domingo, 28 de fevereiro de 2010

Improvisation

Não, não tenho nada pronto hoje. Me perdi lendo os blogs dessa vasta blogosfera e acabei me esquecendo de criar coragem para postar. Mas adianto que quarta-feira postarei a pauta para o Blorkutando, retornando somente ao sábado. Meu tempo está cada vez mais escasso, portanto peço que entendam minha ausência, novamente.


Beijos, abraços e até a próxima.


ps: não, eu não estou num clima para escrever.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Eu te amo (de verdade) , sabia?

" Pedro era o galinha da turma. Nas festas, ele era o rei da pegação: promovia concurso de beijo na boca, conquistava as garotas mais lindas da festa e desprezava com alegria as que lhe imploravam por um 'oi'. Mas, em um destes acasos que só a vida nos proporciona, ele encontrou Sofia, a garota reprimida e triste que todos viam que era linda, mas que bastava pôr os óculos para ficar escondida, sozinha, isolada de todos. Pedro percebeu que Sofia era diferente. E se apaixonou por ela. Quando ele decidiu revelar seu amor pela garota, qual não foi sua surpresa: ela lhe disse não. Porque? Porque ele disse 'eu te amo' à ela como se fosse a coisa mais normal do mundo. E para Sofia, não era. [...] ."


Histórias como a do Pedro e a da Sofia são bastante comuns atualmente. Foi o que aconteceu com o amor de antigamente pra cá. As pessoas perderam completamente a noção do que é amar de verdade. Sentir um apreço por alguém não significa dizer que está amando este alguém. É necessário um tradutor de sentimentos para cada um de nós. Vou confessar que que já falei 'eu te amo' em situações que não deveria ter dito nada. Mas se pensam que me arrependi, não, não me arrependi. O sentido proposto pelo 'eu te amo' é relativo para todos. Pode significar um simples carinho pela pessoa ou até mesmo aquela adoração típica da amizade. Mas o verdadeiro sentido destas três palavras, tão pequenas e com taman ho poder, é extraordinário. Dizer que ama alguém é se autocomprometer com este. O amor é a sensação mais envolvente e estonteante de todas. O amor tem um imenso poder, que jamais deveria ser subestimado. O amor é, sem sombra de dúvidas, incrível.
Banalizar seria um verbo meio forte para se usar quanto ao uso do 'eu te amo' hoje. Acredito que não há mais a real importância das pessoas com o amor. O 'da boca pra fora' veio mesmo para ficar. Eu ainda salvo à exceção, pois sei bem diferenciar o 'eu gosto' do 'eu amo'. Aprendi a não ser inteiramente dominado pelas incertezas e inverdades que o amor infelizmentenos traz. É preciso estar convicto do que se sente de verdade. Não se pode simplesmente falar que ama, sem ao menos estar sentindo aquele friozinho na barriga só de ver a pessoa ou aquele acelerar nos batimentos cardíacos. O 'eu te amo' devia ter um pouco mais de consideração e respeito. Afinal, é a frase mais marcante e bonita que existe. É ela quem se responsabiliza por unir os corações. Esta frase é o simples fator que completa as equações das vidas dos apaixonados.


"[...] E assim, com o passar do tempo e de várias provas de amor de Pedro, Sofia foi mesmo percebendo que ele lhe dizia palavras sinceras. Após muitos 'eu te amo', Pedro conseguiu deixar de lado sua aparência supérflua e resolveu convencer, de uma vez por todas, que Sofia era o amor de sua vida. Ela aceitou a última tentativa dele de se unir à ela e os dois estão juntos, felizes e apaixonados até hoje!"


Moral da história: diga 'eu te amo' quando estiver seguro de si. "Da boca pra fora", jamais!






Pauta para o Blorkutando - 74ª Semana: Falar de amor não é amar.




*** 

Olá, gente! Tudo bom com vocês?
Minha passagem por aqui será rápida, pois meu tempo tá cada vez mais precioso. Com o terceiro ano e a tensão do vestibular, meus dias seguem uma rotina bem rígida. E assim , só atualizarei duas vezes por semana, ou até mesmo uma só. Desculpem a incopetência, mas é por uma boa causa. Sei que vocês hão de me entender, pois é meu sonho que tá em jogo. E eu prefiro dançar conforme a música.

