quarta-feira, 21 de abril de 2010

Censure, se for capaz.


Mesmo com toda a liberdade de expressão e a era digital que chegaram há quatro décadas atrás, ainda nota-se o uso frequente da palavra censura. Mas, com todas essas modernidades com as quais convivemos, ainda existe mesmo a censura? Será que ainda há a imposição do silênco em situações revoltantes, como no período da Era Vargas? É lamentável dizer, mas há sim a presença da censura em diversas situações que, muitas vezes, passam despercebidas sobre nós.

Em países de alto nível tecnológico e digital, como a China, percebemos com evidência a proibição em meios de comunicação bastante utilizados; dentre eles, está a internet. Restrição para ver sites americanos, restrição pra isso, e pra aquilo também. Todos hão de concordar que não há cabimento na colocação da censura em um país com tal poder e influência cobre os demais e que necessita de um amplo e ilimitado local de navegação mais do que qualquer outro lugar. Aqui mesmo, no Brasil, há páginas na internet que não mereciam ser censuradas, por fazerem parte da história mundial – como as que falam sobre Adolf Hitler. Até no carnaval, que é a festa mais liberal de todo o calendário, houve a censura, esse ano, de um carro alegórico que iria mostrar o Holocausto. Como se isso fosse interferir as pessoas de alguma maneira de praticar atos tão ou mais grosseiros do que foram praticados.

Além disso, podemos também ver que a censura está presente na televisão aberta, outro fator que precisa ser colocado em xeque. Crianças veem outras crianças na novela das oito e acreditam que é a coisa mais normal do mundo. E logo pensam que irão encontrar coisas inocentes, como desenhos animados. O símbolo de + 14, + 12 está ali, do início ao fim da programação, e não impede os menores de assistirem beijos ardentes, sexo não-explícito e assassinatos, que acabam causando um impacto ainda maior do que causaria em um adulto. Não é nem uma questão de censura, muito menos de quem elaborou a programação da TV. Vai das escolhas e da consciência de cada um – consciência esta que anda meio sumida das mentes humanas nos dias de hoje.

Tentar calar, silenciar, oprimir o que o outro tem a mostrar ou a falar não me parece muito certo. A liberdade que chegou há quatro décadas atrás já deixou bem clara a sua intenção: “façam o querem e o que puderem”. Se a censura já teve seus momentos de ascensão, hoje já não está mais tão em evidência. É, era digital, tenho a leve impressão de que você marcou um ponto.



Pauta para o Blorkutando – 82ª Semana : Censura.



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Oi gente!


Vocês devem estar querendo me dar uns socos por eu não ter atualizado antes. É que as ideias (sem acento) só fluíram agora e, com toda a certeza, vieram pra ficar. Sexta-feira posto a resposta do Bernardo pra carta da Sophia (lembram?), sem falta.
Minha “semana” foi curta: tive dois dias de aula e uma prova em cada um dia. Tirei dez em português, levei bomba em história, Tô relax em biologia e ainda não tive a nota de literatura, nem de espanhol, nem de educação física. Mas acho que vou passar, sim. Estão superfáceis! Mas história tá complicado. Tive que fazer a reavaliação. E tô esperando ansioso a nota. Não quero repetir o feito de tirar nota vermelha (!). É desastroso e vergonhoso.
W. tá me matando de saudades. Fazem quase duas semanas que não nos vemos. Quase um século pra mim. Meu amor só aumenta a cada dia que passa. Aquela pele branca, aquele sorriso desestruturador, aquele olhar que faz minhas pernas tremerem... Ai, como é difícil ser eu! Hahaha (momento Mia Colucci #desenterrandoopassado.)
Tô tão feliz com o Twitter! Meus seguidores tão aumentando consideravelmente; e eu tô ficando mais contente comigo mesmo consideravelmente! Haha!
E eu preciso dar mais uma pesquisada sobre Asher Book – o Marco, do filme Fama e vocalista da banda V Factory, que estremece meu coração J - e sobre Willian Barbier – o Alê, de Malhação. Cara, que estilosos, que perfeitos, que incríveis! Alguém pode mesmo ser tudo isso? Só a Lady Gaga mesmo! Haha
Tô livre pelo resto da semana, porque Tiradentes é o patrono da minha escola e sexta-feira vai ter uma ação social. Enquanto isso, os alunos vão ficar dibob esses três dias. Não é demais?
Ah, pra quem não gostou nada de eu ter bandeado pro lado dos VDG, explico: não consegui evitar. Eles foram capa da Capricho duas vezes, conheceram as pessoas que eu mais sonhei conhecer, tiveram sucesso sem o menor esforço... A inveja que eu tinha se transformou em admiração. Só isso. Mas antes deles, muito antes deles, tenho pessoas muito especiais e lindas que me conhecem e me aceitam mais do que ninguém: vocês, leitores. Sem vocês, eu não seria nada e não teria alcançado a marca de 100 postagens! Obrigadão, de coração, mesmo!

E emocionado, concluo esse post tão especial e nem tanto comemorativo, pois “é das simples coisas que nós devemos esperar grandes resultados”, já dizia alguém desconhecido.


Pra vocês que me amam,

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