... fui estúpido. Não, não deveria ter agido como tal. Meu maior erro foi confiar demais em mim mesmo e esquecer de você. As minhas dúvidas, os meus reflexos, os meus insólitos pensamentos já não tem mais sentido se eu tento imaginar algo que não seja relacionado à você. Não entendo como pude fazer isto. Você, que sempre foi a pessoa que mais me apoiou na vida, não merecia o que eu lhe havia feito. Foi ultrajante! Trair sua confiança acreditando que eu estava fazendo um bem maior à mim próprio foi egoísmo. Entender isso é quase um martírio para mim. Já pensei em fazer coisas que eu jamais tinhapensado em fazer por alguém, mas que eu faria sem pestanejar por você. Meu final feliz já não está mais cogitado em fazer parte dos meus planos. Não serei feliz sem você. Diga-me como me redimir da culpa! Diga-me como fazer para você confiar em mim outra vez! Eu sei que trair é imperdoável, mas quando não se age dentro de si, é preciso rever seus conceitos. Eu não estava em mim. Você sabe que eu fui nitidamente induzido à praticar atos que não condizem com minha conduta por estar ingerindo o que jamais tinha me tocado os lábios. Errar dói, dói muito. Arrepender-se dói muito mais, você não imagina o quanto. Jamais deveria ter feito o que fiz com você, pois nada no mundo substituirá o amor inigualável vivido por nós dois. As cartas trocadas, os beijos intensos, os sonhos compartilhados e as experiências inesquecíveis. Nunca esquecerei do quando você foi importante para mim. E pretendo, mais do que nunca, reconquistar seu amor. Minha vida não faz sentido sem você. Eu te quero de volta. E estou arrependido. Confesso que sou um estúpido e que só irei me perdoar no dia em que tiver a mais plena certeza de que você me aceitou de volta. Porque nada nesse mundo me reconforta mais do que estar perto de você. Absolutamente nada, Jean Paul.
Eu te amo.
Nicolas."
Pauta para o Blorkutando - 96ª Semana : "Meu maior erro foi..."
[Pra quem boiou na carta do Nicolas, eu explico: é um casal gay que foi abalado por uma traição. O Nicolas foi drogado e traiu o JP. E errou, mesmo que involuntariamente. O parceiro não quer mais voltar com ele e ele implora pelo amor de volta. Afinal, foi o único amor que ele teve em toda a sua difícil vida.
Tá, não falo mais nada! Interpretem o resto, sei que não vou ganhar no BK mesmo, mas foi a única ideia que tive dez minutos antes da meia-noite.
Pra vocês que me amam,
@tiegoalencar.]
sexta-feira, 30 de julho de 2010
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Aventura no museu, parte final.
( Parte um. / Parte dois.)
Uma dor lancinante.
Foi o que eu senti quando me materializei nas nuvens do plano superior. Senti como se tivessem partindo minha cabeça em duas. Doeu muito mais ter que transferir meu corpo pra um plano superior, já que não me lembro de ter feito uma loucura assim antes. Conrad Stevens fez o favor de me arrancar de mim, como havia feito no corredor do museu do Louvre minutos antes. Minha dor de cabeça estava completamente insuportável! Se já doía me transferir de um metro para outro, imaginem só a sensação de mudar de plano! No plano mediano, que é no qual habitamos, a dor é bem menos intensa na hora da desmaterialização.
Nem tive tempo pra pensar na dor quando senti aquele chão macio como algodão me acomodar na queda. Conrad Stevens sempre dizia que a eu nunca iria conseguir me transferir para lá porque eu era um fracassado que não suportava nem a dor da materialização. Mas agora eu iria provar à ele quem eu era e porque Merlin havia dito que meu potencial seria capaz de desbancá-lo. Sentia-me patético pensando naquilo agora, com toda aquela dor insuportável mais Conrad Stevens pronto pra acabar comigo, e ainda tinha aquele insuportável pesadelo que eu teria que enfrentar.
E minha forte intuição me dizia que a solução para meus problemas era eliminando meu tutor. O mais rápido possível.
Um soco forte me atingiu no rosto. Não tive nem tempo pra responder, nem nada, a única reação que tive foi cair de cara no chão. E senti um nojo tremendo do Stevens quando ele murmurou:
- Fraco.
