sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Pense duas vezes, pense.




Sempre segui o princípio de que a conversa, o diálogo, resolvem qualquer tipo de incoveniência, seja lá qual for. Penso duas vezes antes de falar ou fazer alguma coisa. É automático. O que me faz gostar dessa mania é saber que posso evitar vários problemas, como a agressão física. Hoje, se falarmos um 'ai' fora da linha, poderemos receber como resposta não um ' ah é? ', mas um soco ou um pontapé, e isso não é novidade pra ninguém. Resolvi abordar este tema depois que ontem, quando terminou a feira cultural da escola, vi que duas garotas discutiam com força a poucos metros de onde eu esperava meu pai. O motivo eu não sei, só vi quando sorrateiramente dois policiais chegavem perto delas e a garota mais alta, sem perceber, gritou pra quem quisesse ouvir que ela tinha um bombeiro pra apagar o fogo dela e que nenhum policial FDP* ia impedir ela de ficar com o tal cara. Eu não entendi nada, mas a outra garota, mais baixinha, acenou para os policiais que estavam atrás da garota alta, que foi presa em flagrante por desacato a autoridade. A garota que acenou pros policiais ria de se acabar da cara da outra e eu também não pude conter minha satisfação por ver que a justiça tinha sido feita.
Nesta situação, pude perceber que é de extrema importância medir nossos atos. Devemos sempre prestar bastante atenção no que fazemos, já que palavras ferem bem mais do que gestos e isso é incontestável.








* * *


[ P.s: Recebi um convite inesperado e maravilhoso da Tay! Ela simplesmente me chamou pra participar do TCC dela, graças ao meu blog! Tô tão feliz, mesmo! Gente, vocês que leem, devo muito à todos! Obrigadão mesmo, só postei mais um dia seguido porque não gostei da postagem anterior e porque não existe PS sem postagem! Hahahaha'/ escrevi mesmo mais por causa do convite da Tay, nem me importo muito com a qualidade do texto! Valeu mesmo, galera! Tay, você é mais maravilhosa do que setecentos sapos de chocolate. Te amo, muito! ]

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Minha vida aos dezoito, parte dois.



Para quem perdeu a primeira edição, resolvi escrever uma história baseada em meus futuros dezoito anos, ideia cedida pelo projeto para blogs que não participo mais, Bee Writer. Caso você queira ler a primeira parte que não é tão grande quanto esta, clique aqui.
Caso não queira, leia daqui mesmo, você vai entender de um jeito ou de outro.



[Batidas na porta]


- Deve ser ela - pensei, dirigindo-me à porta. Quando girei a maçaneta, quase caio para trás.

- Ti! - exclamou aquela voz que prendia minha atenção no tempo do colegial.


- Isadora?!


- É, eu estava aqui no apê da minha tia, e lembrei que você tinha me dado seu endereço no orkut, lembra? Fiquei até com medo de bater na porta e não ser você - disse ela, rindo.


Isadora estava inacreditavelmente mais madura. Havia crescido mais alguns centímetros e seus cabelos estavam mais encaracolados do que nunca. Seu rosto parecia ainda mais belo e seus traços haviam sido marcados de vez pelas linhas do amadurecimento. Observei-a, incrédulo, pois a garotinha que eu tanto amava naquela época, tinha se trasformado numa mulher. Ela riu de meu silêncio repentino.


- Tudo bem, Ti?


- Ah, sim - eu disse, parecendo um completo idiota. - Só tava tentando lembrar da última vez que a gente se viu. Dois anos?


- Quase. Dois e meio.


- E você continua mais perfeita do que eu imaginava antes.


- Ah, para, Tiêgo, assim você me deixa encabulada. E juro que se não fosse você, eu ficaria com raiva.
Eu juro que fiquei pensativo, ela nunca tinha dado essas indiretas pro meu lado.


- Isso foi uma indireta? - perguntei, já com alguma expectativa.


- Encare-a como quiser - respondeu ela , sem mais delongas, e se aproximando ainda mais de mim, devagar.


- E desde quando você usa os pronomes corretamente?


- Desde que percebi que para consertar erros passados , é preciso consertar o presente.
Nossa. Pairou um silêncio modorrento entre nós, até a hora em que ela puxou de dentro da bolsa um pedaço de papel rasgado escrito algo em uma letra bem caprichosa.

- Olha, esse aqui é meu endereço. Se você quiser me visitar, vai lá, vou adorar te ver de novo! Aliás, não é tão longe daqui, aí qualquer dia desses você aparece lá pelo meu apê. Sim, tô morando só também!

- Nossa, Isa, que legal! Pode crer que eu vou dar uma passada lá - eu disse, dando uma conferida no papel. Percebi que ela não tirava os olhos de mim. - Você quer entrar?  - convidei, sem pensar.

- Ah, queria poder, mas não vai dar, tenho um monte de coisa pra fazer e tal... Mas você jura que vai continuar gostando de mim apesar de tudo que eu for fazer agora?