Vamos aos fatos? Eu comecei bem o ano, participando das aulas e entregando as atividades nos prazos certos. A sistemática de ensino mudou completamente, agora estudamos que nem nas universidades, por semestre! Deixem-me explicar: teremos seis disciplinas num semestre e cinco no outro. Se já tiver passado nas matérias do primeiro semestre, já era! Morreu a parada! Agora se ficar... Dá problema. E mais: entramos às 13:15 e saímos às 18:30 na segunda-feira e nos demais dias, 17:40. Um absurdo. E assim como todo mundo, eu não concordei com os horários, apesar de ser melhor pra todo mundo. Agora a escola está dominada pelos novatos, eu tô abafando na elite da escola - pra quem não sabe, o terceiro ano é sinônimo de popularidade - e a galera desse ano vem com tudo! Muita coisa ainda está por vir, muita coisa ainda vai mudar (já diz o NX Zero ;D).

E bem, por ora, é só. No sábado volto a atualizar, e pra contar como foi o fim da primeira semana na escola!


Beijos, abraços, aperto de mão, e até a próxima!

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Entrevistando com o Alencar


Com exclusividade aqui no seu programa Entrevistando com o Alencar, você lerá uma entrevista exclusiva com ela, que é detentora de vários prêmios e exibe, sem medo de ser feliz, quem ela é de verdade. Confiram a entrevista com a sucessora da Madonna e a mais nova princesa do pop, Lady Gaga!


Tiêgo: Lady Gaga, em quem você se inspira na hora de montar seus looks?

Lady Gaga: Man, é claro que eu me inspiro em mim mesma! É só eu pensar em uma cabra por exemplo e montar um maiô com um chifre na frente! E não é que o povo gosta?!

Tiêgo: O que você mais detesta na fama?

Lady Gaga: OS PAPARAZZI! Tenho que fazer a bendita poker face pra eles quando os vejo na rua. E isso cansa, sabe? (risos)

Tiêgo: Defina você em uma palavra.

Lady Gaga: Retardada.

Tiêgo: Gaga, a letra de Paparazzi questiona se dá ou não para ser feliz no amor com o sucesso no meio. Você ainda acredita no amor?

Lady Gaga: Se quer saber, não. Desisti há muito do amor, por causa da fama. Minha felicidade está em atuar cantando e em cantar atuando. Sou louca, completamente. Mas sobre a letra de Paparazzi, as mulheres preferem acreditar no amor entre o sucesso e outras coisas. Os homens sempre são mais racionais e óbvios e isso me irrita.

Tiêgo: Qual foi a sensação de gravar um clipe com a Beyoncé, sua suposta rival?

Lady Gaga: Em primeiro lugar, ela não é minha concorrente nem rival nem nada. Somos amigas. E foi sensacional gravar um clipe com ela. Beyoncé é mesmo tudo aquilo que aparenta ser. Ela cheira a Chanel nº5.

Tiêgo: E sua vida amorosa, preferiu abdicar totalmente dela?

Lady Gaga: Pelo menos, por enquanto. Não vejo motivo para me comprometer com alguém que sabe que não terá atenção. Então, ainda não pretendo me relacionar com ninguém.

Tiêgo: Você pretende dizer algo aos leitores do Entrevistando com o Alencar, que em suma são seus fãs?

Lady Gaga: Ah, seria ótimo! Meus monstrinhos loucos e lindos, eu os amo muito! E não esqueçam da coreografia de Bad Romance quando eu for visitá-los aí no Brasil! Será extremamente útil!

Tiêgo: Você prefere as críticas dos seus fãs ou dos especialistas em música?

Lady Gaga: Prefiro ouvir o que meus amados fãs dizem sobre mim. A palavra deles é a única que ouço caso for mudar alguma coisa em mim. E eles gostando do que faço, nada mais me importa. Nada.

