sexta-feira, 25 de março de 2011

Quando o amor acaba…

 

Eu sei que pode soar infantil ou até mesmo piegas, mas acredito sim em finais felizes. Mesmo porque eu tive um! Ao final de meu primeiro e único namoro sério até hoje, Marina e eu simplesmente seguimos nossas vidas como o destino havia escrito. E foi da vontade dele que nos tornássemos amigos. Só que há uma coisinha incômoda – ou nem tanto – no meio dessa história: o amor de verdade.

 

Serei bem sincero nas próximas palvras: nunca esqueci nem vou esquecer a única pessoa que amei em toda a minha vida. E por mais que as pessoas insistam em dizer que seus relacionamentos acabam por “falta” de amor, ainda prefiro acreditar na instabilidade da intensidade do amor, da chama da paixão que faz nossos corpos tremerem ao ver a pessoa amada. Meu namoro acabou por conta da distância forçada entre nós dois, mas independentemente do motivo para o término de qualquer relação e não só a minha, sempre resta aquele pingo de sentimento no fundo da alma – que é alimentado pelas inevitáveis lembranças.

 

É impossível não se lembrar dos momentos juntos do amor das nossas vidas. Desde o primeiro beijo tímido e cheio de desejo até os passeios de mãos dadas no parque, os flashes que passam pela mente são mais difíceis de conter do que imaginamos. Se bem me recordo, não há uma só vez que eu tenha visto um piquenique sem ter lembrado dos que eu armava para Marina em  nossos aniversários de namoro. E por incrível que pareça, lembrar disso me deixa tão feliz! Saber que vivi momentos lindos ao lado de alguém que me amava tanto quanto eu a amava é mesmo para ser de uma alegria intensa. Se acabou, infelizmente foi para acontecer. Mas eu não me queixo, não.

 

Se cada dia junto dos amores de nossas vidas nos fez feliz, não temos porque ficar lembrando do fim, justo do fatídico término. Poucas coisas na vida são tão lindas e incríveis quanto amar, não é mesmo? Então vamos nos preocupar com as coisas ruins da relação pra quê? Já diz aquela velha canção: “o amor que entorpece e faz sofrer é o mesmo que te faz lembrar e lembrar e sorrir…”

 

 

Pauta para o Blorkutando - 130ª Semana: Do You Remember?

***

Oi, crianças!


Pois é, cá estou eu de novo. Sem muito pra falar, porque eu realmente queria falar de amor e falei tudo o que eu queria aí em cima. Estejam bem servidos com a minha visão super cool do lado bom do fim das relações ;D
Ah, outra coisa: eu queria que vocês votassem em mim no Prêmio Melhores do Ano do Blorkutando porque eu mereço, ok? Não estou forçando ninguém a votar em mim nem nada, então votem se acharem necessário. Fico feliz só de vocês entenderem isso! :D
ENFIM, acho que é isso. De baphos da minha vida, estou felicíssimo no amor, continuo arrasando muito no francês e ainda quero a fórmula pra acelerar o tempo, porque tá difícil lidar com a espera. E olha que eu sou paciente!

Do seu escritor-aspirante,

Tiêgo R. Alencar.

8 pseudocomentaram:

Laís Pâmela disse...

Você entende o fim, e isso é crucial pra se continuar a viver sem o seu grande amor. Eu nunca entendi, então deve imagina como me sinto com o fim né? Beijos.

Ill Circus disse...

Já eu não acredito no amor. Acredito que as pessoas se apaixonam umas pelas outras e seus pontos em comum servem de conexão. Só. Pra mim, amar é algo tão além da raça humana que chega a ser intocável :P

leila disse...

ai finalmente comentando né Tiêgo! Muito fofinho seu texto, essa é mesmo a palavra, eheh, eu não tenho um amor para lembrar, alguns motivos para não acreditar nisso (todos se emocionam agora).
Ai divo eu tbm fui indicada a Blog do ano (ok, esse não vou ganhar, compentindo com você e o Ítalo, ahaha) e Revelação do ano, olha eu, chiquérrima, então vota em mim kkk beijos

Jota disse...

O amor quando é amor nunca acaba. Pode até esfriar, mas ele existe.

Abração!!!!

Gêsa disse...

Lembro que você já comentou sobre isso em um texto meu, e nesse texto eu deixei bem claro que também acredito em amor, amor de verdade, com final feliz e pra sempre.
Mesmo que a parte do final feliz não tenha vindo ainda, eu amo uma pessoa e por mais que eu já tenha lutado contra isso, essa é a pessoa.

Vanessa disse...

Lindo texto não é a toa que ficou em primeiro lugar no blokurtando. Ah, se todas as pessoas guardasse apenas as boas lembranças dos relacionamentos, sem precisar sair por ai falando mal ou do porque que acabou...
Em fim lindo. *-*

Rúvila Magalhães disse...

Eu só namorei sério uma pessoa que é o meu namorado atual e provavelmente futuro marido então nunca vivi um fim de relacionamento de verdade na pele, só aquele constrangimento de "não quero mais ficar com você" que não é nada bom mas passa logo.
Coloquei sua cartinha no correio ontem, desculpa a demora! Fiquei com medo de colocar em qualquer caixinha que não seja a do correio depois da demora da carta da Amanda... espero que chego logo!

beijos

Ana Lu disse...

Eu precisava ler isso hoje, hahah. Ando muito puta da vida lembrando de um fim de relação e preciso me concentrar em comemorar o que foi bom, e não em ter vontade de não ter vivido só pra lembrança não machucar. =P
E casos como o seu e o da Marina são aquelas histórias que deram certo, mas tiveram fim. Porque eu acredito mesmo que as coisas não tem fins só porque dão errado. Elas podem ter dado sim, e muito certo. Mas era pra ser só até ali, ué.
^^
Beijos!