Eu não tinha entendido nem metade do que ela estava falando. Isadora nem esperou a resposta quando fui pego muito de surpresa por um beijo, pelo beijo que eu havia esperado por mais de um ano e meio, forte, quente e envolvente. Não quis fugir, claro, iria aproveitar ao máximo aquele momento, mesmo com o movimento de seis horas da tarde, gente subindo e descendo do elevador num domingo de calor intenso. Entreguei-me àquele beijo, como se aquilo fosse meu último ato na Terra. Mas uma frase dita pela voz que, na realidade eu estava esperando, cortou todo o clima de romance que poderia existir ali:

- Mas o que significa isso, Tiêgo ?! -  perguntou Bruna, prestes a cair no choro só por causa da tonalidade de sua voz. Parei o beijo de má vontade.

- Deixa eu te explicar tudo,  a I... - fui interrompido pela pergunta de Isadora que viria mais cedo ou mais tarde.

- Quem é ela?
Juro que a vozinha inocente dela quase me faz pular de volta em seus lábios, mas mais uma vez a razão falou mais alto.

- Calma, Isa, deixa eu explicar, essa é a...

- Namorada dele , se você não se importa, garota! - replicou Bruna, irritada.
Eu queria dar um basta na situação, mas ainda tinha a ingenuidade no sangue.

- Você tem namorada, Ti? Porque não disse antes? - perguntou Isadora, parecendo um anjo meio abatido após um queda.

- Não, não ! Gente, me deixem explicar! Por favor! Já chega dessa situação, chega! Querem que eu explique ou não? - exigi, enraivecido com essa história.
 O corpo de Isadora girou automaticamente para a porta, me pegando totalmete de surpresa.

- Eu acho que é uma ótima hora para conhecer suas novas instalações - disse ela, sorrindo, como se nada estivesse acontecendo. Não pude conter o riso. Bruna me fuzilou com os olhos.

- Vou entrar também, quero saber que palhaçada é essa - disse ela, já mais calma. Assim, pude enfim lembrar de toda a nossa noite na micareta e tudo o mais. Ela batia de frente com Isadora no quesito beleza, as duas eram lindas demais. Entrei no meu apartamento, já prevendo que lá estivesse pairando o maior climão.
Mas não estava.

Isadora estava sentada um pouco longe de Bruna, a dois pufes de distância. Previ qeu deveria me colocar no meio, já que havia espaço suficiente para mim ali. Comecei devagar, contendo as palavras:

- Bem, Isadora, esta é a Bruna, com quem... - interrompido de novo.

- Ficou a noite inteira, na micareta da Ivete - completou Bruna , sorrindo maliciosamente.

- Bruna, não complique mais as coisas - apressei-me a dizer, já que Isadora tinha os olhos marejados. - Isa, sim, não vou negar, ficamos na minha 'festa de comemoração' dos meus dezoito anos sim, já que queria dar um basta nessa história de não pegar ninguém e tal. Aí hoje ela viria aqui para que a gente pudesse conversar mais calmamente sobre a noite de ontem e aí... - interrompido pela décima vez.

- Aí eu chapei um beijo na boca dele - completou Isadora para meu desespero.

- Não precisava completar , Isa , não querendo dizer que foi mentira.

- Sim, eu vi! - protestou Bruna. - Seu cara-de-pau, safado! Porque fez isso comigo?

- Bruna, eu não pude evitar! Mas já que você falou, eu sou o safado, o cachorro, o galinha da história, que merece ser chutado pelas duas sem dó nem piedade por tê-las feito passar por todo esse constrangimento.

E como se parecesse brincadeira, as duas riram e, uma vez sérias, perguntaram em uníssono, como se tivesse sido ensaiado:

- Pois então escolhe, ou ela ou eu!

Eu havia me metido numa grande encrenca.








[Quer saber o fim da história? Fica ligado aqui pois quando menos esperar você saberá com quem eu ficarei!]
[Ps: Desculpem pela ausência horrorosa. Semana pesada de amostra cultura na escola, muito trabalho e nada de tempo pra sobrar! Entendam! Desculpem mesmo.]

domingo, 25 de outubro de 2009

Selos!

Gente, de uns tempos pra cá, recebi alguns selos, que espero ter sido merecedor. Fico muito feliz em saber que as pessoas estão reconhecendo meu esforço com o blog e que, decididamente, posso ir longe com ele.


Primeiro, ganhei este selo da Jeniffer e da Lays .



 Segundo as regras, devo:
1 - Escrever uma lista com oito características minhas: alto, alegre, carismático, amável, crítico, sensível, sonhador e altamente propenso à paixões, principalmente impossíveis.
2 - Convidar oito blogs para receber o selo:


Sacudindo Palavras
Petite Mélange
Um coquetel de sentimentos saltando entre meus dedos
Just Think
Realidades Utópicas
Chá e biscoitos
Universo Paralelo
As melodias de Lina

3 - Comentar no blog de quem lhe deu o selo.
4 - Comentar nos blogs que você escolheu.

