quinta-feira, 15 de abril de 2010

Paquerar, cantar, azarar .



Sabe aquele típico cara que chega em uma garota com o ar de “vem-que-eu-te-quero” ? Se sim, saiba que não faço parte destes genótipos de galos. Paquera nunca foi meu forte, admito. E algumas vezes eu já tive que rebolar para conseguir conquistrar alguém sem parecer tão, azarão (ou azilão, como é chamado aquele que azara).
A paquera é um lance meio irado: se é um garoto que chega na menina, ele é o bom, o gostosão. Se a garota chega num desses caras,  ela é tachada de piriguete, de saidinha. Mas não era pra ser o contrário? Ela não teve a coragem e a determinação de ir lá no cara mais cobiçado da balada, por exemplo, e pedir para conhecê-lo melhor? É, caros leitores. A paquera tem dessas coisas mesmo. Eu próprio, por não saber lidar com ela, tive “aulas” (sim, aulas!) de como aprender a cantar com moderação! Os objetivos foram todos cumpridos. Só que na hora H, tudo o que foi aprendido em quase um mês escorreu por um breu imaginário, dando lugar a um vazio imenso em meu ego. O que resta, nessas horas, é apelas para a improvisação, dom que os garotos dominam bem – não que as garotas não sejam capazes de improvisar, claro.
A linha “tô-te-cantando”, seguida pela maioria dos homens, dificilmente faz efeito se vier acompanhado de clássicos como “não sabia que existia anjo na Terra” e “nossa, que gata você, hein?”. O melhor a se fazer é partir pra uma conversa sadia, sem muitos exageros nem intromissões, com constantes elogios de acordo com o papo. É nesse tipo de paquera que as garotas caem. E é ela que eu aplico quando tento me aproximar de alguém. Certas palavras, expressões e comentários, se contidos naquele momento, podem fazer um bem extraordinário para os dois. E sem nenhum esforço, a paquera pode fluir positivamente; só basta ter um pouco de bom senso e lábia pra segurar a garota.
Cantadas à parte, o que não se pode perder em momento algum no ato da conquista é a essência do que te levou ali, a estar sendo guiado até aquele alguém para paquerá-lo. Porque, enfim, ninguém merece um fora quando se quer muito ficar com alguém, não é?



Pauta para o Blorkutando – 81ª Semana : Paquerologia.

***

Oi, gente!

Vocês devem estar se perguntando como alguém tipo eu, que não tem nenhuma experiência com paqueras, praticamente, consegue falar com tamanha precisão sobre tal assunto. Eu explico: é um simples caso de observação. Nas poucas vezes em que a utilizei, adquiri o conhecimento olhando os outros caras. Se bem que agora eu não preciso mais tanto dela, porque, segundo algumas amigas, “tu tem um charme natural de cara gostoso mesmo, Ti!” – um minuto de eu-me-achei.
Continuando: a internet em casa ta melhor do que pensei. Voltei ao Twitter, to aprendendo a mexer no Last FM e, enfim, to podendo pensar mais nos meus textos sem ter que me preocupar com dia da postagem nem com a hora. Ai, que ótimo! Hehe.
W. Ai, W. Me armou uma terça-feira que quase morri. Nunca me senti tão... valorizado. É, eu também tenho meu valor, tá? Haha.
No mais, acho que é só. Na escola, tudo normal. Só tenho alguns trabalhos pra entregar e história, que praga! Tirei 0,5 numa prova valendo 4,0, acreditam?! Minha situação se agravou em história e vou correr contra o tempo pra estudar. Nem tô ligando tanto pro vestibular esse ano, quero mesmo é passar na escola. O que seria da universidade sem o ensino médio completo?

Pra vocês que me amam,

0 pseudocomentaram: