domingo, 27 de fevereiro de 2011

Et moi, je déteste le carnaval.

 

Venho de uma família de brasileiros legítimos. Todos amam futebol, feijoada, samba e sempre deixam tudo pra última hora. Só que eu, como vocês já sabem, acabo quebrando a regra sendo como sou. E ainda venho com um bônus que me “estrangeiriza” completamente: TENHO AVERSÃO COMPLETA, TOTAL PELO CARNAVAL.

Vocês vão me chamar de retardado, afinal é a época do ano em que todo mundo pira no meio do povão, gritando, cantando aquelas marchinhas insuportáveis. EU NÃO CONSIGO ENGOLIR ISSO. De jeito nenhum. Nunca cogitei a possibilidade de ficar no meio daquela multidão que se esfrega loucamente, bebendo e fumando como nunca. Eu já fui obrigado a participar de carnaval de rua uma vez e eu decididamente odiei quando jogaram cerveja em mim e, quando cheguei em casa, parecia que eu tinha fumado um maço de cigarros todo, de tanto que eu fedia àquela fumaça pavorosa. Depois daquele dia, eu jurei para mim mesmo que nunca mais me envolveria em algo do tipo.

Sou super a favor da festa, claro. Afinal não é sempre que as pessoas podem se reunir pra se divertir com algo em comum. Mas ah, me chamem do que quiserem mas eu detesto carnaval. É uma festa que não me agrada, que não me anima e que me faz sentir muito mais anormal do que já sou.

 

Ainda bem que existe o ócio do feriado de carnaval pra salvar, porque né. Dormir é o que há quando uma coisa que você odeia tanto vira o assunto principal.

 

***

 

Oi, crianças!

 

Essa semana começa a folia maldita do carnaval. E eu DECIDIDAMENTE detesto. Precisava desabafar aqui porque olha, ninguém me entende e eu sei que meus leitores lindos e divos me entendem. Era só isso mesmo por hoje, senti uma vontade louca de escrever e só colocar no papel o que eu sentia não foi o suficiente. Sim, eu sou um retardado.


Ah, e tem um post novíssimo meu no O Quanto Quiser! VENGENT!

Do seu escritor-aspirante,

Tiêgo R. Alencar

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Se a minha vida fosse um filme…



… aposto como seria um sucesso! Teria drama, daqueles que a gente se joga no sofá felizda vida e levanta dele com a cara mais inchada do que a de um baiacu, de tanto chorar. Acho que eu daria um belo ator de drama. O que não significa que eu não saiba sorrir! Meu livro teria muita comédia, daquelas que mesmo quando acaba, você continua sorrindo, gargalhando, gargalhando, rindo alto. Faria questão da presença do humor (negro, sarcástico ou o que for) neste filme. Do mesmo jeito que eu faria questão de um romance no meio da história. Teria vários amores reprimidos, platônicos, e impossíveis. Até que eu encontraria aquela pessoa que poderia estar matando, roubando ou vadiando mas que preferiu ficar comigo até o final feliz ter um fim (?). Se a minha vida fosse um filme, com certeza teria muitos closes em papel, caneta e tinta, com histórias inacabadas, contos mal tecidos e textos desconexos, porque eles me ajudaram bastante a crescer, tanto como homem quanto como escritor. Sonhos, objetivos,  música e o céu. Guerras imprevisíveis com meu próprio ego, desejos latentes e indecisões. O filme da minha vida mesclaria um pouco de tudo. Da mágica de Harry Potter até as emoções à flor da pele de O Segredo de Brokeback Mountain. E quem sabe também não ter os elementos cômicos de Todo Poderoso? Enquanto ainda não dá pra produzir tão fácil o filme da minha vida, já estou idealizando o projeto. Porque afinal, pelo menos uma vez na vida a gente precisa ser o centro de algo. Mesmo que seja só no pensamento de um filme bem louco – que perto da vida não tem nem metade da insanidade.






Era pra ser uma pauta para o Blorkutando – 126ª Semana: o filme da minha vida.




***


Oi, crianças!

Demorei aparecer por aqui pelo PS, mas vim. Eu devia ter postado esse texto ontem pela noite, MAZAÍ aconteceram uns imprevistos. E como eu sou o rei do imprevisto… não postei. Não quis me demorar no texto porque né, sei que vocês não leram nem metade dos meus argumentos de ódio da Vivo do post anterior porque o texto só de olhar dava medo pelo tamanho, até eu me surpreendi quando vi. PORÉM VAMOS VIRAR ESTA PÁGINA porque eu sou um divo e divos não guardam rancor de nada.
Nem cheguei a falar pra vocês, tem post novo meu no O Quanto Quiser! CORRAM!
Ultimamente tenho estado numa inspiração pra escrever que vocês não fazem ideia. Só que a bola da vez são contos! E eles tem ficado bastantes (me corrijam se eu estiver errado, mas ano passado aprendi que BASTANTE concordava em gênero e número SIM! Smiley surpreso) grandes, pra variar. Não postarei aqui, até porque tem umas coisinhas impróprias(Diabo) para o horário, risos. Quem sabe quando eu for um escritor bem conhecido, hein?
Ainda sinto dores, por incrível que pareça Smiley chorando. Só que a dor do dente foi para os gânglios e agora eu sinto uma dor malditíssima na hora de engolir alguma coisa. QUEM ME RECOMENDA UMA BENZEDEIRA DAS PODEROSAS?