Não sei se aquilo foi só mais um estímulo, mas o ódio que corrompia minha alma naquele momento me fez esquecer da dor. Por um segundo. Ergui-me, coloquei-me em frente ao suposto tutor e o encarei, exatamente como ele havia feito com Merlin na primeira vez em que me viu, na estação de metrô, em plena meia-noite. A pena ou qualquer outro sentimento de compaixão não me afligia. A raiva era válida naquele momento. O sentimento de vingança fazia sentido agora. Tanto que não medi esforços pra me concentrar, fechando os olhos e tentando me desmaterializar, mais uma vez.
É, desmaterializar. Parecia loucura, mas a dor que eu iria sentir ao desfalecer no chão depois de fazer aquilo seria necessária, eu sentia isso. Mas imaginei o único lugar que me faria ser alguma coisa capaz de derrotar Conrad Stevens: o templo de Merlin.
O lugar era como nos meus sonhos: azul e amplo. De um azul-celeste penetrante. O castelo no qual Merlin se encontrava todas as vezes que eu abria as portas do meu sonho estava lá. Ele, soberano como sempre, estava ali, pronto pra me receber. O calor do momento invadiu cada centímetro cúbico do meu corpo e só me recordo de sentir mais uma vez uma dor lancinante no meio da testa, e de ter escutado o grito absurdamente alto de Conrad Stevens revoltado por eu ter conseguido me livrar dele, mesmo sendo um "fraco", como ele fazia questão de me lembrar.
Quando o doce aroma de rosas do campo invadiu minhas narinas, tudo o que eu sentia simplesmente sumiu. Não lembrava que estava num intercâmbio na França, não sentia dor na cabeça, não lembrava de Conrad Stevens. Aterrissei suavemente naquele campo de grama bem aparada feliz da vida, como se nada pudesse me deter. Avistei o templo à minha frente, magnífico como em meus sonhos. Merlin estava incrível naqueles trajes de mestre que cansei de ver em meus sonhos. Ele veio em minha direção e eu o saudei, como se já o conhecesse há anos:
- Hay nox dirtie - murmurei a saudação para o mestre dos mestres. Ele apenas balançou positivamente a cabeça, pôs a mão sobre a minha e disse:
- Abençoado seja, Rafael, por ter sido escolhido para ser meu substituto. Rai-Too-Min sabiamente me pôs em seu caminho, pois ele sabia que você um dia entenderia que precisaria me substituir. Está na hora de você aprender que a vida é inevitável. Ela simplesmente acontece. E ela acaba de acontecer, mais uma vez para você. Hay nox dirtie, pewt.
Não consegui conter as lágrimas. Merlin murmurou palavras em uma língua que não compreendi e nós nois brilhamos intensamente. Uma luz azul, como tudo ali, irradiava de dentro de mim. A luz que saía de meu verdadeiro mestre era violeta. Um súbito buraco abriu-se sobre sua cabeça e sugou-o para dentro, ao mesmo tempo em que o vento cortante me lambia o rosto. Não consegui reagir, uma sensação de soberania, a mesma que Merlin me transpassava, tomava conta de mim. O buraco fechou-se e o azul foi restaurado. E fiquei sem saber o que fazer. Olhei em volta e tudo havia sumido. O templo, as rosas, os pássaros. Só havia a grama verde bem aparada e um infinito imensurável. Concentrei-me mais uma vez, fechei os olhos e desmaterializei-me daquele lugar. Mergulhei na sensação que já não doía mais e me era até prazerosa.
Agora não me pergunte onde eu parei. Porque eu ainda estou tentando responder a esta pergunta.
***
[Conto ridículo, eu pensei que fosse gostar do desfecho, mas me esqueci completamente de como ia terminar -.-' Improvisei tudo, ficou horrível, e eu amanhã eu já venho com um post BEM melhor do que esse. Ah, e podem crer, vou continuar com o (meu) Tudo de Blog! Que bom que gostaram!]
Uma dor lancinante.
Foi o que eu senti quando me materializei nas nuvens do plano superior. Senti como se tivessem partindo minha cabeça em duas. Doeu muito mais ter que transferir meu corpo pra um plano superior, já que não me lembro de ter feito uma loucura assim antes. Conrad Stevens fez o favor de me arrancar de mim, como havia feito no corredor do museu do Louvre minutos antes. Minha dor de cabeça estava completamente insuportável! Se já doía me transferir de um metro para outro, imaginem só a sensação de mudar de plano! No plano mediano, que é no qual habitamos, a dor é bem menos intensa na hora da desmaterialização.