Finalizado o primeiro selo, vamos aos demais.
Ganhei este outro também da Lays e da Jeniffer



E os outros selos, ganhei da Jeniffer:




 Regras do selo:
1 - Escrever qual o significado dos comentários que seus amigos fazem em suas postagens: Nossa, os comentários, como já havia dito outras vezes aqui no blog, tem extrema importância em minha vida, porque assim posso saber se estou agradando, se estou indo bem... Nada melhor do que a opinião da galera sobre o que posto, né?
2 - Indicar seis blogs:



E mais um meme que a Jeniffer mandou pra eu responder:


A lista consiste em cada um fazer uma listinha com 10 escolhidos para dar o cartão vermelho. Pode ser uma pessoa, uma atitude, enfim, tudo aquilo que, de alguma forma, nos incomoda - se quiser e precisar, dê uma justificativa breve. Após fazer isso, passe a bola para mais cinco blogueiros e vamos ver no que vai dar.

Lista:

1- Para a minha escola, porque não tem nada a ver fazer uma feira cultural no meio da semana e em cima da hora!
2- Para minhas pernas, que sempre correm ao invés de andar;
3- Para meu professor de educação física, que me obrigava a jogar vôlei;
4- Para o idiota do ladrão do ENEM, que roubou a prova em cima da hora!
5- Para uma amiga minha, que fez o favor de trocar a minha amizade pelo namorado;
6- Para aquele grupinho que me aponta quando passo no corredor da escola;
7- Para os maus sentimentos que só atrasam as nossas vidas;
8- Para os programas de domingo, que não têm nada de útil;
9- Para meu coração, que insiste em se apaixonar por quem não deve;
10- E para aqueles que criticam as coisas mesmo sem vê-las ou conhecê-las.


Repasso este meme às garotas que indiquei aí em cima, menos a Ana Carolina Spadin, do Just My Hellf.

E para concluir, mais alguns selos:






Putz, receber selos é bom, mas postá-los dá um trabalhão! Espero ter feito tudo certo. Obrigado Jeniffer e Lays por terem me indicado os selos, vocês são mais legais que um litro de chocolate.

Abraços e até a próxima!

Necessidade social?




Que o mundo gira em torno das redes sociais, ninguém pode negar. Orkut, Twitter, Messenger nos dias de hoje são indispensáveis, e eu até confirmo isso. Por exemplo, criei um Twitter, mesmo detestando, porque a comunicação fica mais fácil. Um belo exemplo do que eu ia explanar: nos encontramos já num estágio dependente destas ferramentas virtuais. Falar com o primo da Itália ou com a tia lá da Indonésia - não sei de onde tirei isso - não é mais problema. O que eu encaro mesmo como problema é o modo como estes sites são utilizados, coisas que viram armas nas mãos de pessoas que agem de má-fé. Pedófilos propagam-se como a luz pelo Orkut, assim como os fakes que são criados apenas para zoar com a cara das pessoas. É esse meu medo: gente que usa - e abusa - da internet como um meio para atrair vítimas, de forma silenciosa e sorrateira; vítimas essas que se veem presas no universo virtual. Gente que merece nada menos do que uma bela de uma punição pelos atos ilícitos camuflados pela rede.
Se utilizados apenas para - e tão somente para - o divertimento e comunicação, minha nota para as redes sociais é dez. Agora, quando se tornam a porta de entrada para aquele mundo de terror escondido sobre a aparência simples de um site, aí é nota inferior a zero.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Emoções.

Sentia como se cada pulsação fosse a última.
Meu coração batia mais rápido que um carro em alta velocidade. E parecia que eu estava prestes a ter um ataque cardíaco, de tamanha que era a minha emoção naquele momento. Sabia que aquilo era errado; eu não poderia sentir, muito menos viver aquilo. Encontrava-me num beco sem saída. Não conseguia enxergar solução alguma para o que me aocntecia ali. Meus pensamentos, à mil. Setecentas hipóteses surgiam do nada, para tentar me explicar o que acontecia. E nenhuma delas correspondia àos meus anseios. Sentir um impacto destes, sem estar esperando nada, totalmente de surpresa, me fez perder a razão. Não, não consegui reagir. O ouro reluzia em minha frente; via um amplo horizonte, lindo e muito colorido, vivo. E aquilo se destacando em meio àquela paisagem. De repente, percebi que estava sendo sincero comigo mesmo. A verdade de minhas palavras, silenciosas, veio de encontro com o turbilhão de emoções que me envolvia, pouco a pouco. Eu estava perdido.
A razão retornou à minha consciência quando ouvi, quase não acreditando, aquela saudação tão comum, que para meus ouvidos soou como uma música de fundo:

- E aí, beleza?

Pronto. Tive que ser humano e responder um ' beleza ' meio sem graça de volta, quase não conseguindo. O leão rugiu dentro de mim, enfrentando a corça que representava tudo o que eu sentia. Os dois brigaram. Razão versus emoção. Realidade contra ilusão.
Tomei como partido a corça e mergulhei em toda aquela sensação maravilhosa que estava sentindo, apenas em uma fração de segundo. O amor, a paixão, a atração, o desejo e a vontade de ficar perto de alguém tomaram conta de todo o meu ser. Fora somente uma fração de segundo para que eu pudesse viver tudo de uma vez. Tudo de uma só vez.

