quarta-feira, 27 de julho de 2011

Pseudopsicologia #02

Oi, lindos! Todos na base do arraso?
Semana retrasada, para quem ainda não viu, estreei um quadro novo no blog, o “Pseudopsicologia”, onde ajudo um leitor com algum problema, aflição ou complexo existencial. Para minha surpresa, não demorou muito para que surgissem e-mails de lindos querendo muito um conselho por não terem com quem contar. Então se segura na frente do PC, aguenta a linda da amiga da K. (que enviou o e-mail que publiquei na edição um do quadro) falando da sua angústia e VEM COMIGO!

Leitora linda says: “Oi, Tiêgoooo! Tudo bem com você? Espero que sim, porque comigo não tá nada bem :/ Aaah, sou amiga da K. que enviou o e-mail publicado na edição 1 do seu novo quadro, adorei! Ela me falou maravilhas de você e fiquei louca pra saber se você poderia me ajudar! Por isso que resolvi escrever pra você. Bem, Ti, é o seguinte: traí meu namorado. Juro que não foi por intenção, aconteceu totalmente sem querer! O pior disso tudo é que eu poderia ter feito isso com qualquer pessoa, mas aconteceu justo com o melhor amigo dele, o T.! O T. tá ameaçando contar tudo pro B., meu namorado, se eu não assumir logo minha relação com ele – sendo que não tem relação nenhuma! Tô com um pressentimento horrível de que o B. vai terminar comigo na mesma hora se souber da traição. Tô com muito medo, essa situação tá me deixando louca! Me dá um bom conselho, Tiiiiii?”

O Pseudopsicólogo says: “M., querida, sua situação tá complicada. Mas lembre-se de que a corda sempre arrebenta do lado mais frágil e fraco, pra mim, é aquele que faz chantagem por puro egoísmo. O T. é um tremendo de um panaca! Se ele ao menos gostasse de você de verdade, encararia o problema de frente e ao seu lado. Anyway, não tenha dúvidas de que pecou feio pegando esse cara aí; mas vai pecar ainda mais se deixá-lo contar para seu namorado. É você quem vai dar um basta nessa história e é você quem vai mostrar pra esse babaca que sucumbir à chantagem é para perebentos, não para divas. Você vai sim colocar seu namoro em risco, porém analise, linda. Continuar enganando o boy com a ocultação da mentira vai acabar fazendo você cortar os pulsos com o peso na consciência. E você ainda vai se livrar do T., de quebra, se abrir o jogo com o B. Pior que traição é trair e persistir nesse ato com mais mentiras. E mais: você pode fazer a perigosa e jogar a culpa toda pra cima do T., já que você mesma me disse que a ficada foi “sem querer”. Sendo bem sincero, eu teria coragem de perdoar uma traição. Agora duas de uma vez só… Preciso lhe dizer que você tem uma chance muito grande de sair sem seu namorado desse bapho. Portanto, avalie bem. A sinceridade é sua aliada e antes a verdade da sua boca que pela boca dos outros. E pra ontem, CORRE daqui e vai treinar seu discurso na frente do espelho porque sinto que você vai necessitar de preparo, rs. Arrase, amiga, e boa sorte!”

Tá com alguma coisa te inquietando? Tá com essa coisa sem poder contar pra ninguém de carne e osso e que só te diga “vai dar tudo certo”? Desabapha comigo, colega, que conversando a gente pode dar um jeito! Mande um e-mail para tiegoramon@gmail.com e aguarde o meu contato. Quem sabe você não para aqui no blog pra galera também te ajudar nos comentários? Até a próxima!

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Uma consideração: VEM, UNIVERSIDADE!

Eu confesso que tinha a pretensão de escrever um texto imenso, falando das minhas expectativas pro início das aulas na universidade, mas eu sei que vocês iam me tacar pedras porque semana passada eu já tinha vindo com um post todo medroso falando do medo que essa sensação de novidade, terreno desconhecido, me causa. Então, para não deixar vocês saturados de postagens imensas e que eu sei que ninguém lê tudo, deixem-me dividir com vocês um momentinho só de excitação que tive no sábado, em apenas um print (e alguns comentários, rs):

 

UNIFAP 2011.2 MATÉRIAS

 

O-M-G.

Isso foi tipos, alôr Tiêgo, acorde pra realidade que semana que vem começa a faculdade (ok, rimou sem que eu quisesse)! E gente, pelamor, nunca estive tão ansioso na vida. E essas matérias???? Fiquei com cara de Smiley surpreso Cadê Língua Portuguesa? Cadê Literatura? Cadê História e Geografia? E sim, a ficha caiu: vou pra universidade. Me fiz de bocó pra vocês me acordarem pra vida nos comentários, rs. Tô mega-ansioso pra estudar Língua Latina I! E o que dizer de Introdução aos Estudos Linguísticos? JÁ PODE ACELERAR O TEMPO? E já pode pular Teoria da Literatura I da minha vida porque tenho uma certa ~~implicância~~ com teorias, seja lá do que for. E eu gosto de Literatura, mas não é o amor que eu tenho pela Língua Portuguesa e Francesa… Enfim, bora ver como proceder. E Leitura e Produção de Texto I, só Jesus salva a minha euforia pra cursar essa linda. Ainda bem que vou ter mais dela pela frente! E eu nem preciso me dizer que me senti o máximo quando vi aquele MATRICULADO todo bonitinho, né? Putz, só faltei ter um troço quando vi essas disciplinas, meu nome ali, ALUNO… Meu coração tá que não se aguenta mais. E isso é só o começo, aguardem outros 93827873928732 posts sobre a faculdade porque né, ainda tenho cinco anos pela frente. Torçam por mim desde já!

 

Do seu escritor-aspirante,

Tiêgo R. Alencar

PS: FELIZ DIA DO ESCRITOR PRA QUEM ARRASA QUE NEM EU! Beaj!

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Sobre a saudade que bate - e fica

"Mãe,

Ô, mãe! Você não faz ideia do quanto estou sentindo a sua falta! Espero que esteja tudo bem por aí! Conte-me tudo e não esconda nada! Enquanto aguardo ansioso pela resposta, conto-lhe um pouco sobre minha vida neste lugar tão diferente e distante de onde sempre vivi.

