De mais amor;
de mais atenção;
de mais tempo;
de mais internet;
de mais coca-cola;
de mais concentração;
de mais vida.
De menos falsidade;
de menos amores;
de menos trabalho;
de menos química;
de menos física;
de menos cansaço;
de menos problemas.
Ser feliz.
Estar feliz.
Viver feliz.
Sentir a felicidade.
Chorar de felicidade.
Gritar de felicidade.
Ganhar paz;
sentir paz;
respirar paz;
chorar paz;
exalar paz;
ser paz;
pensar paz.
De um belo céu azul e de ar puro.
De mais verde, de mais natureza.
De mais sonhos, menos escuro.
De simplicidade, com certeza!
* Texto para o PostIt - 13º Edição - o que você precisa para ser mais simples?
sábado, 19 de setembro de 2009
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Meio-a-meio, por favor
Sempre fui do tipo que ama carne e derivados. Carnívoro assumido. Mas depois de uma visita ao nutricionista, pude perceber o quanto é importante ingerir vegetais. Ok, não é mentira, eu não sou nenhum fã de pepino ou de rúcula; só que não me custou nada colocar uma alface daqui, um tomate dali... É difícil, sim, não adianta negar. Meu instinto 'humano' é bem mais forte que meu instinto 'coelho'. Sem ofensas a quem é vegetariano, claro.
Posso me considerar um ser 'humelho'. Amo comida de origem animal, mas não dispenso uma sopinha de legumes (aliás, quem não gosta?)!
Uma dica eu dou pra quem não é adepto dos legumes e das verduras: crie, concilie pratos que disfarcem o verde. Falo por experiência própria: antes, odiava macarronada por ver aqueles legumes feios boiando por cima. Agora, se me derem até lasanha de alcachofra eu como! Cada um se entende com seu corpo, né? Ou vai, ou racha!
Por isso e muito mais, adoro seu humelho. Saber diversificar na hora de se alimentar é sempre bom, não? E depois ninguém vai ter que levar a bronca que eu levei do nutricionista por não estar me alimentando corretamente!
Posso me considerar um ser 'humelho'. Amo comida de origem animal, mas não dispenso uma sopinha de legumes (aliás, quem não gosta?)!
Uma dica eu dou pra quem não é adepto dos legumes e das verduras: crie, concilie pratos que disfarcem o verde. Falo por experiência própria: antes, odiava macarronada por ver aqueles legumes feios boiando por cima. Agora, se me derem até lasanha de alcachofra eu como! Cada um se entende com seu corpo, né? Ou vai, ou racha!
Por isso e muito mais, adoro seu humelho. Saber diversificar na hora de se alimentar é sempre bom, não? E depois ninguém vai ter que levar a bronca que eu levei do nutricionista por não estar me alimentando corretamente!
domingo, 6 de setembro de 2009
Suspiros do futuro
Confesso que sou um pouquinho adiantado quanto ao meu futuro profissional. Já planejei inúmeros cursos para prestar no vestibular, imaginei tantos horizontes a desvendar... Quando pequeno, meu maior sonho era ser médico (como toda criança tolinha e inocente), pois achava (e acho!) lindo o trabalho deles: ajudar ao próximo. Aí então, eu dei mais uma crescidinha básica e vi que, lidar com sangue, definitivamente não era a minha praia. Então pensei em algo que eu gostasse de fazer naquela época; logo, me veio à cabeça a profissão de químico, porque além de eu me sair superbem na matéria, eu amava aquelas misturebas malucas que a gente fazia na hora prática das aulas, e que sempre resultavam em alguma coisa. Mas (sempre o mas!) chegou o ensino médio e trouxe consigo a química, só que com prótons, nêutrons e elétrons, prontos para embananar minha vida de estudante. Passei a detestar a química. E, no início deste ano, comecei a pensar mais seriamente em que carreira iria seguir. Cheguei a duas conclusões: primeira, é preciso amar seu trabalho, não importa qual seja ele ou quanto ele te paga. E segundo, já diz o ditado: " UNA O ÚTIL AO AGRADÁVEL." Quis encontrar algo que me proporcionasse prazer quando trabalhasse. E por uma estranha coincidência e acaso do destino, comecei a fazer curso de francês. Detalhe: eu tenho uma paixão imensa pela língua francesa desde a qunta série, quando a descobri. Então, estou decidido a prestar vestibular para Letras/Tradutor (Francês-Português e vice-versa), porque eu posso ser tanto professor como tradutor: duas coisas que eu aprendi a amar nessa vida! Tanto que tenho um terceiro objetivo profissional, que conseguiu unir as duas profissões e mais uma oculta, que todo adolescente que ama a literatura já pensou em seguir: a de escritor! Quero ser escritor e publicar um livro em francês!