Tiêgo: E só para concluir, a pergunta que não quer calar: você é hermafrodita?

Lady Gaga: E se for? Continuarei amada e respeitada por todos. E vou dizer mais: ter um pipi não quer dizer nada. Continuarei gostosa e serelepe como antes, então dá no mesmo!

-

É isso! Conversei rapidamente com a cantora mais badalada do momento, que saiu do estúdio de gravações sozinha e decidida a encarar os paparazzi. Fazendo a poker face, Gaga prometeu caprichar na vinda ao Brasil e afirmou, com todas as letras, que é sim uma maluca sem calças, co uma coragem imensa e com um estilo de abalar as estruturas do Maracanã! Dá pra resistir e não dançar ao som de Bad Romance? Você com certeza já imitou-a fazendo aquelas mãozinhas monsters que eu sei! E alguém duvida do poder da Lady Gaga? Eu não!


***

Olá, gente!
Explicando a pauta: eu ia postar esta entrevista na sexta-feira, mas perdi a folha onde estava escrito e acabei perdendo o prazo de entrega para o Post It! Mas o importante é a intenção e eu postei mesmo assim! Queria terminar em bom humor minhas pautas de férias. É, acabaram minhas férias. Hoje foi a última vez que postei com frequência, porque amanhã começam minhas aulas e eu não terei tempo pra mais nada! Vocês entenderão minha ausência, explicarei aos poucos. Mas eu conseguindo tempo, juro que postarei sempre! Não abandonarei vocês, meus leitores lindos, cheirosos, atenciosos e perfeitos.

Algumas considerações:

- Tô viciado em Lady Gaga #fato, em Leighton Meester, e em MTV;
- Acabou Gossip Girl. #bjomorri. Ainda bem, senão meu curso de francês me impediria de assistir;
- Malhação, Cama De Gato, Viver a Vida e BBB estão cada vez mais surpreendentes. Eu adoro isso. Uma pena que eu estude à tarde. Perderei boa parte das novelas;
- R. passou a me desprezar. Que se dane, eu que vou sofrer mesmo, então o problema é meu;
- Acho que cresci mais um pouco;
- E tô sonhando muito com facas. #medo.

No mais, é só o que tenho a dizer.

Beijos, abraços, felicidades e até a próxima!

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Selo ;D

Não iria postar nada até domingo, mas conferi os comentários e vi que a Lalah, do blog Little Lost Girl, havia me deixado um selo! E eu não iria deixar passar em branco, não é? Meus olhinhos brilharam quando vi o selo, pois não deixa de ser uma prova de que meu blog está caindo nas graças do público e é bem emocionante ver isso. E como todo selo tem suas regras, aqui está ele e suas recomendações:



- Sete coisas sobre mim:

1. Gosto de café forte;
2. Tenho uma facilidade absurda para me apaixonar;
3. Sou apaixonado por livros!
4. Ainda tenho esperanças de tocar no Ashton Kutcher, meu ídolo-mor;
5. Amo chocolate branco! Salve meu dia e me dê um pedaço de Opereta, please!
6. Falo sozinho;
7. Tenho a péssima mania de roer coisas borrachentas.

- Sete blogs que merecem o selo:

* Just Think, por Tayane Scott;
* Sacudindo Palavras, por Erica Ferro;
* Prefira as Joaninhas, por Melanie Guedes;
* Despindo Estórias, por Tailany Costa;
* Fada Júnior, por Elisa Mucida;
* Big Bad World, por Tata;
* Cão sem Plumas, por James Pimentel.

Concluída esta parte, vou confessar à vocês que estou feliz, amando como sempre, e felizmente muito satisfeito comigo,com meu blog e com o mundo. Semana que vem voltam as aulas e lá vem desafios pra mim! Colunista do jornal da escola, vestibulando e zilhões de responsabilidade nas costas. Que venham todos! Estou mais do que preparado! Domingo postarei a última pauta das férias e, provavelmente, diminuirei o ritmo de postagem devido ao meu turbulento ano de vestibular. Prometam que não vão me deixar e que vão entender minha ausência, ok?