E eu, depois de tudo, ainda sentia que cada pulsação seria a última; ainda sentia meu coração vibranda cada vez mais rápido. E continuei a não reagir aos meus comandos. Só conseguia ter plena certeza de que, de alguma forma, aquilo havia me marcado.

Agora, mais do que nunca, estava sentindo a emoção de estar querendo outra pessoa, desejando estar perto e tocá-la. Mesmo que pelo mais improvável dos seres, pelo mais impossível e difícil deles.

Não encontrava saída: havia me apaixonado outra vez.




Ps: Hoje o Blogger tá o ó e não apareceu a barra de ferramentas -.-' que triste. Não consegui colocar fotos, mas no próximo post, prometo que posto os dois (corrigindo o post anterior) selos que ganhei da Lalah, do blog http://pinguimongol.blogspot.com.
Nossa, hoje tem show do Victor & Leo aqui na minha cidade e eu não vou! E Nx Zero dia 01 de novembro, não perco de jeito nenhum! Já me basta ter perdido Cláudia Leitte, Jota Quest e Tomate! Tá na hora de ficar feliz, não? Todo mundo quer ser feliz, inclusive eu!
Abraços à todos, não sei se o post ficou bom, mas é que eu tô mesmo muito apaixonado e não via a hora de extravasar aqui no blog. Desculpem a pessoalidade absurda.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

O romantismo e outros ismos.




Confesso: sou romântico. Demais até. Pode parecer o maior clichê, ainda mais em tempos de hoje; mas sempre curti a ideia de demonstrar o amor diretamente, seja emprestando o casaco para aquela garota tão amada e se pôr a sentir frio, seja olhando nos olhos da mesma garota e dizendo ' eu te amo ', pra soar como uma música. O sentimentalismo vêm comigo em todas estas situações. Não entendo até agora o porquê dos caras de hoje chegarem ao cúmulo de agredir fisicamente uma mulher - ou até mesmo uma garota, o que está se tornando mais comum ultimamente - , sendo que a pele das mulheres / garotas foi feita para receber o máximo de carinho daquele abraço intenso.
Um machismo idiota, esdrúxulo (amo essa palavra!) e repulsivo, talvez sejam as palavras perfeitas para definir tais atitudes. Eu, pelo menos, não teria a coragem absurda de fazer isso.
Vejo a mulher como um bloco de concreto esculpido da forma mais bela possível (afinal, vocês são bem mais fortes do que nós e eu já aprendi a reconhecer isso). Vocês transpiram uma fragilidade incrível, totalmente camuflada. Quer uma exemplo? A estatística daquela propaganda que diz sobre os homens não se cuidarem. As mulherem vivem SETE, eu disse SETE anos a mais do que os marmanjos. Sabem o que é isso? O tal do orgulho idiota que sentimos, que ocasiona a agressão de todos os tipos contra as mulheres. Se o homem se cuida, é gay. Se não, é relaxado. Vai entender a mente do pessoal de hoje...
Mas voltando ao sentiromantismo barato, o que importa pra mim é o que a pessoa por quem estou apaixonado acha das minhas atitudes supostamente ' bregas ' que algumas garotas teimam em gostar. Se amar é bom, demonstrar seus sentimentos é melhor ainda! E eu ainda afirmo com todas as letras: não há motivos para arrependimentos futuros. Amar é uma coisa tão boa, tão maravilhosa - mesmo quando não se é correspondido, vira fonte de inspiração - , tão incrível... Temos mais é que ser bregas mesmo e investir nos nossos lados românticos, já que nunca teremos uma segunda chance de demontrá-lo.

A não ser que você dê a sorte grande de nascer de novo, o que eu acho muito improvável.




PS: Lalah, eu não sei como colocar os selos! Se alguém puder me ajudar, agradeço! Sou uma anta quando o assunto é selo... Eu amei ter ganho mais um, é a prova viva de que eu tenho capacidade de entreter vocês, leitores! Muito obrigado mesmo! Fico eternamente grato e gostaria de apertar a mão de cada um de vocês por isso.
Ah, o texto tá assim porque ontem vi um cara batendo numa mulher e fiquei revoltado! Denunciei! Quero deixar claro que as mulheres são os melhores seres desse mundo!