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Lágrimas, desgostos e adolescentes
Não há nada que me deixe tão triste quanto ver a lágrima escorrendo pelo rosto de um pai ou mãe por seu filho. É uma demonstração de amor. O mais triste é saber que, na maioria das vezes, os culpados são os próprios filhos de fazer os pais chorarem por seus atos. Gente, o que tá acontecendo com esse mundo?! Jovens de até doze anos, MATANDO por vingança! Filhos de pessoas influentes, de classe alta, ROUBANDO por prazer! Adolescentes forjando o próprio sequestro para conseguir dinheiro da família, daquelas pessoas que os fizeram se dar conta do que é ser humano! Um absurdo, uma tremenda besteira!
Ok, deixe-me acalmar os nervos senão vou falar mais do que devo e aí... 1, 2, 3.
A juventude que era para salvar esta geração e dar cor e vidas de verdade às próximas gerações esté se perdendo, aos poucos e aos nossos olhos atentos. Entristece-me saber que cada adolescente que poderia estar planejando sua futura carreira como advogado, dentista ou professor perde seu raro momento como jovem, que ainda está meio 'desligado' da realidade adulta, para praticar atos que não condizem com sua realidade, com o meio em que vivem. Será que não entendem que a vida é uma só e que não há segunda chance?! Todo mundo sabe que a vida é passageira e que deve-se prezá-la mais que tudo. Essa delinquência juvenil nada mais é do que um reflexo do caos em que se encontra o nosso mundo. Desvirtuado, quebradiço, frágil. E que não tem mais em quem descontar suas raivase, infelizmente, os raios e trovões tendem a cair nestas abeças adolescentes, que são as vítimas da história.
Ok, deixe-me acalmar os nervos senão vou falar mais do que devo e aí... 1, 2, 3.
A juventude que era para salvar esta geração e dar cor e vidas de verdade às próximas gerações esté se perdendo, aos poucos e aos nossos olhos atentos. Entristece-me saber que cada adolescente que poderia estar planejando sua futura carreira como advogado, dentista ou professor perde seu raro momento como jovem, que ainda está meio 'desligado' da realidade adulta, para praticar atos que não condizem com sua realidade, com o meio em que vivem. Será que não entendem que a vida é uma só e que não há segunda chance?! Todo mundo sabe que a vida é passageira e que deve-se prezá-la mais que tudo. Essa delinquência juvenil nada mais é do que um reflexo do caos em que se encontra o nosso mundo. Desvirtuado, quebradiço, frágil. E que não tem mais em quem descontar suas raivase, infelizmente, os raios e trovões tendem a cair nestas abeças adolescentes, que são as vítimas da história.
domingo, 30 de agosto de 2009
Ansioso compulsivo
Prova de amanhã: química. Lá está o Tiêgo sofrendo por antecipação mais uma vez, como se já não bastassem as outras trocentas vezes que acabou com suas pobres unhas que não tinham nada a ver (ou tinham, não sei) com sua ansiedade. Ai, meu Deus! O que vai ser desse seu pobre servo que sofre sempre por culpa das malditas provas de amanhã, dos exames de amanhã, das apresentações de amanhã...