Acho que é isso, bebês. Meu PS tá ficando especialista em superar meus textos em tamanho e eu quero parar com essa mania feia. Nos vemos logo mais!

Do seu escritor-aspirante,

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

"Em que posso ajudar, senhor?"

EU VIVO PRA ISSO, NÉ

Não sei se com vocês é assim, mas eu sempre tive a infelicidade de contar com operadoras decadentes no quesito atendimento ao cliente. Lá em 2007, quando ganhei meu primeiro celular, a operadora em questão era a extinta Amazônia Celular (que foi comprada pela Oi). E em todas as infelizes vezes que precisei contar com o serviço do SAC, lembro perfeitamente que era atendido em menos de cinco minutos. Os atendentes pareciam  mais felizes; atendiam aos chamados com muito mais prazer e quando não tinham respostas para os meus problemas, gentilmente diziam que não havia solução naquele momento, mas que logo eu poderia aguardar por melhoras no serviço. Claro que eu não serei hipócrita em dizer que adorava ouvir isso, mas pelo menos os atendentes eram mais legaizinhos e simpáticos. E um pouco menos automáticos.

Desde as cinco e meia da tarde de ontem eu tentei conectar a internet, tanto pelo celular como pelo modem supostamente 3G que possuo. E os dois, malditamente, são da Vivo. Digo malditamente porque se eu sou passivo a erros, o sinal desta operadora consegue ter esta passividade duplicada. Não é a primeira vez que tenho problemas com a internet e sei que moro numa região nada favorecida com a graça de sua rapidez. Porém, temos o direito de saber das falhas, não é mesmo? Foi então que eu sabiamente disquei o número da central de atendimento da Vivo. Já contamos com a propaganda obrigatória dos novos serviços logo de cara. Minha agonia estava me consumindo, porque a maioria de vocês sabe que me acompanham no blog sabem que eu comento na novela Tititi todos os dias no Twitter e dependo muito da internet móvel do meu celular para isso. Passava das sete horas. Acionei a transferência da chamada para os atendentes e, resumindo num verbo, definhei de tanto esperar. Vinte e um minutos depois, fui atendido por um rapaz que mal e mal perguntou meu nome. Ficou me chamando de Diego o tempo todo e isso me deixou um pouco irritado. Expliquei a situação chatíssima pro guri e ele, pura e simplesmente, jogou na minha cara que ia repassar a ligação para o "setor especializado". Nem contestar eu pude. Quando eu me toquei, aquela musiquinha insuportável da espera já estava tocando e martelando na minha cabeça mais uma vez e eu senti uma imensa vontade de gritar uns palavrões ali. Só que as palavras do atendente automáticos vieram na mesma hora à minha mente: "informamos que para sua informação esta ligação será gravada". E eu logo sosseguei. Aguardei mais alguns minutos e para minha total surpresa e insatisfação, a ligação caiu.

Não preciso nem dizer que gritei uns mil palavrões, já que a ligação não estava mais sendo gravada e eu estava sozinho em casa. Começou Tititi, eu não comentei a novela no Twitter e fiquei o tempo todo tentando conectar a internet, no celular e no modem. Nada. No meio da novela, tentei falar com um atendente mais competente. Seis minutos, queda na ligação. Só não fiquei mais revoltado porque isso foi bem na hora em que o Julinho encontrou a Jaqueline no hall do hospital depois de ter visto que o Edu e a Thaísa estavam namorando (S2S2S2S2) e se tocou que devia ir atrás do Thales antes de continuar fazendo tanto cool doce, mas isso abafa. Fechado o zíper laranja xadrez laranja do final do folhetim das sete horas, ainda eufórico tentei conectar a internet. Larei. Tentei ligar para a central de atendimento novamente e, depois de mais de minutos, fui atendido por uma moça muito legal e simpática  que perguntou meu nome, de onde eu falava e qual o número do meu celular, para só então diagnosticar o problema. Depois de um relato detalhado de minha parte, a atendente me deu uma resposta plausível. Não vou ser tão escroto a ponto de dizer que ainda fiquei revoltado porque não fiquei. A moça é realmente um doce de pessoa. Mas a Vivo precisa dar um revisada nesse atendimento. Se tem pouca gente para muito problema, porque não contratar mais operadores? DE PREFERÊNCIA, QUE TENHAM O CURSO DE RELAÇÕES HUMANAS NO CURRÍCULO. Porque olha, se for pra depender de um sistema mais passível a erros do que eu e arcar com as consequências algo que não deveria ter acontecido, não vejo mais motivos para não mudar de operadora. De nada valeu a resolução da ANATEL que diminuía o tempo de espera. Queria ganhar cinco centavos por cada minuto que aguardei, de 2009 pra cá. Acho que minha conta bancária estaria bem polpuda. Só que as possibilidades disso acontecer são remotíssimas, então deixem pra lá.

E que fique registrada minha indignação e revolta. Estejam avisados se quiserem migrar para a Vivo. A internet ilimitada do Vivo ON, os pacotes de SMS e os bônus que nunca terminamos de gastar são apenas uma ilusão quando você se depara com problemas como estes que te impedem de utilizar tais serviços. Mascarar erros grotescos com propagandas felizes é especialidade da casa. E por favor, tenham bom senso. Não estejam servidos.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Paciência

FOTO: Espírito do Relógio


Por incrível que pareça, eu sou paciente.
Muitos dizem que a paciência é uma virtude. E eu confio nesse julgamento. Já outros preferem taxar a 'virtude' de "coisa para perdedores". E eu ainda procuro, sinceramente, um fundamento para este julgamento.

Há alguns dias atrás, conversando com uma amiga no MSN, ela me disse que não suportava mais esperar pelo namorado, que fez intercâmbio para a Austrália em novembro do ano passado e só chega em abril. Mesmo ela o amando e tudo, ela não aguentaria esperar mais, que era uma perda de tempo ser paciente e tudo o mais que as pessoas com raiva falam. Claro que eu a aconselhei a esperar e tudo, mas não sei se ela me ouviu. Lembro que nesse dia eu havia esperado muito por algo que não aconteceu e que não vem ao caso citar. Mas ao invés de eu estar louco de raiva, revoltado com o mundo, não. Continuo esperando este fato acontecer até agora. Não tenho pressa pra nada, porque sei que não vale a pena querer que tudo aconteça na hora em que menos for conveniente. Destino tem dessas, meus caros. As coisas acontecem porque ele quer. E a paciência é sua superaliada. E ainda tem gente que me chama de louco por esperar tanto por coisas que nem sei se acontecerão mesmo.

Por exemplo, quando comecei este blog, em julho de 2009, eu já estava no auge de uma paixão daquelas arrebatadoras, que inclusive me inspiraram em vários textos. Eu amava a Isadora mais do que um monte de coisas. E mesmo sabendo que ela nunca ficaria comigo, aguardei por um ano e nove meses antes de partir pra outra e tentar ser um pouco mais feliz. Porém, diferente do pensamento da maioria das pessoas, a paciência nesse caso não se esgotou. O bom senso é que falou mais alto. A necessidade de tentar ser feliz com outra pessoa que me fez desistir da Isa. E não a falta de paciência. Mas o que eu quero dizer com tudo isso não é para nenhum de vocês morrer de esperar por uma pessoa que não vai amá-los, tampouco aguardar pelo impossível. É bom ser paciente, sem sombra de dúvidas. Mas vamos começar a distinguir paciência de outras coisas, como o bom senso que citei acima. Uma coisa é você esperar porque quer. Outra é esperar porque precisa. Vejam bem, é diferente. Bem diferente, por sinal.

Eu sou paciente por opção. Gosto dos fatos na hora em que acontecem. Sou ansioso, confesso. Mas sei esperar. Nunca fiz uma loucura por algo que eu pretendi que chegasse logo. Aconselho aos meus leitores lindos e divos a ter um pouquinho mais de paciência em suas vidas. Você não perde absolutamente nada com isso. E melhor, ainda acaba tendo como bônus servir como referência de pessoa para os demais. A minha amiga do namorado intercambista já cansou de dizer que eu sou o melhor amigo do mundo e que sou um exemplo de pessoa paciente. E eu posso garantir que isso deixa claro o mais negro dos dias.


***
Oi, seus lindos!
Eu demorei, mas vim com algo a acrescentar na vida de vocês. Tudo bem que eu não estou numa fase muito boa pra dar conselhos, mas eu garanto que ser paciente tá sendo uma mão na roda pra mim. Eu terei que esperar por muita coisa e se não fosse isso, já teria pirado. MAZENFIM, paciência como muita coisa na vida tem limite. Só que a minha tá longe de ultrapassar os que eu impus. hahaha
A dor de dente não passou :/ Ainda sinto muita dor no meu dente "dos cisnes" e agora tá inchando. Quem me acompanha no Twitter sabe o quanto eu tô sofrendo com essa dor. Desejem-me melhoras, please? Fico melhor só de ler os comentários ;)

Ah, última informação: logo logo responderei aos comentários. Minha internet pra variar está péssima. Espero que minha ausência dos blogs de vocês esteja justificada!
Bem, é isso. A gente se vê logo mais!

Do seu escritor-aspirante,


segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Pensamento do dia


"Nem tudo na vida tem um porquê." (Ferrero, DI.)

Sabem, bebês, eu queria ter postado algo de utilidade pública. Mas olha, minha cabeça não tá muito boa pra pensar esses dias. Muita coisa ao mesmo tempo, muita reviravolta ao mesmo tempo. Muitos porquês, poucas respostas. Só mais um complexo, não liguem. Amanhã teremos algo mais produtivo.