domingo, 18 de outubro de 2009

Fatos corriqueiros, parte um

Se sexta-feira pra cá, minha vida deu um up inacreditável. Juro que nunca pensei que dias tão normais fossem me alegrar tanto. Na sexta, entro mais uma vez no meu blog, para conferir e responder os comentários que sempre salvam o mais tenebroso dos meus dias. E assim, como quem não quer nada, encontro um aviso do Veja Blog, dizendo que eu estava fazendo parte da seleção dos melhores blogs do país! Me pinta de roxo que eu tô branco, de tanta emoção! Fiquei namorando um tempão o meu blog linkado lá no site, até a hora da Viver a Vida. Mais risadas com as palhaçadas do Miguel e com as presepadas da Luciana. E como se já não bastasse tudo isso, minha melhor amiga , Brenda Medeiros, me liga, pra gente ficar batendo papo até o sono chegar... Meu dia foi incrível.
No sábado, nada de mais até meu primo chegar com o PS2 dele na casa da vovó e alimentar ainda mais o meu vício por Guitar Hero. Passei o dia inteiro jogando, nem lembrei da internet, nem de nada. Fiquei tão cansado e com sono que, oito e meia da noite, eu já pedia lona: estava cansado até os ossos. Foi melhor mesmo, porque hoje, no domingo de manhã, teria a missa de falecimento do vovô e eu teria que ir (e acordar da cama mais uma vez cedo pra chuchu, como todo santo dia).
Beleza, fui na segunda missa - que por sinal foi ótima - porque perdi a hora para a primeira. Oito horas cheguei na igreja e encontrei a Brenda, depois de duas semanas sem vê-la. Morri de felicidade! E aí, por mais um tremendo acaso do destino, TM estava por lá. Faz crisma junto com ela. Eu quase morri de felicidade de novo! TM riu pra mim, fez o costumeiro sinal de positivo de onde ele estava sentado e, depois da celebração, ainda fez questão de vir me cumprimentar!

Não preciso dizer mais nada, né? Dias perfeitos para mim se resumem a isso: simples acasos que o senhor destino reserva não só a mim, mas à todos nós.


É, e eu ainda estou feliz pra caramba!

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Sortudo? Eu?










Não que eu esteja lembrado, mas nunca fui daqueles que tem sorte impregnada na veia, na alma. Recordo-me das quase mil vezes em que joguei bingo e só levei milho pra casa, das inúmeras rifas compradas, dos jogos de dama nunca ganhos...
É claro que eu não sou um completo azarado. Meu maior golpe de sorte talvez tenha sido ele, que me acompanha já faz um certo tempo e que é um pedacinho de mim: este blog! Sim, este simples e modesto blog. Já tive outros antes, sem sucesso, sem comentários, sem seguidores. Até criar o A Pseudociência, que foi gerado apenas para mais uma tentativa de entrar para o Tudo De Blog; para minha enorme surpresa foi agradando muitas pessoas, entre elas as próprias tudodebloguetes, como a Jade. Espero continuar com o sucesso do meu blog por muito tempo, para suprir o meu sofrimento por não ter encontrado até hoje meu trevo santo de quatro folhas. Não, não perdi as esperanças. Mas quem sabe até eu encontrar por aí minha deusa da sorte, não consiga me manter feliz só com os comentários lindos dos meus leitores, com as visitas ilustres deles e os seguidores que acreditam no meu potencial e investem no público. Já é algum começo, para quem nunca sonhou em receber tal atenção!
Querem saber de uma coisa? Eu não ligo para essa falta absurda de sorte. Tendo vocês, leitores, mais um pote de sorvete de menta do meu lado, nada mais me tira de um complexo de felicidade!







P.S: Gente, eu tô superfeliz! Meu blog foi escolhido pelo Veja Blog como um dos melhores do Brasil! Que ótimo! Devo essa conquista apenas a uma pessoa: a Erica Ferro, do Sacudindo Palavras, que me indicou e apostou em mim mais do que ninguém. Te amo, Erica, vou ser grato à você para sempre! E à vocês, leitores, que leem meus textos que faço com carinho e comentam, deixando-me mais feliz do que quando estou com um pote de sorvete de menta nas mãos,
Ah, e pra quem leu o post anterior, fiquem ligados no meu blog! Em breve contarei toda a verdade sobre TM. Até lá, fiquem com curiosidade! hahaha'/ eu sou mau, não devia ser assim. Hehe'

Até a próxima!

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Mais um amor impossível

Avassaladora. É assim que eu posso resumir a paixão que sinto por TM neste momento. Já havia vivido outras trocentas paixões desmedidas, mas nada se compara com a desta vez. Parece que o impossível e o proibido formam a aliança perfeita, foram feitos para habitar minha mente complexa: sempre fico frustrado com minhas escolhas amorosas. TM é o maior erro de minha vida. Um erro que eu teria o maior prazer em corrigir. Teimo em amar, sabendo que jamais serei correspondido. A essência da alma imvade meus olhos só de pensar na possibilidade mais remota de o meu amor virar real. E o tempo não tem a menor pena de mim. Arrasta-se lentamente, impedindo meu processo de obliviação. O desejo árduo de possuir TM toma conta de todo o meu ser. Sem querer , encontro-me pensando numa modo, numa maneira de esquecer sem dor, o que é meio difícil. Este é parte verdadeira de minha vida, não há como tirá-lo assim, sem mais nem menos. Há pedras no caminho, há obstáculos, fronteiras à ultrapassar. TM não é pouca coisa em minha simples vida e sinto que devo persistir até meu extremo. Meus sonhos traduzem tudo o que estou sentindo agora. Imagino nuvens e nós dois deitados sobre elas, felizes; vejo uma praia paradisíaca, reservada ao nosso divertimento e, no fim, a maldita chuva com raios e trovões tira TM de mim, para sempre. Não sei se é um presságio, ou sinal. Só tenho plena convicção de que, pelo menos em pensamento, possuo, tenho, respiro e vivo TM.