Este é mais um dos relatos de um brasileiro que entra para a estatística que só cresce a cada dia: a dos ansiosos. Não há nada que me perturbe tanto quanto minha neura a respeito das provas do dia seguinte, os exames que irão ser realizados no médico, as apresentações no curso de francês. Não entendo como é que pode alguém ser tão ansioso assim! Seja por um futuro próximo, como o maldito do amanhã, ou para um futuro distante, tipo ano que vem; a ânsia por tudo não tem controle. Nem se eu quiser me controlar, porque já é algo tão corriqueiro em minha vida que me acostumei. Tanto que, quando pedem para eu me descrever em uma característica, respondo na lata: ansiedade pura! Afinal, que atire a primeira pedra quem nunca ficou com os nervos à flor da pele antes de uma prova daquelas de arrancar á força cada neurônio seu. Como a prova de química que eu vou ter que fazer amanhã!
Este é mais um dos relatos de um brasileiro que entra para a estatística que só cresce a cada dia: a dos ansiosos. Não há nada que me perturbe tanto quanto minha neura a respeito das provas do dia seguinte, os exames que irão ser realizados no médico, as apresentações no curso de francês. Não entendo como é que pode alguém ser tão ansioso assim! Seja por um futuro próximo, como o maldito do amanhã, ou para um futuro distante, tipo ano que vem; a ânsia por tudo não tem controle. Nem se eu quiser me controlar, porque já é algo tão corriqueiro em minha vida que me acostumei. Tanto que, quando pedem para eu me descrever em uma característica, respondo na lata: ansiedade pura! Afinal, que atire a primeira pedra quem nunca ficou com os nervos à flor da pele antes de uma prova daquelas de arrancar á força cada neurônio seu. Como a prova de química que eu vou ter que fazer amanhã!
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Aicmófobo
- Oh não!
Essa foi a minha reação quando minha mãe chegou do labóratório de diagnósticos com aquele maldito envelope branco que carrega as informações sobre meu estado de saúde. Parado feio uma estátua, não conseguia sem respirar direito.
Eu tenho horror a agulhas ou a qualquer objeto que tenha o mesmo formato!
Só lembro que, depois de a mamãe dizer que eu passaria por mais uma bateria de exames (e mais agulhadas), eu desmaiei. Era o que sempre acontecia. Mas desta vez havia algo de diferente: eu consegui sonhar enquanto estava desfalecido.
Encontrava-me num salão, imenso, e totalmente branco e brilhante. Eu também estava que nem um médico, todo de branco. Caminhei por ali para ver se percebia algum vestígio de presença humana, mas, ao posicionar-me exatamente no meio do salão, abriu-se um buraco aos meus pés e, como um escorregador imenso, parecia que eu deslizava sentado numa cadeira cheia de óleo. Após levar mais alguns segundos ali, com meus gritos que não saíam e meus movimentos paralisados, caí perfeitamente bem (espantado, aterrorizado, assustado...) em cima de uma cadeira de consultório médico. Só meus olhos esbugalhados conseguiam expressar todo o medo que eu estava sentindo e que tomava conta de todos os meus nervos. Sem poder me mexer, observava a situação, encarava-a como se fosse um ritual de magia negra. Um baque surdo na porta que eu não havia percebido indicava a entrada de uma mulher, belíssima, com seu coque impecavelmente preso com um grampo e seu jaleco refulgente na luz fluorescente; ela parecia um anjo. Olhando para mim, ela sorriu e disse, olhando para o relógio prateado no pulso.
- Está na hora.
Ela tirou uma seringa de metal de dentro dos bolsos do jaleco e veio andando até mim. Quando ela tocou a pontinha fina e fria em meu braço direito, meu eu desesperado resolveu juntar todas a suas forças e gritar, muito alto e forte, o que fez a médica recuar e soltar a agulha. Ela despiu o jaleco, tirou uma injeção maior ainda da gaveta branca ao meu lado e, sem dó nem piedade, pressionou a agulha contra meu braço esquerdo.
Na mesma hora, o grito ensurdecedor que eu havia dado no sonho se fez real.
Reunindo todas as minhas forças, consegui murmurar para mim mesmo:
- Foi apenas um sonho.
E desfaleci, novamente, para o desespero de minha mãe, que ainda tinha o envelope branco nas mãos.
Essa foi a minha reação quando minha mãe chegou do labóratório de diagnósticos com aquele maldito envelope branco que carrega as informações sobre meu estado de saúde. Parado feio uma estátua, não conseguia sem respirar direito.
Eu tenho horror a agulhas ou a qualquer objeto que tenha o mesmo formato!
Só lembro que, depois de a mamãe dizer que eu passaria por mais uma bateria de exames (e mais agulhadas), eu desmaiei. Era o que sempre acontecia. Mas desta vez havia algo de diferente: eu consegui sonhar enquanto estava desfalecido.
Encontrava-me num salão, imenso, e totalmente branco e brilhante. Eu também estava que nem um médico, todo de branco. Caminhei por ali para ver se percebia algum vestígio de presença humana, mas, ao posicionar-me exatamente no meio do salão, abriu-se um buraco aos meus pés e, como um escorregador imenso, parecia que eu deslizava sentado numa cadeira cheia de óleo. Após levar mais alguns segundos ali, com meus gritos que não saíam e meus movimentos paralisados, caí perfeitamente bem (espantado, aterrorizado, assustado...) em cima de uma cadeira de consultório médico. Só meus olhos esbugalhados conseguiam expressar todo o medo que eu estava sentindo e que tomava conta de todos os meus nervos. Sem poder me mexer, observava a situação, encarava-a como se fosse um ritual de magia negra. Um baque surdo na porta que eu não havia percebido indicava a entrada de uma mulher, belíssima, com seu coque impecavelmente preso com um grampo e seu jaleco refulgente na luz fluorescente; ela parecia um anjo. Olhando para mim, ela sorriu e disse, olhando para o relógio prateado no pulso.
- Está na hora.
Ela tirou uma seringa de metal de dentro dos bolsos do jaleco e veio andando até mim. Quando ela tocou a pontinha fina e fria em meu braço direito, meu eu desesperado resolveu juntar todas a suas forças e gritar, muito alto e forte, o que fez a médica recuar e soltar a agulha. Ela despiu o jaleco, tirou uma injeção maior ainda da gaveta branca ao meu lado e, sem dó nem piedade, pressionou a agulha contra meu braço esquerdo.
Na mesma hora, o grito ensurdecedor que eu havia dado no sonho se fez real.
Reunindo todas as minhas forças, consegui murmurar para mim mesmo:
- Foi apenas um sonho.
E desfaleci, novamente, para o desespero de minha mãe, que ainda tinha o envelope branco nas mãos.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
O importante é aceitar
Disputar. Vivemos nessa olimpíada das competições a vida inteira, seja por emprego, escola, namorado ou amigos. Se bem que, por mais que queiramos nos desvencilhar de qualquer tipo de competição, é difícil. Parece uma grande peça que nos foi pregada pelo senhor destino. Disputar, por tudo.
Agora, será que é mesmo necessário competir por tudo?
Com certeza não. Às vezes, não há o minimo motivo por isso, mas o instinto humano, a natureza humana, aquela que é capaz de te dominar por inteiro e de te fazer sucumbir á força do desejo dele acaba por ganhar nessas horas. Ser humano, em certas ocasiões, é triste. Existe aquela famosa frase que diz que o importante é competir, que eu levo á sério. E é o que mais me entristece no homem: essa obsessão sem fim pela vitória. Vencer é bom, tá eu sei. Mas saber aceitar quando se esta errado e admitir que perdeu em alguma coisa também não é uma vitória muito grande, não acha,? Pra que viver nessa insistência de ganhar, sendo que o prazer é momentâneo e logo passa? É por causa disso que eu prefiro amargar calado e aceitar a derrota do que competir e frustrar-me, caso competir e não ganhar. Pode parecer piegas da minha parte, mas se você tivesse que escolher entre a rosa vermelha que é linda e frágil e a branca que é simples e forte, qual você escolheria?
Entenderam a situação?!
Disputar na vida é inevitével. Saber aceitar as derrotas na eterna disputa é que são elas!
*Texto bem atrasado para o Blorkutando - 46º Semana: a eterna disputa.