Do seu escritor-aspirante,

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Peur. Et d’autres choses.

 

Antes que vocês me perguntem se eu não escrevi ‘purê’ errado aí em cima, não, não foi. É dor mesmo, em francês. Precisava mesmo me expressar na língua que eu tanto gosto pra falar de uma coisa tão ruim. Tô péssimo, neste momento. Sentindo uma dor horrível. Vocês sabem o que é se sentir tão mal a ponto de não conseguir se concentrar em quase nada? Pois é, se vocês sabem, me entendem. EU SOU UM DIVO, tá. E divos não saem por aí reclamando da dor e tudo, mas ah. Eu sei que vocês me leem até nos meus complexos mais ridículos. Pra resumir a história, um dos meus dentes de mastigação do lado inferior direito da boca tá me matando. Não sei o que aconteceu, só sei que eu tô com a polpa desse meu dente TODA danificada. Já fui no dentista e eles me encaminham pra um tal de ENDODONTISTA que eu juro que não sabia que existia e no final das contas meu cocô não é dinheiro. E EU NÃO SOU RYCO, né. ENFIM, não vim aqui falar disso, vim enrolar até o post ficar de um tamanho considerável para que eu possa publicá-lo e me orgulhar de ter passado 9270298928 horas tentando escrevê-lo.

 

Sabem, essa semana meu amor platônico pelo Thales Salmeirón de TiTiTi voltou. E do mesmo jeito que veio, ele foi. Tô super torcendo pra ele ser feliz com o Julinho. E ELE VAI SIM TERMINAR A NOVELA FELIZ COM O JULINHO como bem acabei de ficar sabendo. Como sempre, não haverá beijo gay, porém o amor será explicitado como no início da trama, entre Julinho e Osmar. E talvez até de maneira mais intensa! MAS EM TODO CASO (quem adorou isso dá um UP, hein James e Erica) estou o aguardando aqui, PARA AS EMERGÊNCIAS, sabem como é. E não só por eles, bora assistir a novela que tá quase pra acabar! Se vocês sentissem o aperto no coração que me dá só de lembrar disso… TiTiTi marcou não só a minha vida, como a de muita gente. Fará uma falta absurda.

 

*pausa para remédios e respiração profunda e LIDOCAÍNA que adormece a boca*

Essa semana as aulas iniciaram para boa parte dos brasileiros. MENOS PARA MIM. OK, não quero parecer dramático nem nada, mas olha, puta injustiça com a minha pessoa. JUSTO EU, que sempre fui o cúmulo da ansiedade? TENSÍSSIMA a minha situação. Sei lá, parece que eu fiquei de castigo e só serei liberado em agosto. Só sei que aquele povo de Letras/Inglês foi favorecido com o turno da noite e ainda por cima com o início no primeiro semestre e isso me dá uma coisa. Um siricutico, como diz minha mãe. E não, eu não gosto de usar as expressões da minha mãe, só que “siricutico” define.

 

GENTE, comolidar com São Pedro? A chuva pra cá não tá dando trégua! É só aqui ou aonde vocês moram também tá assim?

 

INCLUAM NAS PLAYLISTS DE VOCÊS se vocês ainda não ouviram: Lady Antebellum, John Mayer, Lu Alone, Adam Lambert, Milton Guedes, Michael Bublé, Marit Larsen, Nicki Minaj, Leona Lewis e Maria Gadú. Não sejam ultrapassados, é só jogar no google e arrasar, tá? Tô apaixonado por todos!

 

Ai, que mais… Ah, minha estreia no blog do Felipe Goulart não rolou essa semana. Ele teve problemas com a efetuação do login no blog e vai corrigir o problema para eu então aparecer lá. Mas o texto já tá prontinho e tudo o mais! Espero que gostem, venci a dor para escrevê-lo, sou guerreiro, sou glamouroso.

 

Pronto, o post ficou de um tamanho considerável pra mim. Aliás, falei muito já, pra quem tá irracional de tanta dor. São três horas da manhã e eu só consegui terminar de falar tudo neste momento. A dor não me deixa dormir, então uni o útil ao agradável. Espero voltar logo, com algo mais produtivo.

 

 

Do seu escritor-aspirante,

 

Tiêgo R. Alencar

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Bobagens pré-postagem de verdade

 

Fiquei sem postar por motivos banais sérios. Primeiro porque fiquei de escrever uma coisa e o trabalho me impediu de escrevê-la. E segundo porque uma reunião de acontecimentos na minha vida estão me deixando retardado, mais ainda do que já sou. Só falar de umas coisinhas aqui que eu tô louquíssimo de sono e amanhã (hoje?) começa TUDO de novo. O trabalho volta ao normal, acordar seis e meia e praticar a bela arte da paciência e bom humor.

 

Vocês viram TiTiTi, né? PELO AMOR DA DEUSA, tive um orgasmo de felicidade. Thales se declarou pro Julinho!!! Preciso dizer que chorei junto? AMEIAMEIAMEI, ainda tô em êxtase! TiTiTi essa semana será mais do que incrível! ASSISTAM porque tá melhor do que a novela das nove, hein colegas.