E sei que meu sonho ainda vai se tornar real.

Sinto.



[" E posso ver, posso sentir, quando tudo acabar será você e eu; mais uma vez posso sentir, a melhor parte de mim - Nx ]

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Ai, que saudade!


Hoje é dia das crianças :D
Deveria estar muito feliz, mas estou pensativo. Quando pequeno, não suportava a ideia de me tratarem como tal. Agora, revejo muito bem meus atos. Nada se iguala à pureza e inocência de uma criança. Trabalho numa creche e percebo, todos os dias, que perdi muito tempo querendo dar uma de adulto fora do tempo. As crianças veem graça em tudo, diferente dos adultos e adolescentes, que precisam ser motivados a sorrir, ao invés de agir involuntariamente. Admiro muito as crianças, apesar de não ser nenhum adulto ainda! Vejo num simples olhar de um pequenino que eles sim é que podem salvar nosso futuro. Se a mentalidade dócil deles permanecer em seu crescimento, eu coloco minha cara a tapa se o mundo não vai melhorar. Sei que a cada dia que passa, as crianças se mostram cada vez mais adultas e isso me preocupa. Mas isso não vai me impedir (e te impedir) de continuar sonhando com o futuro bom que as crianças vão nos proporcionar.
Talvez seja mais por isso que me bate uma certa nostalgia do meu tempo de criança. Poderia pensar menos como adulto, raciocinar menos, deveria ter vivido mais momentos felizes e sentido mais os momentos tristes. Se pudesse voltar no tempo, seria mais criança e não ligaria a mínima para o que viria depois, pois já teria certa noção de que aquela fase passaria rápido e que ela não voltaria.
SEM DÚVIDA, a infância é a melhor parte de nossas vidas.

domingo, 11 de outubro de 2009

Prazeres simples



Sempre tive uma ótima qualidade: dar valor às coisas simples. Um sorriso, por exemplo. Gosto de tudo que me lembre simplicidade. Coisas que a maioria das pessoas não ligam, para mim valem muito. Sinto prazer por tudo que é sinônimo de simplicidade. Talvez isso faça de minha pobre pessoa um alguém totalmente emotivo, coisa que é considerada atualmente como um 'defeito'. Sei que é bem provável que eu seja julgado por ter a sensibilidade no caráter, mas não posso fazer nada. Nadinha. Pois se a nobreza do meu caráter depende do modo como cuido dela, não devo ligar a mínima para o que as pessoas dizem. Sim, continuo a afirmar: gosto de pular, de correr, de beijar e abraçar, gosto de um sorriso; pois tudo isso me proporciona uma alegria sem tamanho. Alegria. Felicidade. Riso. Vida. Eu só me sinto vivo de verdade na reunião de todos esses sentimentos, que garantem que eu não vá me sentir só mais uma vez e que, com toda a certeza desse mundo, jamais permitirão que uma pessoa se sinta mal amada. Além de sentir um prazer imenso por estar provando de sensações que você adora sentir! É a minha dica: sentir prazer pela simplicidade. O valor que ela tem não é estimável. Idolatro tudo que é simples, pois eles me mostram que há um lado bom de estar nesse mundo: poder ver que ainda existem coisas que me proporcionam prazer.
Como um sorriso, por exemplo.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Respeito ou preconceito?


Como eu já sabia há muito que essa história de vestibular não iria sair tão cedo da minha mente tão complexa, resolvi abrir mais uma discussão - no mínimo, polêmica - : a questão das vagas especiais nas universidades para negros, índios e deficientes físicos. Novamente, consultei mais alguns amigos sobre o assunto e me deparei com as mais diversas opiniões. Algumas se destacaram e por isso, vieram parar aqui no blog! Destaque para o que foi dito pelo (a):

- Kássio Palmerim, 15 anos: Eu não acho nem um pouco certo, porque só no destaque para essas vagas já está embutido o preconceito, sendo que essas vagas são para aqueles que tem menos capacidades (ou não) e, impondo esta regra, já se subdiz que os negros, índios e deficientes físicos tem algo de inferior, que os outros não tem. É preconceito sim!

- Mayara Santos, 15 anos: Encaro esse tipo de particularidade como normal, já que nossa sociedade é um tanto racista por si só. Com o vestibular não seria diferente. Por mais que as pessoas achem certo, eu não. Devíamos concorrer de igual para igual e não por condição física.

- Mariane Goulart, 16 anos: isso é uma baita de uma sacanagem! Porque se fosse assim, eu me pintaria toda de preto e jogaria borra de café no cabelo e ia lá, dizer que sou negra, só pra ter prioridade! Oras, é uma situação chata e só vale para os deficientes, pois eles sim merecem uma atenção especial (que o governo nuncá dá , engraçado isso).