A França é linda, mãe! A todos os lugares que vou, não me canso de me surpreender. É uma região tão deliciosa e mágica de se viver que a cada vez que acordo é como se entrasse num sonho ao invés de sair dele. E você sabe mais do que ninguém o quanto eu imaginei estar aqui. Ainda por cima, trabalhando com as coisas que mais amo nessa vida! Meus livros estão sendo um sucesso de crítica e vendas e eu tenho viajado bastante divulgando-os, em vários lugares, de escola a teatros. Meus alunos tem tornado as aulas bem interessantes inserindo no contexto dos meus livros, questões de gramática e produção textual. Incrível, simplesmente incrível! Mas como nem tudo são rosas, não é, mãe, preciso confessar uma coisinha: sinto falta do tempero do Brasil! Em todos os sentidos, diga-se de passagem. Parece que aqui em Paris as pessoas são tão duras, tão frias… Já devia ter me habituado, eu sei, depois desses dois meses depois de terras canarinhas; porém, é mais difícil do que eu pensava. Adentrar aquele apartamento e ver que eu não vou encontrar seus carinhos de sempre, os resmungos do papai, as brigas bobas dos meuus irmãos… Sinto falta de tudo isso. Tudo. Nunca pensei que fosse tão complicado não lembrar de sentir falta. Fico bem ocupado de segunda a sexta, mas é só parar para descansar que me recordo de vocês todos. Ah, a senhora sabe que eu sou todo bobo quando fico longe por muito tempo de casa…

Enfim, minha rainha, saiba que estou bem e completamente realizado com tudo o que venho conquistado por aqui e por apostar, não esquecerei de nenhum de vocês um momento sequer. Parte do que eu consegui aqui devo à você, mãe, por ser minha principal incentivadora e por nunca me deixar desistir dos meus sonhos. Obrigado, mesmo! Agora tenho que ir! Daqui a pouco tenhho duas aulas para lecionar e uuma sessão de autógrafos para comparecer!

 

Afetuosa  - e saudosamente,

Tiêgo.”

Pauta para o Blorkutando – 147ª Semana: Cartas #02

 

***

Oi, lindos! Todos bem? Todos felizes da vida porque o final de semana chegou pra podermos pirar na balada e na bebedeira cazamiga? rssssss

Ultimamente tenho estado bem cheio de coisas pra fazer. E a partir de semana que vem, minha vida vai ficar bem complicada, começar os preparativos da volta às aulas no meu trabalho. Fora os acontecimentos que citei no post anterior que mudarão montes de coisas na minha vida. Tô ansioso, tô nervoso, tô quase dando piti aqui de tanta apreensão. Tanto que voei no post, né? hahahaha, ignorem, vou fantasiar o máximo que eu puder porque se ficar com os pés e a imaginação fincados na realidade, tá puxado. Vou aguentar não.

Ah, e bapho pra vocês: CORRRÃO NOW PRA VER AS PÁGINAS NOVAS E AS VELHAS RENOVADAS DO BLOG! É só olhar ali pra cima e clicar na que EM TODAS. Digam-me o que acham que eu vou amar saber s2 Ainda tô verificando se vou manter esse layout ou não, então relevem toda e qualquer desorganização for here, rs.

E uma última observação: tem post novo meu lá no O Quanto Quiser! Quero ver meus lindos indo me ler lá também, hein? Até a próxima!

Do seu escritor-aspirante,

Tiêgo R. Alencar

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Anseio, medo, receio…

Nas próximas duas semanas, viverei emoções completamente diferentes, porém não menos marcantes: participarei de um encontro de jovens de uma igreja evangélica/protestante (i’m católico, só pra constar nos autos) e começarei de verdade a estudar na universidade. Não posso descrever a ansiedade para ambos os eventos, tampouco as expectativas para cada um deles. Mas preciso confessar: rola um certo medo de com o quê eu vou ter que lidar. Já passei por isso outras vezes, mas parece que a cada próxima vez, vivo tudo em tripla intensidade do que na vez anterior. É complicado.

Não sei se já aconteceu com vocês, porém comigo é sempre assim: o medo do novo me cega. Eu quero enxergar o lado bom daquilo que virá e só me vejo no meio de um bando de estranhos, sendo apontado e rejeitado pelos demais. Isso tudo me faz sentir tão despreparado e desconfortável nessas horas que chego a pensar bem antes de enfrentar o que vier pela frente. Insegurança? Receio? Talvez, quem sabe. O que eu não sei é como lidar com isso. Eu confio em mim, sei que tenho capacidade de lutar e vencer, mas aí vem aquilo que até então para mim era abstrato. E com ele, sua enxurrada de coisas assustadoras e amedrontadoras, simplesmente extinguindo toda e qualquer esperança que eu tenha de me dar bem naquele novo obstáculo a enfrentar.

Penso eu que isso deva ter algo a ver com tudo o que minha pessoa física demonstra ser. Ser o que não é. Qualquer um que me vê, que vê um monstro desse tamanho, não imagina que ele possa ter medos tão bobos ou comuns quanto os de qualquer outra pessoa. E eu, por passar essa impressão, tento mantê-la – mesmo sabendo que o certo mesmo seria dizer “oi, eu pareço ser um ogro mas eu tenho medo de sapos” ou algo assim. O que acontece me faz cair em contradição: me sinto ainda mais em pânico de acontecimentos importantes em minha vida. É como se alguém passasse uma borracha na minha confiança que tenho em mim. Nem eu consigo compreender o que se passa comigo.

Agora só me resta torcer para que dê tudo certo e para que eu possa controlar o medo e o nervosismo pré-encotro e pré-início de universidade, porque acho que só o tempo para me ajudar nesse “probleminha”. Ainda bem que essa história tem um lado bom: nasci com um certo dom para a comunicação. Aí quando chego nesses lugares, depois de morrer de medo no começo, trato logo de ir me enturmando. Porque eu posso morrer de medo de alguma coisa, mas solitário, ah, essa é uma palavra que eu já risquei há muito do meu vocabulário.

 

***

Oi, lindos!

Pois é, eu sei que vocês estavam esperando um post bem alegrinho e legal meu falando sobre o dia do amigo e bububu, mas do jeito que eu tô, ia acabar saindo umas boas verdades sobre o que eu acho de amizade e tudo e o negócio não ia prestar. Então resolvi expôr meu lado mais frágil pra vocês, que é bem melhor do que o meu lado ácido, diga-se de passagem. Falta pouco tempo para que a minha vida mude de cabeça pra baixo e eu tenho medo disso sim, não vou negar. Enfim, vocês podem achar meio bocó e infantil da minha parte, mas eu não tenho culpa de ser quem sou né ENTÃO.
Então, lindos, o que acharam do layout novo? Ficou bão? Ficou clean demais? Ficou nada a ver comigo demais? Podem se soltar nos comentários que eu tô bem aqui pra isso. E i’m sorry se eu não sei mexer com HTML, foi o máximo que eu pude fazer pra marcar esse novo período do A Pseudociência. Enfim, não sou muito de ligar pra aparências, gosto mesmo é de prestar atenção no conteúdo, caso não tenham prestado atenção, risos.
Enfim, creio que seja isso. Daqui a pouquinho estarei postando as páginas novas e reformuladas do blog e aí sim vocês terão o A Pseudociência novinho em folha! E muito obrigado mesmo, galera, pelo apoio incondicional que me dão por aqui! Vocês são incríveis!

Do seu escritor-aspirante,

Tiêgo R. Alencar

domingo, 17 de julho de 2011

Feliz aniversário, A Pseudociência!

