
Enem: o terror dos adolescentes. Pedi para alguns amigos resumirem o Exame Nacional do Ensino Médio em algumas palavras. Alguns disseram 'difícil', outros 'impossível'. Mas ainda tiveram os corajosos que disseram 'legal', 'à prova de balas' e 'aterrorizante'. O começo do post não tem muito a ver com o que eu iria falar mais vou tentar usar esta informação.
Quando soube que o Enem foi cancelado, minha primeira reação foi ficar chateado. Sim, apesar de estar muitamente aflito pela aproximação da prova, e já me julgar preparado para realizá-la, fiquei decepcionado. Não só por mim, mas por toda uma legião de estudantes (ou não) que estava superafim de fazer a prova e se ver livre de toda essa responsabilidade. Eu ainda não vou fazer pra valer, pois ainda estou no segundo ano do ensino médio, mas já é um teste. E esse teste provavelmente mudaria meu modo de ver as coisas ano que vem. Mas aí é que tá: chego em casa depois do trabalho, mudo de canal para a Record News, e vejo, com exclusividade, que o Enem foi cancelado porque um FDP de um ladrão de provas (grrrrr!) quis oferecê-la à um jornal por cinquenta, repito, CINQUENTA MIL REAIS! Gente, me dá um tiro! Que absurdo! E que ladrão burro, de querer oferecer uma prova desse nível à um jornal de renome no Brasil inteiro! Eu sinceramente fiquei revoltadíssimo. Poxa, eu estudei o ano inteiro para este fim de semana que passou, para presenciar uma coisa, no mínimo, descarada, melar todos os meus planos. Agora, alguns dias depois dessa desgraça e o anúncio de que o Enem será reaplicado nos dias 5 e 6 de dezembro, fico um pouco mais aliviado. E um pouco mais tenso também, pois em posts anteriores já havia dito que sou superansioso. Vai demorar mais um pouquinho, talvez o suficiente para que eu possa reorganizar meus estudos e para eu descansar minha mente do baque que levou. Tempo, passa logo. Tem metade do país pedindo pedindo por isso, porque ninguém aguenta mais ouvir em vestibular e Enem e não sentir aquele frio horrível na barriga, aquela tremedeira chata e pior, recordar da péssima lembrança dessa fraude no Enem, que eu espero não se repetir nunca mais.

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