Agora, será que é mesmo necessário competir por tudo?
Com certeza não. Às vezes, não há o minimo motivo por isso, mas o instinto humano, a natureza humana, aquela que é capaz de te dominar por inteiro e de te fazer sucumbir á força do desejo dele acaba por ganhar nessas horas. Ser humano, em certas ocasiões, é triste. Existe aquela famosa frase que diz que o importante é competir, que eu levo á sério. E é o que mais me entristece no homem: essa obsessão sem fim pela vitória. Vencer é bom, tá eu sei. Mas saber aceitar quando se esta errado e admitir que perdeu em alguma coisa também não é uma vitória muito grande, não acha,? Pra que viver nessa insistência de ganhar, sendo que o prazer é momentâneo e logo passa? É por causa disso que eu prefiro amargar calado e aceitar a derrota do que competir e frustrar-me, caso competir e não ganhar. Pode parecer piegas da minha parte, mas se você tivesse que escolher entre a rosa vermelha que é linda e frágil e a branca que é simples e forte, qual você escolheria?
Entenderam a situação?!
Disputar na vida é inevitével. Saber aceitar as derrotas na eterna disputa é que são elas!
*Texto bem atrasado para o Blorkutando - 46º Semana: a eterna disputa.
Alguém como você
Se eu fosse você, provavelmente seria alguém melhor. Ou com certeza eu seria alguém melhor. Se eu tivesse metade do que você tem, seria feliz. Se eu fizesse metade do que você faz, certamente seria canonizado. Ah, se eu tivesse a bondade infinita que você, incrivelmente possui... Eu, se tivesse seu caráter, lançaria minha campanha para presidência da república. Sua inteligência, incrível inteligência, seria capaz de revolucionar as teorias de Einstein e Da Vinci. Se eu pudesse ter toda sua força de vontade e determinação, chegaria até ao mais impossível dos meus sonhos, sem nenhuma dificuldade. Ele é focado no que faz, indistraível (coisa que sou, e muito). Sim, eu sou muito desastrado e queria usufruir da elegância e dos modos corretos que ele tem. Galã, conquistador, sedutor, de sex appeal ao máximo, consegue as garotas mais impossíveis que se possa imaginar, sem mover dois dedos. é o namorado dos sonhos. Qual o cara que nunca quis ser assim? Eu queria. Ele ri, chora, beija, abraça, sente e é humano por verdade. Sem mais delongas, eu lhes apresento uma pessoa que, apesar de eu nunca ter visto ou conhecido, sei muito bem quem é: você, ser Perfeito!
*Pauta bem atrasada para o Post It - Edição nove: Se eu fosse você.
*Pauta bem atrasada para o Post It - Edição nove: Se eu fosse você.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
I hate this internet
"Era uma vez, aquele famoso casal que tinha fama de ser perfeitinho: conto de fadas, sem traições, mentiras e ilusões. Certo dia, o João adicionou em sua lista de amigos num famoso site de relacionamento uma colega de trabalho a quem se referiu como 'querida'. Resultado: a Joana viu, pensou todas aquelas besteiras sobre o João, chorou e terminou tudo, sem querer ouvir a mínima explicação dele."
Quem nunca se deparou com uma história parecida com a do João e a da Joana? Nossa quase sempre aliada internet é a inimiga número um dos casais. Se um amigo (a) te chamou de 'amor', 'querido(a)', ou algum apelido carinhoso desses que amigo tem a mania de nos colocar, o namorado ou a namorada vem e a bronca, logo junto, bem ao lado. Mas o que mais me chateia é o fato das mulheres (sim, das mulheres!) nunca aceitarem as desculpas dos homens. Ok, eu sei que em 99% dos casos (dados cedidos por uma consciência e por uma intuição certeira) os marmanjos saem em desvantagem, mas não custa nada dar uma chance à nos, pobres mortais, de explanar sobre o acontecido.
Está lançada a deixa: até que ponto a internet ajuda na hora do namoro? Do meu ponto de vista, é melhor que as parafernálias internáuticas fiquem de lado quando o assunto é namoro. Não é melhor que haja um contato físico na hora do carinho do que maras palavras escritas por um teclado sem emoção?