17 de julho de 2009. Eu tinha quinze anos e muita coisa pra falar, muita coisa mesmo. Havia medos, anseios, aventuras e histórias fictícias para contas, mas ninguém estava disposto a me ouvir. Confesso que eu tinha (tenho!) diário, mas ele não me diria o que achava dos meus sentimentos. Então, tentando mais uma vez numa plataforma totalmente diferente, resolvi criar um blog. Bem no auge da ondinha deles naquela época. Não quis, obviamente, seguir padrões e escrevi o que me dava na telha desde o princípio. Não foi fácil, admito. Vendo tantos outros blogs legais, bonitos, bem visitados e comentados, quis muito chegar lá rápido. Só que não era (é!) bem assim não. Tive que ralar pra manter o A Pseudociência. Eu não tinha computador em casa e sempre que podia, ia à lan houses. E se vocês pensam que eu me envergonho disso, estão bem enganados. Nesse tempão em que “morei” em lan houses, vi blogs cujos blogueiros tinham muito mais condições do que eu fracassarem. Minha ascensão na blogosfera foi lenta, bem devagar. Aos poucos, foram surgindo os comentários, os elogios, as indicações… Enquanto isso ia acontecendo, eu amadurecia e junto comigo, meu modo de escrever. Meus leitores perceberam isso e a cada postagem nova, eles pareciam gostar ainda mais. A sensação que isso me causou foi tão boa mas tão boa que eu não conseguia mais parar. Eu precisava escrever. Era uma necessidade, como beber água. Logo, eu já tinha esquecido completamente que queria seguidores, comentários e visitas. Eu queria mesmo era escrever, para me sentir completo. Feliz. E é o que eu venho fazendo desde então: escrevendo aquilo que eu gosto, que eu desejo. E para minha sorte, vocês acabam gostando! Mais do que a mim, devo muito de todas as vitórias do A Pseudociência no Blorkutando ou em outros projetos a vocês, que nunca me deixaram desistir desse blog que tanto me faz sorrir e que tanto me deixa aliviado após alguma postagem, seja sobre mim, seja sobre qualquer outra coisa. Hoje, no aniversário do blog de dois anos, continuo comprometido com vocês. Comprometido a escrever sempre que puder, a escrever quando eu me sentir bem, quando eu me sentir mal. E ao A Pseudociência, esse lindo, que tanto me deu felicidades nesses dois anos, o meu maior e mais sincero muito obrigado, por abrigar meus pensamentos e palavras como ninguém e por ser meu melhor amigo nas horas em que eu mais precisei. Hoje o dia é todo seu, meu querido! Vamos continuar arrasando juntos por muitos e muitos anos e espero que você continue contribuindo tanto para a minha vida como contribuiu esse tempo todo de parceria. Parabéns!

PS: eu não poderia deixar de citar algumas pessoas muito importantes pra mim e que chegaram até mim por intermédio do A Pseudociência (sim, até isso ele fez! Não é perfeito?). Meu OBRIGADÍSSIMO àos queridíssimos Jeniffer Yara, Júnior Batista, Bia Tomaz, Erica Ferro, James Pimentel, Vanessa Bittencourt, Tayane Scott, Yasmin Kuhnert, Natália Pereira e Vagner de Alencar, por me apoiarem e serem tão legais comigo, tanto no blog quanto fora dele. Vocês arrasam!

PS²: vou ficar devendo as páginas novas pra vocês, mas prometo que ainda essa semana coloco em prática todas as que planejei! Por enquanto, é só o layout!

sábado, 16 de julho de 2011

Pseudopsicologia #01

Como vocês já estão sabendo, lindos, amanhã é o aniversário de dois anos do A Pseudociência e vamos ter mudanças gerais por aqui. E como eu sou insuportavelmente ansioso (deveria inaugurar o “pseudopsicologia” só segunda-feira), vou estrear hoje uma nova seção no blog chamada “Pseudopsicologia”, onde eu ajudo um lindo ou uma linda com problemas pessoais enviados via e-mail. Depois do post de quinta-feira (no qual eu inclusive eu havia dado uma dica básica sobre essa seção nova, reparem), recebi alguns e-mails pedindo ajuda e confesso, não imaginava que fossem me procurar tão rápido assim. Mas enfim, já que ligaram para isso, pensei bem e decidi postar hoje meu primeiro uso da pseudopsicologia com alguém! Prepara o coração e a revolta, se acomoda na frente do PC e vem comigo!

PSEUDOPSICOLOGIA

Leitora linda says: “Oi, Ti, tudo bem? Já leio seu blog há muito tempo e gosto muito dos seus textos, mais ainda quando eles me fazem rir. Parabéns, tanto pra você quanto para seus textos! Agora sim, deixa eu te falar: você disse no seu post de ontem que seus leitores poderiam mandar um e-mail com alguma aflição e é o que eu estou sentindo. Há mais ou menos terminei com meu namorado porque me traiu com uma amiga  e pra completar, toda a escola soube disso antes de mim. Não falo mais com a menina e depois que terminei com ele, nunca mais quis papo com o panaca. Só que semana passada a garota que era minha amiga apareceu de mãos dadas com ele no shopping onde eu estava com umas amigas e eu impulsivamente fiquei bem chateada, com ciúmes. Acho que ele percebeu, porque na mesma noite recebi um SMS dele implorando para que eu o ouvisse, que eu tinha que ouvi-lo e tudo porque ele ainda me amava. O pior disso tudo é que eu quero muito falar com ele, mesmo com muito ódio pelo o que ele fez. E agora, Ti? O que eu faço? Tô com medo de perdoar e esse safado tornar a fazer isso comigo! Help!”

    O Pseudocientista says: “Ok, K., vamos avaliar seu problema por partes: em primeiro lugar, você ainda gosta e pode até ser que ainda ame esse rapaz, mas ele te feriu, querida. Eu sei que é complicado esquecer forçadamente um amor tão forte; porém, você já parou pra pensar em arrasar nas saídas com suas amigas para lugares onde você sabe que ele não vai? Além de conhecer novos ambientes, pode ser que role de você conhecer outros caras mais legais e menos otários do que esse seu ex. E outra, já se desfez de tudo que lembrasse o boy, né? Então, com isso vem o que eu ia dizer em segundo lugar: não se deixe levar por algo que você sabe que não será legal. Esse SMS que ele enviou pra você te balançou? Balançou. Você quer ouvi-lo? Sim. Mas não adianta, por mais que você queira, não vai esquecer o erro dele. Pelo menos não enquanto a garota estiver viva e no seu caminho. E falando nela, você viu que mesmo com tudo o que aconteceu, ele fez a fila andar justamente com essa pirenta falsa?! Quer prova maior do que essa de que ele não presta? Você é diva, é uma linda e arrasa! Não fique insistindo no erro não, musa. Tem tanto guri legal nesse mundo! E babacas como esse seu ex não merecem sua moral. Perdoe o que tiver pra perdoar, coloque tudo em panos limpos com ele mas não caia em tentação. Se você for do babado, vai arrumar um boy magia daqueles, fingir que é seu namorado e sambar na cara dele e da pentelha toda cheia de pose porque a vida é assim, amiga: tem que arrasar usando de todas as armas possíveis e impossíveis pra ficar relax consigo mesma. E não tenha vergonha não, coragem e arrase!”