Nem tive tempo pra pensar na dor quando senti aquele chão macio como algodão me acomodar na queda. Conrad Stevens sempre dizia que a eu nunca iria conseguir me transferir para lá porque eu era um fracassado que não suportava nem a dor da materialização. Mas agora eu iria provar à ele quem eu era e porque Merlin havia dito que meu potencial seria capaz de desbancá-lo. Sentia-me patético pensando naquilo agora, com toda aquela dor insuportável mais Conrad Stevens pronto pra acabar comigo, e ainda tinha aquele insuportável pesadelo que eu teria que enfrentar.
E minha forte intuição me dizia que a solução para meus problemas era eliminando meu tutor. O mais rápido possível.
Um soco forte me atingiu no rosto. Não tive nem tempo pra responder, nem nada, a única reação que tive foi cair de cara no chão. E senti um nojo tremendo do Stevens quando ele murmurou:
- Fraco.
Não sei se aquilo foi só mais um estímulo, mas o ódio que corrompia minha alma naquele momento me fez esquecer da dor. Por um segundo. Ergui-me, coloquei-me em frente ao suposto tutor e o encarei, exatamente como ele havia feito com Merlin na primeira vez em que me viu, na estação de metrô, em plena meia-noite. A pena ou qualquer outro sentimento de compaixão não me afligia. A raiva era válida naquele momento. O sentimento de vingança fazia sentido agora. Tanto que não medi esforços pra me concentrar, fechando os olhos e tentando me desmaterializar, mais uma vez.
É, desmaterializar. Parecia loucura, mas a dor que eu iria sentir ao desfalecer no chão depois de fazer aquilo seria necessária, eu sentia isso. Mas imaginei o único lugar que me faria ser alguma coisa capaz de derrotar Conrad Stevens: o templo de Merlin.
O lugar era como nos meus sonhos: azul e amplo. De um azul-celeste penetrante. O castelo no qual Merlin se encontrava todas as vezes que eu abria as portas do meu sonho estava lá. Ele, soberano como sempre, estava ali, pronto pra me receber. O calor do momento invadiu cada centímetro cúbico do meu corpo e só me recordo de sentir mais uma vez uma dor lancinante no meio da testa, e de ter escutado o grito absurdamente alto de Conrad Stevens revoltado por eu ter conseguido me livrar dele, mesmo sendo um "fraco", como ele fazia questão de me lembrar.
Quando o doce aroma de rosas do campo invadiu minhas narinas, tudo o que eu sentia simplesmente sumiu. Não lembrava que estava num intercâmbio na França, não sentia dor na cabeça, não lembrava de Conrad Stevens. Aterrissei suavemente naquele campo de grama bem aparada feliz da vida, como se nada pudesse me deter. Avistei o templo à minha frente, magnífico como em meus sonhos. Merlin estava incrível naqueles trajes de mestre que cansei de ver em meus sonhos. Ele veio em minha direção e eu o saudei, como se já o conhecesse há anos:
- Hay nox dirtie - murmurei a saudação para o mestre dos mestres. Ele apenas balançou positivamente a cabeça, pôs a mão sobre a minha e disse:
- Abençoado seja, Rafael, por ter sido escolhido para ser meu substituto. Rai-Too-Min sabiamente me pôs em seu caminho, pois ele sabia que você um dia entenderia que precisaria me substituir. Está na hora de você aprender que a vida é inevitável. Ela simplesmente acontece. E ela acaba de acontecer, mais uma vez para você. Hay nox dirtie, pewt.
Não consegui conter as lágrimas. Merlin murmurou palavras em uma língua que não compreendi e nós nois brilhamos intensamente. Uma luz azul, como tudo ali, irradiava de dentro de mim. A luz que saía de meu verdadeiro mestre era violeta. Um súbito buraco abriu-se sobre sua cabeça e sugou-o para dentro, ao mesmo tempo em que o vento cortante me lambia o rosto. Não consegui reagir, uma sensação de soberania, a mesma que Merlin me transpassava, tomava conta de mim. O buraco fechou-se e o azul foi restaurado. E fiquei sem saber o que fazer. Olhei em volta e tudo havia sumido. O templo, as rosas, os pássaros. Só havia a grama verde bem aparada e um infinito imensurável. Concentrei-me mais uma vez, fechei os olhos e desmaterializei-me daquele lugar. Mergulhei na sensação que já não doía mais e me era até prazerosa.