 

Ah, meu layout antigo me deu nos nervos e eu fui trocar. SÓ QUE SOU UMA ANTA E ACABEI USANDO esse blog ao invés do de teste. RESULTADO: dois dias com layouts patéticos aqui. Desculpem mesmo, lindos. Sou incompetente. Ainda vou terminar de arrumar a bagunça aqui, mas pelo menos achei um layout decente. Espero que tenham curtido, cats!

 

Tô ‘querendo’ adoecer. REZEM POR MIM PLEASE, não posso adoecer essa semana de jeito nenhum!

 

Poxa, essa semana todo mundo volta com aquela energia pra escola e tal, e eu vou sentir uma puta falta disso tudo. Dessa excitação pra série nova, pra rever os amigos e conhecer os novatos, de chegar cansado do colégio mas mesmo assim estudar pra me sentir bem. Caramba, agora me dei conta de que acabou o ensino médio. O ensino básico. Vou esperar até agosto pra começar a universidade. CHEGA LOGO AGOSTO :X

 

Essa semana promete muito! Aguardem novidades aqui! Vou trazer de volta o #TopFive, pra deixar as guei e as meninas todas excitadinhas e tendo orgasminhos de alegria ou de tesão mesmo! Como já disse no Twitter, farei um Top Five com os boy magia de TiTiTi! AGUARDEM! E pros meninos, BEM, aguardem meus textos. hahahahaha

 

Enfim, é isso. Ia falar muito mais coisas mas o sono me derrota. Dormir pra acordar pra realidade. Tenham uma excelente semana, lindos!

 

Do seu escritor-aspirante,

 

Tiêgo R. Alencar

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Offline

FOTO: daqui.

A internet é o mundo ao alcance de um clique. Educação, má educação, diversão, economia, entretenimento. Absolutamente tudo, da cultura mais útil até a inútil, está na internet. É impossível ter com exatidão o número exato e cada tipo de conteúdo que cai na rede. Os países e seus governos também utilizam a web como meio de interagir com os governados, e também de tornar mais prática a vida dos cidadãos. Uma coisa puxa a outra; é assim que funciona a internet, com essa interligação sem limites.

Com isso, nosso cotidiano já se acostumou com a facilidade e acessibilidade fácil que a internet nos propicia. Agora vamos imaginar o seguinte: alguém/algo muito poderoso tem um cadeado capaz de trancar qualquer coisa. E que este alguém/algo resolve “brincar” com você, trancando a internet, pelo tempo que ele quiser. Isso seria o suficiente para provocar um caos em sua vida internáutica, não seria? Redes sociais para atualizar, falta de comunicação instantânea com os amigos, sem diversão nas horas vagas. Você fica louco. Existem pessoas que vivem da internet (vivem no caso, se sustentam com a rede), que são viciadas (literalmente e não de brincadeira) em internet e que necessitam da internet como transporte de mensagens. Não é exagero dizer que se passarem um cadeado no tráfego de dados que dá “vida” à web, é bem capaz de o mundo estagnar, mesmo que por alguns momentos. Chegamos num estágio tão avançado de dependência cibernética que um dia sem a santa internet é quase uma eternidade. E sim, temos que admitir, infelizmente, que é verdade.

Sendo bem sincero, eu suportaria alguns dias sem internet. Vejam bem, SÓ alguns dias – até porque tenho obrigações (e lazeres, não vou mentir) a cumprir na rede.  Mas se ainda fosse apenas eu, até que seria bom. Mas são milhares e milhares de usuários que simplesmente não enxergam a possibilidade de viver sem a rede mundial de troca de informações – e cá pra nós, essa gente toda devia rever seus conceitos, pois uma coisa é depender de internet, outra completamente diferente é ser viciado nela. Tudo bem que eu também sou necessitado da internet para muitas coisas, mas a realidade sempre reinará absoluta neste planeta. Não adianta forçar a barra quando se está offline porque há um mundo real, tocável e que mesmo assustador nao deixa de mostrar coisas que a internet jamais mostrará com tanta verdade.

Com ou sem internet, aquele plano B sob a manga deve sempre estar arquitetado. Seja ele jogar Banco Imobiliário com a família ou curtir um passeio com na praça com os amigos. Afinal, dar o logoff de vez em quando não faz mal a ninguém.

 

 

Pauta para o Blorkutando – 124ª Semana : Desconectados.

Oi, crianças!

Fiquei tão revolts com essa história do Mubarak cortar a internet do Egito que olha, pensei o tempo todo na hora de escrever o texto. Mas vamos esquecer isso que esse desgraçado vai sair do poder e o mundo todo vai gritar feliz da vida S2S2S2
Estou curado do amor platônico pelo Thales Salmeirón. Tipos, meu coração ainda dispara loucamente por ele, mas não é mais aquela coisa. Conheci outra pessoa que me fez entender que não vale a pena ficar chorando na frente da TV por alguém que, teoricamente, não existe. Sou tão racional que não entendi até agora como fui tão retardado a ponto de chorar por um cara que é mais gostoso do que Richard Gere e Thiago Fragoso juntos. MAZENFIM, chega de falar de macho que esses cú não valem nada.
Ai, seus lindos comentadores, quero a opinião de vocês numa coisa: vocês me leriam se eu me lançasse num projeto? Quero saber de tudo!
Ah, e #tititi? Estão assistindo, né? A novela tá bapho forte, não podem perder! E tá quase pra acabar também :/ Então não tirem o bumbum do sofá na hora da novela, hein?
E acho que é só. Talvez eu volte amanhã pra falar mais besteira e pra ver vocês comentando MUITA utilidade.

