Avassaladora. É assim que eu posso resumir a paixão que sinto por TM neste momento. Já havia vivido outras trocentas paixões desmedidas, mas nada se compara com a desta vez. Parece que o impossível e o proibido formam a aliança perfeita, foram feitos para habitar minha mente complexa: sempre fico frustrado com minhas escolhas amorosas. TM é o maior erro de minha vida. Um erro que eu teria o maior prazer em corrigir. Teimo em amar, sabendo que jamais serei correspondido. A essência da alma imvade meus olhos só de pensar na possibilidade mais remota de o meu amor virar real. E o tempo não tem a menor pena de mim. Arrasta-se lentamente, impedindo meu processo de obliviação. O desejo árduo de possuir TM toma conta de todo o meu ser. Sem querer , encontro-me pensando numa modo, numa maneira de esquecer sem dor, o que é meio difícil. Este é parte verdadeira de minha vida, não há como tirá-lo assim, sem mais nem menos. Há pedras no caminho, há obstáculos, fronteiras à ultrapassar. TM não é pouca coisa em minha simples vida e sinto que devo persistir até meu extremo. Meus sonhos traduzem tudo o que estou sentindo agora. Imagino nuvens e nós dois deitados sobre elas, felizes; vejo uma praia paradisíaca, reservada ao nosso divertimento e, no fim, a maldita chuva com raios e trovões tira TM de mim, para sempre. Não sei se é um presságio, ou sinal. Só tenho plena convicção de que, pelo menos em pensamento, possuo, tenho, respiro e vivo TM.
E sei que meu sonho ainda vai se tornar real.
Sinto.
[" E posso ver, posso sentir, quando tudo acabar será você e eu; mais uma vez posso sentir, a melhor parte de mim - Nx ]
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Ai, que saudade!

Hoje é dia das crianças :D
Deveria estar muito feliz, mas estou pensativo. Quando pequeno, não suportava a ideia de me tratarem como tal. Agora, revejo muito bem meus atos. Nada se iguala à pureza e inocência de uma criança. Trabalho numa creche e percebo, todos os dias, que perdi muito tempo querendo dar uma de adulto fora do tempo. As crianças veem graça em tudo, diferente dos adultos e adolescentes, que precisam ser motivados a sorrir, ao invés de agir involuntariamente. Admiro muito as crianças, apesar de não ser nenhum adulto ainda! Vejo num simples olhar de um pequenino que eles sim é que podem salvar nosso futuro. Se a mentalidade dócil deles permanecer em seu crescimento, eu coloco minha cara a tapa se o mundo não vai melhorar. Sei que a cada dia que passa, as crianças se mostram cada vez mais adultas e isso me preocupa. Mas isso não vai me impedir (e te impedir) de continuar sonhando com o futuro bom que as crianças vão nos proporcionar.
Talvez seja mais por isso que me bate uma certa nostalgia do meu tempo de criança. Poderia pensar menos como adulto, raciocinar menos, deveria ter vivido mais momentos felizes e sentido mais os momentos tristes. Se pudesse voltar no tempo, seria mais criança e não ligaria a mínima para o que viria depois, pois já teria certa noção de que aquela fase passaria rápido e que ela não voltaria.
SEM DÚVIDA, a infância é a melhor parte de nossas vidas.
domingo, 11 de outubro de 2009
Prazeres simples

Sempre tive uma ótima qualidade: dar valor às coisas simples. Um sorriso, por exemplo. Gosto de tudo que me lembre simplicidade. Coisas que a maioria das pessoas não ligam, para mim valem muito. Sinto prazer por tudo que é sinônimo de simplicidade. Talvez isso faça de minha pobre pessoa um alguém totalmente emotivo, coisa que é considerada atualmente como um 'defeito'. Sei que é bem provável que eu seja julgado por ter a sensibilidade no caráter, mas não posso fazer nada. Nadinha. Pois se a nobreza do meu caráter depende do modo como cuido dela, não devo ligar a mínima para o que as pessoas dizem. Sim, continuo a afirmar: gosto de pular, de correr, de beijar e abraçar, gosto de um sorriso; pois tudo isso me proporciona uma alegria sem tamanho. Alegria. Felicidade. Riso. Vida. Eu só me sinto vivo de verdade na reunião de todos esses sentimentos, que garantem que eu não vá me sentir só mais uma vez e que, com toda a certeza desse mundo, jamais permitirão que uma pessoa se sinta mal amada. Além de sentir um prazer imenso por estar provando de sensações que você adora sentir! É a minha dica: sentir prazer pela simplicidade. O valor que ela tem não é estimável. Idolatro tudo que é simples, pois eles me mostram que há um lado bom de estar nesse mundo: poder ver que ainda existem coisas que me proporcionam prazer.
Como um sorriso, por exemplo.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Respeito ou preconceito?