Agora não me pergunte onde eu parei. Porque eu ainda estou tentando responder a esta pergunta.
***
[Conto ridículo, eu pensei que fosse gostar do desfecho, mas me esqueci completamente de como ia terminar -.-' Improvisei tudo, ficou horrível, e eu amanhã eu já venho com um post BEM melhor do que esse. Ah, e podem crer, vou continuar com o (meu) Tudo de Blog! Que bom que gostaram!]
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Gostar é sinônimo de discutir, mas também de dialogar, de negociar...
Eu gosto muito de chocolate branco. Sempre que posso, vou até o mercado e compro uma barrinha pra ficar feliz. Mas minha amiga, a Má, detesta chocolate branco e prefere mil vezes o amargo. Certa vez, a Má veio aqui em casa e a gente conseguiu fazer, depois de muito tempo, a noite liberada, na qual a gente fazia o que quisesse e desse na telha. No decorrer das compras pra noite, chegamos na seção de chocolates do supermercado e, como nossas economias significavam uma escolha só em um tipo de chocolate, formou-se a briga. Eu, quase berrando pra ela que o chocolate branco era melhor e ela, esperneando, apostando tudo o que ela tinha em cima do chocolate amargo.
Nesse dia, eu dei o braço a torcer e comprei uma barra imensa de chocolate amargo.
Quando chegamos em casa, que fomos comer e falar besteiras vendo filmes de suspense pra ficarmos acordados a noite toda, minha vontade de dar uma dentada no chocolate foi maior. E a Má me pegou, dizendo que gosto era mesmo uma questão muito relativa e que se eu nunca tivesse experimentado, jamais saberia que o amargo podia ser tão consumível quanto o branco. Daí, comecei a pensar numa questão que geralmente dá dor de cabeça em muitas pessoas: preferências. Na música, nas telinhas, nos livros, na internet. Há diferenças em todo o lugar e é quase impossível encontrar alguém que goste das mesmas coisas que você gosta. Tivemos um ótimo exemplo há alguns dias, com a briga entre o Fiuk e o Felipe Neto. Essa briga dividiu, literalmente, o twitter. De um lado, aqueles que achavam um absurdo que uma pessoa fique famosa falando mal de outra(s). Do outro, os que acreditavam que a verdade merece mesmo ser dita, mesmo que com palavras maldosas. Vou confessar que apoiei o Felipe Neto e sua verdade incontestável a respeito dos famosos que ele criticou, mas eu também preciso falar que tive que encarar a fúria de muitas pessoas por eu estar, supostamente, apoiando o lado negro das coisas. E aí que eu vi a questão do gosto de novo. Porque eu jamais ia ter total razão em cima de minha tese, porque o mundo é completamente diferente. Mais diferente do que você possa imaginar. As divergências sempre existirão, por mais que você encontre aquela pessoa que ama rock, assim como você, mas que detesta ler, coisa que você ama. As chances são grandes de chegar a uma discussão feia por causa de gosto. Só que eu acredito que não valha muito a pena estimular o lado discussivo-explosivo das pessoas, se você já tem vaga noção de onde isso vá parar.
Portanto, gosto é discutível, sim. Tá que não é muito boa ideia discutir sobre ele, mas é bom parar pra pensar um pouco no que lhe é conveniente. Não que eu seja o maior fã de chocolate amargo, mas aprendi a aceitar determinados gostos alheios. Assim como eu fiz a Má se trair comendo um pedaço imenso da minha barrinha sagrada de chocolate branco. Além de evitar eventuais brigas sem motivo, nem cola ficar discutindo por algo tão particular. O gosto é seu, a preferência é sua e pronto. Nada justifica a briga por tanta igualdade nos gostos. Senão o que seria do arroz sem o feijão e do amor sem o ódio?
Pauta para o Blorkutando - 95ª Semana : Gostonão se discute?
Nesse dia, eu dei o braço a torcer e comprei uma barra imensa de chocolate amargo.