Gostaram? Não gostaram? Comentem e sejam felizes, lindos! E lembrem-se: qualquer problema, qualquer aflição ou medo de um psicopata de perseguindo por causa dos seus novos Loubotins, conta pra mim no tiegoramon@gmail.com que a gente dá um jeito e resolve! Até a próxima!

Do seu escritor-aspirante,

Tiêgo R. Alencar

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Blame it on the… alcohol?!

Sendo bem sincero, à princípio de conversa, eu sinto sim vontade de ingerir bebida alcoólica. Não só porque toda a galera da minha idade bebe, não. É pela famosa e traiçoeira ânsia de experimentar. Experimentar coisas novas, sensações novas, experimentar o efeito da embriaguez, experimentar sair de mim sem me dar conta disso. Eu tenho consciência de que muitas vezes é um caminho sem volta, daqueles que podem ser bem tortuosos. Mas infelizmente a gente não controla os desejos – mesmo que eles impliquem num belo box porre + ressaca no dia seguinte.

Ok, já confessei minha vontade de bebida, agora vamos para o outro lado da história: consumir álcool sem a menor prudência – e eu dou ênfase aos adolescentes. Não sei se já aconteceu com vocês, mas eu já cansei de ajudar amigos e amigas  em porres épicos, com direito a espetáculo e tudo no meio de festas e reuniões. E eu não sei se me orgulho disso ou não. Acredito que não seja muito certa a presença constante de amigos e/ou conhecidos nesses momentos trágicos e a chance de você ser ajudado por um desconhecido é cada vez menor. Não existe nada melhor do que a precaução, não só nos casos críticos de bebedeira como para tudo em que fazemos nessa vida. Não consigo entender porque é tão complicado saber a hora de parar com as entornadas e eu tenho certeza que o fato de nunca ter bebido pra valer não influencia em nada nisso. A gente não sente quando o corpo começa a avisar quando o perigo está cada vez mais próximo? Por que seria diferente com o álcool?

Vai aí um aviso para a galera irresponsável com a bebida: se vocês não sabem onde estão se metendo, não se metam. Acho que já basta de os telejornais noticiarem praticamente todo dia acidentes de carro com jovens embriagados, adolescentes morrendo por conta da dependência alcoólica e “crianças” amadurecendo cedo e aprendendo a beber cada vez mais cedo. E antes que alguém me lembre, eu não esqueci que é preciso ser maior de idade pra beber. Mas não vou entrar em detalhes porque a gente está falando da realidade – e eu não me lembro de a realidade costumar seguir regras…

A chave para a solução dos problemas desse povo com o álcool está no diálogo com os pais, na busca de informações e muito treino de autocontrole. Porque afinal, brindar por alguém vira mero coadjuvante quando esse brinde começa a fluir quente (ou gelado?) no organismo. E eu posso garantir, assim como todos vocÊs podem: as consequências desse descontrole são desagradáveis. Bem desagradáveis.

 

PS: Titulo baseado no episódio 14 da segunda temporada de Glee, de mesmo nome.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Bota a cabecinha no meu ombro e chora…

Tem horas que a gente não quer saber de papo: o mundo está caindo sobre nossas costas, o chão está prestes a ceder e você não tem com quem contar. Esses dias de cão só faltam nos destruir por completo. Agora, uma pergunta: o que você faz quando esses complexos demoram a passar? Se tranca no quarto e esperneia amaldiçoando o mundo pela sua falta de sorte? Grita? Sai brigando com todo mundo que vê pela frente? Come bombas calóricas sem medo do dia seguinte? Sei não se alguma das opções que sugeri serve para a resposta de cada um, mas de uma coisa eu sei: desabafar é uma bela válvula de escape pra essas horas.

Quando eu era um pouquinho mais novo (já me sinto um tio falando assim, mas enfim) e tinha esses complexos de “meu pai do céu me salva desse inferno”, costumava pegar o espelhão do armário que tinha no meu quarto e conversava, horas e horas com meu reflexo – quem sabe ele poderia me entender? Só que naquele tempo eu realmente não possuía amigos para falar assim, abertamente. O máximo que eu poderia ter das minhas amizades eram convites para jogar vôlei na rua da minha casa ou então brincar de pique-esconde. Durante um bom tempo, o espelho foi meu melhor amigo. E antes que alguém me pergunte, eu não me sentia um panaca por estar falando comigo mesmo, não. Inclusive isso me ajudou diversas vezes! Entretanto, com o passar do tempo, fui amadurecendo e descobrindo que existia muito mais gente com os mesminhos problemas que eu e melhor, dispostos a explaná-los para alguém. Era o que eu precisava para começar a discutir meus sentimentos com outras pessoas. E assim foi acontecendo; os amigos que eu fazia tinham seus complexos, desabafavam comigo e viceversa. Era uma espécie de terapia: eu tinha necessidade de falar tanto quanto de ouvir alguém. Eu sempre notei que é mais fácil as pessoas se abrirem comigo do que eu com elas, mas não que isso afetasse algo no momento das conversas que tínhamos. De tanto escutar problemas e mais problemas e dar conselhos e mais conselhos, já ouvi milhares de vezes que deveria cursar psicologia. Principalmente porque eu me entendia e me aceitava do mesmo jeito que meus amigos aceitavam e entendiam. Bem, eu nunca pensei nessa carreira, mas vamos ver mais tarde se a voz da galera tinha alguma razão.

Se desabafar com alguém for muito complicado pra você, faça como eu: pegue um espelho, tranque a porta do quarto e seja feliz conversando consigo mesmo. É a melhor maneira que temos de nos conhecer melhor e de aceitar quem somos melhor. Porque afinal de contas, para ouvir e falar com o próximo, você precisa estar resoluto consigo mesmo. E isso, caros amigos, só se consegue tendo muitas e longas conversas internas – ou seja, pegue seu espelho e comece já a praticar.

 

Pauta para o Blorkutando – 146ª Semana : Pauta Livre #02 

 

[PS: tá angustiado? Tem alguma coisa te afligindo a ponto de tirar sua concentração e pior, não tem ninguém com quem falar sobre? Não, não ligue pro disque-oração, me mande um e-mail-desabafo para tiegoramon@gmail.com que eu te ajudo conforme eu puder. Não precisa se identificar e eu garanto que vai fazer você se sentir bem melhor.]

quarta-feira, 13 de julho de 2011

#TOPFIVE 4: Séries baphônicas!

Como sempre, depois de um tempo considerável eu volto com um #TopFive baphônico pra vocês! E dessa vez, com um assunto que todo mundo adora: SERIADOS! Há algumas semanas, decidi assistir mais algumas para completar meu ranking das cinco + e enfim consegui em veredicto final sobre minhas séries favoritas! Espero que vocês curtam tanto quanto eu mais uma seleção daquelas especialmente pra vocês, lindos! Desapega do controle da TV, corre pra cá e se joga que é lucro!

 

- True Blood (indicação da maravilhosa Yasmin, do Heute Und Immer)

A série tão comentada e assistida do momento tinha que vir parar aqui no meu #TopFive! Assisti ao episódio piloto na semana passada e nem preciso dizer que larguei de mão dos meus medos de coisas de terror por causa da paixão platônica pelos vampiros misteriosos da pacata Bontemps, cidade fictícia onde se passa a série que é baseada assim como outras séries de sucesso em uma série de livros chamada The Soutern Vampire Mysteries, de Charlaine Harris. A história, longe de ser um romance meloso que nem o de Crepúsculo (falo mesmo, beaj), fala da existência (ou co-existência) de vampiros na tal Bontemps. Sookie Stackhouse (Anna Paquin), uma garçonete telepata, se apaixona pelo vampiro misterioso (e lindo, OMG) Bill Compton (Stephen Moyer), assim que ele entra pela primeira vez na lanchonete onde ela trabalha. Ah, e esqueci de dizer: no período em que se passa a série, os vampiros já são tipo, cidadãos normais, que inclusive buscam pelos seus direitos (como vemos nas primeiras cenas). O sangue humano necessário à sobrevivência deles é basicamente trocado por um tal de Tru Blood, uma espécie de sangue sintético criado por algum desocupado que não tinha o que fazer AKA JAPONESES – aí vocês já tem uma ideia do porquê a série se chama True Blood. Com um elenco maravilhoso (e bote maravilhoso nisso, gente, porque eu mal vi o piloto e o segundo episódio da primeira temporada mas já dei uma morrida com os boy magia VEMK Sam Merlotte e Jason Stackhouse ~~google now~~) e muito suspense misturado com aquela pitada de romance sobrenatural que adoramos, True Blood acabou me seduzindo, assim como aposto que você também vai amar. Só fiquei com medinho da abertura, rs.

Gênero: suspense, romance, drama, fantasia, terror
Atual temporada: 4ª
Duração de cada episódio (média): 50min
Classificação Indicativa: 18 anos (sim, se prepare pro sexo explícito)
Ano de criação: 2008
Criador: Alan Ball
Onde eu clico pra baixar o episódio piloto: no Filesonic 

 

- Glee

Música boa, atores bons, história boa e um enredo de deixar qualquer um preso do início ao fim. Glee foi minha maior descoberta “seriática” desse ano, sem sombra de dúvidas. Ano passado, um amigo havia me passado várias músicas da série e eu ouvia, completamente apaixonado e esperando o dia em que ia poder ver as performances de cada uma daquelas canções. Pois bem, neste ano, com uma internet só minha, muitas noites de insônia e meu notebook, consegui baixar todas as temporadas, sem me arrepender de ter perdido o sono por nenhum capítulo. A série foca na tentativa (sucedida?) do professor Will Schuester (Matthew Morrison, magia) de recuperar o clube do coral do colégio McKinley que teve seus momentos de glória quando ele participava do mesmo. Após convocar quem tivesse intesse em participar do Glee Club, gente de todos os tipos pisou no auditório para as audições (leia-se todos os clichês da escola), desde a gordinha que rouba a cena com sua voz até o gay do colégio. No início, com um pequeno grupo, eles tentam se organizar, sem sucesso. Depois, com a chegada de mais e mais membros, o New Directions (nome do coral) acaba deslanchando. E arrasando com meu coração. Músicas atuais, músicas velhas, não importa: na voz desses lindos tudo fica incrível. Na hora das performances, até esqueço da chatice inegável da Rachel (Lea Michele), do mala sem alça do Finn (Cory Monteith) e dos ataques do Kurt (Chris Colfer). Eu simplesmente me viciei em Glee. Quero apostar como você também não vai se render a tudo que a série oferece: além da música, temos a discussão de vários temas ótimos de serem tratados, como sexualidade, bullying e até mesmo religião. Ou seja, você, com uma série só, leva isso e muito mais. Mal vejo a hora da próxima temporada estrear logo! Vem, gente!

Gênero: drama, romance, comédia, musical
Atual temporada: 3ª (estreia em setembro)
Duração de cada episódio (média): 40min
Classificação Indicativa: 14 anos
Ano de criação: 2009
Criador: Ryan Murphy, Brad Falchuk e Ian Brennan
Onde eu clico pra baixar o episódio piloto: no Fileserve

 

- Gossip Girl

Baseada na série de livros de (muito) sucesso de Cecily von Ziegesar (musa S2), Gossip Girl é aquele tipo de série que você julga pela aparência. Já vi vários amigos falando que é série pra gay, que é isso, que é aquilo e que no final das contas não resistiu às intrigas, fofocas e ryquezza da elite de Manhattan. Se você leu os livros e ainda não viu a série, pode ir se preparando porque o bapho não é igual. Mudam algumas coisinhas, mas tudo pra melhor. Os papéis caíram como uma luva para cada um dos intérpretes dos personagens. E juro, você vai se apaixonar até pelas maldades praticadas com louvor e phinesse pela Blair Waldorf (Leighton Meester) contra todos, inclusive sua melhor amiga Serena van der Woodsen (Blake Lively). E pra você safadinha que já tá pensando nos boys, tem pra tudo que é gosto: tem o nerd lindo e pobre – Daniel Humphrey (Penn Badgley) –, tem o tarado – Chuck Bass (Ed Westwick) –, tem o otário lindo de morrer – Nate Archibald (Chace Crawford) –, tem o gay – que é meu, larguem mão! Tô escrevendo só pra constar, procurem mais detalhes no google, morro de ciúmes do Eric (Connor Paolo) – e tem até o tiozão que todos querem, Rufus Humphrey (Matthew Settle). Podem se jogar sem medo de sonhar, lindas! A série vale super a pena e não só pelos boys megafazíveis, mas por todo o enredo: acontece da rica pegar o pobre, da bee sair do armário sem querer, fofoca atrás de fofoca, muita gente interessante e os figurinos de babar litros e de se cortar de inveja por nunca ter ~~condissoens~~ de comprar. Vai resistir?

Gênero: drama, romance, comédia
Atual temporada: 5ª (estreia em setembro)
Duração de cada episódio (média): 40min
Classificação Indicativa: 16 anos
Ano de criação: 2007
Criação: Josh Schwartz e Stephanie Savage
Onde eu clico pra baixar o episódio piloto: no Sendspace

 

- Chuck

Pegue um nerd. Daqueles viciados em computador e tudo ligado à informática. Transforme ele num carinha bem bonitinho. Agora imagine que todas as informações sigilosas do planeta foram depositadas na cabeça desse nerd e que ele vive mil e um perigos por causa disso. Ah, adicione também aí umas boas carradas de humor e ação, muita ação. Pronto, você tem Chuck! Eu tinha tudo pra detestar a série, porque não me ligo muito nessa história de ação com humorzinho tosco, mas quebrei minha cara e paguei pela boca. Chuck vai muito além disso. Além da gente aprender pencas de coisas em cada episódio, nos divertimos um bocado com as trapalhadas do nosso Chuck (Zachary Levi) e seu melhor amigo Morgan (Joshua Gomez – eu ia! Vem, gente!), além é claro de sua irmã médica Ellie (Sarah Vancaster). Um ps: SARAH WALKER (Yvonne Strahovski), VEMK SUA LINDA!