Do seu escritor-aspirante,

Tiêgo R. Alencar

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Esquina

Fazia frio naquele dia. Caía uma chuva anormal para fevereiro, um mês tão quente em Macapá. Meus dentes batiam e parecia que eu estava num cenário de filme americano. Coberto até a alma, penetrei a chuva que caía com força e juro que teria voltado para casa na mesma hora se não gostasse tanto do clima gelado. As ruas lavadas pela grande quantidade de água assustaram-me de tal forma que cheguei mesmo a pensar se sairia dali, mas estava convicto a decidir o que seria de minha vida. A água e o vento gelado não me fariam voltar atrás. Não mesmo.

Dei os primeiros passos em direção à rua principal quando o movimento dos carros me surpreendeu. Afinal, já passava das sete horas da noite e geralmente neste horário não se veem muitos carros circulando na principal. Caminhei com cuidado pela avenida (felizmente) bem pavimentada até chegar à parada de ônibus. Aguardei a lotação que eu sabia, não demoraria a passar. E realmente, minutos depois a condução passou. Adentrei o veículo sem muitos passageiros e, à medida que ele ia freando nas paradas, a chuva aumentava. E em momento algum quis desistir do que estava fazendo.

Não demorei muito a chegar em meu destino. A chuva havia se resumido a um chuvisco agradável e aquilo me animou. Caminhei mais alguns metros até a casa de Bernardo. Ele me aguardava com um sorriso fascinante no rosto e um guarda-chuva tamanho família nas mãos. O calor que emanava de seu corpo acabou me acolhendo muito mais do que eu esperava. Ele estava só na casa que dividia com a amiga de universidade. Eu o abracei com tanta força que senti medo de quebrar seus ossos. Fazia exatos dois anos e dois meses que ele havia partido e sua volta me pegou completamente de surpresa. Seus olhos brilhavam, assim como os meus. Ainda éramos amigos, melhores amigos. Senti tanta falta daquele sorriso inocente, daquele carisma contagiante e daquela voz que fazia cada nervo do meu corpo tremer. Eu amava Bernardo muito mais do que só como amigo. Eu sabia que ele era o que faltava para minha vida ficar completa. Mas o receio, o medo do que ele ia pensar caso eu dissesse à ele tudo o que sentia me calava, deixava-me incapaz de falar o que fosse.

Naquela noite, conversamos muito. Colocamos em dia tudo o que não havíamos falado um para o outro naqueles vinte e seis longos meses. Não percebemos a hora, que voou. Quando nos demos conta, já passava da meia-noite e ainda estávamos com os ânimos à flor da pele. Eu precisava ir para casa, no outro dia trabalharia normalmente. E como Bernardo morava longe de minha casa, tratei de me adiantar. Eu não queria, obviamente, ir embora. Bernardo insistiu muitas vezes para que eu ficasse, até porque a chuva já estava engrossando novamente. Mas eu sabia que se ficasse, acabaria cometendo uma loucura. E eu não queria perder de vez o que existia de mais valioso para mim.

Bernardo me acompanhou, de má vontade, até a esquina da rua de sua casa. Estávamos mais do que encapados, tamanho era o frio. Não havia vivalma por ali. Apesar de não ser perigoso, aquele silêncio mortal juntamente com o vento cortante me fizeram tremer. Bernardo sentiu isso e, quando chegamos à esquina, ele me abraçou. Retribui o movimento, já não contendo as lágrimas por ter que me afastar do amor da minha vida. Ele não queria me largar. A última condução estava prestes a passar e eu pouco me importava naquele momento se ia ou não para casa. Bernardo me pressionou contra si, parou seu olhos nos meus e disse, fazendo meu corpo petrificar:

- Eu senti mais a sua falta do que pode imaginar. Eu te amo – completou, puxando meu rosto contra o seu. Parecia que eu iria perder o chão. O choque dos seus lábios nos meus foi o suficiente para me acordar e perceber que aquilo estava mesmo acontecendo. Nem o frio congelante nem o vento cortante me impediram de beijá-lo com todas as minhas forças. Aquele breu que envolvia a rua me pareceu um tanto sugestivo. Não me recordo de ter visto o ônibus passando por nós. Só me lembro do melhor beijo da minha vida. Com o amor da minha vida.

