domingo, 28 de outubro de 2012

In. Love.

No episódio 1x6 de The New Normal, David (ajoelhado na foto) pede Bryan (em pé) em casamento após nunca ter cogitado essa possibilidade antes. Quando a gente gosta de alguém de verdade, acaba mudando certos conceitos, né?

No último post, eu ainda não estava totalmente in nessa paixão. Mas parece que após um estalo, acordei para a vida e vi que não posso mais deixar oportunidades de ser feliz escorrerem assim, fácil, pelos meus dedos. Deixei medo, receios, angústias de lado e resolvi me jogar em um romance que não cansa de me surpreender. Eu não poderia ter encontrado uma pessoa mais incrível, linda e sensacional, capaz de me completar de uma forma que eu não consigo explicar.

Assim como coloquei ali na legenda da foto do post, sinto-me exatamente como o David. Não me lembro de já ter pensado em casar um dia, ter filhos, um lugar pra morar só com meu amor ou essas coisas de comercial de margarina. Mas agora eu me pego pagando por tudo o que falei. Já não me vejo mais seguindo meu caminho sozinho no futuro. Não sei se com vocês já aconteceu de pensar num destino sem estar acompanhado. Isso vivia passando pela minha cabeça, inclusive até algumas semanas atrás eu só queria ganhar meu próprio dinheiro, pagar minhas próprias coisas, ter minha própria casa e viver num lugar onde eu  pudesse ser feliz de verdade. E do nada, como se eu tivesse sei lá, tomado alguma coisa, vem essa paixão entorpecedora e me faz engolir todos esses pensamentos egoístas. Nesse momento, me vejo compartilhando uma casa com meu companheiro em qualquer lugar, onde seríamos felizes e nos amaríamos cada dia mais e mais. Eu me vejo não casando com uma aliança no dedo e festa de virar a noite, mas vivendo junto com ele, tendo filhos lindos e acreditando que a felicidade existe, mesmo com tanta controvérsia no mundo me fazendo achar que não.

Entenderam o que eu digo sobre gostar de alguém e mudar certas coisas? É bem isso. E não é só imaginar coisas que eu nunca imaginei antes. Vai muito além disso! Por conta desse amor, eu não consigo mais pensar só em mim. Sinto-me mais solidário comigo mesmo. Estou me permitindo viver, como nunca me permiti antes. Estou flutuando com os pés no chão. É diferente, é algo que eu nunca vivi antes. É tão forte, tão intenso que eu me pego pensando nele vinte e quatro horas por dia. E eu não sou de me apegar desse jeito, nunca fui. E eis que me pego no flagra, mudando meus conceitos e o melhor de tudo, aceitando essa mudança de braços abertos. O amor faz a gente enxergar tudo diferente! Só ele é capaz disso. Só ele.

Já não sou mais o mesmo. Minhas mãos estão suadas e trêmulas, só de ouvir a voz do amor da minha vida. Eu sorrio só de ouvir a risada mais gostosa desse mundo. A satisfação é plena quando encaro aqueles olhos que me fazem sonhar. Só o toque das mãos dele nas minhas faz todas as minhas terminações nervosas ficarem ainda mais nervosas. Tudo ficou mais simples. E mais lindo. E eu queria expressar minha plena felicidade por ter conseguido tecer poucos, porém sinceros comentários sobre esse sentimento que está me transformando e me mostrando que a vida é muito mais do que só estudos, só trabalho ou só lazer.

Eu me sinto vivo, como não me sentia há tempos. Obrigado, amor, por me proporcionar essa sensação indescritível. Sou o cara mais feliz do mundo!

sábado, 13 de outubro de 2012

Coração, ah, coração!



Engraçado, a vida tem umas e outras que deixam a gente meio desnorteado.
Há alguns meses atrás, eu quebrei a cara bem feio no amor. Achei que estava no caminho certo, que não estava me enganando ao seguir o que meu coração dizia. Mas me enganei, quebrei a cara como já disse e no final das contas, fiquei de coração partido por um bom tempo, jurando que se houvesse uma próxima vez eu não seria tão bocó quanto fui da última. E que não cederia tão fácil ao que meu coração estivesse indicando.
Pois bem, passou-se o tempo e com ele, fui esquecendo da dor. Voltaram as aulas, minha rotina louca de segunda à sexta e záz. Em meio a tanta correria, resolvi deixar meus sentimentos amorosos de lado e me dedicar mais aos estudos, trabalho e tudo o mais, justamente para não correr o risco de me magoar novamente e afetar todas as outras áreas da minha vida.
Quem disse que deu resultado?
Não adianta. Não adianta se sobrecarregar achando que você vai se livrar de se apaixonar, de amar. Pois afirmo com todas as letras, os sentimentos se sobressaem a tudo. A. TUDO.
Neste exato momento, eu deveria estar resolvendo um trabalho de Didática da Língua Materna I (sobre aqueles PCN's lindos, só que ao contrário) ou fazendo os deveres do inglês e de francês, mas meu coração não deixa. Ele está inquieto, não para de me importunar dizendo que eu devo ouvi-lo. E ele me diz que eu já me encontro, mais uma vez, apaixonado.
Engraçado (de novo), agora quero deixar todos os deveres de lado e partir para o abraço, me jogar nessa paixão para ver se dá certo. Quero me permitir. Quero viver. Quero esquecer que não preciso de um mundo de obrigações para me ver livre de uma sensação que me faz sentir ainda mais vivo. Quero ser feliz! Nem que para isso eu precise reaprender a amar. Sinto a minha liberdade ali, ao alcance de um passo, pronta para mim e eu só preciso abraçá-la, sem medo. E eu quero, como nunca quis tanto uma coisa na vida.
Estou apaixonado, de novo, mais uma vez, novamente. E por incrível que pareça, estou me sentindo a pessoa mais feliz do mundo. Que exista a contradição, se for para acontecer. Mas neste momento, a sensação de querer e ser querido, amar e ser amado não consegue superar nada, absolutamente nada, em minha simples existência.

***
Não sei se isso é uma característica da vida adulta, mas agora só consigo escrever quando os pensamentos vem um atrás do outro. Não consigo mais organizar o pensamento. As palavras vem, e eu escrevo. Podem reparar nesse texto, que pode parecer desconexo no começo, mas depois vocês entendem. 
Não prometo voltar logo, mas prometo voltar assim que possível. Até mais!