Gênero: ação, comédia
Atual temporada: 4ª
Duração de cada episódio (média): 40min
Classificação Indicativa: 14 anos
Ano de criação: 2007
Criador: Josh Schwartz e Chris Fedak
Onde eu clico pra baixar o episódio piloto: no Bitshare

 

- The Vampire Diaries (indicação da diva Jeniffer Yara, do Meu Outro Lado)

Como eu já assistia Glee e Gossip Girl antes de ver outra enxurrada de séries pra selecionar quais acompanhar, baixei duas envolvendo vampiros: True Blood e, com muito receio, The Vampire Diaries. E tô apostando um litro de vodka como vocês estão querendo me dar cusparadas virtuais por ter no meu #TopFive DUAS SÉRIES SOBRE VAMPIROS, mas se vocês são lindos e divos e musos vão me respeitar e vão ler o que eu tenho pra dizer: ESQUEÇAM TODA E QUALQUER SEMELHANÇA COM A SAGA CREPÚSCULO. Também por ser baseada numa série de sucesso de livros escrita por Lisa Jane Smith e por envolver triângulo amoroso entre seres sobrenaturais, logo as pessoas assemelham à trama de Bella e Edward. Eu fui um que fiz isso. Mas é bom todo mundo ir engolindo esse preconceito já e vamos aproveitar o bapho fortíssimo que é a série e apagar de vez toda e qualquer comparação com o que for. The Vampire Diaries é imcomparável. É incrível. É fantástica. E mais do que apaixonante. A história que se passa na linda cidade fictícia de Mystic Falls, fala da vida complicada após a morte dos pais (e sofrida oh my god como eu adoraria ter essa vida really) de Elena Gilbert (Nina Dobrev), que fica meio balançada com a chegada de Stefan Salvatore (Paul Wesley MEEEEEEEU S2S2S2 LARGUEM SAIAM FORA KEEP OUT MANTENEZ DISTANCE) na cidade. Logo, eles ficam próximos por estudarem na mesma escola e turma e daí nasce um amor lindo e que me deixa todo suspirante (não mais do que quando o Stefan aparece sem camisa na série BEIJAS). O que ninguém contava (ou contava?) era que pra estragar a felicidade de Stefan e Elena tivessem dois impecilhos: um, ele é um vampiro. E dois, o irmão de Stefan, Damon Salvatore (Ian Magia-Sedução-Cara de Psicopata Somerhalder), faz o possível e o impossível pra infernizar a vida do coitado do Stefan. PS: Damon também é um vampiro (oooooooooooh todas se surpreende). E tá formada a história OPA NÃO TÁ NÃO. Além disso, ainda temos o problemático (e o JÁ PODE PEDOFILIA?) irmão mais novo da Elena, Jeremy, que tem problemas com drogas e álcool (e ele tem vocação pra lobisomem, sei lá, achei ele meio Taylor Lautner OU SEJA MAGIA VEM BRASEEL). Ah, e temos risadas garantidas com a Bonnie (Katerina Graham), melhor amiga de Elena, que descobre realmente ter poderes sobrenaturais, diferente de quando ela brincava com esse fato. Enfim, gente, vocês tem tudo pra amar a série assim como eu fiquei totally louco. Alguém me leva pra Mystic Falls urgente? Grato! E grato se meu coração não parar com os sustos que levo nessa série, sem brincadeira.

Gênero: romance, drama, fantasia, suspense
Atual temporada: 3ª (estreia em setembro)
Duração de cada episódio (média): 40min
Classificação Indicativa: 14 anos
Ano de criação: 2009
Criador: L. J. Smith
Onde eu clico pra baixar o episódio piloto: no Uploaded

 

E é isso, lindos! Espero que tenham gostado do #TopFive caprichado de séries, aproveitem bem as dicas e até a próxima!

Do seu escritor-aspirante,

Tiêgo R. Alencar

terça-feira, 12 de julho de 2011

Querido diário… - de 12 de julho de 2011

… meu dia foi o máximo. Resumindo em pouquíssimas palavras – como se isso fosse possível em se tratando de Tiêgo Alencar. Humpf.
Acordei com uma sensação tão estranha. Sei lá o que era, só sei que senti um aperto no coração bem chato, daqueles que a gente sente quando tá preocupado com algo/alguém. Acho que foi por causa do sonho que eu tive: sonhei com uma porcaria de um vampiro. De novo! Já é a terceira vez em três dias, pelamor. Fiquei meio viciadinho em The Vampire Diaries e True Blood e junto as duas histórias, um vampiro lindo me seduz e no final das contas estraçalha meu corpo na hora de “dar o bote”. Eu sempre acordo nessa hora. Se fosse um Stefan Salvatore eu nem me importava, sabe, mas sempre é um vampiro velho doido, uwó. ENFIM, deixa eu sair desse papo senão não vou conseguir nem dormir daqui a pouco. Depois que despertei, me arrumei todo gatíneo e sensual pra ir trabalhar. E detalhe: debaixo de uma chuva DESESPERADORA. Quase caio de novo no sofá de tanto sono, sério. Só não dormi em pé porque eu tinha que ir trabalhar, rs. Encarei a chuva com medinho de ser feliz mas fui, e cheguei no trabalho lindo e sensual. Aliás, quando cheguei lá, achei a cara da ryquezza me deparar com isso aqui, pela primeira vez na vida de manhã:



Depois dessa visão maravilhosa do arco-íris de manhã cedo s2, fui trabalhar. O dia, não satisfeito com a beleza natural das coisas, me trouxe mais uma beleza daquelas, no meu horário de saída: o amor da minha vida. Dobrou a esquina sorrindo pra mim, assim como o sol que já brilhava no horário de meio-dia. Nem preciso dizer que fiquei feliz pra caramba, né? Não vou entrar em muitos detalhes senão vou encher o saco aqui e eu sei que é UWÓ me ler quando tô apaixonado. Prosseguindo, voltei pra casa todo serelepe e todo morrendo de calor porque né, sol depois de chuva é aquela coisa, mormaço feelings e derretendo eu magina?!?!? feelings. Almocei como se não houvesse amanhã e sem pestanejar, me mandei pra faxina no quarto. Ia fotografar o ESTADO em que ele estava e como eu o deixei quando acabei de arrumar tudo, mas tava tão cansado que só me lembrei mal e mal que eu tinha que ir na casa da minha melhor amiga, Bárbara. PS: comecei a faxina à uma da tarde. Acabei às cnco, MORRENDO DE DOR NAS COSTAS e ainda com dois arranhões na mão Smiley confuso Sem perder tempo, tomei banho, me arrumei e piquei a mula pra casa da Bá. Melhor parte do meu dia, superando até o sorriso meio bobo que meu amor deu pra mim na esquina do meu trabalho <3 A gravidez de minha melhor amiga anda de vento em popa e eu tô apostando que é uma menina, até disse isso pra ela. Vamos ver, daqui a um mês saberemos! Continuando, levei meu notebook pra casa dela e aproveitamos pra arrasar no facebook (aliás, criei um facebook ontem, depois de MUITA pressão de meio mundo! Quem quiser, pode me adicionar clicando bem sexy bem aqui). Uma vez que minha amiga tá grávida, ela precisa de ~~um pouco~~ comida quase que o tempo todo. Aguardamos alguns amigos chegarem e fomos ao supermercado comprar bobagens pra comer e passar o tempo, como eu amo isso <3 Viemos correndo de volta pra casa da Bá e preparamos os sanduíches de queijo e presunto com patê de frango (SO RYCOH BEIJAS), com muita bagunça, muita risada, mutas confidências, muita alegria. Foi simplesmente incrível passar aqueles momentos ali, sem me preocupar com nada s2 Olhem só a gente, que divos:

A hora pareceu voar. Quando me dei conta, tava acabando Insensato Coração (cês viram Eduardo falando pra Sueli que é gay? Amei! ~~rimô) e eu tinha que ir embora pra casa. Papai foi lá me buscar, me despedi daqueles lindos e voltei mais do que feliz pra casa, com aquela sensação maravilhosa de felicidade me invadindo por completo. Já tomei meu banho, já tô lindo e sensual no sofá (acabou de acabar O Astro! Adorei!) esperando o Profissão Repórter pra terminar esse post. Quer dizer, eu devia ter terminado quando estava passando, rs. E acho que é isso (como se fosse pouca coisa, kk)! Essa foi a rotina de um dia do seu escritor-aspirante,

Tiêgo R. Alencar

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Blogar: um dom

Quando comecei com os blogs, lá em 2006 quase 2007, não tinha a menor dimensão do que era o universo deles.  Aliás, não sabia onde eu tava me metendo. Eu tinha pouquíssima informação a respeito deles e só o que sabia era que ele servia como diário virtual – o que me viria a calhar, uma vez que eu não tinha com quem desabafar meus medos, minhas angústias, alegrias e tristezas. Eu achava que escrevendo para outras pessoas, eu iria me sentir melhor. Mas não foi bem assim não.

Começar é complicado. Em todos os meus cinco inícios de blogs, duas semanas depois eu já achava mil e um defeitos e já queria deletar (mas só fiz isso com o primeiro, tá?). Com o primeiro, fiquei incomodado porque ninguém lia. Com o segundo e o terceiro, queria layouts legais e não tinha nem uma noção de webdesign. Com o quarto, o que marcou a formação total da minha personalidade, eu colocava defeito nos títulos, vê se pode, dos textos. E foi então que veio o A Pseudociência, me mostrando que independente de aparência ou o que for, o importante mesmo era escrever. Escrever com o coração, escrever aquilo que me fazia sentir bem, aquilo que me despertaria a atenção caso eu lesse em outro lugar. Parei de ligar pra aparência, parei de implicar com os títulos dos posts e parei com a revolta com a falta de visitas/comentários. O que de verdade importa para mim é estar satisfeito com o que produzi com minha própria mente, com meus próprios dedos, sem ajuda de quem quer que fosse.

Blogar foi um bicho de sete cabeças no início, confesso. Eu não sabia qual seria meu público alvo tampouco por onde começar. Quer dizer, nos meus três primeiros princípios de blogs, a onda do momento era falar dos próprios sentimentos e fazer o possível para arrancar um “ai, que lindo!” do público nos comentários. E eu não me encaixava nesse perfil. Eu queria escrever sobre mim, mas não queria escrever só sobre meus sentimentos. E acho que isso acabou influenciando na minha decisão de excluir os blogs. Eu me sentia sufocado. Mas aí foi surgindo a galerinha radical, que não tava nem aí pra nada que nem eu e só queria saber de blogar, que nem eu. Nem preciso dizer que aderi ao estilo “vou falar sobre o que me der na telha ponto final”, não é? Aí meu jeito de blogar foi amadurecendo, amadurecendo, até que cheguei onde estou, depois de muito aprender com o que via pela blogosfera. Mas antes que vocês pensem que eu continuo revoltadinho e tudo e querendo falar sobre minha unha encravada (não que eu tenha uma), não, não sou mais assim. Fui aprendendo a blogar devido à experiência. É meio difícil chegar num terreno desconhecido e já querer botar a banca assim, de cara. Treinando, praticando e acima de tudo avaliando muito bem o que vemos; só assim para descobrir a real essência do que é blogar.

Acho que não estou exagerando ao dizer que blogar é um dom, não. Muita gente cospe bobagens em blogs e se sente o máximo por causa disso. Isso é ser cafona. Agora ser quem você é, pegar o teclado e digitar o que você sente, ordenando as palavras de um modo harmônico e agradável, isso sim é ser blogueiro. Vocês que me acompanham já há algum tempo sabem bem que eu nunca fui quem não sou aqui no blog. Aliás, tô exalando autenticidade por aqui, só pra constar. E caso você, que não tem coragem de colocar pra fora tudo o que sente por medo de ser criticado, tenha vontade de blogar, não tenha receio: vá em frente. O start é necessário em tudo na sua vida – e com a escrita não é diferente. Pelo direito de ser feliz, bloguemos!

 

Tive uma leve inspiração nesse texto do Felipe, meu chefe do O Quanto Quiser!

¨¨¨

Oi, gente!

Pois é, voltei com esse texto imenso. Mas calmaê que depois desse falatório tenho muitos baphos pra vocês! Essa semana é a semana de comemoração de dois anos do blog e eu tô vindo com força total, com posts todos os dias falando dos mais variados assuntos. Vai ter post-diário, vai ter #TopFive, textos à la Tiêgo Alencar… E é claro, no domingo (17/7) estarei deixando o blog baphônico com layout e páginas novinhas em folha, além de outras coisinhas mais! Tudo isso pra vocês, seus lindos, que fazem esse blog ficar de pé tão lindo e sensual quanto todos vocês.
A propósito, tô ótimo, e vocês? hahahaha
Enfim, é isso. Vou correr porque ainda tenho que verificar mais algumas coisinhas pra essa semana comemorativa do A Pseudociência! Todos comemora (literalmente, rs)

Do seu escritor-aspirante,

Tiêgo R. Alencar

sexta-feira, 8 de julho de 2011

A arte do(s) pecado(s)

A vida toda é um grande pecado, do qual temos o prazer de aproveitar das melhores maneiras possíveis. Nascemos do pecado, vivemos no pecado e talvez até na morte damos uma pecadinha. Não precisei de religião ou preceitos familiares para entender isso. Não que eu ache o máximo sair por aí falando que sou um pecador, mas convenhamos, fugir do pecado é como tentar segurar água com as mãos. Meio impossível. Justamente por causa disso, não tenho vergonha de dizer que os pecados são mais do que constantes na minha vida, todos os dias.