Beijos, abraços, apertos de mão e tudo de bom à vocês!

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

The fame and the peace.

Não havia posto nem meus dois pés naquela entrada luxuosa, com pessoas desconhecidas por todos os lados, quando quase fui cego com flashes de câmeras digitais e celulares por todos os lados. Microfones e gravadores eram apontados em minha direção; e os jornalistas perguntavam sempre a mesma coisa: como eu me sentia com tamanha responsabilidade nas costas. A resposta estava pronta: eu me sentia confiante. Totalmente confiante. Os profissionais da mídia ficaram satisfeitos com a declaração e abriram passagem. Assim que respondi a todos, adentrei o centro de convenções.
Branco. Tudo era num tom claro, branco. E já haviam inúmeras pessoas no local, inclusive na mesa central, onde restavam duas cadeiras, com duas respectivas placas à frente. Os membros do Comitê Mundial da Paz acenavam para mim, até mesmo os que eu não conhecia. Fui apresentado à maioria dos estrangeiros e, após soar o sinal de início da cerimônia, sentei-me no meu lugar à mesa central. Eu sorria, como uma criança ao ganhar um doce. O sinal tocou novamente e todos silenciaram. O texto que eu havia ensaiado durante dias simplesmente sumiu de minha mente. E, para minha aflição, o mestre de cerimônia ergueu o microfone e começou:

- " Sejam todos bem-vindos ao 73º Congresso da Paz Mundial. Creio que os senhores já estejam a par do porquê desta convocação extraordinária. Estamos aqui para a nomeação do mais jovem presidente do Comitê Mundial da Paz. Palmas para o Sr. Ashton Kutcher!

Todos olharam para mim, felizes e satisfeitos. Meu coração dava pulos e estava prestes a sair pela garganta. Porém, num surto repentino de coragem e confiança, levantei-me e andei até o palco, onde me esperavam um público com quase mil pessoas. Ao tocar no microfone, senti que eu havia encontrado o que queria de verdade: promover a paz. Agradeci o apoio e a confiança de todos e iniciei meu discurso, que reapareceu em minha mente de repente. Explanei sobre a importância da conscientização ambiental, sobre a utilização do dinheiro para fins globais e sobre investir em tecnologia sustentável. Aquele que falava impecavelmente ali nem parecia eu! Parecia que eu havia sido dominado por uma força sobre-humana. Era como se eu estivesse possuído por alguém sedento de paz, mais até do que todos presentes ali naquele comitê. E eu desenrolava meu discurso exatamente como se estivesse atuando: normalmente.
Ao concluir minhas palavras, o ex-presidente do Comitê da Paz veio pessoalmente me receber e me desejar uma feliz administração. Eu estava fervendo de emoção por dentro. Eu sentia que era chegada a hora de fazer a minha parte para mudar o mundo. Que, enfim, eu poderia fazer a paz com minhas próprias mãos, gerar a paz. Agora, mais do que nunca, esta força sobre-humana queria me dizer uma coisa: "inicie a sua missão". E foi o que eu fiz.
Pedi licença às quase mil pessoas que assistiram meu discurso, apertei a mão do ex-presidente e, sem pensar duas vezes, saí daquele centro de convenções luxuoso e importante. A força me fez ver que dinheiro, fama, luxo e popularidade não valiam mais de nada. Eu precisava de algo que me impulsionasse na luta contra o mal. E isto era a força sobre-humana que me dizia o que fazer, a coisa certa a se fazer.
E assim, comecei a plantar sementes de paz no mundo inteiro. Abdiquei da vida dos sonhos de qualquer um para contruir a vida dos sonhos de quem havia perdido as esperanças. Hoje , vivo mais feliz do que antes e com mais leveza. Além das minhas expectativas, estou seguindo em frente. E em paz.




Pauta para o Blorkutando - 73ª Semana: Eu interior.


***

Oioioi, gente! Tudo bom com vocês?
Repararam que eu mudei meu humor? Nossa, já me recuperei do baque de ter perdido de vez meu sonho para aqueles imbecis do Vida de Garoto. Vou confessar que já esqueci isso e arrumei outras coisas pra me preocupar. A Capricho me decepcionou muito, já decidi que não comprarei mais a revista.

E bem, minha hora na lan house acabou.

Beijo;*

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Etiqueta? Com certeza!

Certa vez, fui convidado a participar de um jantar. Logo, fui alertado sobre como deveria me portar: garfo na mão direita, faca na esquerda, guardanapo no colo e voz, só quando solicitada. Fiz o dever de casa direitinho, apesar de me sentir bastante desconfortado. Repare que quando estamos à vontade em certas situações, esquecemos de regras e limites. Mas quando chegam as formalidades com todas as suas regras e limites, não hesitamos em cumprir nossas partes. Com a internet não é diferente. É aplicada a mesma lição.
Cometer alguns deslizes, como exagerar nos emoticons ou repetir a mesma foto no álbum do orkut pode até ser perdoável. Porém, existem alguns pecados que são dignos de prisão perpétua. Poderia citar vários, mas quero explanar apenas sobre dois em especial, que talvez sejam os piores de todos. A começar pelo plágio. Acredito que nada explica o porquê de uma pessoa furtar, literalmente, algo que não lhe diz respeito. Nos empenhamos tanto para escrever um texto e de repente, vem alguém totalmente sem noção e criatividade utilizar a velha tática do control c + control v e dizer que aquele artigo é de sua autoria. É desrespeitoso e ridículo! Então, a etiqueta cairia bem em indivíduos com tal índole. Ela viria cobrar a atenção e a decência da pessoa, pois mesmo em locais como a internet, há sim regras a serem cumpridas e limites a serem respeitados. Entretanto, quando algumas garotas resolvem por no perfil uma foto de biquíni com o status namorando e com o nome "Fulana Gostosa A Inveja Mata", elas não pensam nem um segundo no comprometimento que elas tem com o senso de criticidade de quem vai visitar sua página. Mais uma vez, a santa etiqueta falaria mais alto e imporia sua autoridade. Nada de gafes, nada de erros. Com ela, você saberá exatamente o que fazer - e o que não fazer. Comportar-se perante ao computador não requer aprendizado algum; a realidade já o faz por si só.
O que leva alguém a ser "antiregra" na internet, eu não faço a menor ideia e nem tenho suposições prontas. Mas posso dizer, com segurança, que sigo à risca o que a etiqueta na internet propõe. Não em lembro de ter feito algo de errado desta natureza na internet há muito tempo. Aliás, acho que a única vez que infringi a lei da compostura internáutica foi quando criei este blog e passei a falar sobre qualquer coisa, já que ninguém é obrigado a ler. Pode nem chegar a uma infração, mas que me desafiei ao começá-lo, ah, desafiei. E venci o desafio. Liguei-me à etiqueta, segui, sigo e seguirei tudo o que ela propor. Afinal, copiar textos sem dar os devidos créditos, exibir-se em fotos sensuais ou extrapolar nos palavrões no Twitter é altamente comprometedor. E alguém aí pretente se arriscar? Eu não!






Pauta para o Blorkutando - 72º Semana: Etiqueta na Internet.


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 Olá, gente.

Não, hoje meu dia não está dos melhores. Acabo de receber a pior notícia que um fanático por blogs oderia receber. O Tudo de Blog foi extinto da Capricho! Omg! Minha vida bloguística se resumia ao TDB! Puxa, gente! Tô decepcionado com a minha revista favorita. Achei o cúmulo trocar o TDB por causa de uma idiotice de um Fanfic. E querem saber? Aqueles garotos estúpidos e sem inteligência alguma é que deviam ser banidos da revista. Eles tem suas fotos em cadernos, em camisas, em tudo! Até capa da revista eles foram! Que tal largar aquela coluninha sem sentido da revista e deixar a melhor seção de todos os tempos no seu lugar? Ela não mexeu com ninguém, gente. Só quero justiça. Só isso. E que morram o Dudu (afogado) , o Federico (atropelado) e o Caíque (castrado).

E eu não curti a pauta pro Blorkutando que eu escrevi. Escrevi pra constar. Não quero perder nenhuma semana. Se o TDB foi extinto, o Blorkutando é seu sucessor. E tenho dito!
Falar em Bk, lembrei do Post It, que eu pensava que já havia morrido: ganhei na edição 29. Em primeiro lugar. Sem animação, sem comemoração. Tô uó hoje. 

E bem, tô sem novidades. Me desculpem a ausência, é que essa semana foi a volta às aulas no meu trabalho e é meio complicado conseguir hora pra sair pra lan house.

Por hoje, é só.


Beijos, abraços e até a próxima!

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Apenas uma declaração de amizade

Às vezes, em questiono sobre o que viria a ser um amigo. Seria aquele que sempre está contigo, te abraçando e te dizendo coisas legais? Ou aquele que, mesmo longe de você, te apóia e te conforta como se estivesse mesmo ao seu lado? Pensei. Repensei. Pensei de novo. Não cheguei a um consenso, mas percebi que a amizade equivale ao que você pensa sobre o assunto. Eu valorizo muito meus amigos 'tocáveis'; porém, preciso confessar que me sinto muito mais à vontade com minhas amizades virtuais. É incrível como conseguimos estabelecer um elo de ligação tão forte, mesmo sem nem ter tido um contato "olhos nos olhos". Não sei se é brincadeira da vida, ou puro acaso do destino. Só sei que a prova mais clara que tive de que amizades virtuais podem sim se tornar reais é a minha melhor amiga. Ela saiu da internet, pode acreditar. Nos conhecemos via orkut e hoje somos inseparáveis. Se a Brenda não me chamasse de bebê, acho que enlouqueceria.  Pode conferir um de nossos encontros na igreja abaixo:


No dia da crisma dela, eu estava lá! Melhor amigo é pra isso, não?


E ela, belíssima e perfeita e fashion e tudo de bom, e mimimi. 

Brê, eu te amo mais do que coca-cola!


Eu havia tirado o dia de hoje para postar outra coisa. Até que resolvi mandar uma mensagem de texto para outra amiga, conhecida através deste blog. Ela é a maior incentivadora do meu talento. Ela foi a que mais confiou em minha capacidade. Ela é minha melhor amiga internáutica. Sem ela, eu não seria nada. Absolutamente nada. Com vocês, Tay Scott!

Minha loira mais perfeita, linda, atenciosa e FASHION!


E por último, aquela que me ajuda, me critica por eu gostar tanto da Tessália, que conta e ouve histórias e que foi a que nunca me deixou desistir do meu objetivo de ganhar no Blorkutando. Ela é a poeta anônima, a blogueira de ouro, a mais completa de todas. Essa 'miss perfeição' é Erica Ferro, que prefere se abster da fama e continua em seu caloroso e gostoso anonimato.

E fazendo essa espécie de homenagem, espero que minhas melhores amigas percebam com que tipo de pessoa elas estão lidando. Elas são tudo para mim e nada mais justo do que honrá-las com essa singela homenagem!


E hoje, sem PS, sem nada, com a pauta todinha pra elas, eu finalizo minhas atividades.


Beijos, abraços e até a próxima!

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Bullying: uma verdade inadmissível