Resumindo: internet deve ser evitada, repito, EVITADA, quando houver namoro. Quem quer mais mil briguinhas toscas no currículo amoroso? Vá em frente.
*Texto para o Bee Writer - Na Revista.
Quem nunca se deparou com uma história parecida com a do João e a da Joana? Nossa quase sempre aliada internet é a inimiga número um dos casais. Se um amigo (a) te chamou de 'amor', 'querido(a)', ou algum apelido carinhoso desses que amigo tem a mania de nos colocar, o namorado ou a namorada vem e a bronca, logo junto, bem ao lado. Mas o que mais me chateia é o fato das mulheres (sim, das mulheres!) nunca aceitarem as desculpas dos homens. Ok, eu sei que em 99% dos casos (dados cedidos por uma consciência e por uma intuição certeira) os marmanjos saem em desvantagem, mas não custa nada dar uma chance à nos, pobres mortais, de explanar sobre o acontecido.
Está lançada a deixa: até que ponto a internet ajuda na hora do namoro? Do meu ponto de vista, é melhor que as parafernálias internáuticas fiquem de lado quando o assunto é namoro. Não é melhor que haja um contato físico na hora do carinho do que maras palavras escritas por um teclado sem emoção?
Resumindo: internet deve ser evitada, repito, EVITADA, quando houver namoro. Quem quer mais mil briguinhas toscas no currículo amoroso? Vá em frente.
*Texto para o Bee Writer - Na Revista.
sábado, 8 de agosto de 2009
Salvando a pátria
- Livro: Harry Potter e o Enigma do Príncipe
*As próximas linhas contém spoilers sérios; para quem não leu o livro ou assistiu o filme, passe longe daqui! É uma mudancinha básica no dim do capítulo vinte e sete: A Torre Atingida Pelo Raio.
"Draco Malfoy estava, notoriamente, sem um pingo de coragem para exterminar de vez Alvo Dumbledore e dar a mais completa felicidade aos Comensais da Morte e, principalmente, à Lord Voldemort.
- Ande, Draco! Acabe de uma vez por todas com isso! - gritava o comensal corpulento.
O que Draco e os Comensais não sabiam é que haviam três seres por ali, sem dar a mínima bandeira...
- Severo, não permita que tudo o que menos esperei que acontecesse seja pelas suas mãos...
Dumbledore parecia morto, se não tivesse proferido aquelas palavras a Snape, suplicantes. Harry ficara assustado ao percebê-lo.
Snape, num gesto furioso e impiedoso, tirou Malfoy do caminho e fitou os olhos do diretor, pela primeira vez. O ódio marcado em seus traços fizeram Harry paralisar e tremer de medo, angústia e dor.
Dumbledore suplicou, mais uma vez.
- Por favor, Severo...
Snape posicionou rapidamente a varinha na direção do peito de Dumbledore, dizendo com firmeza e um brilho excepcionalmente malicioso nos olhos:
- Avada...
- Estupefaça!
Um jovem alto, moreno e que aparentemente aparecera ali por acaso evitara aquela tragédia.
- Tiêgo, não!
- Avada Kedavra! - gritou Snape, com os olhos em fúria visível, apontando para Tiêgo.
- Rá, eu não sou tão idiota quanto pareço, Snape - disse o rapaz, triunfante e sedento de justiça.
Rony e Hermione, sem perder tempo, lançaram para cima dos comensais vários feitiços estuporantes e paralisantes. Hermione conseguiu acertar a maioria, enquanto Rony derrubava um comensal baixinho. Não houve tempo deles reagirem, assim como Snape fora prontamente derrubado e petrificado por um Harry Potter em fúria. Controlada a situação, Rony dizia em altos brados para Harry:
- Corra! Aparate com Dumbledore para longe daqui! Rápido!
Harry correu dali com Dumbledore cambaleando ainda sob o efeito da poção, e sumiram naquela imensidão de neve que lhes esperavam dali a alguns metros.