Só tem um deles que insiste em me chatear em maior intensidade que os demais, especialmente quando menos estou esperando: a preguiça. Mais do que a ira, a gula ou a vaidade, a preguiça tem uma certa implicância comgo. Ontem mesmo arrumando meu quarto, todo cheio de disposição, parei um minutinho só pra beber água. Pronto, foi o suficiente para que a praga da indisposição excessiva atacasse. Parecia até que a mosca tsé-tsé tnha me dado umas belas ferroadas. De repente, senti um sono, uma fraqueza… Parei de fazer a faxina no quarto na mesma hora. Não consigo explicar, essa preguiça vem tão forte em alguns momentos que chego a me assustar comigo mesmo. Lógico que tenho disposição para várias outras coisas, mas como que um karma, a preguiça sempre vêm nas horas em que mais necessito de ânimo e euforia, como trabalhar e cumprir com as tarefas domésticas. Triste.

Creio que mais triste do que ser um preguiçoso assumido é não ter coragem para assumi-lo. Existe um sentimento controverso, que ora é bom, ora é ruim, e que leva muitos outros sentimentos ruins a habitar nossas vidas: o orgulho. Muitos de vocês sentem orgulho de terem tirado dez na prova de química, de ser fiel ao namorado(a) ou de ter passado no vestibular como eu. Desse orgulho, não temos do que reclamar. Agora, e aquele orgulho que te impede de se arrepender, de pedir perdão, de se transformar em alguém melhor? O orgulho limita um ser humano por completo. Deixa-o vulnerável a tudo que há de ruim nesse mundo. Com razão, eu daria o título de oitavo pecado captal para o orgulho, por ser algo tão capaz de destruir alguém quanto muitas outras coisas ruins neste planeta louco onde vivemos.

Pecando.

 

Pauta para o Blorkutando – 145ª Semana: Pergunta #O1 – “Qual dos sete pecados está mais presente em sua vida? E para você, qual deveria ser o oitavo pecado capital?”

***

Oi, gente! Como vocês estão?

Bem, até agora eu tô ótimo. Quer dizer, acabo de constatar que estou gripado e espirrei seis vezes seguidas, um recorde. Ok, eu não deveria ter dito isso, todas desinfetam os olhos só por ter lido. Tirando essa gripe boba, meu julho tá excelente. Mesmo ainda trabalhando, tô achando o máximo poder dormir uma hora a mais. Não contava comava com a insônia me perturbando, mas arrumei utilidade até pra isso: BAIXEI PEEEEENCAS DE SÉRIES NOVAS S2 Conheci Skins (que é uma porcaria, fica a dica), True Blood (AMEEEEEEI! CORRÃO PRA BAIXAR!), Chuck (ótima, e o Zachary Levi é tudo), 90210 e The Vampire Diaries que ainda não vi, fora Gossip Girl que voltei a acompanhar. Ainda quero baixar Sex And The City e Brothers & Sisters, pra completar minha vida s2 Essa tá sendo minha diversão pré-férias, vamos ver depois, rs.
Pela 38728372987293 vez tô louco de amores por alguém. Relevem.
E cá estou indo embora, antes que fale demais. Jesus, ultimamente eu tenho falado tanto que OMG, todas chora

Corram pra me seguir no Twitter e até a próxima!

Do seu escritor-aspirante,

Tiêgo R. Alencar

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Das férias, as lembranças

E não é que de tanto a gente chorar elas resolveram chegar depressa? As férias chegaram e cá estamos fazendo mil e um planos pra esses trinta e um dias de ócio antes da fatídica volta ao pegar no batente (entenda por isso trabalhar E estudar, como será meu caso). Quisera eu estar lindo e de bobeira que nem vocês só curtindo os dias fazendo nada… Sim, eu trabalho nas férias também. E queria muito que meu salário recompensasse isso MAS ENFIM. Eu queria poder ter os trinta dias de férias pra fazer o que eu quisesse. Desde nada até nada. Era tão bom o tempo em que eu me jogava na cama e ficava lá, sem fazer nada, só planejando uma próxima história pra um futuro livro ou então imaginando o que eu faria de diferente no dia seguinte. Aliás, uma máquina do tempo ia bem agora. Jogaria todas aquelas partidas de jogo imobiliário com a galera da rua da minha casa, sem se preocupar com a hora. As férias tinham um significado tão intenso pra mim que eu tenho quase certeza de que não existia outra época do ano que me fosse mais conveniente e atraente. Não ligava para as despedidas de final de semestre/ano, porque eu sabia que voltaria a revê-los logo mais – diferente do que seria perder um dia todo de férias trancado em casa chorando a falta dos colegas. Sinto uma falta danada de quando eu não sentia vergonha de ir à praia e me esbaldava naquela areia quente e naquelas águas refrescantes de verão. Putz, quando as tias chamavam os sobrinhos para ir até a cozinha ajudá-las no preparo de algum prato? Íamos pulando de alegria, sabendo que raspar a vasilha com o que sobrou da mistura que levaria ao bolo de chocolate seria nossa recompensa! É, já houve um período em que eu me contentava em raspar as vasilhas com a mistureba do bolo mágico de chocolate que minhas tias faziam… Caramba, eu olho pra trás e percebo que eu era tão feliz com tão poucas coisas! Bastava o decreto das férias para que eu simplesmente passasse a ficar feliz com tudo, seja lá com o videogame no fim de semana ou com os textos que eu escrevia em pedaços de papel jogados no chão. Não vou dizer que é triste constatar que essas coisas todas passaram e não voltam nunca mais porque isso é uma prova de que eu estou amadurecendo e aceitando minha condição de “quase-adulto” mais rápido do que eu imaginava, mas não vou ser hipócrita ao dizer que essas lembranças não mexem comigo. Elas despertam uma coisa boa dentro de mim, um sentimento de saudade, mas aquela saudade boa, sabe? Aquela falta que você sente de coisas boas, que te fizeram bem! Para essas férias, além das lembranças, tentarei fazer coisas diferentes. Para que daqui a alguns anos eu possa me lembrar do esforcinho que fiz tentando recuperar os momentos incríveis que passei nas férias de cinco, seis anos atrás.

E você, que acabou de ler esse texto  (ou que mal leu o título), fica a dica: aproveite de verdade suas férias. Não sei se você é como eu ou não, mas faça o possível para não ter do que reclamar depois. Lembrem-se de que o tempo passa mais rápido do que o normal quando menos queremos. E lá na frente, vai ser de um conforto ímpar saber que você soube driblar esse impecilho do tempo voando num dos períodos mais gostosos do ano: as férias!