Como eu já sabia há muito que essa história de vestibular não iria sair tão cedo da minha mente tão complexa, resolvi abrir mais uma discussão - no mínimo, polêmica - : a questão das vagas especiais nas universidades para negros, índios e deficientes físicos. Novamente, consultei mais alguns amigos sobre o assunto e me deparei com as mais diversas opiniões. Algumas se destacaram e por isso, vieram parar aqui no blog! Destaque para o que foi dito pelo (a):
- Kássio Palmerim, 15 anos: Eu não acho nem um pouco certo, porque só no destaque para essas vagas já está embutido o preconceito, sendo que essas vagas são para aqueles que tem menos capacidades (ou não) e, impondo esta regra, já se subdiz que os negros, índios e deficientes físicos tem algo de inferior, que os outros não tem. É preconceito sim!
- Mayara Santos, 15 anos: Encaro esse tipo de particularidade como normal, já que nossa sociedade é um tanto racista por si só. Com o vestibular não seria diferente. Por mais que as pessoas achem certo, eu não. Devíamos concorrer de igual para igual e não por condição física.
- Mariane Goulart, 16 anos: isso é uma baita de uma sacanagem! Porque se fosse assim, eu me pintaria toda de preto e jogaria borra de café no cabelo e ia lá, dizer que sou negra, só pra ter prioridade! Oras, é uma situação chata e só vale para os deficientes, pois eles sim merecem uma atenção especial (que o governo nuncá dá , engraçado isso).
- Olívia Figueirêdo, 16 anos: eu sinceramente acho correta a atitude do pessoal das universidades em priorizar os negros e os índios, pois eles são vítimas constantes do preconceito e racismo de nossa sociedade irracional. E nada mais justo do que compensá-los pela falta de ética de algumas pessoas (ok, de muitas).
- Isadora Reis e Camila Ferreira, 15 anos: ah, nós achamos uma coisa ótima. Uma tremenda demonstração de respeito.
Bom, como puderam perceber, as opiniões são diversar e eu fiquei muito dividido entre o que achar ou não. Mas como eu tenho a péssima mania de querer dar o voto de minerva, lá vai: concordo com todas as opiniões dos meus amigos. Cada um colocou um pedaço do que eu ia falar. As universidades deveriam explicitar mais do porque de tantos por cento são destinados à negros, porque tantos por cento são destinados à índios... A população vê isso como discriminação; já eu encaro como um enigma, pois ninguém me explicou até hoje o porquê de negros e índios estarem inclusos nas exceções, uma vez que eles não têm defeito algum e, muitos deles, ainda pensam, raciocinam melhor do que nós, os normais! É uma coisa pra muita discussão, mas eu mantenho minha posição. Afinal, todos temos o direito de saber do que é público (taí o site da transparência como exemplo!), sem a menor exceção.
[P.s: queria muito que vocês entendessem o porquê desse texto! É que uma amiga da minha mãe é negra e quis saber o que eu, que sou jovem, acho disso, da seleção do vestibular! Legal né? Transformei em post! Rs']
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Enem cancelado, nervos alterados

Enem: o terror dos adolescentes. Pedi para alguns amigos resumirem o Exame Nacional do Ensino Médio em algumas palavras. Alguns disseram 'difícil', outros 'impossível'. Mas ainda tiveram os corajosos que disseram 'legal', 'à prova de balas' e 'aterrorizante'. O começo do post não tem muito a ver com o que eu iria falar mais vou tentar usar esta informação.
Quando soube que o Enem foi cancelado, minha primeira reação foi ficar chateado. Sim, apesar de estar muitamente aflito pela aproximação da prova, e já me julgar preparado para realizá-la, fiquei decepcionado. Não só por mim, mas por toda uma legião de estudantes (ou não) que estava superafim de fazer a prova e se ver livre de toda essa responsabilidade. Eu ainda não vou fazer pra valer, pois ainda estou no segundo ano do ensino médio, mas já é um teste. E esse teste provavelmente mudaria meu modo de ver as coisas ano que vem. Mas aí é que tá: chego em casa depois do trabalho, mudo de canal para a Record News, e vejo, com exclusividade, que o Enem foi cancelado porque um FDP de um ladrão de provas (grrrrr!) quis oferecê-la à um jornal por cinquenta, repito, CINQUENTA MIL REAIS! Gente, me dá um tiro! Que absurdo! E que ladrão burro, de querer oferecer uma prova desse nível à um jornal de renome no Brasil inteiro! Eu sinceramente fiquei revoltadíssimo. Poxa, eu estudei o ano inteiro para este fim de semana que passou, para presenciar uma coisa, no mínimo, descarada, melar todos os meus planos. Agora, alguns dias depois dessa desgraça e o anúncio de que o Enem será reaplicado nos dias 5 e 6 de dezembro, fico um pouco mais aliviado. E um pouco mais tenso também, pois em posts anteriores já havia dito que sou superansioso. Vai demorar mais um pouquinho, talvez o suficiente para que eu possa reorganizar meus estudos e para eu descansar minha mente do baque que levou. Tempo, passa logo. Tem metade do país pedindo pedindo por isso, porque ninguém aguenta mais ouvir em vestibular e Enem e não sentir aquele frio horrível na barriga, aquela tremedeira chata e pior, recordar da péssima lembrança dessa fraude no Enem, que eu espero não se repetir nunca mais.
domingo, 4 de outubro de 2009
Só uma vingancinha...