 

Pois é, bebês. Foi o que saiu pra hoje. Lembrei de umas coisas aí da minha vida que inspiraram o texto. Pode nem parecer, mas acabei chorando ao escrever o texto. SIM, eu sou patético. Não esqueci o Thales, ainda. Meu amor tá sofrendo pelo Julinho e eu sem poder fazer nada. MAZENFIM, pretendo postar amanhã de novo. Ah, e tô blogando pela primeira vez pelo Windows Live Writer! Recomendo!

Do seu escritor-aspirante,

Tiêgo R. Alencar

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Desafio - Conheça-me melhor

Recebi esse desafio da Nati, a diva fabulosa do Mundo de Nati. Preparados? Venham comigo!

PERFIL
Nome: Tiêgo Ramon dos Santos Alencar
Idade: 16 anos
Aniversário: 20 de junho
Emprego: Severino-faz-tudo numa escola de ensino infantil
Estado Civil: casado
Onde vive (casa ou apartamento): casa
Irmãos: três, um de 24 anos, outro de 22 e uma de 14
Animais: um pit bull marrom-chocolate chamado Saddam
Fuma: não
Bebe: não, mas morro de vontade de tomar um porre

APARÊNCIA
Piercings: não
Tatuagens: não
Aparelho nos dentes: não
Roupas: camisas gola polo e gola V, bermudas e acessórios xadrez
Cor dos olhos: castanho escuro
Cor dos cabelos: preto

FAVORITOS
Cor: azul escuro
Número: 10
Animal: gato
Flor: camélia
Comida: lasanha
Sabor de sorvete: morango
Doce: goiabada (com creme de leite)
Bebida alcoólica: Ice, porque foi a única que tomei até hoje
Tipo de música: pop/rock
Banda/Artista: NX Zero/Mika
Música: We Are Golden, do Mika
Livro: Conte-me Seus Sonhos - Sidney Sheldon
Filme: À Procura da Felicidade
Programa de TV: BBB
Melhor amigo: Bárbara Moreira
Dia da semana: Quinta-feira
Esporte: não faço nenhum, mas curto natação e ginástica olímpica.

VIDA AMOROSA
Nome da pessoa amada: Thales Salmeirón
Estão juntos há quanto tempo? Dois meses
E de casados, quanto tempo? Idem.
Local em que se conheceram: televisão
Foi amor à primeira vista? Com certeza
Quem deu o primeiro passo? Ele, vindo divinamente molhado e perfeito do mar, tinha acabado de surfar e arrebatou meu coração
Já te deu flores? Não
Qual a coisa mais doce que ele te deu? Um sorriso
Um sonho de vocês dois: morar em Saquarema pra sempre
Uma curiosidade do casal: ele é casado com uma racha chamada Jaqueline Maldonado
Quem tem mais ciúme: eu
Ele se dá bem com a sua família? Não, ele não a conhece
E você, se dá bem com a família dele?  Idem.

OUTROS
Sabe dirigir? Não
Tem carro/moto? Não
Fala outra língua? Sim, francês
Coleciona algo? Não
Fala sozinho? Sim, muito
Se arrepende de alguma coisa? Muitas coisas
Religião? Católica, não radical
Confia nas pessoas facilmente? Não
Perdoa facilmente? Sim
Se dá bem com os seus pais? Sim
Desejo antes de morrer? Ter feito tudo o que jurei ter feito quando vivo
Maior medo: de sapos
Maior fraqueza: ver pessoas que eu gosto chorando
Toca algum instrumento? Caixa/tarol e bumbo

ALGUMA VEZ...
Escreveu alguma poesia? Não
Cantou em público? Sim, duas vezes
Fez alguma performance em palco? Sim, já interpretei peças no colégio
Andou de patins? Sim, sou apaixonado
Teve alguma experiência que quase morreu? Duas vezes, uma aos sete e outra aos treze anos
Sorriu sem razão? Sim
Riu tanto que quase chorou? Sim, ano passado quando uma amiga fez xixi nas calças
Como você está se sentindo hoje? Satisfeito
O que te faz feliz? Sorrisos sinceros
Com que roupa está agora? Camisa gola V branca e bermuda xadrez
Cabelo: quase sem, tô carecado
Brincos: não
Algo que você faça muito: ler e escrever
Conhece alguém que faça aniversário no mesmo dia que você? Duas crianças
Está confortável com o teu peso? Não, mas o que fazer, né?

ACABE A FRASE:
Eu gostaria de ser... rico
Eu desejo... ser feliz
Muitas pessoas não sabem... que eu gosto de garotos e de garotas
Eu sou... DIVO E MARAVILHOSO
E o meu coração é... uma caixinha de surpresas.

Indico pro Vagner e pra Bia.


Bem, crianças, eu devia ter postado isso há um século, mas o Blogger resolveu recomeçar com a frescura pra postar. Só consegui agora. Mas enfim, espero que curtam, amanhã postarei de novo! A história do amor platônico não me sai da cabeça, continuo me sentindo patético por isso. Sonhei com ele essa noite. Ai.
Até mais, lindos e divos e sensacionais que me ajudaram tanto! E a pedidos, procurarei um layout mais a minha cara diva e fabulosa, porque eu mereço.
Do seu escritor-aspirante,
Tiêgo R. Alencar

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Amor platônico?! Como assim?


