terrinha de Vera Cruz. Sem contar com a vasta diversidade cultural que é aceita por toda a sociedade, sem nenhuma revolta dos diferentes, que gostam de se rebelar contra as tradições de nossas regiões - ou seja, revoltadinhos, já era.
O meu conceito de país perfeito nem chega a ser tão crítico assim. Se encaixaria naquele lugar em que não houvessem problemas de desordem social, nem de corrupção política, nem de violência de todos os tipos e jeitos. Basta que exista aquela voz de ordem que deveria estar nas autoridades e que nos deixasse mais tranquilos quanto ao nosso bem-estar. O sincronismo entre todas as pessoas também contaria muitos pontos. O conceito de país perfeito é relativo para a maioria das pessoas, mas vocês hão de concordar que somos conscientes o suficiente para saber o que lhes é conveniente.
É, um país em condições para todos já seria um bom começo, não acham?




º Pauta de retorno para o Post It - Edição 24 : Meu país ideal.






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E aí, minha gente!
Desculpem não ter atualizado antes, sem tempo nem pra me coçar direito.
Ah, me deu uma vontade louca de retornar ao Post It! Espero que curtam o texto-retorno!
Curtiram o novo layout?
Ah, outra novidade: um amigo está promovendo na escola o Meus Prêmios Tico - porque o nome da minha escola é Tiradentes - , que é uma premiação - dã - aos melhores do ano. Tô concorrendo em TRÊS categorias! Nerd do ano, Produção do ano, pelo meu livro, e Paranoiko do Ano, pelas minhas loucuras que alegram até a diretora! Hahahahaha
Desejem-me boa sorte!

Beijos, abraços e até a próxima!

sábado, 7 de novembro de 2009

Apenas mais uma sobre mudanças.



Assim como outros 1.435.789.282 blogueiros - números fictícios -, também resolvi falar sobre mudanças. Sim, aquela coisinha incômoda que consegue o feito de penetrar em nossas vidas tão sorrateira e silenciosamente que só conseguimos perceber quando a tempestade passa. Mudar, para mim, nunca foi um tabu, pois sempre tive um metabolismo meio acelerado e cresci rápido demais. Não me lembro de ter sentidodor nesse processo. A partir do momento em que percebi o real significado da palavra mudança, constatei que estava amadurecendo; a mudança que o real sentido da palavra mudança provocou em mim me fez despertar para a realidade que me cerca.
Filosofando, acho que mudar nada mais é do que uma brincadeira que o destino faz com a gente. Nós rimos com o que acontece com nosso corpo, com nossos gestos, com nossos sentimentos... A vida é um ciclo, não é? Vivemos em função das mudanças e não há nada que possa freá-las. Mudar é inevitável, é uma realidade e é uma coisa que deve ser aceita. Mudar pode até nos fazer bem, tanto que hoje, as pessoas mudam a cor do cabelo, fazem lipo, frequentam academia e o que se vê com o resultado são sorrisos em demasia!
Meu objetivo real deste texto era convencer você de que até coisas radicais como mudanças podem ter umlado positivo, sim. Posso colocar-me como exemplo; antes, não valorizava nem um pingo das coisas que valorizo hoje. Metamorfoseei por completo.

Estão vendo? Nem eu escapei das mudanças!






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Gente, juro pra vocês que eu estou mudando só mais uma vez - como se já não bastassem as outras mil anteriores. Ah, e não reparem a bagunça do lay. Tô tentando mudar e espero que consiga! Adoro inovar! Rs'
Ah, outra coisa: ontem quase fui atropelado na faixa de pedestres. Quase morri - literalmente.
E por último, queria me explicar com vocês caso não poste semana que vem: vou estar correndo contyra o tempo para estudar para um projeto na minha escola, para a semana da consciência negra. Desculpem mesmo se isso aqui ficar uma mesmice.

Beijos, abraços e até a próxima!

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Confiar é preciso




Conquistar algo é sinônimo de vitória. Talvez conquistar a confiança de alguém seja a melhor vitória de todas. Depois de tanto caminhar, você chega ao seu destino. É a mesma coisa com a confiança. Se pararmos para pensar em como guardamos essa confiana, veremos o quão idiota somos. Às vezes, deixamos de entregar a confiança nas mãos das pessoas certas para jogá-la no fundo do poço. Ou seja, confiamos em quem não deveríamos confiar e acabam nos apunhalando pelas costas. Marido, mulher, namorado, namorada. É tudo igual.
Confiança é uma incógnita perfeita. Nunca se sabe quando está bem guardada ou como está, mas mesmo assim, confiamos. Sempre pensando que aquele segredo de estado está bem reservado. E é sempre bom que tenhamos um certo pensamento positivo quanto à hora de confiar, porque caso estejamos errados, o positivismo nos impede de ver aquele erro. Disfarça-o. Isso ajuda muito quando ficamos frustrados em nossas escolhas, sejam elas quais forem.
Mas uma dica eu deixo: jamais confie totalmente. Tudo na vida tem um fim, e a vida dá bruscas voltas. E quem lhe garante que você não pode cair numa delas?

Pense nisso.




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PS: Texto antigo pro PostIt, queria mesmo falar sobre confiança, já que descobri uma traição ontem. Tô chateado mesmo.

Beijos, abraços e até a próxima!

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Quer me tirar do sério?




Existem coisas que me tiram do sério assim, sem mais nem menos. Ver aquela cena típica do vilão se dando bem nas novelas e filmes, ou de uma pessoa maltratando um animal sem dó nem piedade me deixa com os nervos à flor da pele. Injustiça, preconceito, fofoca, futilidades. Tudo que tire aquela cor azulada do meu dia me tira do sério. Não há coisa mais crítica do que aquilo que, do nada, tire toda a alegria do seu dia. Pelo menos, eu tento levar as coisas na esportiva, para tentar esquecer o absurdo que me fez sair do sério. Às vezes nem precisa ser coisa muito problemática: basta que aflija meu ego. Nada detém a força da raiva que toma conta das pessoas num momento de inquietação e vocês devem saber muito bem disso.
Pelo sim, pelo não, opto por dizer que detesto tudo que me deixe triste, afinal, um sorriso deixa lindo o mais escuro e tenebroso dos dias e ninguém vai querer que seu dia seja perdido graças a alguém ou alguma coisa que prefere te ver pra baixo do que pra cima, né?






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[P.S: Galera, não me atirem pedras se o texto não tiver ficado bom. Improvisei agora e eu nem sei se sou tão bom assim de improvisações. Mas fiz de coração.
Ah, uma coisa maravilhosa aconteceu ontem: teve show do NX Zero aqui na minha cidade e eu, lógico, estava lá, no meio da galera, naquele empurra-empurra e gritaria. Foi a melhor sensação que já vivi na vida. Pude constatar, além do que eu já sabia sobre eles, que o Di anima a galera até a alma, que o Gee manda superbem na guitarra a ponto de tocar I Gotta Feeling, do Black Eyed Peas, que o Fi quer vir morar aqui, que o Caco é supertímido e que o Dani é o mais louco de todos: o cara jogou quatro baquetas da bateria dele pra galera! Fora os copos com água que eles jogavam no meio do povão! OMG, e num desses voos a água respingou em mim! Nossa, juro que chorei de tanta emoção!
E caso vocês não tenham percebido, eu esperei até agora pra contar tudo pra vocês, já que meus leitores são os mais lindos e atenciosos de todos, claro.
O P.S ficou maior que a postagem, eita loucura! Imitei o feito da Erica ! Haha!]