- Vamos correr, Mione! A chave do portal está pronta! Sala de herbologia, em cinco minutos! - disse Tiêgo, ainda eufórico por ter conseguido enfrentar Snape com toda aquela bravura.
Rony ia à frente dos dois, que não tinham muitas forças para correr rápido. Ao chegar no castelo, os três correram para a estufa de herbologia, penetraram aquela multidão que se aglomerava em torno daquela bota murcha e sem valor definido.
- Três, dois, um! - contou Hermione, que, assim como todos, sentiu o puxão no umbigo típico daquele meio de transporte.
Mas, como se tivesse tomado doze poções de euforia, Tiêgo não tocou na chave do portal. Apenas quis ficar para viver, mais uma única vez, aquele mundo fo posível: o mundo da magia.
*Texto para o Blorkutando - 45ª Semana: No seu livro.
*As próximas linhas contém spoilers sérios; para quem não leu o livro ou assistiu o filme, passe longe daqui! É uma mudancinha básica no dim do capítulo vinte e sete: A Torre Atingida Pelo Raio.
"Draco Malfoy estava, notoriamente, sem um pingo de coragem para exterminar de vez Alvo Dumbledore e dar a mais completa felicidade aos Comensais da Morte e, principalmente, à Lord Voldemort.
- Ande, Draco! Acabe de uma vez por todas com isso! - gritava o comensal corpulento.
O que Draco e os Comensais não sabiam é que haviam três seres por ali, sem dar a mínima bandeira...
- Severo, não permita que tudo o que menos esperei que acontecesse seja pelas suas mãos...
Dumbledore parecia morto, se não tivesse proferido aquelas palavras a Snape, suplicantes. Harry ficara assustado ao percebê-lo.
Snape, num gesto furioso e impiedoso, tirou Malfoy do caminho e fitou os olhos do diretor, pela primeira vez. O ódio marcado em seus traços fizeram Harry paralisar e tremer de medo, angústia e dor.
Dumbledore suplicou, mais uma vez.
- Por favor, Severo...
Snape posicionou rapidamente a varinha na direção do peito de Dumbledore, dizendo com firmeza e um brilho excepcionalmente malicioso nos olhos:
- Avada...
- Estupefaça!
Um jovem alto, moreno e que aparentemente aparecera ali por acaso evitara aquela tragédia.
- Tiêgo, não!
- Avada Kedavra! - gritou Snape, com os olhos em fúria visível, apontando para Tiêgo.
- Rá, eu não sou tão idiota quanto pareço, Snape - disse o rapaz, triunfante e sedento de justiça.
Rony e Hermione, sem perder tempo, lançaram para cima dos comensais vários feitiços estuporantes e paralisantes. Hermione conseguiu acertar a maioria, enquanto Rony derrubava um comensal baixinho. Não houve tempo deles reagirem, assim como Snape fora prontamente derrubado e petrificado por um Harry Potter em fúria. Controlada a situação, Rony dizia em altos brados para Harry:
- Corra! Aparate com Dumbledore para longe daqui! Rápido!
Harry correu dali com Dumbledore cambaleando ainda sob o efeito da poção, e sumiram naquela imensidão de neve que lhes esperavam dali a alguns metros.
- Vamos correr, Mione! A chave do portal está pronta! Sala de herbologia, em cinco minutos! - disse Tiêgo, ainda eufórico por ter conseguido enfrentar Snape com toda aquela bravura.
Rony ia à frente dos dois, que não tinham muitas forças para correr rápido. Ao chegar no castelo, os três correram para a estufa de herbologia, penetraram aquela multidão que se aglomerava em torno daquela bota murcha e sem valor definido.
- Três, dois, um! - contou Hermione, que, assim como todos, sentiu o puxão no umbigo típico daquele meio de transporte.
Mas, como se tivesse tomado doze poções de euforia, Tiêgo não tocou na chave do portal. Apenas quis ficar para viver, mais uma única vez, aquele mundo fo posível: o mundo da magia.
*Texto para o Blorkutando - 45ª Semana: No seu livro.
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