FOTO: Papin

De ontem para hoje, passei a madrugada em claro. Já são quase dez horas sem dormir. Tá que eu tive umas pendências na internet e tudo, mas há algo que anda me inquietando. Não sei como lidar com isso. É a primeira vez que acontece e me pegou completamente de surpresa. Eu já tive outras atrações por personagens e tudo, mas dessa vez é uma coisa estranha. Vou continuar pentelhando vocês com TiTiTi. Lembram do Thales (Armando Babaioff) do post anterior? Pois é, aquela perfeição não quer me sair da cabeça. Ele entra nos meus sonhos, aparece na minha mente sem eu querer e juro, já até me fez chorar por saber que ele não existe. Eu sou ridículo e patético por estar sentindo essa coisa de sexta série, mas enfim, é anormal. Tudo o que é anormal me dá vontade de escrever, incrível isso. Quero aproveitar a deixa do assunto pra falar sobre esse tema tão comentado e discutido: o amor platônico.

Como já havia dito antes, eu não acreditava em amor platônico. Não mesmo. Eu o via como uma coisa boba, aquilo de fanáticos por seus ídolos e tudo. Não que eu não tivesse ídolos, mas eu nunca fui de morrer de amores por eles. A minha admiração por eles é grande e tudo e eu deixo sim escapar que faria de tudo para conhecê-los/vê-los/tocá-los. Só que eu nunca tive aquele amor irracional por algum deles, que me faria desistir de muita coisa pelo fanatismo. ATÉ QUE o final de 2010 chegou me trouxe uma grande surpresa: o ator Armando Babaioff na pele de Thales Salmeirón em TiTiTi. Não sei dizer ao certo, mas alguma coisa dentro de mim disparou. Ligou um alerta ou sei lá o quê. Só sei que quando me vi, já estava caidinho de amores por ele, coisa que nunca tinha acontecido antes com nenhum artista que eu gostasse. Foi a coisa mais retardada que eu já senti até hoje. Parecia que um arpão tinha perfurado meu coração e ele, Thales, tinha me curado apenas com a presença hipnótica dele. Vocês vão me apedrejar e tudo, mas ele foi tudo que eu sempre sonhei pra mim (pelo menos desde que descobri gostar de garotos). Dói PROFUNDAMENTE saber que ele é apenas um personagem e que provavelmente daqui a um mês ele vá sumir da minha vida, mas é BEM mais forte do que eu. Amor platônico é mais sério do que eu imaginava. Amor platônico é mais do que involuntário. É inevitável. Vou confessar que fiquei com uma pontadinha de medo quando constatei que tudo isso que estava acontecendo era um amor platônico dos fortíssimos. Nunca fugi do amor e, pela primeira vez, tentei correr contra ele. Quando no final, ele é quem sempre dá as cartas. Ou seja, não pude fazer nada além de cair nas graças da ilusão absurdamente incrível que me faz sorrir pras paredes.

Não desejo pra ninguém isso, não. É bem ruim saber que nunca será correspondido por algo/alguém. Nessa madrugada em claro, ao som de Heartbreak Warfare do John Mayer, fiquei pensando nisso. A gente sabe que é ruim, que não pode acontecer, mas mesmo assim, acaba cedendo. Já cansei de tentar decifrar os mistérios do coração. Se for pra eu sofrer, vou meter minha cara na dor. Se for pra criar vergonha na cara, que seja. Acho que aprendi a lição. Pelo menos uma vez na vida alguém vai ter um amor platônico. Seja ele um herói de revistas em quadrinhos ou um personagem perfeito de novela de televisão. É mais uma daquelas coisas que a gente TEM que viver. Se até minha mãe já teve, porque eu não vou ter? Sou um divo até na dor, então vou continuar vivendo esse amor retardado até acabar TiTiTi. Afinal, a vida foi feita pra se viver. E o que seria uma vivência sem experiências?

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Oi, bebês! Como estão?
Vocês podem nem acreditar, mas é verdade. Passei a noite toda pensando no Thales. Baixei umas 10 músicas do John Mayer e só Heartbreak Warfare, tema do Thales e do Julinho/Jaqueline, não sai da minha cabeça. Tava precisando viver um amor, mesmo que impossível. Minha vida já estava começando a cair na
mesmice. E isso eu não quero pra mim.
Mudando de assunto, novidade pra vocês: ESTOU MATRICULADO NA UNIFAP! Ingressarei apenas no segundo semestre, mas a ansiedade e preparação já começaram dede já. Estou felicíssimo!
Ah, as mudanças no blog: quero ver todo mundo visitando as páginas novas e reformuladas , hein? Aqui em cima da parte de postagens estão todas, vejam e digam se curtiram! Fiz pensando em vocês!
Mais tarde postarei um desafio que ganhei da Nati. Aguardem!
No mais, é só. Fazem quase dez horas (a contar de três e meia da madruga) que estou acordado e tentarei descansar. Logo mais nos vemos!

Do seu escritor-aspirante,