Quando chegamos em casa, que fomos comer e falar besteiras vendo filmes de suspense pra ficarmos acordados a noite toda, minha vontade de dar uma dentada no chocolate foi maior. E a Má me pegou, dizendo que gosto era mesmo uma questão muito relativa e que se eu nunca tivesse experimentado, jamais saberia que o amargo podia ser tão consumível quanto o branco. Daí, comecei a pensar numa questão que geralmente dá dor de cabeça em muitas pessoas: preferências. Na música, nas telinhas, nos livros, na internet. Há diferenças em todo o lugar e é quase impossível encontrar alguém que goste das mesmas coisas que você gosta. Tivemos um ótimo exemplo há alguns dias, com a briga entre o Fiuk e o Felipe Neto. Essa briga dividiu, literalmente, o twitter. De um lado, aqueles que achavam um absurdo que uma pessoa fique famosa falando mal de outra(s). Do outro, os que acreditavam que a verdade merece mesmo ser dita, mesmo que com palavras maldosas. Vou confessar que apoiei o Felipe Neto e sua verdade incontestável a respeito dos famosos que ele criticou, mas eu também preciso falar que tive que encarar a fúria de muitas pessoas por eu estar, supostamente, apoiando o lado negro das coisas. E aí que eu vi a questão do gosto de novo. Porque eu jamais ia ter total razão em cima de minha tese, porque o mundo é completamente diferente. Mais diferente do que você possa imaginar. As divergências sempre existirão, por mais que você encontre aquela pessoa que ama rock, assim como você, mas que detesta ler, coisa que você ama. As chances são grandes de chegar a uma discussão feia por causa de gosto. Só que eu acredito que não valha muito a pena estimular o lado discussivo-explosivo das pessoas, se você já tem vaga noção de onde isso vá parar.
Portanto, gosto é discutível, sim. Tá que não é muito boa ideia discutir sobre ele, mas é bom parar pra pensar um pouco no que lhe é conveniente. Não que eu seja o maior fã de chocolate amargo, mas aprendi a aceitar determinados gostos alheios. Assim como eu fiz a Má se trair comendo um pedaço imenso da minha barrinha sagrada de chocolate branco. Além de evitar eventuais brigas sem motivo, nem cola ficar discutindo por algo tão particular. O gosto é seu, a preferência é sua e pronto. Nada justifica a briga por tanta igualdade nos gostos. Senão o que seria do arroz sem o feijão e do amor sem o ódio?
Pauta para o Blorkutando - 95ª Semana : Gosto
Rebeldia virou crime, já pode matá-lo!
Do EGO:

Anhan, tudo bem ele querer pagar de ator agora.
Mas será que ele não poderia levar um tirozinho que fosse? Rebeldia devia ser crime nos EUA. Principalmente se o rebelde tivesse uma franja horrorosa e uma feição tremendamente feminina.
Mas ó, não tô querendo falar nada. NA-DA.
Marca-post
Bee Writer,
GOSSIPBOY,
L.O.V.E,
Música,
VOEI
Será a (milagrosa?) volta das Spice Girls?
Será mesmo que as Spice vão voltar com tudo?
É o que todo mundo tá comentando, já que elas retornarão ao cinema! Isso mesmo, às TELONAS! As gatas se reuniram com o diretor Judy Craymer para desenvolver o filme/musical Spice up your life. Só não se sabe ainda quando e se elas voltarão aos palcos, já que Emma Bunton, uma das Spices, apenas confirmou ao Daily Mail que elas farão o filme.
Eu não sei vocês, mas eu sempre fui fã das Spices. E acho que tá na hora delas voltarem, já que nem todas elas são Madonnas da vida. Mas se o primeiro filme foi uó, como disseram os críticos - coisa que eu não achei, tá? -, tô botando fé nas lindíssimas para este segundo, já que elas estão mais maduras e muito mais preparadas - pelo menos eu acho.
Ah, Spices! Tô esperando ansioso a volta de vocês, cats!
(Via InCommunSeries.)
É o que todo mundo tá comentando, já que elas retornarão ao cinema! Isso mesmo, às TELONAS! As gatas se reuniram com o diretor Judy Craymer para desenvolver o filme/musical Spice up your life. Só não se sabe ainda quando e se elas voltarão aos palcos, já que Emma Bunton, uma das Spices, apenas confirmou ao Daily Mail que elas farão o filme.