Sou tão discreto quanto uma baleia num patinete, quando se trata de descobrir as coisas. E quando ponho uma coisa na cabeça... Por isso, a invisibilidade me cairia bem. Sei que falam muito mal de mim pelas costas (o que é um ótimo sinal, pois sou conteúdo para a vida alheia, uhul!), portanto, adoraria saber o que se passa quando não estou por perto. A verdade é uma dor necessária. É melhor conhecê-la do que escondê-la. E a santa protetora dos invisíveis poderia me dar uma forcinha, dando-me esta graça, já que tenho uma certa obsessão pela sinceridade. Posso citar algumas das coisas que eu faria, sem dó nem piedade, caso estivesse de posse da sonhada invisibilidade: sairia atrás daquele grupinho que me aponta no corredor da escola e ri de deboche da minha cara, conheceria seus podres e espalharia pela escola inteira, causando intrigas entre eles. Sim, tenho mais um defeito: sou vingativo. Para aquele boçal do terceiro ano que se acha horrores, colocaria meu pé, propositalmente, e o faria cair no meio do refeitório inteiro, cheio de gente, para ele sentir o que é ser alvo de chacota. Daria uma de ectoplasma e sairia sussurrando devagarinho, baixinho, no ouvido dos meus inimigos, para fazê-los chorar de medo.
Aí, eu já estaria satisfeito pela metade.
Só lamentaria por ser apenas vinte e quatro horas, pois meus planos seriam muitos para um espaço tão pequeno de tempo. Enfim, como aqueles rebeldes motoqueiros dos filmes da década passada, poderia sentir o gosto apimentado do proibido, misturado com o quente do impossível.
Para então eu poder me sentir satisfeiro por inteiro.
sábado, 3 de outubro de 2009
Amigos, anjos, amigos