Aos sete anos de idade, quando cursava a segunda série, comecei a perceber duas coisas no meio escolar: a primeira era que eu odiava futebol e que nas aulas de educação física eu preferia ir à biblioteca do que ser forçado a jogar; e a segunda era que ser tão diferente me traria problemas. Sérios problemas.
Algum tempo depois de ter assumido de vez que não era fã das atividades físicas, um certo grupo de garotos que sentavam no fundo da sala resolveu me apelidar. Responder as perguntas que a professora fazia era minha sentença. E responder era um verbo que a " galera do fundão ", como eram conhecidos, não havia aprendido. Logo após a professora confirmar minhas palavras, eles não perdiam tempo e começavam a sessão xingamento: " só as mariquinhas dão a resposta pra professora " , " tem uma menininha a mais na sala e ninguém sabia " e o que eu achava pior, " conta isso pra alguém e a gente te arrebenta ". No ímpeto, eu me sentia um nada. Ou pior, não conseguia sentir nada. Era como se a palavra deles me sedasse e impedisse minhas cordas vocais de se movimentar. Foram meses de torturas semanais, lágrimas no banheiro e silêncio absoluto. Em casa, minha mãe percebia meu distanciamento e me perguntava se havia algo de errado. Eu negava; por receio, por angústia, por medo. Parecia que eu estava dentro de um pesadelo, daqueles que te fazem acordar no meio da noite e chorar, de tão real. Não queria acreditar no que acontecia, mas a cada dia que passava, meus olhos não conseguiam mais esconder; eles tinham um brilho. Um brilho diferente, anormal. E graças à ele, toda a agonia que passei submetido às ameaças da " galera do fundão " teve um fim.
Era uma quarta-feira , e eu teria aula de educação física. Mais um dia em que eu teria que responder a chamada e e correr para a biblioteca. Literalmente. Neste dia, eu sofri agressões psicológicas em demasia pelos garotos. Era desesperador, e me jogar de cabeça nos livros era a única alternativa que eu tinha para esquecer. E foi o que eu fiz; corri para a biblioteca, mas o Rômulo, não satisfeito com os palavrões ditos à mim, foi além em uma de suas brincadeiras. Ele pôs o pé em minha frente enquanto eu corria e eu não pude controlar: caí com força no chão, batendo com a cabeça em uma pedra. No mesmo instante, os gritos e os risos dos outros colegas de classe desapareceram, assim como tudo em minha vista. Acordei na sala do diretor, com meus pais do meu lado esquerdo e os cinco membros da " galera do fundão " do lado do diretor, sentados e apreensivos. Meu crânio parecia ter sido rompido em vários pedaços, ocasionando uma dor insuportável. Olhei devagar para minha mãe, e ela, calmamente, perguntou-me o que havia acontecido. Respirei fundo, movi minha cabeça na direção do Rômulo, e esquecendo completamente da dor que me dominava, falei o que eles haviam feito comigo durante todos aqueles meses. Chorei, de raiva que sentia dos cinco membros da " galera do fundão " , mas falei. Tudo o que me corroía por dentro saiu de uma vez só. Meus pais ficaram chocados. O diretor, idem. Os garotos tinham fúria nos rostos marcados e eu, após um breve período falando sem parar, sorri. Como se não houvesse dor. Sorri para mostrar à eles que naquele momento, quem tinha o controle da situação era eu. E não só por isso, mas também para dizer, mesmo que mentalmente, que quem ri por último, ri melhor.
As revelações fizeram com que todos os meninos fossem remanejados para outro turno e com que eles cumprissem uma espécie de "pena" pelos atos cometidos. Até hoje não sei que punição foi essa. Mas que fez efeito, fez. Fui recebido como um herói nos dias seguintes. Sem contar que a justiça havia tirado um peso imenso de minha consciência. Toda esta história me valeu uma bela lição de moral: nunca reprimir seus sentimentos quando se está certo sobre eles. Eu tive um final feliz; porém não é sempre que se vê fins desse tipo. E não desejo o que vivi para ninguém. Mesmo.
Hoje, sou feliz e satisfeito com meus defeitos e qualidades, mesmo que ainda surjam comentários maldosos a meu respeito, principalmente quando eles vem daquele pessoal do " fundão ". Bullying é uma doença, e contagia. Eu tenho sido vacinado contra ela há muito tempo. Deste mal eu passo longe. Bem longe. De preferência, por um campo de futebol de diferença.



* História baseada em fatos reais.





Pauta para o Blorkutando - 71º Semana: Bullying Não Tem Graça Nenhuma.






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Só pra constar: um ótimo tema proposto pelo Blorkutando. Vivi isso e sei bem como é. Caso fiquem curiosos, podem perguntar mais, eu sou um exemplo de superação de bullying e não é por falar.
E falando em Blorkutando, acabei de entrar na comunidade pra postar o texto e adivinhem: EU SOU DESTAQUE DO MÊS DE JANEIRO! Quase morri! Podem conferir clicando aqui.