Eu não sei vocês, mas eu sempre fui fã das Spices. E acho que tá na hora delas voltarem, já que nem todas elas são Madonnas da vida. Mas se o primeiro filme foi uó, como disseram os críticos - coisa que eu não achei, tá? -, tô botando fé nas lindíssimas para este segundo, já que elas estão mais maduras e muito mais preparadas - pelo menos eu acho.
Ah, Spices! Tô esperando ansioso a volta de vocês, cats!
(Via InCommunSeries.)
Atacando de boazudas
Do Bafôn do Zo:


Será possível?! Naomi, filha, você não vê que a top model daí é você (apesar da careca e tudo o mais...)?! E Kate, meu amor, num tá na hora de admitir que a Gaga ganhou o mundo - e não só uma capa de revista?
#ataquedesubcelebridademodeon
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Analogias do Eliéser
Do Twitter do Eliéser do BBB 10:
Tá, tudo bem ele comparar qualquer coisa com o BBB.
Mas essa coisa TINHA que ser o Ídolos? #FAILSMARTÃO
Tá, tudo bem ele comparar qualquer coisa com o BBB.

quarta-feira, 21 de julho de 2010
Não passou da hora não, Brasil?
Casamento de Felipeh Campos e Rafael Scapucin - aqui no Brasil, tá?
Há alguns dias, o governo da Argentina aprovou a lei que legaliza o casamento gay no país. E isso, pra quem acompanha meu blog e acompanhou por um bom tempo meu drama pessoal, me deixou muito feliz, pois defendo sim a união entre gays e lésbicas. Acredito que a Argentina deu um grande passo em relação a países como o Brasil, por exemplo, que tem uma diversidade cultural muito grande e que ainda não legalizou o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Em época de eleição, acho meio ridículo da minha parte ficar fazendo pressão pra que o governo aprove logo uma lei que libere o casamento gay - se bem que acho pouco provável que alguém capaz de mudar alguma coisa na contituição leia isso, mas enfim. Não custa nada dar mais um empurrãozinho básico na cabeça das pessoas pra que elas entendam que o amor prevalece acima de qualquer coisa. Assim como um homem e uma mulher se juntam e pretendem ser felizes juntos, um homem e outro homem e uma mulher e outra mulher também tem esse direito de felicidade, não? Eu sei que vão vir umas quinhentas pessoas - tá, pelo menos umas cinco - me dizer que Deus fez o homem pra ficar com a mulher, e blábláblá, e mimimi. Eu queria muito entender se Deus ama a todos. Porque não é o que parece quando alguém religioso extremista vê um casal gay abraçado, ou em qualquer outro momento de afeto. Deus ama a todos, não é? Se alguém mata outro, Deus continuará o amando, assim como uma lésbica fica com outra - sem contar que isso não é crime, né, mas aí abafa. Eu sei que o Brasil não precisa de gente como eu pra ficar gritando pro mundo inteiro que é um país extremamente atrasado em termos de pessoas. Mas já tá na hora, Brasil, de ver que não é só um ou outro que é gay, não. Tem parada gay, tem as novelas mostrando - mesmo que muito recatadamente - gays, exemplos de famosos gays e que ninguém fala nada... O que é que tá faltando? Bom senso e um pouco mais de visão é o suficiente?
Pois é, eu me empolguei agora, e detesto me empolgar demais, porque sempre esqueço o propósito final do post. Mas quero que saibam que tô me corroendo pra comprar uma passagem pra Argentina, que até pra lá as coisas estão mais fáceis. Porque se for pra continuar num país que não dá a mínima pro que metade da população faz e que só liga pro próprio umbigo, é preferível partir para onde haja um pouco mais de sensibilidade populacional por parte dos governantes. Afinal, alguém precisa dar a cara a tapa.