- Olívia Figueirêdo, 16 anos: eu sinceramente acho correta a atitude do pessoal das universidades em priorizar os negros e os índios, pois eles são vítimas constantes do preconceito e racismo de nossa sociedade irracional. E nada mais justo do que compensá-los pela falta de ética de algumas pessoas (ok, de muitas).

- Isadora Reis e Camila Ferreira, 15 anos: ah, nós achamos uma coisa ótima. Uma tremenda demonstração de respeito.

Bom, como puderam perceber, as opiniões são diversar e eu fiquei muito dividido entre o que achar ou não. Mas como eu tenho a péssima mania de querer dar o voto de minerva, lá vai: concordo com todas as opiniões dos meus amigos. Cada um colocou um pedaço do que eu ia falar. As universidades deveriam explicitar mais do porque de tantos por cento são destinados à negros, porque tantos por cento são destinados à índios... A população vê isso como discriminação; já eu encaro como um enigma, pois ninguém me explicou até hoje o porquê de negros e índios estarem inclusos nas exceções, uma vez que eles não têm defeito algum e, muitos deles, ainda pensam, raciocinam melhor do que nós, os normais! É uma coisa pra muita discussão, mas eu mantenho minha posição. Afinal, todos temos o direito de saber do que é público (taí o site da transparência como exemplo!), sem a menor exceção.


[P.s: queria muito que vocês entendessem o porquê desse texto! É que uma amiga da minha mãe é negra e quis saber o que eu, que sou jovem, acho disso, da seleção do vestibular! Legal né? Transformei em post! Rs']

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Enem cancelado, nervos alterados



Enem: o terror dos adolescentes. Pedi para alguns amigos resumirem o Exame Nacional do Ensino Médio em algumas palavras. Alguns disseram 'difícil', outros 'impossível'. Mas ainda tiveram os corajosos que disseram 'legal', 'à prova de balas' e 'aterrorizante'. O começo do post não tem muito a ver com o que eu iria falar mais vou tentar usar esta informação.
Quando soube que o Enem foi cancelado, minha primeira reação foi ficar chateado. Sim, apesar de estar muitamente aflito pela aproximação da prova, e já me julgar preparado para realizá-la, fiquei decepcionado. Não só por mim, mas por toda uma legião de estudantes (ou não) que estava superafim de fazer a prova e se ver livre de toda essa responsabilidade. Eu ainda não vou fazer pra valer, pois ainda estou no segundo ano do ensino médio, mas já é um teste. E esse teste provavelmente mudaria meu modo de ver as coisas ano que vem. Mas aí é que tá: chego em casa depois do trabalho, mudo de canal para a Record News, e vejo, com exclusividade, que o Enem foi cancelado porque um FDP de um ladrão de provas (grrrrr!) quis oferecê-la à um jornal por cinquenta, repito, CINQUENTA MIL REAIS! Gente, me dá um tiro! Que absurdo! E que ladrão burro, de querer oferecer uma prova desse nível à um jornal de renome no Brasil inteiro! Eu sinceramente fiquei revoltadíssimo. Poxa, eu estudei o ano inteiro para este fim de semana que passou, para presenciar uma coisa, no mínimo, descarada, melar todos os meus planos. Agora, alguns dias depois dessa desgraça e o anúncio de que o Enem será reaplicado nos dias 5 e 6 de dezembro, fico um pouco mais aliviado. E um pouco mais tenso também, pois em posts anteriores já havia dito que sou superansioso. Vai demorar mais um pouquinho, talvez o suficiente para que eu possa reorganizar meus estudos e para eu descansar minha mente do baque que levou. Tempo, passa logo. Tem metade do país pedindo pedindo por isso, porque ninguém aguenta mais ouvir em vestibular e Enem e não sentir aquele frio horrível na barriga, aquela tremedeira chata e pior, recordar da péssima lembrança dessa fraude no Enem, que eu espero não se repetir nunca mais.

domingo, 4 de outubro de 2009

Só uma vingancinha...


Sou tão discreto quanto uma baleia num patinete, quando se trata de descobrir as coisas. E quando ponho uma coisa na cabeça... Por isso, a invisibilidade me cairia bem. Sei que falam muito mal de mim pelas costas (o que é um ótimo sinal, pois sou conteúdo para a vida alheia, uhul!), portanto, adoraria saber o que se passa quando não estou por perto. A verdade é uma dor necessária. É melhor conhecê-la do que escondê-la. E a santa protetora dos invisíveis poderia me dar uma forcinha, dando-me esta graça, já que tenho uma certa obsessão pela sinceridade. Posso citar algumas das coisas que eu faria, sem dó nem piedade, caso estivesse de posse da sonhada invisibilidade: sairia atrás daquele grupinho que me aponta no corredor da escola e ri de deboche da minha cara, conheceria seus podres e espalharia pela escola inteira, causando intrigas entre eles. Sim, tenho mais um defeito: sou vingativo. Para aquele boçal do terceiro ano que se acha horrores, colocaria meu pé, propositalmente, e o faria cair no meio do refeitório inteiro, cheio de gente, para ele sentir o que é ser alvo de chacota. Daria uma de ectoplasma e sairia sussurrando devagarinho, baixinho, no ouvido dos meus inimigos, para fazê-los chorar de medo.
Aí, eu já estaria satisfeito pela metade.
Só lamentaria por ser apenas vinte e quatro horas, pois meus planos seriam muitos para um espaço tão pequeno de tempo. Enfim, como aqueles rebeldes motoqueiros dos filmes da década passada, poderia sentir o gosto apimentado do proibido, misturado com o quente do impossível.
Para então eu poder me sentir satisfeiro por inteiro.

