
Eu sei que pode soar infantil ou até mesmo piegas, mas acredito sim em finais felizes. Mesmo porque eu tive um! Ao final de meu primeiro e único namoro sério até hoje, Marina e eu simplesmente seguimos nossas vidas como o destino havia escrito. E foi da vontade dele que nos tornássemos amigos. Só que há uma coisinha incômoda – ou nem tanto – no meio dessa história: o amor de verdade.
Serei bem sincero nas próximas palvras: nunca esqueci nem vou esquecer a única pessoa que amei em toda a minha vida. E por mais que as pessoas insistam em dizer que seus relacionamentos acabam por “falta” de amor, ainda prefiro acreditar na instabilidade da intensidade do amor, da chama da paixão que faz nossos corpos tremerem ao ver a pessoa amada. Meu namoro acabou por conta da distância forçada entre nós dois, mas independentemente do motivo para o término de qualquer relação e não só a minha, sempre resta aquele pingo de sentimento no fundo da alma – que é alimentado pelas inevitáveis lembranças.
É impossível não se lembrar dos momentos juntos do amor das nossas vidas. Desde o primeiro beijo tímido e cheio de desejo até os passeios de mãos dadas no parque, os flashes que passam pela mente são mais difíceis de conter do que imaginamos. Se bem me recordo, não há uma só vez que eu tenha visto um piquenique sem ter lembrado dos que eu armava para Marina em nossos aniversários de namoro. E por incrível que pareça, lembrar disso me deixa tão feliz! Saber que vivi momentos lindos ao lado de alguém que me amava tanto quanto eu a amava é mesmo para ser de uma alegria intensa. Se acabou, infelizmente foi para acontecer. Mas eu não me queixo, não.
Se cada dia junto dos amores de nossas vidas nos fez feliz, não temos porque ficar lembrando do fim, justo do fatídico término. Poucas coisas na vida são tão lindas e incríveis quanto amar, não é mesmo? Então vamos nos preocupar com as coisas ruins da relação pra quê? Já diz aquela velha canção: “o amor que entorpece e faz sofrer é o mesmo que te faz lembrar e lembrar e sorrir…”
Pauta para o Blorkutando - 130ª Semana: Do You Remember?
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Oi, crianças!
Pois é, cá estou eu de novo. Sem muito pra falar, porque eu realmente queria falar de amor e falei tudo o que eu queria aí em cima. Estejam bem servidos com a minha visão super cool do lado bom do fim das relações ;D
Ah, outra coisa: eu queria que vocês votassem em mim no Prêmio Melhores do Ano do Blorkutando porque eu mereço, ok? Não estou forçando ninguém a votar em mim nem nada, então votem se acharem necessário. Fico feliz só de vocês entenderem isso! :D
ENFIM, acho que é isso. De baphos da minha vida, estou felicíssimo no amor, continuo arrasando muito no francês e ainda quero a fórmula pra acelerar o tempo, porque tá difícil lidar com a espera. E olha que eu sou paciente!Do seu escritor-aspirante,
Tiêgo R. Alencar.

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