Há alguns dias, o governo da Argentina aprovou a lei que legaliza o casamento gay no país. E isso, pra quem acompanha meu blog e acompanhou por um bom tempo meu drama pessoal, me deixou muito feliz, pois defendo sim a união entre gays e lésbicas. Acredito que a Argentina deu um grande passo em relação a países como o Brasil, por exemplo, que tem uma diversidade cultural muito grande e que ainda não legalizou o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Em época de eleição, acho meio ridículo da minha parte ficar fazendo pressão pra que o governo aprove logo uma lei que libere o casamento gay - se bem que acho pouco provável que alguém capaz de mudar alguma coisa na contituição leia isso, mas enfim. Não custa nada dar mais um empurrãozinho básico na cabeça das pessoas pra que elas entendam que o amor prevalece acima de qualquer coisa. Assim como um homem e uma mulher se juntam e pretendem ser felizes juntos, um homem e outro homem e uma mulher e outra mulher também tem esse direito de felicidade, não? Eu sei que vão vir umas quinhentas pessoas - tá, pelo menos umas cinco - me dizer que Deus fez o homem pra ficar com a mulher, e blábláblá, e mimimi. Eu queria muito entender se Deus ama a todos. Porque não é o que parece quando alguém religioso extremista vê um casal gay abraçado, ou em qualquer outro momento de afeto. Deus ama a todos, não é? Se alguém mata outro, Deus continuará o amando, assim como uma lésbica fica com outra - sem contar que isso não é crime, né, mas aí abafa. Eu sei que o Brasil não precisa de gente como eu pra ficar gritando pro mundo inteiro que é um país extremamente atrasado em termos de pessoas. Mas já tá na hora, Brasil, de ver que não é só um ou outro que é gay, não. Tem parada gay, tem as novelas mostrando - mesmo que muito recatadamente - gays, exemplos de famosos gays e que ninguém fala nada... O que é que tá faltando? Bom senso e um pouco mais de visão é o suficiente?
Pois é, eu me empolguei agora, e detesto me empolgar demais, porque sempre esqueço o propósito final do post. Mas quero que saibam que tô me corroendo pra comprar uma passagem pra Argentina, que até pra lá as coisas estão mais fáceis. Porque se for pra continuar num país que não dá a mínima pro que metade da população faz e que só liga pro próprio umbigo, é preferível partir para onde haja um pouco mais de sensibilidade populacional por parte dos governantes. Afinal, alguém precisa dar a cara a tapa.
terça-feira, 20 de julho de 2010
Um brinde à amizade!
Sabe, eu tinha uma postagem pronta aqui. Era uma linda mensagem sobre a amizade, sobre essa força excepcional que une pessoas por anos, décadas. Mas revi algumas coisas aqui que me fizeram pensar. Por exemplo, o fato de ilustrar um dia tão bonito como o de hoje vai tornar as coisas mais realistas e naturais pra mim.
Eu e ela, na escola há uns três meses atrás.
A começar pela minha amizade de seis anos, praticamente, com a Bárbara, grande amiga e conselheira, que eu tanto ajudei e que me ajudou em momentos muito difíceis em minha vida. Com a Bá eu aprendi o real significado da palavra amizade e posso afirmar com todas as letras que tenho pelo menos uma amiga de verdade. Te amo, Bá!
Eu (cortado) e a Laurinha, linda <3
Minha amizade com a Laura está estabelecida há mais de um ano. E que ano foi esse! Tantos bafões, tantas histórias, tantos causos, tanto chororô... Eu me sinto totalmente conectado à Laura, minha amiga pra todas as horas, das conversas intermináveis no MSN e das colas na borracha nas provas. Conheço o suficiente da Laura pra saber que ela ocupa uma parte bastante significatva em meu coração e que ela é, sim, minha amiga de verdade. Laurinha, meu amor, eu te amo também! <3
Minha amiga mais do que especial, Letícia Sêcco.
Junte alegria mais simpatia com um toque de sinceridade. Você estará pensando nela, na minha amiga Letícia. Como eu gosto de passar horas com ela no celular, ou nos torpedos... Sem contar que há segredos entre nós que jamais nenhuma outra pessoa soube. E isso porque a gente só se conhece há cinco meses! Mas é uma força muito mais intensa do que eu posso superar. Amo essa garota, porque ela sabe me fazer sorrir nos meus dias tristes, como ninguém. Te amo, Ruy-Sêcco! ♥
Eu teria que postar umas trezentas fotos pra falar um pouco de cada um dos meus amigos mais importantes, mas as três aí de cima já dão conta do recado. Não que eu esteja menosprezando as outras, é que a amizade nem sempre se pode demonstrar assim, tão explicitamente. A amizade a gente faz, no dia-a-dia, convivendo com aquela pessoa e entendendo que ter um amigo significa carregar consigo um tesouro de valor inestimável. Meus amigos são presentes que guardarei pelo resto da vida!
E pra você, que leu isso aqui, de alguma forma eu me sinto seu amigo também, por estar compartilhando de minhas vivências com você. Feliz dia do amigo!
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