sábado, 3 de outubro de 2009

Amigos, anjos, amigos


Juro que nunca imaginei que pudesse ter amigos. Sim, amigos. Desses que a gente briga, conversa, ajuda e abraça. Eu não sou do tipo que atrai amizades, mas consigo me lembrar perfeitamente do dia em que consegui meu primeiro amigo de verdade. Na quarta série, havia uma garota que estudava comigo que se chamava Evelyn. No primeiro dia de aula, lancei a pergunta clássica, logo para me enturmar com alguém: " me empresta sua borracha?". Ela me emprestou, sorrindo. Pude perceber naquele sorriso que eu poderia conseguir minha primeira companhia ali naquele lugar estranho. Não fora somente uma companhia. Fora uma amiga, uma grande amiga. Vivemos muitas coisas juntos, momentos inesquecíveis, a famosa confusão da amizade com amor, briguinhas chatas e pazes felizes. Evelyn marcou minha vida. No ano seguinte, ela havia saído da escola e eu, desolado. Mais uma vez, só. Aí, veio mais um monte de pessoas falar comigo, pois meu lado nerd estava começando a aflorar. Sabia que a fubazada só vinha me procurar por causa da minha inteligência, mas dentre aquelas pessoas interesseiras, descobri mais uma galera que levei comigo até a oitava série. No outro ano, sozinho de novo. Já com quase quinze anos, pude perceber que naquela altura do campeonato, não poderia mais andar sozinho. Então, vi que era hora de agir e ir, por vontade própria, atrás de meus próprios amigos. E consegui. Mantenho muitas amizades até hoje, amizades das quais julgo verdadeiras. Amizades reais, amizades bonitas, amizades incríveis.
Agora, tenho a mais plena certeza de que a amizade é fundamental na vida de alguém, caso não queira dar uma de Carrie, a Estranha. Comecei tímido. Agora, deixo as coisas fluírem, pois já cresci e percebi que amigos de verdade não se acham, se conquistam!
[P.S: É Rio 2016 na cabeça, velho! Rs']
[P.S 2: Fraude no ENEM, que desgraça! Só fez aumentar minha expectativa, ô praga!]
[P.S 3: Caros leitores, algum de vocês gosta de trocar cartas?]

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Improvisando...


[Semana corrida, muitos imprevistos e nada de internet! Isso explica minha ausência do blog por tanto tempo! Mas agora estou de volta e escrevendo um texto totalmente improvisado, porque meu caderno de textos para o blog está com uma amiga que esqueceu de me devolver! AH, e eu não gostei muito do VMB, apesar de ter amado que o Jovem Nerd tenha ganhado como Blog Do Ano! Uhul!]


Esta semana me fez refletir. Pensei bem no que está acontecendo comigo. Nunca imaginei que fosse me perder mais uma vez nas curvas do destino. Ah, destino! Que vive a pregar peças na gente! Maldita hora em que fui esquecer a Isa... Agora já era. Rápido, como um carro de fórmula 1. Simples, como o ar. Marcante, como o VMB. Naquela terça-feira, parei para refletir na minha vida, coisa que eu ainda não havia pensado em fazer. Encontrar TM de repente, assim, sem mais nem menos, me abalou muito. Não no sentido trágico da palavra. No sentido 'tchan' da palavra. Meus nervos despertaram do nada, meus batimentos cardíacos aceleraram, fiquei que nem um bocó na rua, sem olhar pra frente e focando o chão, refletindo só comigo. Não, isso não pode estar acontecendo. É, mas estava acontecendo, dizia a verdade, baixinho, em meus ouvidos. Não queria acreditar, não queria. Mas meus instintos reagiam contra mim mesmo. Ao invés de querer chorar, uma euforia desmedida tomou conta do meu ser, fazendo-me rir para tudo. Pedras, cães, árvores e desconhecidos. Ri para todos. Aquela sensação era gostosa de se sentir. E eu, decididamente, estava adorando. Poderiam me tachar de louco, insano. Eu não estava nem aí para os outros. Eu estava me importando com meu ego, com minha alma. A cada sorriso, me sentia cada vez mais feliz. E nada iria me impedir.
- A não ser o fato de existir a palavra impossível, estragando meus planos.