quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Um tempo para ser feliz.
Há pouco tempo, perdi uma amiga muito querida. Álcool mais uma direção perigosíssima resultou na dor sem fim de parentes e amigos. Dentre eles, estava eu, que ocupou por mais de três anos o posto de melhor amigo. Pensei que jamais fosse me recuperar de tal trauma, alguém como aquela garota eu jamais iria encontrar. Mas aí veio o presente que nem sempre avisa quando chega: o tempo. Neste pouquíssimo período, aprendi que o tempo cura as dores mais ínfimas que possam habitar nossos corações. Não importa qual seja ela, o espaço de tempo necessário ao esquecimento sempre chegará e de vez. E isto vale para todo tipo de obliteração: filmes de terror, um fora do amor da sua vida, aquele mico no meio da galera, um pesadelo. Não há sensação melhor do que a de se sentir livre daquele peso que assola sua consciência. E o tempo só nos ajuda neste processo; todavia, sentimos que ele nunca passa. Porque, será? Já fiz e refiz esta pergunta a mim mesmo diversas vezes e a resposta chegou depois de um raciocínio rápido e lógico: somos nós que atrasamos o relógio quando estamos querendo correr contra ele. Viver em função da pressa para o tempo passar não faz sentido. Temos apenas que cumprir nossos papéis perante nós mesmos. Viver de verdade, sabe? Esquecer dos problemas pelo menos uma vez na vida vale a pena. Acredito que eu, você e milhões de outras pessoas pelo mundo ainda perseveram na esperança da felicidade. Seja ela para agora, ou para amanhã. Hoje é tempo de ser feliz!
º Pauta para o Blorkutando- 64º Semana: O remédio é o tempo.
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