Juro que nunca imaginei que pudesse ter amigos. Sim, amigos. Desses que a gente briga, conversa, ajuda e abraça. Eu não sou do tipo que atrai amizades, mas consigo me lembrar perfeitamente do dia em que consegui meu primeiro amigo de verdade. Na quarta série, havia uma garota que estudava comigo que se chamava Evelyn. No primeiro dia de aula, lancei a pergunta clássica, logo para me enturmar com alguém: " me empresta sua borracha?". Ela me emprestou, sorrindo. Pude perceber naquele sorriso que eu poderia conseguir minha primeira companhia ali naquele lugar estranho. Não fora somente uma companhia. Fora uma amiga, uma grande amiga. Vivemos muitas coisas juntos, momentos inesquecíveis, a famosa confusão da amizade com amor, briguinhas chatas e pazes felizes. Evelyn marcou minha vida. No ano seguinte, ela havia saído da escola e eu, desolado. Mais uma vez, só. Aí, veio mais um monte de pessoas falar comigo, pois meu lado nerd estava começando a aflorar. Sabia que a fubazada só vinha me procurar por causa da minha inteligência, mas dentre aquelas pessoas interesseiras, descobri mais uma galera que levei comigo até a oitava série. No outro ano, sozinho de novo. Já com quase quinze anos, pude perceber que naquela altura do campeonato, não poderia mais andar sozinho. Então, vi que era hora de agir e ir, por vontade própria, atrás de meus próprios amigos. E consegui. Mantenho muitas amizades até hoje, amizades das quais julgo verdadeiras. Amizades reais, amizades bonitas, amizades incríveis.
Agora, tenho a mais plena certeza de que a amizade é fundamental na vida de alguém, caso não queira dar uma de Carrie, a Estranha. Comecei tímido. Agora, deixo as coisas fluírem, pois já cresci e percebi que amigos de verdade não se acham, se conquistam!
[P.S: É Rio 2016 na cabeça, velho! Rs']
[P.S 2: Fraude no ENEM, que desgraça! Só fez aumentar minha expectativa, ô praga!]
[P.S 3: Caros leitores, algum de vocês gosta de trocar cartas?]
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Improvisando...
[Semana corrida, muitos imprevistos e nada de internet! Isso explica minha ausência do blog por tanto tempo! Mas agora estou de volta e escrevendo um texto totalmente improvisado, porque meu caderno de textos para o blog está com uma amiga que esqueceu de me devolver! AH, e eu não gostei muito do VMB, apesar de ter amado que o Jovem Nerd tenha ganhado como Blog Do Ano! Uhul!]
Esta semana me fez refletir. Pensei bem no que está acontecendo comigo. Nunca imaginei que fosse me perder mais uma vez nas curvas do destino. Ah, destino! Que vive a pregar peças na gente! Maldita hora em que fui esquecer a Isa... Agora já era. Rápido, como um carro de fórmula 1. Simples, como o ar. Marcante, como o VMB. Naquela terça-feira, parei para refletir na minha vida, coisa que eu ainda não havia pensado em fazer. Encontrar TM de repente, assim, sem mais nem menos, me abalou muito. Não no sentido trágico da palavra. No sentido 'tchan' da palavra. Meus nervos despertaram do nada, meus batimentos cardíacos aceleraram, fiquei que nem um bocó na rua, sem olhar pra frente e focando o chão, refletindo só comigo. Não, isso não pode estar acontecendo. É, mas estava acontecendo, dizia a verdade, baixinho, em meus ouvidos. Não queria acreditar, não queria. Mas meus instintos reagiam contra mim mesmo. Ao invés de querer chorar, uma euforia desmedida tomou conta do meu ser, fazendo-me rir para tudo. Pedras, cães, árvores e desconhecidos. Ri para todos. Aquela sensação era gostosa de se sentir. E eu, decididamente, estava adorando. Poderiam me tachar de louco, insano. Eu não estava nem aí para os outros. Eu estava me importando com meu ego, com minha alma. A cada sorriso, me sentia cada vez mais feliz. E nada iria me impedir.
- A não ser o fato de existir a palavra impossível, estragando meus planos.
domingo, 20 de setembro de 2009
Fora, ladrões!

Meu cartão vermelho vai para os políticos corruptos, que além de lesarem o cidadão que nada tem a ver com a história, prejudicam toda uma sociedade que devia tê-los como espelho de honra, luta, justiça e verdade. Fora, ladrões!
[O post tá minicurto porque minha revolta é muita e eu tenho o péssimo hábito de falar demais.]
* E para quem você daria um cartão vermelho? Conta aí!
sábado, 19 de setembro de 2009
Secreto e algo mais

Segredo é algo que combina com discrição. Para guardar segredo, você precisa ser discreto, certo?
- Nossa eterna falha.
Às vezes, somos vítimas da própria língua. Contamos nossas confidências a pessoas que imaginamos serem de confiança. E caímos na armadilha. Quem nunca teve um segredo confiado à pessoa errada? Pois é, eu já tive. Segredo para mim é uma coisa completamente especial e digna de uma atenção redobrada. E é o que menos falta nessas pessoas: atenção. Somos todos muito atentos, ainda mais nos tempos de hoje! O problema é que um simples grão de arroz conffunde toda a contagem do feijão para feijoada (não gostei dessa comparação, mas enfim). Se me entendem, o conceito de segredo é relativo para a maioria das pessoas. A gente acha que se contar para a fulana que o beltrano ficou com a ciclana, não vai estar fazendo nada de mais. Isso tudo sem perceber que está contando um segredo. Há sim, aquelas pessoas que tem o péssimo hábito de falar mais do que a língua pode suportar; mas o segredo deve ser guardado. Um detalhe: secreto é secreto. E tem que levar isso em conta. Afinal, é mais ou menos como diz aquela música de Djavan (ou pelo menos eu acho que é): " Segredo é coisa pra se guardar do lado esquerdo do peito... " ; é algo assim, né?!
[P.s : repararam que eu coloquei foto no início do post?! Vou adquirir esse hábito agora! haha']
*Texto para o Blorkutando - 50º Semana: segredo.

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