Hoje o texto foi grande, mas foi por uma boa causa. E não vou me demorar por aqui, tenho muitas coisas pra resolver daqui a pouco. Ficarei ausente do blog até domingo, porque a escola onde trabalho iniciará as atividades segunda feira, 8, e eu estou a todo vapor para o início das aulas. Muito trabalho, pouco tempo.

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Algumas considerações:
# Tessália saiu do BBB. Tô arrasado até agora.
# O número de comentários aumentou! Que felicidade!
# Gossip Girl e Malhação estão mais imperdíveis do que nunca!
# Comecei a ler mais jornal. Todo mundo achou péssimo, mas eu adorei a ideia, já que começarei a atuar em um! Isso mesmo! Fui chamado pela minha amiga, Jeanne Cristina, para participar do Jornal da minha escola! Não é demais? Ficarei com a coluna adolescente, coisa que eu entendo muito bem, por sinal.
# Nada de começarem as inscrições pro Tudo de Blog. Não aguento mais esperar! E ainda nem saiu o aviso na revista! Acho que o TDB tá com seus dias contados. Mas não quero acreditar nisso.
# Tô mais perto do meu amor. Uma desgraça com uma foto nos uniu, mas não quero entrar em detalhes. Só pra constar, R., é a sigla da vez. Rs.
# E por fim, tô feliz demais.


É , já chega por hoje.


Beijos, abraços, apertos de mão, saudades, e até a próxima!

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Além da razão

Às vezes, eu me envergonho por ser tão adiantado; desde criança, já enchia o saco dos meus pais dizendo que queria ser escritor. Um pouco mais tarde, meu planejamento sobre o futuro estava pronto: faculdade, computador, diploma, morar sozinho - não necessariamente nesta ordem - . Porém, quem nos dera que nossos amanhãs fossem tão planejáveis e previsíveis deste jeito! Posso até arriscar alguns palpites, mas a certeza que tenho é que mais dia, menos dia, irei encontrar algo que me alegra de verdade. E caso este 'algo' fosse minha alma gêmea, não pensaria duas vezes. Largaria de mão meus projetos de vida e cairia de cabeça neste amor. Acho que os vai-e-vem de uma coisa que você planejou podem lhe deixar na mão quando o assunto é felicidade. É melhor agarrar com unhas e dentes uma oportunidade que ninguém sabe se vai voltar de novo do que investir em uma opção certeira. Porque, convenhamos, a vida tem muito mais graça quando estamos dispostos a nos arriscar por ela. Riscos valem a pena se sabemos fazê-lo valer a pena. Ainda mais com um amor desses, insquecíveis que surgem em nossas vidas e nos levam a lugares tão incríveis que nenhum projeto de vida pode alcançar!




***

Hello, leitores! Tudo bom com vocês?
Tô feliz. Posso me definir assim hoje. E o motivo? Três: primeiro, ganhei em segundo lugar no Blorkutando; segundo, fiquei em segundo lugar no Primeiro Concurso de Avaliação promovido pelo próprio Blorkutando, perdendo por apenas 0,20 pontos para a maravilhosa Janaína Barreto, que é uma excelente blogueira e que é frequentadora do A Pseudociência! Fiquei muito contente com o resultado, vocês nem imaginam! Tudo isso é graças à vocês, que me motivam a escrever e que fazem de meu humilde lugar na blogosfera um espaço de verdade. Obrigado à vocês! E terceiro, minha entrevista no Cosmopolitan Ice foi publicada! Fiquei tão feliz! Vocês podem conferi-la clicando aqui. E não deixem de comentar, hein?

E como meu tempo é pouco hoje, quinta-feira atualizo novamente. Mas antes, fatos básicos: Tessália no paredão, comi estrogonofe de camarão, chamei a atenção de um colunista de um jornal - *CRY - , chegou a temida última semana de férias e eu tô ansioso pra começar GG. Viciei.

E com esse texto megacurto e com esse PS bem chatinho, eu me despeço por aqui.

Beijos, abraços e até a próxima!